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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2022

Tecnologia criada por jovem de 19 anos para recolher todo o lixo plástico do Pacífico está funcionando!

O ano era 2012 quando o jovem holandês Boyan Slat, de apenas 19 anos de idade, começou a chamar a atenção de pesquisadores e ambientalistas com uma ideia “mirabolante” que prometia recolher todo o lixo plástico do Oceano Pacíficoonde até hoje se concentra a maior parte dos resíduos plásticos descartados incorretamente na natureza.
Seu projeto, o The Ocean Cleanup consistia em construir uma barreira flutuante de 600 metros de comprimento que aproveitasse as correntes marítimas para bloquear o lixo plástico que boiava nos oceanos. Em formato de U, a barreira contaria com uma rede especial capaz de apanhar a até 3 metros de profundidade qualquer tipo de lixo plástico – inclusive os micros, de milímetros.
A repercussão foi tanta que, em setembro de 2014, Slat já havia conseguido arrecadar US$ 2,2 milhões por meio de financiamento coletivo para fazer o projeto acontecer. A promessa era de, por meio da tecnologia, conseguir limpar em 10 anos, pelo menos, metade do lixo plástico que se encontrava no Oceano Pacífico.
A meta (ainda!) não foi atingida, mas o The Ocean Cleanup já está sim funcionando! Depois de alguns testes que deram errado, em 2018, o projeto finalmente conseguiu colocar a tecnologia para funcionar no chamado Grande Depósito de Lixo do Pacífico, localizado entre Califórnia e Havaí, e desde então já recolheu toneladas de lixo plástico de todos os tamanhos – dos imensos, como pneus, aos micros -, que são trazidos à costa para reciclagem.
Atualmente, a tecnologia está em sua versão 2.0 e Slat planeja aprimorá-la cada vez mais para cumprir sua promessa de varrer todo o lixo plástico do Oceano Pacífico. O caminho parece estar certo: segundo o site do projeto, o The Ocean Cleanup já é responsável por promover nos oceanos a maior limpeza de plástico que já se viu na história.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Utilizar IoT para ajudar o ambiente!

Os cientistas dizem que a presente década (2020-2030) é decisiva na luta contra as alterações climáticas. Sendo assim, acho interessante mostrar aos leitores deste blog de que modo a IoT também consegue ajudar na preservação do meio ambiente.

Um exemplo muito interessante é o do rastreio da fauna. A IoT pode ser usada para ajudar a salvar espécies em extinção. Exemplo disso são os linces ibéricos, ao qual foram colocadas coleiras ao pescoço que permite o geomapeamento da sua localização e hábitos, juntamente com drones. Podendo assim restabelecer a sua vida em ambiente selvagem.

Outra grande aplicação da IoT é na poupança de energia, principalmente em casa. Com a utilização de dispositivos inteligentes como termostatos, lâmpadas, fogões,... Podemos usufruir das suas capacidades de reconhecimento dos nossos hábitos para que estes nos ajudem a poupar na conta da luz e no ambiente. A lâmpada pode desligar quando saímos do cómodo em questão, o fogão desligar-se assim que a água começa a ferver e por aí vai.

É do senso comum que uma das atividades agrícolas mais poluente é a agricultura. Como já referi noutro post, a IoT também possui aplicação neste setor. Sendo que os seu maior benefício para o mesmo é a poupança de recursos através da utilização de sensores para evitar as sobre regas, para controlar o gado sem o uso de barreiras físicas ou para monitorar o crescimento da plantação, permitindo saber as suas necessidades com antecedência, estas ao serem acudidas permitem uma maior rentabilidade da mesma. Isto tudo é de especial importância tendo em conta que é esperado que a demanda mundal por alimentos duplique até 2050.  

Existe ainda uma aplicação da IoT que apesar de ser ainda um conceito, pode ser de grande valor ambiental. Como já disse várias vezes, a IoT é peça fundamental para o desenvolvimento de carros autónomos. Estes prevê-se serem extremamente mais rentáveis, em termos de consumo de combustível, que os carros atuais. Os carros ao estarem todos conectados entre si permitem que todos saibam o que os outros estão prestes a fazer, reduzindo em muito o trânsito e o para arranca que caracteriza os espaços urbanos. Como é sabido pelo público em geral, as mudanças bruscas de velocidade são uma das formas que gastam mais combustível, reduzindo esta inconveniência também o consumo será reduzido.



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  • URL
  • consultada no dia 03/01/2020


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quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Criar um ambiente

Criar um ambiente

Estamos a aproximar-nos do Natal, daqui a pouco começamos a ver a clássica iluminação, as revistas da Toys R Us, do El Corte Inglês e do continente começam a chegar assim como filmes de Natal. E hoje venho falar dos cabazes de Natal do Continente. Mentira, venho falar dos ambientes dos filmes  de Natal.

Se queremos um ambiente Natalício não convém gravar noutra época que não no natal, temos de "apanhar" a época quando ela está a acontecer. Vejamos por exemplo a seguinte printscreen de um filme que passa nesta altura e que nos faz chorar de rir, Home Alone 2.
Toda a imagem grita época de Natal, desde os figurantes, a iluminação, a humidade da estrada, tudo nesta imagem é verdadeiro.
Já falámos de cenário, se queremos uma época, esperamos por essa época, mas não é só isso, falta uma coisa: música. Sugiro uma experiência, vão lá fora, sentem-se num banco e fiquem só a ouvir música, um estilo de música só. Acreditem que sempre que ouvirem esse estilo de música vão associar a esse local onde estiveram sentados. O mesmo acontece se passarem por esse sítio vão se lembrar desse estilo de música. Indo buscar o mesmo exemplo de filme, quando o vêm que artista vem à cabeça? The Chairman of the Board claro (Frank Sinatra para quem não sabia desta alcunha).

Se querem saber mais sobre que música adicionar aos vossos vídeos fiquem atentos porque sexta feira irei falar-lhes sobre esse tema.