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sábado, 25 de março de 2017

Santiago, um prodígio da programação

 Santiago Gonzalez nasceu em 1998, no estado do Colorado, nos Estados Unidos da América. Com apenas 14 anos Santiago era fluente em doze linguagens de programação, tendo criado múltiplas apps para iOS (iPhone e iPad), como por exemplo uma app que nos permite jogar damas, ou uma app com a qual completamos online alguns puzzles, e que vem com um chat de voz integrado. 


Quando andava apenas no sexto ano, Santiago foi aceite pela universidade Colorado School of Mines, pelas suas capacidades intelectuais muito acima da média, onde tirou o curso de ciência de computadores, com apenas 16 anos. Atualmente, Santiago está a tirar um doutoramento na mesma área, na universidade de University of Texas em Austin.


Como programador Santiago considera-se um perfecionista, escrevendo código como quem escreve poemas, de forma curta e concisa. Para além disso, ele vive tão obcecado por bugs no seu código que chega mesmo a sonhar com soluções para eles, em linguagem de programação.


 Hoje em dia, Santiago vive com um objetivo em mente, o de trabalhar na Apple como programador. Para os mais interessados segue aqui uma pequena reportagem feita pela THNKR, sobre a vida de Santiago, contando com a participação dos seus pais e alguns professores:



fonte (texto e imagens): https://www.youtube.com/watch?v=DBXZWB_dNsw&t=336s (consultado a 24/03/2017)

Porquê Programação?

 A organização Code disponibilizou um vídeo informativo que tem como objetivo convencer jovens a aprender programação, contando com a participação de inúmeros programadores mundialmente reconhecidos como Bill Gates, Mark Zuckerberg, Ruchi Sanghvi ou até Gaben Newell.


 Para eles, programação é essencialmente explicar a um computador o que nós queremos que ele faça. Isto permite-nos criar qualquer programa, qualquer ideia de raiz e, apesar de à primeira vista programação ser algo intimidador, que parece estar muito relacionado com algoritmos, esta não passa da resolução de problemas através da cooperação entre programadores, não sendo necessário ser-se um gênio para programar, mas sim criativo.


 Do ponto de vista da educação, a presença de uma disciplina reservada apenas para a lógica da programação tem-se revelado bastante benéfica para as classificações dos alunos, que subiram num total de trinta por cento.


 Programador é também um trabalho com uma taxa de empregabilidade muito elevada, por exemplo, nos Estados Unidos da América existem num total 1.4 milhões de trabalhos e apenas 400 mil licenciados. Desta forma, combinando isto com o facto de a programação se tratar de um conceito tão abrangente, tendo como único limite a nossa imaginação, é-nos fácil de juntar os nossos gostos pessoais, como entretenimento, biologia ou desporto, com esta profissão, tratando-se por isso de um bom ramo de trabalho.


Para mais informações sobre o conceito de programação e as suas saídas segue aqui um pequeno vídeo (que serviu de fonte) publicado pela organização Code:


fonte (de texto e imagens): https://www.youtube.com/watch?v=dU1xS07N-FA (consultado a 25/03/2017)

sexta-feira, 24 de março de 2017

Culturas diferentes

Nei Valente, um designer brasileiro que atualmente mora em Nova York e Laila Varaschin, uma fotógrafa brasileira que atualmente mora em Brasília, tiveram a ideia de um projeto, decidiram juntar-se para criar um vídeo com interessantes animações em stop-motion de gestos ofensivos utilizados em vários países e que às vezes podem não ser nada ofensivos para nós, mas que em outros países são considerados altamente ofensivos e lhe podem causar sérios problemas.

Veja abaixo e tome nota para sua próxima viagem. O vídeo é simples, mas altamente recomendado para aqueles que vão viajar para o exterior.


quinta-feira, 23 de março de 2017

Stop-motion

Deixo aqui uma stop-motion para verem que relata uma curta história de amor.



Cinema Português em Destaque

Cinema Português em destaque na Capital Francesa

O cinema Português vai ser homenageado em Paris durante um mês no festival dedicado a cineastas europeus - "L'Europe autour de l'Europe".
Uma mostra de cinema com obras de Teresa Villaverde Cabral, Maria de Medeiros ou Manoel de Oliveira.



Para mais algumas informações assistir a seguinte entrevista realizada pela RTP.


Consultei o site da rtp no dia 21 de Março de 2017.

Nova série de animação da Amazon será protagonizada por bichinhos de pelúcia criminosos

Que as empreitadas de serviços de streaming como Netflix e Amazon Prime revolucionaram a maneira como vemos séries e como essas obras são produzidas não é novidade nenhuma. Aliás, cada vez mais consolidadas, conquistando os críticos, o público e diversos prêmios, as produções originais dessas plataformas, além de suas qualidades narrativas, ganharam notoriedade por trazerem inovações em seus conteúdos e em suas narrativas. Um desses projetos ousados é a animação BoJack Horseman, da Netflix, que acompanha as aventuras de um cavalo ator decadente que busca retomar a fama que conquistou nos anos 90. Loucura? Sim. Mas ao que tudo indica, a obra ganhará uma insana rival à altura: Amberville.

Criada por Chris McCoy (Good Kids) e Conrad Vernon (codiretor de Festa da Salsicha) com base na série de livros "Mollisan Town", de Tim Davys, a série acompanhará as aventuras de um urso de pelúcia que, após passar uma temporada na prisão, é obrigado a retornar ao submundo da criminalidade a mando do seu antigo patrão - e agora está aberta a temporada de palpites para descobrir que animal de pelúcia pode ser o "poderoso chefão" da produção. O episódio piloto, escrito por McCoy, será dirigido pelo próprio Vernon (que também foi responsável por comandar outras animações como Shrek 2 e Madagascar 3 - Os Procurados).

Produzida pela Annapurna (empresa que viabilizou Festa da Salsicha e outros filmes recentes como Jovens, Loucos e Mais Rebeldes e Mulheres do Século 20), Amberville ainda não tem previsão de lançamento.



Data: 23/03/2017


quarta-feira, 22 de março de 2017

Affinity Photo 1.5 Review: Best Budget Editor for Pros


For years, various developers have tried to come up with a direct competitor to Adobe Photoshop that would provide the power and depth that professional photographers need at a budget price. The best answer to date has come from an unlikely source: Serif, which has created a completely new program from the ground up. Serif Affinity Photo ($49.99) is a high-powered piece of software that gets our nod for being the best budget photo editor we’ve seen for serious and professional photographers.


Affinity Photo has just about all of the photography-related tools that Photoshop has — such as adjustment layers, masks, color management, dynamic paint brushes, a healing brush, lens correction, and CMYK and RGB editing — as well as support for RAW and 16-bit files. However, it lacks some of Photoshop's extra functionalities that are outside the normal photo editing realm, such as 3D editing.




In some cases, where it is different from the Photoshop workflow, Affinity Photo goes one step further. For instance, the RAW processor is part of the interface, rather than a plugin that takes you out of the workspace. In other words, you can process a RAW image in one tab and work on a JPEG or PSD in another tab at the same time. You can save any RAW edit settings as a preset and apply it to other RAW files.


Affinity Photo’s tools and commands have a depth of functionality that will take some time to explore and master. For anyone used to Photoshop, the learning curve won’t be steep, because Affinity’s interface is as clean and logical, though some terminology is different.
As an example, Affinity Photo separates sets of tools into groups called “Personas.” These aren’t quite the same as Photoshop’s workspaces, though the idea behind them is similar: to conveniently organize related tools and commands. When you click on the button for the Tone-Mapping Persona, it opens a group of docked palettes for all of the color- and exposure- adjustment tools. These include Curves, Channel Mixer, Gradient Map, Threshold, Histogram, White Balance, HSL, Recolor and so forth. Currently, Personas are limited to Photo, Liquify, Develop, Tone-Mapping and Export; there is no custom Persona presently available.


Affinity Photo is a young program, which means that some key portions are still in development or have been overlooked but will probably be added in future incarnations. For instance, Serif is currently going through the extensive list of third-party Photoshop-compatible plugins to ensure they work properly in Affinity Photo. So far, it has tested the most popular ones, such as Nik and Topaz, which Serif says function fully within Affinity. If any particular plugin is important to your workflow, it would be best to check whether it’s supported before making the move to Affinity.


No matter how large your image files are, tools and commands work in real time. That’s because Affinity uses a tiled file format for resolution independent editing. To a certain extent, this is similar to Photoshop’s Smart Objects, except it doesn’t require conversion, and unlike Smart Objects that function with only some features, this resolution-independent editing is consistent throughout the program.

For those who know photo editing history, this concept will be familiar: It’s what the old program Live Picture offered. In essence, it delivers only the amount of data (or image pixels) needed to view and edit at the current zoom level. One of the major benefits of this feature is that it enables efficient memory management, so that Affinity apps don’t run out of RAM. However, when Affinity saves the edit information and applies (or renders) it to the full file, you might experience some delay, depending on the number of edits and the image size.


While rendering enormous files might take a bit of time, it shouldn’t interfere with your work. All operations are asynchronously designed to take full advantage of multicore processors. In other words, everything will run in parallel. For instance, while the RAW processor is developing your picture in one tab, you can paint on another in a separate tab.

Compatibility


Affinity Photo doesn’t have Corel PaintShop Pro’s extensive file compatibility. But it does open the most important file formats for photographers, plus a few surprises. These include the usual suspects, such as JPEG, PNG and DNG, as well as most other RAW, TGA and TIFF formats. You’ll also find support for Adobe Illustrator, Adobe FreeHand, PDF, Radiance HDR and others. Affinity Photo can even “roundtrip” Photoshop files, which means it can both open and save to PSD; therefore, Affinity’s proprietary file format isn’t the only way to save all layer and transparency information. Other save formats include JPEG, GIF, TIFF, PNG, PDF, SVG, WMF, EPS, EXR and HDR.

The Windows and Mac versions of Affinity Photo are identical. Serif plans to launch mobile versions for iOS and Android, too, though the company hasn’t announced a release date. Affinity Photos supports pressure-sensitive styluses/tablets that work on Macs or PCs, including Wacom and Microsoft Surface. In addition, it supports the new MacBook Pro's Touch Bar.

Bottom Line


No new program, and certainly not one from a comparatively tiny company such as Serif, is going to put a significant dent into Adobe Photoshop’s market position. Nor does Affinity Photo try to be everything that Photoshop is. In fact, Serif has purposely avoided including any Photoshop-like tools that aren’t directly related to photography. However, in terms of providing a truly full featured and powerful photo editing experience for professional photographers, Affinity Photo delivers. What’s more, at $49.99, it’s a downright bargain. We expect great things from this program and its sister programs Affinity Designer and Affinity Publisher.

Menino Courgette

A Minha Vida de Courgette é o grande destaque na Monstra de 2017.
Claude Barras  o realizador suíço reconhece que é um dos cineastas do momento e que A Minha Vida de Courgette é a animação que ficou na moda gostar.

História de um menino órfão que vai parar a um orfanato muito especial e onde descobre novos amigos, um rival e possivelmente uma namorada. 
O filme é uma animação em stopmotion com bonecos criados pelo próprio Barras. O realizador afirma que esta técnica é muito dispendiosa.




Consultei o seguinte site no dia 21 de Março de 2017.