Com a primeira corrida da temporada 2022 da Fórmula 1 acontecendo neste fim de semana, decidimos levá-los a um tour virtual pelos modelos mais realistas. Para o fã de F1 que gosta de ter alguns itens da categoria, os modelos de escala 1:4 são as que devem ter, desde que sua carteira possa lidar com isso. Compreensivelmente, podem estar fora do seu alcance financeiro, então você ficará feliz em saber que existem outros em escalas menores de 1:8, 1:12 e 1:18.
O modelo da Amalgam que chamou nossa atenção foi o Mercedes-AMG F1 W11 da temporada 2020. Especificamente, é o carro que participou do Grande Prêmio de Portugal naquele ano. Este modelo tem uma escala de um quarto do tamanho do carro real, o que faz com que tenha mais de 125 centímetros de comprimento.
A Fórmula E apareceu para o mundo com um conceito novo no automobilismo mundial. A categoria teve sua primeira temporada iniciada em setembro de 2014. Além de ser a primeira categoria na qual os carros são movidos totalmente a eletricidade, o projeto visa desenvolver novas tecnologias para o futuro.
Carro da Fórmula E
Dimensões 5m x 1.8m.
Peso mínimo 896 kg (incluindo o piloto), sendo 320 kg só de bateria.
Potência Máxima 200kw, o equivalente a 270 cv.
Modo de corrida 150kw, o equivalente a 202.5 cv.
FanBoost Durante a corrida os pilotos escolhidos por votação popular no site oficial recebem por um período de cinco segundos um aumento na potência máxima de 150kw a 180kw (aumento de 30kw / 40.5 cv).
Aceleração 0 a 100km/h em 3 segundos.
Velocidade máxima 225 km/h.
Unidade de potência Bateria recarregável produzida pela Renault. Os carros não contém controle de tração.
Chassi Produzido pela Dallara
Câmbio Câmbio borboleta (paddle shift). Marchas sequenciais com cinco velocidades.
Freios Sistema hidráulico com o material de livre escolha das equipes.
Som O carro não emite som tradicional dos carros de corrida, pois é movido à bateria. *O regulamento não permite o uso de telemetria.
Carros de Fórmula 1
Dimensões 5.2m x 1.8m.
Peso mínimo 702 kg (incluindo o piloto) – sem combustível.
Potência Máxima 760 cv, sendo 600 do motor a combustão e mais 160 do sistema de Recuperação de energia (ERS). RPM 15 mil giros (as equipes usam um limitador para 12 mil giros nas corridas, para evitar quebras).
Sistema de Recuperação de Energia (ERS) Os carros contêm um sistema de recuperação de energia que se recarrega nas freadas. Os pilotos podem usar por 33 segundos por volta, o que dá uma potência de 160 cv extra.
DRS – Drag Reduction System (asa móvel) Nas retas autorizadas dos circuitos os pilotos podem apertar um botão que aciona um dispositivo na asa traseira que reduz o arrasto aerodinâmico e dá mais velocidade aos carros.
Aceleração 0 a 100km/h em 2,6 segundos.
Velocidade máxima 370 km/h.
Unidade de potência Motor 1.6 L Turbo.
Chassis Livre produção das equipes (com especificações no regulamento).
Câmbio Câmbio borboleta (paddle shift). Marchas sequenciais com oito velocidades.
Freios Sistema ABS com o material de fibra de carbono de livre escolha das equipes.
Desenvolvido em parceria com a Novabase, este novo automóvel faz-se à pista no Verão.
Com duas competições de Verão a chegar, a equipa Formula Student (FST) do Instituto Superior Técnico (IST) apresentou dois novos protótipos de automóveis eléctricos – um deles é autónomo.
Este novo veículo é o FST 10d, o primeiro do seu género criado pela FST, cujo desenvolvimento durou dois anos. O motor tem uma potência é de 65 kW (88 cavalos) e o automóvel conta ainda com uma unidade de processamento, responsável pelos «algoritmos de perceção, estimação, planeamento e controlo».