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sexta-feira, 14 de janeiro de 2022

Será que um dia os componentes eletrónicos vão poder autorregenerar-se?

O conceito de materiais com a capacidade de se autorrepararem não é de agora. Algumas fabricantes de smartphones já haviam apostado em sistemas em que as traseiras dos smartphones tinham a capacidade de autorregeneração, capazes de eliminar riscos da grossura de cabelos em apenas minutos, como acontecia com o LG G Flex. Mas os investigadores estão agora a trabalhar com materiais em forma de nanocristais, igualmente com propriedades autorregenerativas, que podem ser utilizados nos semicondutores.

Os nanocristais são utilizados, por norma, nos painéis solares, mas podem vir a ser utilizados em outras áreas da eletrónica. O objetivo é manter os componentes e materiais ativos, reparando-se, de forma a reduzir o desperdício eletrónico lançado no meio-ambiente. Em declarações à Lifewire, o investigador Jonathan Tian diz que os utilizadores vão poder reparar quebras dos seus circuitos, anteriormente inacessíveis, à mão. Acrescenta que antes, quando essas falhas ocorriam, o processador, ou mesmo todo o equipamento, era descartado.


O segredo parece estar no Perovskita, um mineral considerado relativamente raro, descoberto em 1839, que voltou a ser foco de atenção dos cientistas pelas suas propriedades únicas eletro-óticas. Estes minerais são altamente eficientes na conversão de energia, embora sejam muito dispendiosos de produzir, aplicados normalmente aos sistemas de painéis e células solares.

As nanopartículas do Perovskita produzidas em laboratório passam por um processo simples que passa por aquecer o material por alguns minutos, criando buracos na sua superfície. Os cientistas observaram que esses buracos se moviam livremente pela superfície dos nanocristais, mas evitavam as suas extremidades. Depois de analisar muitos vídeos com essa experiência, chegaram à conclusão que os buracos formados na superfície se moviam para dentro das áreas energeticamente estáveis.

Fonte: sapo.pt

domingo, 6 de dezembro de 2020

[IDS] TEKEVER: We deliver your promise

    A TEKEVER é um grupo empresarial Português, criado em Portugal em 2001, em Lisboa, por ex-alunos do Instituto Superior Técnico, cuja actividade se centra no desenvolvimento de tecnologia, produtos e serviços nas áreas das Tecnologias de Informação e Comunicação, Aeronáutica, Espaço, Defesa e Segurança. A partir de 2006 iniciou o processo de internacionalização, marcando hoje presença em escritórios no Reino Unido, Estados Unidos, China e no Brasil, além de várias lideranças de consórcios de investigação europeus, como o de vigilância do mediterrâneo para a Agência Europeia de Segurança, e o SWIPE (Space Wireless sensor networks for Planetary Exploration) da Agência Espacial Europeia.




    A TEKEVER se esforça para fornecer valor sem precedente aos clientes em escala global. Atualmente lidera o mercado de tecnologia e serviços de sistemas não manipulados, desenvolvendo sistemas de satélite de próxima geração e ajudando os clientes a transformar digitalmente seus negócios.

    Os chamados drones da Tekever já estiveram à volta do mundo ao serviço das Forças Armadas Portuguesas no Kosovo, por exemplo, e também no Reino Unido, onde é utilizado para patrulhamento de fronteiras. Portugal opera o AR4 para Vigilância e Reconhecimento, tanto no Exército como na Marinha.
    A Tekever opera a partir de Ponte de Sôr no interior, Alentejo, onde estimulam o desenvolvimento local e é também responsável pelo satélite 100% Português.
    De forma geral, é uma empresa topo de gama, uma das melhores do mundo, 100% Portuguesa e que exporta na área da Engenharia Aeroespacial e Engenharia de Software. 

fonte: http://www.tekever.com/ https://pt.wikipedia.org/wiki/Tekever Recrutamento Militar

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

EasyJet quer apostar em aviões elétricos

Os motores a jato podem ser bastante eficientes, mas nada como evitar o uso de combustíveis fósseis sempre que seja possível. A EasyJet mostra-nos um avião híbrido que possa circular no solo com motores elétricos.



Podemos não ter ainda uma alternativa elétrica para os motores a jato, mas no que toca a circular no solo a EasyJet parece já ter uma solução. A ideia é criar um avião com um sistema híbrido e motores elétricos nas rodas, alimentado por uma fuel cell e com assistência de painéis solares na fuselagem e sistema de recuperação de energia durante a travagem.

Com este sistema, o avião poderia desligar os seus motores principais assim que aterrasse, passando a circular no solo usando apenas energia elétrica.

Por agora o sistema não passa de uma ideia, faltando agora comprovar com um protótipo se uma solução deste tipo seria efetivamente mais eficiente (face ao peso acrescido) e economicamente viável. Mas, para mim, o mais importante seria mesmo eliminar completamente os combustíveis fósseis da equação, e apostar no voo 100% elétrico.

segunda-feira, 16 de março de 2015

Tatuagem Eletrónica

As peles eletrónicas e, mais recentemente, as tatuagens eletrónicas, têm sido exploradas como um conceito que leva ao limite a ideia das roupas inteligentes e dos computadores de vestir.
Martin Weigel e os seus colegas das universidades de Saarland (Alemanha) e Carnegie Mellon (EUA) criaram uma nova versão dessa tecnologia que, embora se pareça em tudo com uma tatuagem eletrónica, foi batizada de iSkin.
Cada tatuagem é impressa sobre materiais finos, flexíveis e biocompatíveis, o que lhe dá robustez e permite que seja usada sem atrapalhar as atividades do dia a dia e sem fazer mal à saúde. Podendo ser fabricada em qualquer formato, cada iSkin é formada por uma matriz de sensores, que permitem a detecção do toque através de dois níveis de pressão em cada ponto. O circuito permite simular tudo o que se faz num ecrã sensível ao toque ou com o rato. Um teclado inteiro pode ser impresso numa tatuagem adequada.
Os protótipos permitem um controlo quase total de telemóveis, smartwatch e computadores, permitindo uma interação discreta em qualquer ambiente e aumentando a interface de aparelhos muito pequenos.
A ideia da equipa é que os utilizadores possam projetar as suas próprias iSkins no computador - no desenho e formato mais adequado ao gosto de cada um - e mandar imprimi-las.
O inconveniente é que as tatuagens eletrónicas são ligadas aos aparelhos por um cabo. Assim, já está a ser projetada uma versão sem fios.




Link para mais informações sobre este assunto: