Blog tecnológico mantido pelos alunos da disciplina de Aplicações Informáticas (12º Ano) da Escola Secundaria José Gomes Ferreira em Lisboa.
segunda-feira, 15 de maio de 2017
Câmara pode ajudar no tratamento de Alzheimer
Um estudo liderado por Ana Rita Silva, uma investigadora portuguesa da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra, identificou vantagens no uso de uma câmara fotográfica como ferramenta de estimulação cognitiva, podendo ser um complemento ao tratamento farmacológico de Alzheimer durante a fase inicial da doença.
A câmara conhecida como SenseCam, quando utilizada ao pescoço, permite capturar um registo fotográfico do dia-a-dia dos pacientes que estes podem posteriormente ver para para estimular a memória. Os investigadores salientam que, na ótica dos pacientes, o uso não é visto como uma tarefa, o que motiva a utilização da ferramenta.
Nos testes realizados, 51 idosos, maioritariamente do sexo feminino, com idades compreendidas entre os 60 e 80 anos e diagnosticados com doença de Alzheimer em fase inicial, foram divididos em três grupos e seguidos durante seis semanas nos serviços de Psiquiatria e de Neurologia do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra e também pela Associação Alzheimer Portugal.
Durante este tempo, cada um dos três grupos utilizou três formas distintas de estimulo cognitivo: utilização da SenseCam, registo do dia-a-dia num diário e treino convencional com base em exercícios de memorização e associação.
Os investigadores registaram, no final das seis semanas, que o grupo que utilizou a SenseCam teve um desempenho cognitivo mais eficaz, uma diminuição significativa na sintomatologia depressiva e salientam ainda que a ferramenta funciona também de forma passiva, já que não implica esforço ou motivação por parte do paciente.
A equipa que lidera o estudo diz que a visualização de imagens estimula a zona do cérebro responsável pelas memórias autobiográficas, uma das primeiras zonas afetadas pela doença e defende «a importância do desenvolvimento de intervenções não farmacológicas para pacientes com DA em fase inicial»
O estudo foi realizado em colaboração com a universidade de Leeds, no Reino Unido, e os resultados já foram aceites para publicação na revista internacional Current Alzheimer Research.
Fã cria animação stop-motion para homenagear Mario Bros. e outros clássicos
O maior quebra cabeças do mundo possui nada menos que trinta e três mil peças e retrata uma belíssima cena de animais na natureza? Agora imagine utilizar cada uma dessas peças para dar vida a uma animação stop motion (frame a frame) que recria cenas dos clássicos jogos como o Mario Bros., Pac Man e Space Invaders.
Consultei o seguinte site no dia 14 de Maio de 2017
Lucros da Disney abaixo do esperado
O canal desportivo ESPN é o vilão. A descida nos lucros do canal preocupa os investidores e abafa os bons resultados das restantes divisões.
A Walt Disney não conseguiu um final feliz: os lucros do primeiro trimestre ficaram abaixo das estimativas dos analistas, com um crescimento “modesto”. O enredo sofreu com os problemas do canal ESPN, cujos custos continuam a aumentar enquanto o número de espetadores diminui.
A Disney já tinha avisado que o crescimento deste ano seria “modesto”. Ficou-se pelos 3% — 13 mil milhões. As ações subiram em relação ao período homólogo, mas os receios dos investidores em relação ao canal ESPN confirmaram-se e colocam-no no nó da intriga: os lucros desceram 3%, totalizando 4,06 mil milhões — abaixo da previsão de 4,2 mil milhões dos analistas. Nas horas que se seguiram ao anúncio dos resultados, o valor das ações caiu na ordem dos 1,5%.
O canal desportivo continua a perder subscritores para o vídeo online enquanto os custos de transmissão dos jogos sobem, uma imposição das ligas desportivas. Os lucros com anúncios publicitários cresceram 5%, mas ficam aquém da concorrência e beneficiam de jogos que não foram transmitidos no mesmo período no ano anterior: de outra forma, teriam
caído 1%.

A Walt Disney não conseguiu um final feliz: os lucros do primeiro trimestre ficaram abaixo das estimativas dos analistas, com um crescimento “modesto”. O enredo sofreu com os problemas do canal ESPN, cujos custos continuam a aumentar enquanto o número de espetadores diminui.
A Disney já tinha avisado que o crescimento deste ano seria “modesto”. Ficou-se pelos 3% — 13 mil milhões. As ações subiram em relação ao período homólogo, mas os receios dos investidores em relação ao canal ESPN confirmaram-se e colocam-no no nó da intriga: os lucros desceram 3%, totalizando 4,06 mil milhões — abaixo da previsão de 4,2 mil milhões dos analistas. Nas horas que se seguiram ao anúncio dos resultados, o valor das ações caiu na ordem dos 1,5%.
O canal desportivo continua a perder subscritores para o vídeo online enquanto os custos de transmissão dos jogos sobem, uma imposição das ligas desportivas. Os lucros com anúncios publicitários cresceram 5%, mas ficam aquém da concorrência e beneficiam de jogos que não foram transmitidos no mesmo período no ano anterior: de outra forma, teriam
caído 1%.
A Disney anunciou medidas para mudar o rumo da história. A empresa vai apostar no envio personalizado de resultados de jogos e vídeos das equipas favoritas dos subscritores através da aplicação para telemóvel do ESPN. Este ano vai ainda ser lançada uma versão da oferta desportiva exclusiva para o online.
Fora das quatro linhas do ecrã, a animação continua. Espera-se que sejam os parques temáticos a fazer magia: até 2021, prevê-se que sejam responsáveis por dois terços do crescimento da Disney. A divisão disparou 20% para os 750 milhões apoiada no novo resort da Disney em Xangai, que abriu em junho. No final de maio está ainda agendada a abertura da atração “Pandora — the World of Avatar” vai abrir em Orlando, nos Estados
Unidos.

O filme “A Bela e o Monstro” veio também embelezar as contas. Foi o único lançamento do primeiro trimestre, mas fez os lucros da divisão dispararem para os 656 milhões de dólares, um crescimento de 21% apoiado nos 1,19 mil milhões de receitas do filme.
Site Consultado (14/5/2017): https://eco.pt/2017/05/10/disney-menos-animada-lucros-ficam-abaixo-do-esperado/
domingo, 14 de maio de 2017
Premiere CC vai voltar a ser compativel com GH5 em Junho
Na ultima semana de abril Rin Ehlers Sheldon, que é a diretora de criação da empresa Stand Up 8 Productions, entrevistou o diretor sénior de gestão de produtos de vídeo profissional da adobe com o objetivo de discutir o update Premiere Pro CC que provou ser incompatível com a câmera Panasonic GH5.

Em 19 de Abril de 2017, O cinema5D relatou um problema de incompatibilidade entre a última iteração do Adobe Premiere com os ficheiros de 10 bits do GH5: quando importados para o Premiere, os ficheiros de vídeo não se registavam e eram lidos apenas como ficheiros de áudio.

Bill Roberts, o diretor em questão, informou que um update que vai resolver este problema com os ficheiros GH5 de 10 bits vai ser realizado em Junho de 2017.
fontes: https://www.cinema5d.com/gh5-and-premiere-pro-reuniting-in-june/ (consultado a 14/05/2017)
https://ca.linkedin.com/in/broberts (consultado a 14/05/2017)
https://www.premiumbeat.com/blog/panasonic-lumix-gh5-4k-camera/ (consultado a 14/05/2017)
Ultra Sax Guy
A final do Euro-visão decorreu na noite de dia 13 em que Portugal ganho mas a representação da Moldávia é que se tornou viral e agarraram numa pequena parte do concerto e criaram um loop com o solo de saxofone da música.
Para fazer este loop basta cortar o que se quer da música e que o início e o fim se consigam conectar de maneira a soarem bem no seguimento, quando se arranja o corte bastante colar múltiplas vezes esse excerto até chegar ao tempo que seja desejado.
(pesquisa 14/05/17)
Para fazer este loop basta cortar o que se quer da música e que o início e o fim se consigam conectar de maneira a soarem bem no seguimento, quando se arranja o corte bastante colar múltiplas vezes esse excerto até chegar ao tempo que seja desejado.
(pesquisa 14/05/17)
5 coisas improváveis das leis da física que a ciência provou serem viáveis
Quem já assistiu ao seriado Fringe, produzido por J.J. Abrams (que também produziu Lost), deve se lembrar de um episódio que o personagem William Bell (Leonard Nimoy) leva a agente do FBI Olivia Dunham (Anna Torv) a um universo paralelo. Após um breve diálogo entre os dois, Bell diz que, às vezes, "a física é cruel", dando a entender que não se pode confiar totalmente em suas leis.
Só o fato de Olivia estar em um universo igual ao nosso, mas com pequenas diferenças, já quebraria vários limites dessa área que é objeto de estudo por milhares de cientistas - a policial, no caso, tinha uma habilidade que a permitia usar buracos de minhoca para transitar entre os mundos. E mesmo que não possamos prever o futuro, algumas pesquisas recentes conseguiram o impossível: ir contra as regras impostas pela física. Conheça abaixo cinco desses estudos.
Máquinas de movimento perpétuo

Hoje, qualquer dispositivo eletrônico ou industrial precisa de energia para se mover e manter em funcionamento, mas a ideia de aparelhos que podem operar sem a necessidade de um poder externo tem sido estudada há séculos. Leonardo da Vinci, por exemplo, trabalhou em vários projetos envolvendo uma roda de movimento contínuo; o filósofo e químico Robert Boyle, por sua vez, imaginou um garrafão-funil que se alimenta sozinho, enquanto o teólogo Blaise Pascal inventou a roleta.
Gadgets que conseguem se mover por conta própria e sem parar ofendem todos os tipos de leis da física, principalmente as leis da termodinâmica, que estudam os efeitos da mudança de temperatura, volume e pressão em escalas macroscópicas de sistemas físicos. Contudo, o teórico Frank Wilczek ganhou um Prêmio Nobel de Física ao apresentar o chamado "cristal do tempo", uma nova forma de matéria em que os átomos seguem um padrão de repetição (como já acontece em outros cristais), só que no tempo. Resumindo: são materiais que repetem eternamente seu movimento no tempo sem uma fonte de energia externa.
Desde então, alguns grupos de cientistas já conseguiram comprovar em laboratório que a criação de cristais do tempo é possível, e que sua utilização poderia revolucionar áreas como tecnologia e computação quântica.
Teletransporte

Em seu livro Física do Impossível (2008), o físico Michio Kaku classifica o teletransporte como uma "Impossibilidade de Classe 1", o que significa que a tecnologia é teoricamente viável e poderá existir algum dia no nosso cotidiano. Pode parecer algo impossível, mas, curiosamente, não há nada nas leis na física que impeçam esse processo.
O teletransporte é uma técnica que já existe, mas ainda está muito distante daquele teletransporte visto nos filmes e séries de ficção científica - em que a pessoa sai de um lugar para o outro de forma instantânea. O que a ciência conseguiu alcançar hoje são teletransportadores de partículas subatômicas. Trata-se de um fenômeno intitulado emaranhamento quântico, em que as informações e estados quânticos sejam transmitidos instantaneamente pelo espaço.
As primeiras experiências de teleportação quântica aconteceram em 1997, quando o estado quântico de um fóton foi reconstruído em outro fóton a dezenas de centímetros de distância. Por enquanto, o recorde mundial está em mais de 100 quilômetros. Já é um número bastante considerável, mas ainda levará centenas de anos até que um ser humano consiga ser desmaterializado por completo e teleportado para outro lugar sem correr riscos de perder partes do corpo no caminho.
Capas invisíveis

A capa da invisibilidade usada por Harry Potter e seus amigos é outro item que vai contra as leis da física, pelo menos no mundo real. Contudo, o traje que faz qualquer um desaparecer existe na mesma proporção que o teletransporte. E isso graças aos chamados metamateriais, materiais artificiais modificados para adquirirem propriedades que não existem de forma natural.
O princípio por trás dos mantos metamateriais é simples: ondas de luz se dobram em torno de um objeto em seu campo de visão, da mesma forma que a água se dobra em torno de uma pedra em um riacho, por exemplo. Só que, no caso das ondas de luz, elas precisam desenvolver materiais novos inteiramente estruturados em nanotecnologia para distorcer as propriedades naturais e físicas de ondas eletromagnéticas, permitindo que elas ultrapassem um objeto sem refletir ou refratar a luz.
Os primeiros metamateriais surgiram em laboratório a partir do ano 2000, e logo em seguida vieram os primeiros estudos com invisibilidade. Recentemente, cientistas afirmaram ser impossível tornar invisível objetos muito grandes, se limitando apenas a itens menores. Os maiores, incluindo aqueles de tamanho humano, poderiam utilizar uma técnica para reorientar comprimentos específicos de onda de luz, tornando o objeto camuflado mais ou menos colorido e visível.
Temperaturas abaixo do zero. Literalmente

A ciência classifica como zero absoluto uma temperatura por volta de -273ºC, que é quando os átomos param de se mover ao perderem a menor energia possível. Logo, é impossível ultrapassar esse limite, certo?
Nem tanto. De acordo com as leis da termodinâmica, a temperatura é uma medida de ordem: quanto mais silenciosa e mais ordenada ela for, menor será sua temperatura. Com base nesse conceito, físicos da Universidade de Ludwig Maximilian, em Munique, na Alemanha, conseguiram congelar uma coleção de átomos em uma temperatura um pouco abaixo do zero absoluto, criando uma temperatura que, tecnicamente, seria o novo zero absoluto.
E para quê colocar os átomos em temperaturas tão baixas? Acontece que tal estado pode ajudar em pesquisas envolvendo energia escura, o misterioso material que rasga o cosmos e tende a acelerar a expansão do universo. A principal característica desse tipo de energia é sua forte pressão negativa, que estaria em temperaturas muito geladas.
Matéria e antimatéria juntas

Normalmente, quando a matéria entra em contato com seu oposto, a antimatéria, ambas se "suicidam" em uma explosão súbita de energia causada por elas mesmas. A ciência acredita que as duas existiam em quantidades iguais logo após o Big Bang, mas se destruíram. Para nossa sorte, vivemos em um universo com matéria em abundância e muito pouca antimatéria, o que permitiu a formação dos planetas, galáxias, estrelas e tudo o que conhecemos do universo.
Só que, bizarramente, algumas matérias também podem ser antimatérias ao mesmo tempo. Os chamados férmion de Majorana, em referência ao físico italiano Ettore Majorana, seriam partículas que são suas próprias antipartículas, capazes de se autoaniquilar em certas condições. Há décadas os físicos suspeitaram que os neutrinos poderiam entrar nessa categoria e, caso seja comprovado, seria possível detectar melhor como acontece esse processo - um dos mais raros do universo, que acontece a cada 100 trilhões de trilhões de anos.
Testes feitos em laboratório também apontaram para essa teoria que iria contra as leis da física. Ao arrancarem um elétron de um supercondutor, a lacuna deixada pelo elétron age como uma partícula positivamente carregada com exatamente a mesma massa. Se os dois são manipulados da maneira correta, então eles podem ser feitos para agir como as partículas Majorana.
Só o fato de Olivia estar em um universo igual ao nosso, mas com pequenas diferenças, já quebraria vários limites dessa área que é objeto de estudo por milhares de cientistas - a policial, no caso, tinha uma habilidade que a permitia usar buracos de minhoca para transitar entre os mundos. E mesmo que não possamos prever o futuro, algumas pesquisas recentes conseguiram o impossível: ir contra as regras impostas pela física. Conheça abaixo cinco desses estudos.
Máquinas de movimento perpétuo

Hoje, qualquer dispositivo eletrônico ou industrial precisa de energia para se mover e manter em funcionamento, mas a ideia de aparelhos que podem operar sem a necessidade de um poder externo tem sido estudada há séculos. Leonardo da Vinci, por exemplo, trabalhou em vários projetos envolvendo uma roda de movimento contínuo; o filósofo e químico Robert Boyle, por sua vez, imaginou um garrafão-funil que se alimenta sozinho, enquanto o teólogo Blaise Pascal inventou a roleta.
Gadgets que conseguem se mover por conta própria e sem parar ofendem todos os tipos de leis da física, principalmente as leis da termodinâmica, que estudam os efeitos da mudança de temperatura, volume e pressão em escalas macroscópicas de sistemas físicos. Contudo, o teórico Frank Wilczek ganhou um Prêmio Nobel de Física ao apresentar o chamado "cristal do tempo", uma nova forma de matéria em que os átomos seguem um padrão de repetição (como já acontece em outros cristais), só que no tempo. Resumindo: são materiais que repetem eternamente seu movimento no tempo sem uma fonte de energia externa.
Desde então, alguns grupos de cientistas já conseguiram comprovar em laboratório que a criação de cristais do tempo é possível, e que sua utilização poderia revolucionar áreas como tecnologia e computação quântica.
Teletransporte

Em seu livro Física do Impossível (2008), o físico Michio Kaku classifica o teletransporte como uma "Impossibilidade de Classe 1", o que significa que a tecnologia é teoricamente viável e poderá existir algum dia no nosso cotidiano. Pode parecer algo impossível, mas, curiosamente, não há nada nas leis na física que impeçam esse processo.
O teletransporte é uma técnica que já existe, mas ainda está muito distante daquele teletransporte visto nos filmes e séries de ficção científica - em que a pessoa sai de um lugar para o outro de forma instantânea. O que a ciência conseguiu alcançar hoje são teletransportadores de partículas subatômicas. Trata-se de um fenômeno intitulado emaranhamento quântico, em que as informações e estados quânticos sejam transmitidos instantaneamente pelo espaço.
As primeiras experiências de teleportação quântica aconteceram em 1997, quando o estado quântico de um fóton foi reconstruído em outro fóton a dezenas de centímetros de distância. Por enquanto, o recorde mundial está em mais de 100 quilômetros. Já é um número bastante considerável, mas ainda levará centenas de anos até que um ser humano consiga ser desmaterializado por completo e teleportado para outro lugar sem correr riscos de perder partes do corpo no caminho.
Capas invisíveis

A capa da invisibilidade usada por Harry Potter e seus amigos é outro item que vai contra as leis da física, pelo menos no mundo real. Contudo, o traje que faz qualquer um desaparecer existe na mesma proporção que o teletransporte. E isso graças aos chamados metamateriais, materiais artificiais modificados para adquirirem propriedades que não existem de forma natural.
O princípio por trás dos mantos metamateriais é simples: ondas de luz se dobram em torno de um objeto em seu campo de visão, da mesma forma que a água se dobra em torno de uma pedra em um riacho, por exemplo. Só que, no caso das ondas de luz, elas precisam desenvolver materiais novos inteiramente estruturados em nanotecnologia para distorcer as propriedades naturais e físicas de ondas eletromagnéticas, permitindo que elas ultrapassem um objeto sem refletir ou refratar a luz.
Os primeiros metamateriais surgiram em laboratório a partir do ano 2000, e logo em seguida vieram os primeiros estudos com invisibilidade. Recentemente, cientistas afirmaram ser impossível tornar invisível objetos muito grandes, se limitando apenas a itens menores. Os maiores, incluindo aqueles de tamanho humano, poderiam utilizar uma técnica para reorientar comprimentos específicos de onda de luz, tornando o objeto camuflado mais ou menos colorido e visível.
Temperaturas abaixo do zero. Literalmente

A ciência classifica como zero absoluto uma temperatura por volta de -273ºC, que é quando os átomos param de se mover ao perderem a menor energia possível. Logo, é impossível ultrapassar esse limite, certo?
Nem tanto. De acordo com as leis da termodinâmica, a temperatura é uma medida de ordem: quanto mais silenciosa e mais ordenada ela for, menor será sua temperatura. Com base nesse conceito, físicos da Universidade de Ludwig Maximilian, em Munique, na Alemanha, conseguiram congelar uma coleção de átomos em uma temperatura um pouco abaixo do zero absoluto, criando uma temperatura que, tecnicamente, seria o novo zero absoluto.
E para quê colocar os átomos em temperaturas tão baixas? Acontece que tal estado pode ajudar em pesquisas envolvendo energia escura, o misterioso material que rasga o cosmos e tende a acelerar a expansão do universo. A principal característica desse tipo de energia é sua forte pressão negativa, que estaria em temperaturas muito geladas.
Matéria e antimatéria juntas

Normalmente, quando a matéria entra em contato com seu oposto, a antimatéria, ambas se "suicidam" em uma explosão súbita de energia causada por elas mesmas. A ciência acredita que as duas existiam em quantidades iguais logo após o Big Bang, mas se destruíram. Para nossa sorte, vivemos em um universo com matéria em abundância e muito pouca antimatéria, o que permitiu a formação dos planetas, galáxias, estrelas e tudo o que conhecemos do universo.
Só que, bizarramente, algumas matérias também podem ser antimatérias ao mesmo tempo. Os chamados férmion de Majorana, em referência ao físico italiano Ettore Majorana, seriam partículas que são suas próprias antipartículas, capazes de se autoaniquilar em certas condições. Há décadas os físicos suspeitaram que os neutrinos poderiam entrar nessa categoria e, caso seja comprovado, seria possível detectar melhor como acontece esse processo - um dos mais raros do universo, que acontece a cada 100 trilhões de trilhões de anos.
Testes feitos em laboratório também apontaram para essa teoria que iria contra as leis da física. Ao arrancarem um elétron de um supercondutor, a lacuna deixada pelo elétron age como uma partícula positivamente carregada com exatamente a mesma massa. Se os dois são manipulados da maneira correta, então eles podem ser feitos para agir como as partículas Majorana.
A Apple já deu a conhecer as datas do WWDC 2017
A Apple tem apenas 2 ou 3 momentos no ano em que vem a público mostrar os seus novos produtos e estar próxima da sua comunidade. Estes são momentos que todos esperam e que se sabem serem especiais, por norma pelo que é apresentado.
A WWDC é a conferência onde os programadores da Apple conhecem as novidades e este ano não deve ser diferente. Já tem data marcada e decorrerá dos dias 5 a 9 de Junho.
O que vai a Apple apresentar no WWDC 2017?
Como é normal na WWDC, a Apple deverá dar a conhecer algumas novidades de software e de sistemas operativos. Espera-se a chegada do várias vezes falado iOS 11 e também da próxima versão do macOS. O tvOS e o watchOS vão também ser alvo de novidades.
Para além destas novidades, podem surgir outras, baseadas em hardware e que vêm já a ser faladas há algum tempo. O próprio convite da Apple, enviado à imprensa, abre um pouco o jogo, mas sem revelar nada em concreto, como é normal na Apple.
Luminosidade Boa e Barata: Iluminação a Três Pontos
Por muito boa que uma câmara seja, a luminosidade do plano de filmagem é um fator essencial para a captura de uma imagem de grande qualidade, na medida em que nos permite tirar o maior partido da nossa câmara de filmar. Neste post irei explicar o conceito de uma iluminação a três pontos que, para além de ser uma técnicas menos dispendiosas, é também muito eficaz na iluminação do foco da nossa filmagem.
Quanto às configurações de câmara, devemos procurar (se tivermos modo manual) colocar a abertura do diafragma o maior possível, atribuindo a f o menor valor possível, a velocidade de obturação deverá rondar os 1/50s, e, finalmente devemos ajustar o ISO a gosto, não devendo passar, no entanto, dos 400, para evitar a obtenção de uma imagem com muito ruído.
A iluminação a três pontos é feita como nos diz o nome recorrendo a três fontes de luz diferentes, posicionadas de forma a dar mais profundidade ao plano de filmagem, fazendo sobressair o foco da nossa captura. Para este projeto necessitaremos de um candeeiro de pé, de uma espécie de tripé, de papel de alumínio e de uma janela, de forma a se obter um resultado semelhante ao do esquema que se segue:
Obtivemos a key light (luz chave) a partir da janela, de forma a iluminarmos a cara do sujeito presente no plano de filmagem e, para controlarmos e moldarmos as sombras formadas no seu rosto, fizemos refletir parte da luz chave através do tripé com uma folha de papel de alumínio colada, de forma a preencher regiões pouco iluminadas da cara do sujeito, daí dar-se o nome de fill light a esta luz. Por último, utilizámos o candeeiro de pé para iluminar o sujeito de um ângulo que permitisse a criação de uma maior tridimensionalidade do plano, colocando a fonte de luz atrás do sujeito de forma a que a luz lhe incida diagonalmente, adicionando mais textura ao seu rosto.
Com isto feito, ao colocarmos a nossa câmara no modo daylight, visto que estamos a trabalhar maioritariamente com luz solar, devemos obter um resultado parecido com o seguinte:
Para mais informações e sugestões sobre esta técnica segue-se aqui um vídeo explicativo feito pelo utilizador Andryax e publicado na plataforma youtube:
fontes :https://www.youtube.com/watch?v=NVIbirzZn0M (consultado a 12/05/2017)
https://www.youtube.com/watch?v=j_Sov3xmgwg (consultado a 12/05/2017)
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