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sábado, 1 de maio de 2021

John The Ripper Identificar Hashes

A VERMELHO ESTÃO LINHAS DE COMANDO E OUTPUTS DE TERMINAIS


Como já mencinoado anteriormente embora o John The Ripper consiga identificar os tipos dos Hashes, este demonstra ser muito incuoerente, e para obter resultados melhores utiliza-se outras ferramentas.

Pode-se utilizar um website como este:

Ou se quiserem fazer localmente podem utilizar ferramenta como o hash-identifier escrito em python:

Basta fazer o clone da repositória ou fazer o download do zip e fazer unzip.
É facil de usar esta ferramenta basta corré-la com a linha de comando:

python3 hash-id.py

que abrirá o seguine menu:

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   #     __  __                     __           ______    _____           #
   #    /\ \/\ \                   /\ \         /\__  _\  /\  _ `\         #
   #    \ \ \_\ \     __      ____ \ \ \___     \/_/\ \/  \ \ \/\ \        #
   #     \ \  _  \  /'__`\   / ,__\ \ \  _ `\      \ \ \   \ \ \ \ \       #
   #      \ \ \ \ \/\ \_\ \_/\__, `\ \ \ \ \ \      \_\ \__ \ \ \_\ \      #
   #       \ \_\ \_\ \___ \_\/\____/  \ \_\ \_\     /\_____\ \ \____/      #
   #        \/_/\/_/\/__/\/_/\/___/    \/_/\/_/     \/_____/  \/___/  v1.2 #
   #                                                             By Zion3R #
   #                                                    www.Blackploit.com #
   #                                                   Root@Blackploit.com #
   #########################################################################
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 HASH: 



E depois só é preciso colar o hash e a ferramenta mostrará que tipos de Hashes poderão ser.
Para experimentarem vou deixar um link com 5 ficheiros .txt:




John The Ripper Syntaxes

É muito fácil de perceber como o John The Ripper funciona, se a sua intenção é aprender a usar esta ferramenta como um verdadeiro profissional aconselhava a ler a documentação da ferramenta.
As syntaxes desta ferramenta são fáceis de decorar, normalmente escreve-se no terminal da aplicação:

john [opção do que se quer fazer] [caminho do ficheiro]

O John The Ripper tem uma database in-built na ferramenta que permite detetar que tipo de hash é, mas como o foco não é detetar o tipo de hash esta demonstra ser pouco coerente não acabando por funcionar sempre. Para detetar hashes existem outros tipos de ferramentas. Mas se forem capazes de detetar o tipo de Hash, podem tentar decifrá-lo logo com a seguinte syntaxe:

john --format[tipo de hash do ficheiro] --wordlist=[caminho do ficheiro da wordlist] [ficheiro]

terça-feira, 20 de abril de 2021

Wordlists John The Ripper series

Como explicado anteriormente, os hashes não podem ser invertidos por isso é preciso um dicionário com palavras-passe para conseguir crackear hashes.
Existem muitas wordlists que podem ser encontradas na SecList repository no github:
Se tiverem o Kali linux ou o Parrot OS, existe mesmo uma diretoria com wordlists pré-instaladas:
/usr/share/wordlists
O wordlist que é provavelmente a mais utilizada é rockyou.txt. Esta wordlist foi obtida através da fuga de informação de um site chamado rockyou.com em 2009, e contém mais de 14 milhões de passwords.


terça-feira, 13 de abril de 2021

John The Ripper instalação linux

NOTA: A INFORMAÇÃO A VERMELHO SÃO AS LINHAS DE COMANDO E OUTPUTS

A instalação em linux do John The Ripper é muito mais simples que em widnows. Em debian based distros, podem verificar se já possuem o John The Ripper, escrevendo no terminal: john
Que mostrará a seguinte informação:

John the Ripper password cracker, version 1.8.0
Copyright (c) 1996-2013 by Solar Designer
Homepage: http://www.openwall.com/john/

Usage: john [OPTIONS] [PASSWORD-FILES]
--single                   "single crack" mode
--wordlist=FILE --stdin    wordlist mode, read words from FILE or stdin
--rules                    enable word mangling rules for wordlist mode
--incremental[=MODE]       "incremental" mode [using section MODE]
--external=MODE            external mode or word filter
--stdout[=LENGTH]          just output candidate passwords [cut at LENGTH]
--restore[=NAME]           restore an interrupted session [called NAME]
--session=NAME             give a new session the NAME
--status[=NAME]            print status of a session [called NAME]
--make-charset=FILE        make a charset, FILE will be overwritten
--show                     show cracked passwords
--test[=TIME]              run tests and benchmarks for TIME seconds each
--users=[-]LOGIN|UID[,..]  [do not] load this (these) user(s) only
--groups=[-]GID[,..]       load users [not] of this (these) group(s) only
--shells=[-]SHELL[,..]     load users with[out] this (these) shell(s) only
--salts=[-]N               load salts with[out] at least N passwords only
--save-memory=LEVEL        enable memory saving, at LEVEL 1..3
--node=MIN[-MAX]/TOTAL     this node's number range out of TOTAL count
--fork=N                   fork N processes
--format=NAME              force hash type NAME: descrypt/bsdicrypt/md5crypt/
                           bcrypt/LM/AFS/tripcode/dummy/crypt



Caso não tenham instalado podem instalar escrevendo no terminal: sudo apt install john


Em Arch distros como o gerenciador de packages é o pacman, para verificar se têm instalado precisam de correr no terminal: packman -Qe | grep "john"

E para instalar precisam de correr: packman -S john 

Se instalar pela source, precisam de:
  1. Clonar o repositório no Github: git clone https://github.com/openwall/john -b bleeding-jumbo john
  2. Despois mudar para a diretoria /src: cd /src se clonaram noutra diretoria façam: mv /path/john /src 
  3. De seguida modifiquem o ficheiro configure para executável com: chmod +x configure e executem o ficheiro: ./configure




Instalação John the Ripper (windows)

Inicialmente o John the Ripper apenas funcionava com unix based kernel OS, mas atualmente esta ferramenta já tem muitas versões. A mais popular que existe para windows chama-se "Jumbo John".
É a versão que utilizarei em futuras entradas no Blogue para demonsrtar como esta ferramente funciona.
Para instalar o "Jumbo John" em windows apenas precisam de fazer o download aqui:
Depois apenas precisam de correr o programa através de um terminal. Onde mais tarde explicarei a sua utilização.

sábado, 27 de março de 2021

Crack Hashes explicação (John The Ripper)

Como já falado anteriormente é impossível reverter hashes num espaço de tempo razoável. Então como é que consegui-mos crackear os hashes?
Pensando que sabe-se o algoritmo, de como a palavra foi encriptada, é possível repetir este processo para várias outras strings de informação.  
É com este método que é possível crackear hashes, nós não tentamos reverter o processo, nós repetimos o processo e comparamos as strings resultantes, e se houver um match descobre-se então que string foi encriptada.
Claro que pode-se fazer isto tudo à mão, mas isto diminui muito a produtividade, por isso foram criadas ferramentas para este tipo de trabalhos como o John The Ripper. Que irei dar exemplos e explicar o que esta ferramenta poderosa consegues fazer.


Hashes o que torna-os seguros? (John the Ripper )

Porque utilizar hashes e o que é que os torna seguros?
Os algoritmos de hashes só operam de um lado para o outro, não da para reverter o processo. Ou seja um hash calculado não pode ser revertido, isto é conhecido como um problema matemático chamado: 
Explicando de uma maneira abstrata, o que isto significa é que o algoritmo do hash terá um atributo 'NP', e por isso pode ser calculado facilmente pela maioria dos computadores. Mas fazer um un-hashing de um algoritmo seria um 'P' e significa que não pode ser decifrado por computadores normais, num espaço tempo razoável.
Acho que esta imagem explica o que o P vs NP relationship significa com um exemplo absurdo e exagerado.


Hashes Introdução (John the Ripper)

O que são hashes?
Hashes são maneiras de encriptar dados, pode-se pegar num pedaço de informação e transformá-lo para qualquer tamanho desejável com hashes. Isto é possível realizar através de algoritmos, e há muitos tipos de algorítmos como exemplo: MD4,MD5, SHA1 and NTLM. 
Vou exempleficar este tipo de encriptação com a palavra polo, se transformarmos esta string de 4 carateres por um processo MD5, obtemos o seguinte output: b53759f3ce692de7aff1b5779d3964da. Uma string de 32 carateres.
Mesmo com uma palavra com mais de 6 carateres como polomints, obtemos pelo mesmo processo MD5, uma string de 32 carateres: 584b6e4f4586e136bc280f27f9c64f3b.
A imagem a seguir exemplifica alguns exemplos: