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domingo, 1 de maio de 2022

Automatização Industrial- CLS IMATION CRIA SERVIÇO PARA OTIMIZAR PROCESSOS INTRALOGÍSTICOS


Automatização Industrial

CLS IMATION CRIA SERVIÇO PARA OTIMIZAR PROCESSOS INTRALOGÍSTICOS


    A CLS iMation introduziu uma importante adição ao seu portfólio de Soluções Inteligentes para a Automatização Logística. O iMation SaaS (Simulation as a Service), permite à CLS avaliar as condições existentes no ambiente industrial do cliente, a fim de apresentar, através do potencial da simulação, aspetos e soluções que podem ser otimizados para melhorar a fluidez dos processos.
    A simulação é uma parte importante da consultoria oferecida pela CLS para avaliar a interação entre os sistemas existentes e os benefícios que podem ser obtidos pela introdução de soluções automatizadas, no caso dos armazéns tradicionais, ou pela reorganização dos fluxos de trabalho para uma otimização efetiva das tarefas e da produtividade.
    Graças às possibilidades oferecidas pela simulação a CLS é capaz de apresentar uma “antevisão” de aspetos, soluções de armazém e processos otimizáveis. Ao analisar dados e variáveis, é possível avaliar a interação entre os sistemas existentes e dispor de cenários e soluções alternativas desde as fases iniciais de desenvolvimento.
    Este serviço de simulação, desenvolvido pela CLS iMation, não só acrescenta valor ao projeto do ponto de vista da consultoria, mas como integrador de sistemas especializado na otimização de processos de intralogística, permite à CLS iMation desenvolver propostas flexíveis, modulares e escaláveis.
    Desde a conceção de novas instalações de produção, à reengenharia de um ambiente existente, agora é possível, através da definição de parâmetros e análises extremamente detalhadas, mostrar concretamente como digitalizar e automatizar os próprios processos da forma mais eficiente, integrando-os mesmo com sistemas ou máquinas tradicionais, de acordo com os inputs e necessidades reais do cliente, que é acompanhado passo a passo durante todas as fases de análise e consultoria.
    Por outro lado, o iMation SaaS contém serviços aplicáveis a cada contexto industrial, ou a vários níveis dentro de um sistema de produção, incluindo a linha de produção individual, a otimização do fluxo da fábrica e todos os elementos e processos da cadeia de fornecimento.
    “Para além do estudo de soluções para otimizar e automatizar os processos dos clientes, temos sido motivados pela necessidade de oferecer um serviço ainda mais distinto e soluções cada vez mais eficientes que preveem e antecipam possíveis criticidades futuras”, explica Michele Calabrese, responsável máximo da CLS iMation. “Depois de fornecermos equipamentos automáticos de movimentação de cargas e de termos introduzido sistemas robóticos para ligar as linhas de produção a veículos automáticos, estamos agora a entrar no mundo da simulação, por um lado para apoiar as nossas atividades comerciais e mostrar aos clientes o valor das nossas soluções através de uma visão realista dos novos processos propostos. Por outro lado, para oferecer serviços de consultadoria ainda mais abrangentes baseados num compromisso de alcançar determinados desempenhos, e mostrar aos clientes soluções e cenários reais aplicáveis ao seu contexto. O objetivo é fornecer um digital twin que pode tornar-se uma ferramenta para o utilizador final recolher e processar dados da sua instalação simulada, e ajudá-lo no processo de tomada de decisão, tanto a nível estratégico como operacional. Estamos também a avaliar aplicações relacionadas com visão 3D para oferecer uma experiência imersiva e envolvente aos clientes desde a fase de projeto”.



https://www.supplychainmagazine.pt/2022/04/29/cls-imation-cria-servico-para-otimizar-processos-intralogisticos/   30/04/2022

sábado, 30 de abril de 2022

Automatização industrial- Autoclismos de Aveiro “aceleram” na fábrica e nas motas


Automatização industrial

 Autoclismos de Aveiro “aceleram” na fábrica e nas motas


    A OLI, uma empresa industrial de Aveiro que faturou mais de 70 milhões no ano passado, inaugurou esta semana uma nova célula robotizada que irá produzir 3 mil válvulas por dia e mais de um milhão por ano, num total de 60 referências.
    Com este investimento, que ultrapassou os 500 mil euros, a empresa que reclama a liderança ibérica na produção de autoclismos, pretende aumentar a capacidade de fabrico em Portugal e de resposta aos cerca de 80 mercados, para onde exporta 76% da produção.
    “Este investimento industrial que apresentamos, com a aquisição de uma célula totalmente automatizada, pretende ser um ponto de partida para podermos capacitar a OLI ao nível da automação de mais processos”, sublinhou o administrador, António Ricardo Oliveira.
    A empresa fundada em 1954 integra atualmente 424 trabalhadores em Portugal e tem um total de 38 patentes ativas. Coliderada pelo filho do fundador, 31 anos, a fábrica aveirense trabalha 24 horas por dia, sete dias por semana, e tem uma produção anual de dois milhões de autoclismos e três milhões de mecanismos.
    Fora de Portugal, desde 2016, a OLI tem uma fábrica na Rússia, onde já tinha uma filial comercial há dois anos. Aquela que foi a primeira unidade industrial no estrangeiro, instalada junto a Moscovo, produziu em 2021 um total de 400 mil mecanismos (+10% do que em 2020) e 30 mil autoclismos interiores.
    A inauguração do mais recente investimento no complexo industrial em Aveiro foi apadrinhada pelo piloto Fabio Di Giannantonio, da Gressini Racing, equipa italiana que disputa o campeonato do mundo de MotoGP.
    O evento aconteceu poucas horas antes do Grande Prémio de Portugal, a primeira prova da temporada na Europa, que se realizou este fim de semana no Autódromo Internacional do Algarve – onde a empresa está também presente fora da pista, já que os espaços de banho estão equipados com os autoclismos da marca nacional.
    Este ano, depois de três épocas de patrocínio em Moto2 e Moto3, a OLI decidiu apostar na elite do motociclismo mundial ao patrocinar esta equipa, que tem como outro piloto Enea Bastianini, que até chegou a Portugal na liderança da classificação geral do campeonato do mundo de MotoGP, perdida em solo nacional para o francês Fábio Quartararo (Yamaha), campeão em título.
    António Ricardo Oliveira sublinha, numa nota enviada ao ECO, que este apoio à Gresini Racing se tem revelado “uma aposta ganha” por causa do “reconhecimento de marca que tem trazido a nível internacional junto de clientes e parceiros”. “Esta parceria permite ampliar a internacionalização da OLI, através da exportação para novas geografias e o crescimento de importadores estratégicos”, completa o gestor.



https://eco.sapo.pt/2022/04/24/autoclismos-de-aveiro-aceleram-na-fabrica-e-nas-motas/    30/04/2022


sexta-feira, 29 de abril de 2022

Automatização industrial- Rayflex apresenta equipamento para a indústria 4.0 na 3ª edição da FEIMEC 2022


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Rayflex apresenta equipamento para a indústria 4.0 na 3ª edição da FEIMEC 2022


    A Rayflex, maior referência nacional na fabricação de portas rápidas no Brasil e América Latina para a indústria, apresenta a Janela de Segurança – RP de proteção, já utilizada na indústria 4.0, na 3ª edição da Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos – FEIMEC, que ocorre entre os dias 3 e 7 de maio. A feira é a maior do setor na América Latina, reconhecida como uma importante ferramenta de fomento dos negócios da indústria.
    Pensando em ampliar a eficiência e produtividade de processos, especialmente quando o assunto é indústria 4.0, a Rayflex destaca a utilização do equipamento Janela de Segurança. “Essa solução possui interface com cortinas e scanner do local e integração com os controladores existentes, é um equipamento desenvolvido sob medida e de acordo com cada necessidade, podendo realizar a proteção de máquinas e instalações em cabines de teste, linhas de produção automatizadas, células de solda e outras aplicações que necessitam de segurança. Com o principal objetivo de restringir o acesso de pessoas durante a movimentação de máquinas, essas janelas são projetadas para ilimitadas aberturas e fechamentos, garantindo a segurança do colaborador”, explica Giordania R. Tavares, CEO da Rayflex.
    A empresa ainda apresenta em seu stand outros produtos para demonstração: Niveladora eletrohidráulica e Seccional, AL-01, reconhecidos por seus diferenciais tecnológicos e por trazer agilidade, segurança e maior eficiência nas atividades de indústrias, dos mais variados segmentos. “A Rayflex é uma forte aliada da indústria 4.0, auxiliando na redução de custos e facilitando a automatização de processos. Nossa participação na FEIMEC reforça essa presença de mercado no segmento de máquinas e equipamentos, além de nos permitir estabelecer novos contatos comerciais com público qualificado”, finaliza a executiva.



https://jornaldiadia.com.br/rayflex-apresenta-equipamento-para-a-industria-4-0-na-3a-edicao-da-feimec-2022/     29/04/2022

domingo, 24 de abril de 2022

Automatização Industrial- “A INDÚSTRIA DA LOGÍSTICA CONTINUA A SER UM NEGÓCIO DE PESSOAS”


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“A INDÚSTRIA DA LOGÍSTICA CONTINUA A SER UM NEGÓCIO DE PESSOAS”

    A DHL lançou a segunda parte do seu relatório de tendências “Futuro do Trabalho em Logística”, procurando antecipar as mudanças e o que veio para ficar para as próximas décadas. Dá-se uma dualidade: por um lado, um futuro que é aumentado pela tecnologia; por outro, um que é automatizado por ela. Mas em todo o caso “a indústria da logística continua a ser um negócio de pessoas”, pode ler-se no comunicado.
    “Quando se olha para o futuro, é evidente que esta adoção às tecnologias se acelera”, avança a empresa, acrescentando que a transformação digital completa da logística é um trabalho a longo prazo e que é essencial para otimizar as cadeias de abastecimento, tendo como objetivo satisfazer as exigências emergentes dos clientes.
    Ao nível tecnológico, a DHL antecipa que a automatização se dê, essencialmente, em seis segmentos da supply chain: operações de armazenamento; transporte de longo curso; entregas last mile; operações de back-office; serviço ao cliente; e planeamento da cadeia de abastecimento.
    “Sabemos que a transformação digital da logística não vai acontecer da noite para o dia, mas estamos agora num ponto de viragem. A transformação digital em escala é liderada pelas pessoas e acelerada pela tecnologia. Nesta perspetiva, devemos preparar-nos para a realidade de um futuro automatizado, e permitir que os membros desempenhem um papel ativo ao lado da sua organização”, aponta Klaus Dohrmann, vice-presidente da Innovation Europe & Trend Research, DHL Customer Solutions & Innovation.
    Com a evolução tecnológica, a DHL aponta que o desempenho dos recursos humanos, desde os administrativos aos especialistas de armazém e estafetas, irá ser “mais rápido, seguro, e com menos esforço físico e mental”. Também graças à tecnologia e às crescentes funções de trabalho remoto, também se antecipam espaços de escritório mais reduzidos, permitindo que estes locais sejam dedicados a funções logísticas, como armazenamento.
    Ao nível da automatização, as máquinas e robôs colaborativos passarão a realizar tarefas operacionais com eficiência durante 24 horas por dia, com pouca ou nenhuma margem de erro, e garantindo a contínua manutenção, otimização e expansão das operações. Antecipa-se uma mudança na força de trabalho para empregos que mantenham a cadeia de abastecimento a funcionar, como equipas de manutenção e otimização.
    No entanto, a DHL não espera que estes dois conceitos futuristas se integrem totalmente nos próximos 10 a 20 anos, devido aos desafios que as tecnologias aumentadas e automatizadas também acarretam com as vantagens.
    Este processo de mudança “exigirá planeamento cuidadoso, gestão ativa, comunicação aberta, liderança inspiradora e pragmática e novas abordagens”, podendo ser divididos em três alavancas principais de sucesso: nova liderança e funções; nova aprendizagem e desenvolvimento; e novos modelos e ambiente de trabalho.
    “Somos um negócio de pessoas”, defende Jana Koch, sócia e diretora administrativa da DHL Consulting. “São os nossos membros que entregam o valor dos nossos serviços e dos nossos negócios, por isso o nosso principal interesse é levar todos no caminho da digitalização. Cada um desempenha um papel”.
    A empresa considera ainda importante que os líderes incluam os membros e que os tornem participantes ativos da mudança.


https://www.supplychainmagazine.pt/2022/04/18/a-industria-da-logistica-continua-a-ser-um-negocio-de-pessoas/         23/04/2022

sábado, 23 de abril de 2022

Automatização industrial- A automatização é uma das tendências tecnológicas que vai libertar profissionais para tarefas mais especializadas

Automatização industrial

A automatização é uma das tendências tecnológicas que vai libertar profissionais para tarefas mais especializadas

    Estudo indica que as empresas continuam a apostar na automatização e a recorrer a ferramentas tecnológicas mais poderosas na projeção do seu futuro.
    O estudo Tech Trends 2022 da Deloitte salienta as tendências do futuro empresarial e a forma como a automação vai revolucionar os processos das organizações. Considerando os esforços que as empresas têm feito nos últimos dois anos devido à pandemia para criar um novo “normal”, a tecnologia tem vindo a ser determinante nesta fase. E como tal, representa igualmente uma oportunidade para criar um futuro com base na inovação.
    A automação é destacada como chave emergente para sustentar e aprimorar as operações das empresas, libertando os profissionais para se dedicarem a tarefas mais especializadas. Nas palavras de Rui Vaz, partner da Deloitte, esta tendência funcionou como um “salto no tempo”, porque seria normal que no futuro, com ou sem pandemia, se assistisse a este salto de tendências.
    Na sua análise, eram apontados cenários pessimistas que previam a substituição da mão-de-obra humana por sistemas de inteligência artificial, mas a analista diz que a automação tem permitido às empresas dotar “superpoderes” aos seus colaboradores para enfrentar novos projetos inovadores, com vantagem competitiva no mercado através da diferenciação.
    O Blockchain é outra tecnologia referida como utilizada pelas organizações para automatizarem os processos que ocorrem entre múltiplas entidades, eliminando a necessidade de trocas manuais de dados. A tecnologia facilita a gestão descentralizada e segura dos processos de negócio entre várias organizações. Segundo o estudo, nos próximos 18 a 24 meses, as áreas e departamentos de TI vão automatizar grandes componentes da sua infraestrutura, para que os engenheiros se foquem em componentes com valor acrescentado.
    A Deloitte afirma que a automatização vai permitir ganhos de eficiência, assim como tirar partido das capacidades profissionais dos colaboradores. Mas a IA é indicada como outra tendência que está a ser utilizada como uma primeira linha de segurança cibernética, permitindo responder automaticamente a ameaças que detete. As equipas passam a responder com maior rapidez a potenciais ciberataques, mas também, antecipar esses movimentos para agir com antecedência.
    Outra tendência apontada no estudo refere-se à “explosão” dos equipamentos inteligentes que vão mito além dos computadores ou smartphones. As empresas devem considerar os equipamentos inteligentes adaptados à Indústria 4.0, tais como robôs industriais, drones ou sistemas de monitorização de saúde. A facilidade na partilha de dados entre as organizações marca outra tendência, sem que a sua privacidade seja colocada em causa.
    Também a cloud é apontada como uma tendência, sobretudo as soluções verticais específicas, capazes de modernizar processos e impulsionar a inovação.
    Por fim, projetando uma tendência mais a médio-longo prazo, destaca a computação quântica, inteligência exponencial e experiência ambiental, que têm atraído a atenção da comunidade científica.



https://www.google.com/search?q=automatiza%C3%A7%C3%A3o+industrial&tbm=isch&chips=q:automatiza%C3%A7%C3%A3o+industrial,online_chips:engenharia:Jm0bzSk6v4s%3D&hl=pt-PT&sa=X&ved=2ahUKEwjk9YHi5ar3AhWN4oUKHYRICh0Q4lYoA3oECAEQJA&biw=1519&bih=666#imgrc=yNEnYCQOc7S5CM&imgdii=8P5JjKC23fPFNM

https://tek.sapo.pt/noticias/negocios/artigos/a-automatizacao-e-uma-das-tendencias-tecnologicas-que-vai-libertar-profissionais-para-tarefas-mais-especializadas          23/04/2022

sexta-feira, 22 de abril de 2022

Automatização Industrial- ESTUDO TECH TRENDS 2022: REVOLUCIONAR PROCESSOS E AUMENTAR EFICIÊNCIA

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ESTUDO TECH TRENDS 2022: REVOLUCIONAR PROCESSOS E AUMENTAR EFICIÊNCIA


    Os últimos dois anos têm sido fortemente marcados pelos efeitos de choque causados pela pandemia e as organizações têm desenvolvido esforços para navegar num ‘novo normal’. A tecnologia tem tido um papel determinante nesta fase, representando uma oportunidade para criar um futuro com base na inovação.
    Com base neste pressuposto, a 13.ª edição do estudo Tech Trends da Deloitte analisa as diferentes formas como as organizações se estão a automatizar e a recorrer a ferramentas tecnológicas cada vez mais poderosas para projetarem o futuro. A edição anual do estudo destaca a automação como a chave emergente para sustentar e aprimorar as operações das  empresas e como, por sua vez, liberta os profissionais para tarefas mais especializadas.
    “A aceleração de tendências foi, certamente, a macro-tendência que marcou estes últimos dois anos de pandemia. Este novo normal é, talvez, apenas um salto no tempo, do futuro que teríamos, quer houvesse crise pandémica ou não”, garante Rui Vaz, Partner da Deloitte.
    Ao contrário do que era apontado pelos cenários mais pessimistas, que previam que a  Inteligência Artificial (IA) pudesse substituir a componente humana, a verdade é que a automação tem permitido às empresas dotar os seus colaboradores de ‘superpoderes’ para enfrentar projetos inovadores, que vão permitir ter uma vantagem competitiva no mercado  por via da diferenciação.
    Outro exemplo é o Blockchain, que tem permitido às organizações automatizarem processos  que ocorrem entre múltiplas entidades, eliminando a necessidade de trocas manuais de dados, e facilitando a gestão descentralizada e segura de processos de negócio entre várias organizações.
    Segundo o estudo, que analisa a evolução tecnológica e identifica as tendências que irão ter maior impacto nas organizações, nos próximos 18 a 24 meses, as áreas ou departamentos de TI estão a automatizar grandes componentes da sua infraestrutura, permitindo que os engenheiros se foquem em componentes de alto valor acrescentado. Por outro lado, a IA está também a funcionar como uma primeira linha de segurança cibernética, detetando e respondendo a ameaças de forma automática.
    Ainda que a pandemia tenha alimentado as tendências deste ano, seria um erro entendê-las simplesmente como uma resposta direta à COVID-19. Em vez de reorientar os objetivos das empresas, a pandemia veio confirmar muitas das prioridades já existentes.
    Nuno Carvalho, Partner da Deloitte, refere que “as empresas que querem prosperar terão de adaptar os seus modelos de negócio e operações à luz da nova realidade. A automação, uma das tendências chave este ano, é disso bom exemplo: mecanizando tarefas vai permitir por um lado ganhos de eficiência, e por outro, tirar o máximo partido das capacidades dos profissionais, que vão estar mais focados em tarefas complexas e especializadas”.
    O estudo da Deloitte explora sete tendências que deverão impactar os negócios nos próximos dois anos:
        Automação em escala
    As empresas pioneiras estão a modernizar os seu “back office de TI” adotando um modelo proativo de autoconhecimento e automação avançada.
IA aplicada à cibersegurança
À medida que as organizações se deparam com quebras de segurança, a IA aplicada à cibersegurança poderá ser um uma defesa efetiva, permitindo que as equipas de segurança não respondam apenas com maior rapidez aos ciberataques, mas que, acima de tudo, antecipem esses movimentos e ajam com antecedência.
        Múltiplos dispositivos tecnológicos
    A explosão de dispositivos inteligentes e o aumento da automação de tarefas físicas estão a conduzir a uma multiplicidade de dispositivos, que vai muito para além dos computadores ou smartphones. As empresas devem agora considerar equipamentos inteligentes adaptados à indústria 4.0, robôs industriais, drones ou dispositivos de monitorização de saúde.
Facilidade na partilha de informação
Novas tecnologias dão origem a produtos e modelos de negócios inovadores, simplificando a mecânica de partilha de dados entre organizações — tudo isso preservando a privacidade.
        Cloud torna-se vertical
    Os fornecedores de cloud e software oferecem soluções verticais específicas para modernizar processos e impulsionar a inovação.
Blockchain
    O Blockchain e plataformas tecnológicas similares estão a mudar a natureza do mundo empresarial indo além das fronteiras organizacionais e ajudando muitas empresas a reinventar a forma como criam e gerem ativos tangíveis e digitais.
        Anotações do futuro
    Ainda que o futuro seja hoje, é necessário considerar a nova vaga tecnológica que irá ser uma realidade nos próximos cinco a dez anos: computação quântica, inteligência exponencial e experiência ambiental. Ainda que em  desenvolvimento, estas três tendências têm vindo a atrair as atenções da comunidade científica.



https://www.supplychainmagazine.pt/2022/04/18/estudo-tech-trends-2022-revolucionar-processos-e-aumentar-eficiencia/

sexta-feira, 8 de abril de 2022

Automatização Industrial- Suspensys investe R$ 20 milhões em nova linha automatizada


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Suspensys investe R$ 20 milhões em nova linha automatizada


    A Suspensys, uma das Empresas Randon, anuncia o investimento em uma nova linha automatizada para fabricação de vigas de eixos. O aporte de cerca de cerca de R$ 20 milhões no novo processo aumenta a capacidade produtiva para 300 mil vigas/ano, com adoção de equipamentos e controles alinhados aos conceitos da indústria 4.0. A nova máquina de solda à fricção, aliada à toda infraestrutura de robotização e automação projetada e desenvolvida pela Randon Tech Solutions – RTS Industry, possibilita tornar o parque fabril localizado em Caxias do Sul uma das maiores fábricas de vigas para eixos das Américas e do mundo.
    “O investimento reforça nossa atuação com foco no futuro, trazendo para os nossos processos o que há de mais moderno em tecnologia industrial. Em função da pandemia toda a instalação da máquina de solda por fricção foi feita de forma remota junto aos técnicos da Inglaterra, através de câmeras e realidade aumentada. É uma linha que potencializa a segurança da operação e amplia em 30% nossa capacidade de produção dessas peças para o mercado brasileiro e internacional”, detalha o diretor de Suspensões e Eletromobilidade das Empresas Randon, Eduardo Dalla Nora.
    A nova estrutura conta com 21 robôs para solda e movimentação de componentes, além de mecanismos que possibilitam simulações, uso de IoT, realidade aumentada, conectividade, segurança cibernética e controle remoto das operações.
    “Com essa linha, a Suspensys, que completa seu 25º aniversário em 2022, alcança uma capacidade anual de vigas que lhe permite acompanhar o crescimento dos clientes, manter a competitividade e fortalecer a estratégia de crescimento dentro dos mercados de atuação, além de dar maior agilidade na estratégia de expansão geográfica”, reforça Dalla Nora.




https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/especiais/anuario_de_investimentos_2022/2022/03/838438-suspensys-investe-r-20-milhoes-em-nova-linha-automatizada.html     06/04/2022

quinta-feira, 7 de abril de 2022

Automatização Industrial- Primitivismo industrial


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Primitivismo industrial


    Com a chegada da pandemia e o cenário cada vez mais incerto, observamos uma grande dificuldade do setor industrial retomar suas atividades, afinal muitas empresas infelizmente desapareceram enquanto outras prosperaram, principalmente as que passaram a investir em tecnologia nos últimos anos. O Brasil foi um dos países mais afetados, pois houve ruptura de praticamente todas as cadeias de suprimentos. Passamos por um momento de absoluta incerteza do vírus – pelo menos no início – no qual tínhamos que fazer lockdown, mas ainda sim havia a necessidade/obrigatoriedade de manter a fabricação de diversos segmentos ativos.
    Como prova, o ranking publicado anualmente pela Organização Mundial de Propriedade Intelectual (Ompi), em parceria com a Universidade de Cornell e o Instituto Europeu de Administração de Empresas (Insead), afirma que o Brasil ficou em 62º lugar em um ranking de 131 países no Índice Geral de Inovação. Essa posição demonstra o quanto ele está atrasado quando se trata de desenvolver tecnologias que ajudem a indústria nacional depender menos da proteção do mercado internacional. Mesmo assim, nosso País tem quase metade do PIB sustentado pela indústria primária que se baseia em commodities. Apesar da indústria ter sofrido nos últimos meses, o setor primário teve superávit por relação à demanda global e câmbio (dólar forte é ótimo para empresas exportadoras). 
    O problema é que, ao redor do mundo, vários países já estão mais avançados e apresentam uma grande evolução no que diz respeito a investimentos em tecnologia. Um relatório divulgado pela consultoria Boston Consulting Group (BCG) projetou um crescimento exponencial no setor de robótica até o final da década, entre seis e dez vezes. Estima-se um salto de US$ 25 bilhões de faturamento em 2021 para US$ 160 bilhões e US$ 260 bilhões em 2030, esse resultado se dará pelas inovações de startups e empresas que perceberam o quanto o uso da  tecnologia é importante e principalmente devido às mudanças do comportamento do consumidor.
    Nessa mesma pesquisa temos mais um ponto importante, acredita-se que as máquinas semiautônomas vão realizar cada vez mais tarefas. Um bom exemplo disso são os cobots, que hoje já podem ser inseridos no mercado em diferentes setores e para diversas atividades, por permitirem uma automação de baixo risco. Pensando nisso, há empresas de robôs colaborativos que oferecem uma plataforma versátil e flexível que simplifica a forma como automatizar processos e traz uma nova perspectiva de ganhos operacionais e financeiros. O resultado? Cada vez mais empreendedores o utilizam em situações completamente inovadoras para suprir gaps que previamente não eram possíveis. Hoje no universo não industrial, há diversas maneiras de aplicação , como na arte, varejo, hospitality, construção etc.
    No futuro já se pode imaginar a realização de trabalhos com a ajuda de um colaborador humano apenas em algumas situações e muito mais do que isso, uma operação totalmente autônoma e sem envolvimento do profissional. Para finalizar, reafirmo que  aqueles que não se desenvolverem e não buscarem inovações que vão de encontro ao mercado atual ficarão para trás. É imprescindível que o Brasil corra atrás do prejuízo e comece agora uma revolução. Que tal você fazer parte disso?




https://diariodocomercio.com.br/opiniao/primitivismo-industrial/     06/04/2022

quarta-feira, 6 de abril de 2022

Automatização Industrial- A importância do fator humano na automação de processos de atendimento


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A importância do fator humano na automação de processos de atendimento


    Soluções como o RPA otimizam tempo e automatizam tarefas operacionais repetitivas como cliques, aberturas, pesquisas e retrabalho em digitação. Isso, em um cenário onde a transformação digital se tornou algo crucial para a sobrevivência de qualquer negócio, investir em automação pode ser a linha tênue entre crescer e perder espaço para a concorrência. Só que justificar o investimento em automação tomando apenas como base a quantidade de horas de trabalho humano que poderão ser economizadas pode ser um equívoco. É fato que a automação serve para, entre outras coisas, otimizar tarefas repetitivas, mas implementar uma ferramenta de automação visando apenas a redução de custos de mão de obra pode custar bem caro em termos de relacionamento com os Clientes.
    A automação deve, primordialmente, ser utilizada para simplificar a vida de todos, o que não significa excluir a parte humanizada do atendimento. Nem de longe, afinal, o grande segredo de quem sabe usar a automação a seu favor é entender que ela será um atalho para otimizar a experiência do Cliente.
    Independentemente da solução tecnológica escolhida, seu foco deve ser proporcionar uma interação sem obstáculos, barreiras ou dificuldades. Se a automatização não trouxer esses benefícios ao consumidor dos seus produtos ou serviços, acredite: mais dia, menos dia, ela deixará de fazer sentido. Tomemos como exemplo a implementação do atendimento por bots em canais digitais. Se a inteligência artificial que analisa a demanda do Cliente for implementada apenas para reduzir custos, é possível que ela não permita sair do atendimento robotizado. Mas, se a automação for estruturada para melhorar a experiência do usuário, o bot será capaz de reconhecer exceções e, nesses casos, terá capacidade para direcionar o Cliente ao atendente humano.
    Investir em ciclos de automação tornou-se um apoio crucial para aqueles que estão no centro das tomadas de decisão sejam apoiados por dados consolidados e confiáveis, com foco na execução de iniciativas estratégicas que visem fomentar o crescimento dos negócios. Contudo, é preciso ter em mente que nenhuma solução de automação substitui entregas estratégicas realizadas por seres humanos. E, como eu mencionei anteriormente, quaisquer ferramentas devem ser adotadas para facilitar as rotinas de atendimento. Em outras palavras, a jornada rumo à hiperautomação deve ser trilhada considerando o fator humano. Dessa forma, a resolução de desafios complexos deixará de ser um entrave às organizações, e todos – Clientes, equipes e empresas – só têm a ganhar. *Por Rodrigo Quadrado é diretor de Customer Experience da NEO.




https://www.google.com/search?q=automatiza%C3%A7%C3%A3o+industrial&sxsrf=APq-WBsHYGnqfGspZmHVXojRLoFeODhBNg:1649274745433&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=2ahUKEwjOqNqam4D3AhVRwKQKHYh6B_AQ_AUoAXoECAEQAw&biw=1536&bih=722&dpr=1.25#imgrc=yNEnYCQOc7S5CM

https://ipnews.com.br/a-importancia-do-fator-humano-na-automacao-de-processos-de-atendimento/     06/04/2022

domingo, 3 de abril de 2022

Automatização Industrial- Arábia Saudita cria plano para automatizar portos


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Arábia Saudita cria plano para automatizar portos


    A Arábia Saudita criou um projeto chamado Smart Ports para automatizar as operações em todos os portos do país. A iniciativa foi lançada no domingo (20) pela Autoridade Portuária Saudita, a Mawani, com a assinatura de acordos com grandes companhias que estarão comprometidas com a transformação.
    O presidente da Mawani, Omar bin Talal Hariri, disse que, com o lançamento, os portos sauditas entram num estágio vital de transformação em locais inteligentes e automatizados, com a adoção de aplicativos avançados da quarta revolução industrial. O objetivo é aumentar a competitividade regional e internacional dos portos e tornar o país um centro logístico.
    Os acordos foram assinados com as empresas Saudi Telecom Company, Ericsson, Huawei, Saudi Global Ports, Red Sea Gateway Terminal e DP World, que vão cooperar na aceleração e implementação da tecnologia 5G nas operações portuárias. As empresas também fornecerão tecnologias para computação em nuvem, segurança cibernética, aplicativos e plataformas.
    O programa faz parte de estratégia da Arábia Saudita de posicionar o país com um hub de conexão entre continentes e melhorar todos os serviços de transporte. Ele integra a Visão 2030, de diversificação e desenvolvimento econômico do país, e prevê investimentos também nos setores de carga aérea, transporte público, ferrovias e aeroportos.



https://www.monitordooriente.com/20220322-arabia-saudita-cria-plano-para-automatizar-portos/  01/04/2022

sábado, 2 de abril de 2022

Automatização Industrial- OPINIÃO: entre o inevitável avanço tecnológico do trabalho e a necessária manutenção do emprego


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OPINIÃO: entre o inevitável avanço tecnológico do trabalho e a necessária manutenção do emprego


    A partir da Revolução Industrial, no século XIII, houve um grande avanço nos sistemas de produção e a demanda de profissionais qualificados foi aumentando.
    Com o surgimento da máquina, a mão de obra humana para trabalhos braçais foi se esvaindo. Devido a essa nova realidade, a população passou a ficar preocupada com o crescimento do desemprego, causando um sentimento de apreensão e incertezas.
    Apesar de o avanço científico-tecnológico trazer condições mais favoráveis para o mundo industrial, cargos que utilizavam de trabalho manual e precisavam de uma concentração de pessoas para atuarem em uma única função, tal como no sistema de produção Fordismo, criado por Henry Ford, muitas ações de trabalho humano foram sendo substituídas por máquinas que ofereciam maior agilidade às empresas o que provocou, consequentemente, necessidade de melhorar a qualificação dos trabalhadores.
    Devido a esse avanço dos recursos tecnológicos no campo do trabalho, o nível de desemprego no Brasil pode subir de forma absurda, apresenta uma pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em 2019. Nesse sentido, a classe trabalhadora constata que suas funções estão sendo roubadas pela automatização, o que força a população à mudança de setores no trabalho. Porém, a busca dos cidadãos para melhores condições na formação ainda é baixa, por isso existe grande procura das empresas em cargos especialistas.
    Conforme o que foi apresentado, é importante a realização da formação especializada da comunidade, por meio de projetos oferecidos por instituições empresariais e de ensino, como também a popularização desses projetos, por meio da divulgação virtual e presencial.
    Assim, possibilitando um avanço na educação, especialmente, de pessoas em menores condições socioeconômicas ou humanitárias, assim ocupando postos no mercado de trabalho que requerem melhores qualificações.



https://www.google.com/search?q=automatiza%C3%A7%C3%A3o+industrial&tbm=isch&sxsrf=APq-WBs1sdzqJqAgxrOrwT1YRtHDLrdZQg:1648828364068&source=lnms&sa=X&ved=2ahUKEwi25r2nnPP2AhVaQ_EDHdoKDqI4ChD8BSgBegQIARAD&biw=1536&bih=722&dpr=1.25#imgrc=3IrNYtDW-KI4nM

https://www.extraderondonia.com.br/2022/04/01/opiniao-entre-o-inevitavel-avanco-tecnologico-do-trabalho-e-a-necessaria-manutencao-do-emprego/   01/04/2022

sexta-feira, 1 de abril de 2022

Automatização Industrial- Como a evolução digital pode contribuir para a eficiência energética?


Automatização Industrial 

Como a evolução digital pode contribuir para a eficiência energética?


    Em recente levantamento, a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) mostrou que mais de 40% nos custos de produção industriais brasileiros estão relacionados ao consumo de energia elétrica. E o pior: a eletricidade é o maior insumo de 79% das fábricas nacionais. Como diminuir o impacto do custo de energia elétrica na produção industrial? É possível fazer uma gestão de custos que permita maior eficiência na utilização da energia?
    Não existe uma solução única para o gerenciamento de energia, essa é uma medida que precisa ser estudada caso a caso, iniciando sempre pelo mapeamento de consumos e cargas de uma empresa ou indústria. A decisão mais oportuna neste sentido é o rateio de energia nos centros de custos, muito apropriado para customizar um plano eficiente de gestão de energia, baseado em alocação real dos dados de consumo.
    Um passo fundamental rumo a este caminho está na digitalização dos processos, um dos principais elementos da Indústria 4.0. Com a utilização de diversas tecnologias, é possível fazer o monitoramento contínuo dos custos com energia elétrica e utilidades, em tempo real e on-line, realizando o rateio do consumo total da empresa ou indústria em suas respectivas áreas de negócios, departamentos ou unidades consumidoras, ou até mesmo por unidade produzida.
    Um servidor realiza a coleta de dados para fornecer o histórico de custo de energia de forma gráfica, além de enviar notificações e alarmes por e-mail. O banco de dados permite a análise, em tempo real, de como a energia está sendo consumida, não apenas para o consumo geral da planta, mas segmentando seus departamentos e até as máquinas e equipamentos no chão de fábrica. Além da enorme quantidade de dados, normalmente chamada de Big Data, é importante que os setores de manutenção e sustentabilidade tenham acesso a esses dados de forma estruturada e de fácil entendimento, para realizarem ações e projetos voltados para eficiência energética das respectivas medições.
    Geralmente, as áreas com maior número de colaboradores e uso de máquinas pesadas consomem mais energia, revelando ali uma maior necessidade de monitoramento de consumo de energia elétrica. Dessa forma, equipes encarregadas pela gestão de utilidades podem gerenciar e otimizar a utilização de energia elétrica por departamento, prédio, andar ou instalação, bem como por aplicação, processo de fabricação ou equipamento, para assim fazer um levantamento compartilhado e detalhado dos gastos.
    A medição mais detalhada do consumo de energia gera um volume maior de dados sobre os quais os gestores devem se dedicar para traçar o melhor plano de eficiência energética e tomar as melhores decisões. Além dos dados coletados, também podem entrar nos critérios de cálculos o número de máquinas em operação em cada centro de produção, o número de pessoas trabalhando em cada unidade consumidora, quantidade de turnos de produção, entre diversos outros fatores.
    Além de ser útil para planejar ações de eficiência energética, o rateio de custo setorial ajuda na implementação de medidas para melhorar o perfil de consumo das empresas, com decisões mais delineadas para sustentabilidade. Resultados eficientes podem ser obtidos por simples mudanças no processo, ou até mesmo pelo retrofit ou substituição de tecnologia por produtos mais atuais e eficientes.
Por que gerenciar a energia é essencial?
    O principal objetivo para a medição de energia e seu rateio de custos para a indústria é garantir uma gestão mais eficiente, em busca de soluções pontuais, e uma cobrança mais coerente de cada área envolvida no processo produtivo.
    Gestores e administradores só têm a ganhar com a automatização de dados em uma rede interna ou até mesmo online via internet. Este tipo de mapeamento do consumo de energia ajuda a identificar o problema na origem. A partir do cálculo do rateio, pode-se quantificar o número de máquinas em operação em cada centro de distribuição ou a quantidade de pessoas trabalhando em cada unidade consumidora. Em resumo: medidas que impactam positivamente na produtividade, na eficiência e no controle de despesas.
    O Brasil e o caminho da eficiência
    O setor industrial brasileiro é um dos setores que mais investe em eficiência, porém ainda existe uma enorme oportunidade na melhoria de processos e máquinas, e a consequente diminuição nos custos de produção.
    Em levantamento feito em 2018, o Brasil ocupava o 22º lugar entre os países de maior eficiência energética, em lista liderada por Alemanha, Dinamarca e Japão. Nosso país precisa investir na modernização de seus parques industriais e empresariais para melhorar sua competitividade.
    As tecnologias da indústria 4.0 estão cada vez mais acessíveis e devem ser utilizadas a favor da modernização do nosso país, auxiliando não somente na competitividade industrial, mas também na eficiência energética e redução de consumo que nosso País está precisando agora.



https://www.google.com/search?q=automatiza%C3%A7%C3%A3o+industrial&tbm=isch&sxsrf=APq-WBs1sdzqJqAgxrOrwT1YRtHDLrdZQg:1648828364068&source=lnms&sa=X&ved=2ahUKEwi25r2nnPP2AhVaQ_EDHdoKDqI4ChD8BSgBegQIARAD&biw=1536&bih=722&dpr=1.25#imgrc=8JCUxXeVhk-UjM
https://inforchannel.com.br/2022/03/31/__trashed-12/   01/04/2022

domingo, 27 de março de 2022

Automatização Industrial- As principais tendências que mudarão a automação robótica em 2022, segundo a ABB


Automatização Industrial-

As principais tendências que mudarão a automação robótica em 2022, segundo a ABB



    Com a demanda por robôs crescendo à medida que empresas de vários setores buscam novas maneiras de aumentar sua produtividade e competitividade pós-pandemia, a ABB compilou um conjunto de previsões de crescimento, analisando as principais tendências que impulsionam a demanda por robôs no ano.
    "A pandemia acelerou megatendências globais de longo alcance – desde escassez de mão de obra e incertezas na cadeia de suprimentos até o consumidor individualizado e a crescente pressão para operar de forma sustentável e resiliente – levando novos negócios a buscar a automação robótica", diz Marc Segura, novo presidente da divisão de robótica da ABB. "À medida que a tecnologia abre novas oportunidades para atender às demandas dos clientes, novas tendências continuarão a surgir e impulsionarão ainda mais a demanda em áreas onde os robôs tradicionalmente não são usados."
    Com base em conversas com clientes, pesquisas de mercado e um estudo global com 250 empresas em vários setores, a ABB identificou três tendências principais que moldarão a demanda por robôs em 2022.
    Tendência 1 – A revolução EV (veículo elétrico) está trazendo mudanças no atacado para a fabricação
    Com muitos países restringindo e eliminando gradualmente a produção de veículos com motor a combustão na próxima década, a corrida em direção aos carros elétricos se acelerou. Os fabricantes e suas cadeias de suprimentos devem enfrentar a complexidade de diversificar em veículos elétricos ao lado de veículos com motor a combustão, para atender às diversas estruturas regulatórias que regem a adoção de EVs em todo o mundo. A velocidade e a flexibilidade adicional necessárias farão com que os fabricantes novos e estabelecidos se afastem da produção linear tradicional, em direção à produção modular e flexível.
    Segura afirma: "O EV não é apenas uma mudança no powertrain, mas uma transformação maior em um carro digitalizado. Essa transição também verá a crescente aceitação de robôs em combinação com outras tecnologias, incluindo Robôs Móveis Autônomos (AMRs). Isso permitirá que os fabricantes otimizem a entrega de componentes nas instalações e possibilitem células de produção modulares e escaláveis integradas – métodos tradicionalmente associados ao comércio eletrônico e bens de consumo, mas agora exigidos no setor automotivo para garantir a flexibilidade necessária para atender aos vários níveis de demanda".
    Outra grande mudança fará com que a fabricação de baterias se aproxime da montagem do veículo, para atender aos requisitos regionais e de sustentabilidade, que na maioria dos casos exigem instalações totalmente novas.
    Tendência 2 – O boom do comércio eletrônico vai acelerar
    O comportamento e as expectativas do consumidor estão levando as empresas a encontrar novas maneiras de satisfazer a demanda, desenvolvendo novos canais por meio do varejo unicanal (omnichannel) e adaptando suas linhas de produção e processos de distribuição para permitir a personalização de produtos e entrega. O cumprimento desses requisitos resultou em milhares de robôs instalados em todo o mundo, onde não eram usados há apenas cinco anos, e essa rápida taxa de automação continuará em 2022, impulsionada por uma combinação de tendências de consumo e uma crescente escassez de mão de obra.
    "Essa tendência levará ao crescimento de aplicações robóticas mais leves e menores, permitindo a expansão da automação em novas áreas de operações de armazenamento e distribuição. À medida que a Inteligência Artificial na robótica amadurece e os robôs de aprendizado se tornam populares, podemos esperar ver essas tecnologias implantadas junto com as tecnologias AMR, orquestradas e gerenciadas por software inteligente para fornecer maior flexibilidade, velocidade e eficiência", continua Segura.
Tendência 3 – Mais robôs aparecerão em mais lugares – e os trabalhadores precisarão de novas habilidades
    Robôs menores, mais acessíveis e fáceis de usar, como os cobots YuMi®, GoFa™ e SWIFTI™ da ABB, estão ajudando a remover muitas das barreiras que antes impediam as empresas de investir em robôs. Isso vem resultando em uma aceleração de robôs na indústria em geral e pequenas e médias empresas, à medida que as empresas buscam novas maneiras de automatizar diferentes tarefas.
    Segura continua: "Ao olharmos para além de 2022, vemos uma ênfase cada vez maior na conectividade e na aquisição de dados como os principais facilitadores da fabricação futura. Os dados coletados de processos automatizados de forma inteligente serão analisados pelos produtores para tomar decisões mais fundamentadas. Ao mesmo tempo, ferramentas de software de simulação e programação mais avançadas e responsivas, como as do RobotStudio® da ABB, cobrirão todo o ciclo de vida das aplicações robóticas – desde o comissionamento até a produtividade em andamento – usando ferramentas de realidade aumentada e realidade virtual para simplificar a automação para os clientes".
    A capacidade aprimorada dos robôs de trabalhar diretamente ao lado de pessoas, compartilhar tarefas e aprender por meio da IA (inteligência artificial) também está facilitando a adoção de automação inteligente em novos ambientes, como construção, laboratórios de saúde, restaurantes e varejo.
    Em um futuro com uma alta prevalência de robôs nos locais de trabalho, engenheiros e funcionários precisarão ser retreinados e mais treinamento robótico será exigido em escolas, faculdades e universidades, para as habilidades de programar, operar e manter robôs para um futuro automatizado.
    Uma década de mudança
    As tendências descritas para 2022 são o capítulo mais recente da transformação em andamento da automação robótica, que está vendo uma rápida aceleração e adoção de robôs em todo o setor industrial.
    "Embora a automação sempre tenha sido relacionada à produtividade e qualidade – escalar, fazer mais – as mudanças que estamos testemunhando hoje (as maiores em uma geração) significam que flexibilidade e simplicidade são a chave para o sucesso", conclui Marc Segura. "Hoje, a flexibilidade é essencial – é uma necessidade estratégica, essencial em toda a cadeia de valor: desde a fabricação e logística até o ponto de consumo. A automação robótica é um facilitador vital dessa flexibilidade."
    "O objetivo da ABB é ajudar nossos clientes a alcançar essa flexibilidade e agregar valor aos seus negócios, impulsionando a inovação para criar novas possibilidades com robótica, robótica móvel e automação de máquinas, apoiadas pelos serviços digitais e treinamento de que precisam para obter o máximo de seu investimento."



https://tiinside.com.br/18/03/2022/as-principais-tendencias-que-mudarao-a-automacao-robotica-em-2022-segundo-a-abb/ 25/03/2022

sábado, 26 de março de 2022

Automatização Industrial- Suspensys investe em automação na produção de vigas de eixo


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Suspensys investe em automação na produção de vigas de eixo


    A Suspensys, da Empresas Randon, aplicou R$ 20 milhões em uma nova linha automatizada para a produção de vigas de eixo na unidade fabril de Caxias do Sul (RS). O aporte aumenta a capacidade de produção por volta de 30%, para 300 mil vigas/ano, e faz da fábrica uma das maiores do mundo dedicada ao componente.
    O projeto foi elaborado a partir dos conceitos da Indústria 4.0 e contempla uma nova máquina de solda à fricção. Coube à Randon Tech Solutions – RTS Industry desenvolver infraestrutura, automação e processos. São 21 robôs para solda e movimentação de componentes, bem como uso de internet das coisas, realidade aumentada, conectividade, segurança cibernética e controle remoto das operações.
    “O investimento reforça nossa atuação com foco no futuro, trazendo para os nossos processos o que há de mais moderno em tecnologia industrial. Em função da pandemia toda a instalação da máquina de solda por fricção foi feita de forma remota junto aos técnicos da Inglaterra, através de câmeras e realidade aumentada”, conta em nota Eduardo Dalla Nora, diretor de Suspensões e Eletromobilidade das Empresas Randon.
    De acordo com a empresa, a nova linha permite alcançar capacidade acompanhar o crescimento dos clientes, manter a competitividade e fortalecer a estratégia de crescimento dentro dos mercados de atuação.


https://www.autoindustria.com.br/2022/03/18/suspensys-investe-em-automacao-na-producao-de-vigas-de-eixo/  25/03/2022

sexta-feira, 25 de março de 2022

Automatização Industrial- FERPINTA APOSTA NA INDÚSTRIA 4.0 E NA NEUTRALIDADE CARBÓNICA


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FERPINTA APOSTA NA INDÚSTRIA 4.0 E NA NEUTRALIDADE CARBÓNICA

    2022 é para a Ferpinta uma nova etapa na sua história. A empresa anunciou a construção de uma fábrica totalmente automatizada e robotizada, com conclusão prevista para junho de 2023. Localizada na Zona Industrial de Loureiro, em Oliveira de Azeméis, a nova unidade terá uma área total 50.000 m2, com 16.000 m2 de área total útil coberta.
    Em declarações à InterMETAL, Fernando Pinho Teixeira explicou que este projeto tem como principal objetivo “capacitar a empresa das condições necessárias para o desenvolvimento de produtos diferenciados e inovadores”.
    “A Ferpinta, enquanto líder do mercado ibérico na indústria da metalomecânica, apresenta um portefólio diversificado de produtos com a incorporação do aço como matéria-prima principal. Por detrás do nosso trabalho diário está uma política interna de busca contínua por processos mais avançados e inovadores, que transformem a produção e, consequentemente, elevem a qualidade do produto. Contudo, as alterações do mercado face a emergentes tendências evidenciam alguns constrangimentos na aplicação dos produtos atualmente fabricados, pelo que urge uma alteração do atual paradigma”, acrescentou.
    Nesta nova unidade, a Ferpinta pretende incorporar novas linhas de produção “altamente sofisticadas”, com mecanismos de automação e digitalização que possibilitem o estabelecimento de conexões entre os distintos pontos de produção. “As diferentes aplicações permitirão responder às solicitações dos clientes, garantindo ganhos de produtividade e registos ímpares no consumo de energia, pela introdução não só das referidas tecnologias avançadas, mas também pela instalação de um parque fotovoltaico no novo estabelecimento, que potenciará uma transição para o consumo de energias limpas”, refere Fernando Pinho Teixeira à mesma fonte.
    A nova unidade estará localizada em Oliveira de Azeméis e a empresa vai receber um crédito fiscal de 4,99 milhões de euros e um apoio a fundo perdido do Compete 2020 de 5,99 milhões de euros, num investimento a realizar em três anos.
    Para além da Península Ibérica, sairão da nova fábrica produtos para os mercados da Suécia, Reino Unido, Países Baixos, Bélgica, Alemanha e França.



https://www.supplychainmagazine.pt/2022/03/21/ferpinta-aposta-na-industria-4-0-e-na-neutralidade-carbonica/  25/03/2022

domingo, 20 de março de 2022

Automatização Industrial- Costa e Scholz abrem Hannover Messe a 30 de maio junto de 120 empresas portuguesas


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Costa e Scholz abrem Hannover Messe a 30 de maio junto de 120 empresas portuguesas




    A Hannover Messe, a principal feira do mundo para a tecnologia industrial, e realizada na Alemanha, vai arrancar a 30 de maio com 120 empresas portuguesas e contará na abertura com a presença de António Costa e Olaf Scholz, foi anunciado esta quarta-feira em conferência de imprensa.
    Depois de ter sido adiada por cinco semanas de modo a alinhar-se com o levantamento das restrições pandémicas na Europa, a edição deste ano irá contar com 2.500 a 3.000 expositores, e irá focar-se em temas como a segurança de abastecimento e crescimento, e o combate às alterações climáticas. Assim, vão estar em destaque as energias renováveis e o hidrogénio verde, bem como o papel da digitalização, automatização e inteligência artificial.
    A feira irá contar com a participação de marcas internacionais como a Siemens, Microsoft, Bosch Rexroth, Nokia, Verizon, entre muitas outras, enquanto do lado português irão estar presentes empresas como Altice Labs, Cenfim, Energest, Fundiven, Marsilinox, Prozinco, TMG, entre outras a aguardar confirmação. Mas, a China não irá participar na edição deste ano da Hannover Messe.
    Segundo Jochen Köckler, CEO da Deutsche Messe, o evento é “o mais político de todas as feiras”, razão pela qual o primeiro-ministro António Costa, e o chanceler alemão Olaf Scholz, irão fazer a abertura da Hannover Messe. A edição irá contar ainda com a participação do vice-presidente da Comissão Europeia, Frans Timmerman, a ministra alemã para a Educação e Investigação, Bettina Stark-Watzinger, além de diversos outros oradores vinculados ao setor industrial alemão.
    Portugal é o país parceiro desta edição, o que representa uma oportunidade para, nas palavras de Köckler, dispor de uma plataforma onde “todos se vão concentrar” no parceiro em questão. As empresas portuguesas participantes irão focar-se em peças e soluções de engenharia, soluções de energia e ecossistemas digitais, anunciou Francisco Ribeiro de Menezes, embaixador de Portugal na Alemanha.
    Segundo o responsável, “Portugal faz sentido” (é o lema para a edição deste ano) por motivos como o crescimento de 4,9% do PIB português em 2021, o peso das energias renováveis e do corte da energia proveniente do carvão, ou a trajetória decrescente do endividamento nacional. Ribeiro de Menezes sublinhou ainda a importância do papel de Portugal na “reinvenção do modelo energético da União Europeia”.
    “Estamos empenhados juntamente com Espanha, e com o crescente entusiasmo da Alemanha, num corredor de energia verde através dos Pirenéus, fornecendo à Europa uma fonte alternativa de energia limpa”, acrescentou o embaixador.
    Questionado sobre os efeitos da invasão da Ucrânia no nearshoring em Portugal (subcontratação de uma atividade a terceiros, próximos geograficamente do país de origem), Ribeiro de Menezes referiu que esse é um efeito já em força desde o início da pandemia. O embaixador lembrou que a pandemia obrigou a trabalhar “mais próximo de casa”, mas sublinhou a dificuldade em quantificar os efeitos da invasão nesse aspeto.


https://www.google.com/search?q=automatiza%C3%A7%C3%A3o+industrial&tbm=isch&sxsrf=APq-WBtshvFUOdkHzP7k46UMljZVRb5HSA:1648246031347&source=lnms&sa=X&ved=2ahUKEwj7sc35ouL2AhWNqaQKHWsiCVk4ChD8BSgBegQIARAD&biw=1536&bih=722&dpr=1.25#imgrc=jjPzAF0njluvTM
https://eco.sapo.pt/2022/03/16/costa-e-scholz-abrem-hannover-messe-a-30-de-maio-junto-de-120-empresas-portuguesas/   19/03/2022

sábado, 19 de março de 2022

Automatização Industrial- Scania aposta na eletrificação com tecnologia ABB em nova fábrica


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Scania aposta na eletrificação com tecnologia ABB em nova fábrica

Robôs para produção automatizada são forte investimento da fabricante de veículos pesados

    O mundo da eletrificação continua a crescer diariamente e agora, começa também a chegar aos veículos pesados. Uma das marcas que se encontra a investir consideravelmente neste mundo é a Scania, que tem em construção uma nova fábrica com uma grande componente de produção automatizada e em que os robôs usados estão a ser fornecidos pela ABB.
    A nova fábrica da Scania destinada à produção de baterias tem uma área em torno dos 18 mil metros quadrados e está localizada na zona de Södertälje, na Suécia, mesmo ao lado da unidade de produção da marca já existente.
    O investimento global da Scania para os próximos anos ascende a um bilião de coroas suecas, um valor muito próximo dos 100 milhões de euros, sendo que uma grande parte deste valor está destinado à aquisição de material de produção automatizada. Segundo as previsões atuais, espera-se que a fábrica de Södertälje esteja totalmente operacional em 2023.
    Esta nova fábrica será bastante automatizada em quase todas as fases, desde a receção das mercadorias até à entrega, passando por toda a produção. Os módulos de bateria serão construídos usado células fornecidas pela Northvolt e posteriormente entregues na zona de produção dos veículos. Na produção, serão usados os modelos IRB 390, IRB 4600 e IRB 6700, além de diversas outras soluções destinadas a agilizar todo o processo.
    A Scania e a ABB já colaboram há mais de 40 anos na construção de infraestruturas específicas para veículos elétricos. Um dos últimos projetos, teve como objetivo a criação de soluções de carregamento para veículos pesados, também alimentados por baterias da Northvolt.
    A fábrica da Northvolt é considerada a maior da Europa na construção de baterias de iões de lítio e também foi desenvolvida em parceria com a ABB.
    Joerg Reger, o diretor executivo da linha de negócio automóvel da ABB Robotics, comenta: “Estamos muito satisfeitos por trabalhar com um dos nossos clientes mais antigos, com o objetivo de ajudá-lo a alcançar os seus planos de eletrificação. A indústria automóvel tem estado sempre na vanguarda da automatização. Mas, com a mudança para esta nova fase de eletrificação, enfrenta grandes mudanças nos processos de fabrico estabelecidos. Com a nossa experiência iremos conceber e ajudar a implementar a flexibilidade de fabrico que é vital para os líderes de mercado, como a Scania, na concretização desta mudança."
    Tony Persson, o chefe da montagem de baterias da Scania, refere: “A fábrica foi concebida de acordo com os esforços da Scania para estar na vanguarda da digitalização industrial, automatização e utilização de tecnologia robótica avançada para racionalizar os processos de produção com maior flexibilidade. E é neste ponto que as soluções da ABB melhor se encaixam. Para a Scania, a fábrica é também um investimento que irá reforçar ainda mais a posição da Suécia como centro de tecnologia de ponta na eletrificação de veículos pesados, o que é crucial na transição para uma era de transporte sustentável."




https://autoportal.iol.pt/novidades/camioes-eletricos/scania-aposta-na-eletrificacao-com-tecnologia-abb-em-nova-fabrica/20220321/623775c60cf21a10a4264cf5   19/03/2022

sexta-feira, 18 de março de 2022

Automatização Industrial- Automatizar não significa deixar de valorizar colaboradores


Automatização Industrial

Automatizar não significa deixar de valorizar colaboradores

    No setor de processamento de proteína animal, o Brasil está entre os países com maior avanço em processos industriais e sanitários, o que exige mão de obra qualificada.
    A automatização dos sistemas de produção de proteína animal foi acelerada desde o surgimento dos primeiros casos de covid-19 entre trabalhadores de frigoríficos, no início de 2020. A perspectiva para o futuro era que a automatização ia fazer parte dos sistemas de produção de forma gradual, mas a crise enfrentada pelo setor mostrou que o investimento em inovação é, para muitos, a única saída para continuar produzindo.
    Neste cenário, houve a necessidade de as empresas de proteína animal no Brasil e no mundo mudassem os modos de operação interna para se adaptar à nova realidade produtiva. A convivência entre máquinas e funcionários cresce a cada dia.
    Em qualquer ambiente, a automatização de processos se refere ao uso de equipamentos, robôs e sistemas na execução de tarefas repetitivas e operacionais. Assim, em um conceito semelhante, Andrea Mesquita, fundadora do Território da Carne e especialista na área, explica que automatizar significa auxiliar o trabalho humano em processos repetitivos.
    “Diferente da automação, na automatização não há inteligência na execução para auxílio na tomada de decisão. Para entender melhor a diferença, vale comparar um ventilador – processo automatizado para gerar vento – com um ar-condicionado – sistema de automação que mantém o ambiente climatizado, conforme condições pré-definidas”, explica Andrea.
    Dito isso, é inegável que o setor de proteína animal no Brasil tem evoluído na busca por tecnologias que permitam a automatização e mesmo a automação dos processos. No que se refere ao processamento na indústria frigorífica, o Brasil está entre os países com um dos maiores avanços em termos de processos industriais e sanitários.
    “As linhas contínuas, orientadas por scanner de carcaças, controle de temperatura à distância das salas de manipulação e câmaras de armazenamento, trilhos automatizados, pistões, roletes, esteiras e embaladoras automáticas já são realidade em muitos frigoríficos e entrepostos nacionais, servindo como referência a outros players globais”, indica Andrea.
Valorização da mão de obra qualificada
    Um grande receio da sociedade é que as máquinas vão substituir trabalhadores. Mas, no caso do setor frigorífico, Andrea Mesquita tem certeza de que o cenário é totalmente o contrário.
    “O desafio da implementação da automatização é entender o investimento que será necessário em qualificação dos colaboradores. Afinal, eles serão mais exigidos intelectualmente, uma vez que máquinas poderão desempenhar - de forma muito mais precisa - aquelas atividades repetitivas”, indica Andrea.
    Dessa forma, o grande desafio, seja dentro ou fora do setor, será o de implementar automatização e ao mesmo tempo substituir a forma de contratação da força de trabalho, passando a buscar e formar cada vez mais profissionais com caráter, fornecendo treinamentos contínuos em diferentes habilidades, como rapidamente resolver problemas, por exemplo.
    Ou seja, nesta era 4.0, muitas posições de trabalho até poderão ser substituídas por máquinas, mas muitas outras serão criadas para que as atividades sejam concluídas. “E quer forma melhor de valorizar seu colaborador do que contribuir para que seja um ser humano melhor para sua empresa e para o mundo através de qualificações e treinamentos?”, indaga a especialista do Território da Carne.




https://www.foodconnection.com.br/proteina-animal/automatizar-nao-significa-deixar-de-valorizar-colaboradores   18/03/2022

domingo, 13 de março de 2022

Automatização Industrial- Nestlé investirá mais de R$ 1,8 bilhão no Brasil em 2022


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Nestlé investirá mais de R$ 1,8 bilhão no Brasil em 2022


    Os investimentos da Nestlé Brasil vão ultrapassar a marca de R$ 1,8 bilhão este ano. Esse valor representa quase o dobro do volume investido em 2021: R$ 936 milhões. Somando os últimos quatro anos, os investimentos no Brasil atingem R$ 2,8 bilhões. Desde 2018, ocorreram aportes de R$ 633 milhões, R$ 547 milhões (2019) e R$ 750 milhões (2020).
    Para 2022, 40% do total a ser investido terão como destino a construção da nova fábrica de Nestlé Purina em Vargeão, no Oeste de Santa Catarina, já iniciada em janeiro. Nesse primeiro ano de obras do projeto industrial, os investimentos são para a parte construtiva.
    Aproximadamente R$ 1,1 bilhão está previsto para as operações na indústria, como novas tecnologias, transformação digital e processos sustentáveis nas fábricas e, ainda, na cadeia logística. Desse total, 90% estão direcionados a novas linhas para ampliação de capacidade, maior produtividade e inovação em produtos, além de investimentos com foco ambiental, como soluções em eficiência energética e uso de biomassa em substituição a gás.
    Os demais recursos serão dirigidos a melhorias em vendas e logística de distribuição, gestão e recursos relacionados com tecnologia e atividades administrativas. Apenas em inovação em produtos e embalagens, estão previstos R$ 239 milhões.
    Entre os projetos prioritários para 2022, além do investimento em Purina, estão os aportes em transformação digital e Indústria 4.0, com robôs e tecnologias que trazem maior eficiência e produtividade, além de adequações de infraestrutura para novas tecnologias, principalmente nas plantas de Araras (SP), Caçapava (SP), Ituiutaba (MG) e Montes Claros (MG).
    “Será um ano de muito investimento em inovação, aumento de eficiência e produtividade nas linhas, além da sustentabilidade das operações. Estamos acelerando os investimentos e antecipando projetos em novas linhas e tecnologias que vão nos permitir ampliar capacidades e suportar as estratégias de negócios que desenhamos para o período”, conta o CEO da Nestlé Brasil, Marcelo Melchior.



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https://www.automacaoindustrial.info/nestle-investira-mais-de-r-18-bilhao-no-brasil-em-2022/  11/03/2022

sábado, 12 de março de 2022

Automatização Industrial- Automação Industrial da Mitsubishi Electric no Brasil teve aumento de 50% no faturamento de 2021


Automatização Industrial

Automação Industrial da Mitsubishi Electric no Brasil teve aumento de 50% no faturamento de 2021


    A divisão de automação industrial da Mitsubishi Electric do Brasil encerrou o ano de 2021 registrando um faturamento cerca de 50% superior ao de 2020, que já havia apresentado um aumento de 12% em relação ao ano de 2019.
    Segundo Fabiano Lourenço, vice-presidente da Operação no Brasil, “o resultado é fruto de uma estratégia e execução agressiva junto à nossa rede de distribuidores, integradores, fabricantes de máquinas e clientes finais, que vem aumentando substancialmente nos últimos anos por conta de novos projetos de automação, eficiência energética, aperfeiçoamento e criação de linhas de produção existentes. Ou seja, muitas empresas aproveitaram o momento da pandemia para remodelar seus parques, maquinário e produção, gerando assim uma grande demanda de nossos produtos e soluções”.
        Relacionamentos estreitos
    A empresa também vem investindo fortemente em iniciativas que levam seus especialistas até seus parceiros e clientes, por meio de eventos online como o Digital Talks, webinars, podcasts e principalmente cursos online oferecidos gratuitamente na plataforma de ensino a distância lançada em fevereiro de 2021, que já totalizam cerca de 25 mil alunos inscritos.
    Além disso, em 2021 a empresa conquistou o selo de certificação GPTW, sendo a primeira globalmente a obter essa qualificação. “A conquista da certificação GPTW mostra que a companhia foca nos clientes, mas também nos funcionários, de forma que a estratégia da companhia acerta nas decisões. Um exemplo é a postura que assumimos desde o começo da pandemia, período em que não desligamos nenhum colaborador. O time está cada vez mais coeso, maior e voltado a entrega das melhores soluções para os clientes”, diz Lourenço.
        Expectativas para 2022
    A perspectiva é de que 2022 seja um ano simbólico para a empresa, quando completa dez anos como filial oficial da Mitsubishi Electric no Brasil. “Diante disso, nossa expectativa é seguir crescendo no mesmo patamar do último ano. Estamos muito otimistas, nossa divisão de automação industrial vem crescendo agressivamente e continuamente há 6 anos consecutivos, período em que quase quadruplicamos o faturamento. Ou seja, mesmo com pandemia, crises, eleições, Copa do Mundo, nossa meta é mais um ano de crescimento não apenas em faturamento, mas também em visibilidade, novos parceiros, regiões e mercados.
    Além disso, a companhia irá lançar diversos produtos no mercado nacional, como a família Assista de robôs colaborativos, o software supervisório Genesis64, além de uma nova família de servo acionamentos, a J5.
    Sobre o planejamento para o próximo período, o executivo destaca que “nossa estratégia é de longo prazo e foi desenhada há alguns anos. Portanto, não há mudanças nesse sentido e sim adequações necessárias, como no caso de uma pandemia ou qualquer outro evento extraordinário. Portanto, seguimos nosso plano de crescimento sustentável de longo prazo baseado nos valores e na cultura do grupo Mitsubishi Electric. Viemos para ficar e ajudar a sociedade brasileira com tecnologia e soluções japonesas!”.


https://inforchannel.com.br/2022/03/07/automacao-industrial-da-mitsubishi-electric-no-brasil-teve-aumento-de-50-no-faturamento-de-2021/   11/03/2022