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terça-feira, 29 de março de 2022

Ataque informático à Impresa combinado no Telegram

Ciberataque contra a dona do Expresso e SIC mandou abaixo sites dos dois órgãos. Especialista da Kaspersky revela que autores do ataque organizam-se na rede social Telegram, mas não está certo que se trate de um ransomware.

Oataque informático que mandou abaixo os sites do semanário Expresso e dos canais SIC e SIC Notícias, do grupo Impresa, foram organizados por um grupo de hackers brasileiros que se autodenominam de Lapsus$. O ciberataque foi combinado na rede social Telegram, de acordo com um especialista da Kaspersky, uma empresa russa especializada em proteção de redes na internet.
"O grupo promove as suas atividades e ações por meio de grupos do Telegram, onde os criminosos partilham grande parte dos dados roubados", afiança Marc Rivero, analista da equipa de análise e investigação global da GReAT da Kaspersky, num comentário enviado esta segunda-feira para a redação. O especialista adianta, ainda, que com com este ataque o grupo Lapsus$ já afetou "cinco vítimas diferentes".

sexta-feira, 14 de janeiro de 2022

Telegram: Alemanha pode banir app por fake news e discurso de ódio

A ministra do Interior da Alemanha, Nancy Faeser, disse em entrevista na passa quarta-feira, dia 12, que o país não descarta banir o Telegram. A política disse que a opção está a ser estudada por causa das fake news e dos discursos de ódio espalhados pela aplicação, que não tem políticas claras para remover estes conteúdos.


Faeser comentou que as discussões acerca do software e de outras ferramentas que espalham desinformação e crimes estão sendo feitas em conjunto com a União Europeia.

A representante afirmou que combater canais que permitem a distribuição de ofensas a minorias e informações falsas, principalmente sobre saúde pública, é um dos seus principais objetivos, já que tomou posse recentemente.

O Telegram já foi banido em países como a China, Irão e Rússia (re-disponibilizado depois de dois anos de ban pois que os donos do app aceitaram contribuir com a divulgação de dados de pessoas suspeitas com os serviços russos).


Fontes: 


quinta-feira, 14 de outubro de 2021

Telegram abriga pornografia infantil e nazismo, denuncia reportagem

Tendo recebido mais de 70 milhões de novos usuários após a queda do WhatsApp, o Telegram voltou a ser assunto recentemente. O app tem preocupado autoridades e especialistas por abrigar milhares de conteúdos criminosos.

O assunto foi tema de uma reportagem do jornal O Globo no domingo (10). A matéria ressalta que, ao entrar no “submundo” brasileiro do aplicativo, foi possível encontrar uma livre disseminação de conversas sobre pornografia infantil, abuso sexual, bem como compra e vendas tanto de armas quanto drogas na plataforma, por exemplo.

De acordo com o veículo, os materiais ilegais estão nos grupos secretos, que só podem ser acessados por pessoas que recebem um link de acesso. Para tentar despistar possíveis bots que reconhecem palavras associadas a crimes, os usuários utilizam termos cifrados como “nazi” com tipografia gótica, child pornography (CP) e a palavra “vacina” escrita ao contrário.

“Alguém tem vídeo de incesto aí?”, perguntou um usuário de um dos grupos. “Tenho, me manda PV [mensagem privada]”, respondeu outra pessoa. Esse foi um dos diálogos flagrados pela reportagem. No meio da conversa, foram sendo enviados vários vídeos pornográficos, até mesmo com menores de idade, relata o veículo de imprensa.


Imagem: https://img.ibxk.com.br/2021/10/11/telegram-11131339695153.jpg?ims=704x
Fonte: https://www.tecmundo.com.br/redes-sociais/226669-telegram-abriga-pornografia-infantil-nazismo-denuncia-reportagem.htm (consultado em 14/10/2021)


sábado, 5 de maio de 2018

Manifestação na Rússia para desbloquear acesso ao Telegram

Um avião de papel é o símbolo do Telegram e foi também a forma encontrada pelos manifestantes para pedir às autoridades que desbloqueassem o acesso a esta plataforma. Esta aplicação está bloqueada desde 16 de abril porque a aplicação recusou o acesso as mensagens encriptadas dos utilizadores por parte da Russia. A FSB, agência russa, alega que precisa de ter acesso a estas mensagens para poder desempenhar os seus deveres, nomeadamente para proteção da Rússia.
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