A 11 de Setembro de 2015, realizou-se a primeira final do concurso “Apps for Good”, que em termos internacionais abrange cerca de 23 mil alunos de 680 escolas. No território nacional, 300 alunos de 16 escolas criaram 16 aplicações, durante os últimos oito meses, que foram a concurso.
Pois bem, MySoundClash é uma
aplicação que facilmente te ajuda a resolver este problema!
Foi criada por
estudantes de Londres, nomeadamente Jonh Adam, Elizabeth e Isabela, que
participaram no projeto Apps for Good- projeto internacional que permite aos
alunos criar, lançar e comercializar novos produtos que mudam o mundo e que tem
como objetivo principal transformar a forma como a tecnologia é ensinada.
Em 2015 a aplicação ganhou a
categoria de comunidades conectadas motorizadas por Talk Talk no prémio “ Apps
for Good Awards 2015”.
MySoundClash permite conectar
diversos dispositivos para poderes ouvir a música que tu adoras com um som bem
mais alto sem teres de clicar no play ao mesmo tempo que o teu amigo! E como
sabemos, é uma tarefa complicada. Nunca conseguimos à primeira…
A ideia surgiu a partir de um dos
membros desta equipa que estava de férias e nunca conseguia ouvir a música que
tocava devido ao barulho de fundo, foi então, que pensaram em solucionar o
problema através de aplicação que futuramente iriam construir no projeto Apps
for Good.
Deste modo, tinham maior facilidade em colocar música com um som mais
audível, por exemplo, quando estariam a divertir-se com os amigos.
Para uma melhor compreensão observa o video abaixo ou clica neste site:
Com este trabalho os alunos da esjgf vão fazer equipas e "construir" uma aplicação útil para o bem comum. A equipa vencedora poderá ter a sua aplicaçao na Play Store.
Foi-nos proposta a PT03: Apps for Good
O objetivo deste trabalho é criar uma aplicação útil que vai a concurso em conjunto com muitas outras escolas, portuguesas e não só.
Começámos no dia 4 de janeiro a PT03 - Apps For Good. Criámos os grupos, refletimos e distribuímos as tarefas de acordo com os pontos fortes de cada um. No meu caso, fiquei com o papel de organizadora.
Começamos a juntar os grupos e ver os pontos fortes de cada elemento para que conseguíssemos dividir melhor o seu trabalho. Eu fiquei o porta-voz e cabe-me a mim divulgar o trabalho para fora do grupo .