Pesquisar aqui

Mostrar mensagens com a etiqueta Metasploit. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Metasploit. Mostrar todas as mensagens

sábado, 15 de maio de 2021

meterpreter

O Meterpreter é um staged payload, que primeiramente manda um pedaço de código executável para a vítima, que depois dá acesso ao atacante para conseguir executar o resto das instruções. Para isto o atacante precisa de ter acesso a alguma porta da vítima. Com uma shell do meterpreter dependendo dos privelégios conseguidos esta shell permite migrar processos, e até ativar keyloggers. 
O Meterpreter é das shells mais usadas porque esta permite correr syntaxes de terminais de linux em máquinas do windows, como se basicamente fizesse uma tradução, que torna muito mais vantajoso para os Hackers que usam ferramentas em Linux. Assim não têm que decorar as syntaxes de terminais de Windows, ou de Powershell.

sábado, 27 de fevereiro de 2021

Metasploit

O projecto Metasploit foi criado em 2003 por HD Moore e é uma plataforma que permite a verificação do estado da segurança dos computadores existentes numa determinada rede, permitindo atacar as falhas de segurança existentes nos mais diversos softwares. Este é o melhor conjunto de ferramentas sendo actualizadas diariamente com as mais recentes falhas de segurança identificadas por profissionais no ramo.
Esta “framework” open source, em constante transformação, é programada em Ruby e está organizada em diversos módulos. São estes módulos que contêm os programas preparados especificamente para tirarem partido de vulnerabilidades encontradas nos softwares e sistemas operativos, permitindo assim a execução de código maligno e consequentemente a invasão da máquina.
Esta ferramenta tem como missão criar um ambiente de pesquisa, desenvolvimento de exploração de vulnerabilidades permitindo descobrir erros de programação que levam a uma brecha na segurança. Também é usado este método para analizar preventivamente, colocando a vulnerabilidade em estudo determinando ou tentando determinar de que forma esta poderá ser explorada.
Depois de enquadrado todo o cenário possível usando a vulnerabilidade parte-se para o desenvolvimento do próprio exploit, onde são aplicadas várias técnicas de engenharia reversa, programação, etc. Por fim é executado o exploit testando o mesmo em vários cenários, tantos quantos possíveis e identificados na fase de exploração da vulnerabilidade. Fica desta forma provada a existência da vulnerabilidade após o sucesso a correr o exploit.