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sexta-feira, 3 de dezembro de 2021

Quanto a computação quântica realmente avançou? Perguntas e respostas com o ex-arquiteto-chefe do Sycamore do Google, John Martinis

Ultimamente, parece que o caminho para a computação quântica tem mais marcos do que milhas. A julgar pelas manchetes, a cada semana há outro grande anúncio - um avanço no tamanho do qubit ou outro investimento recorde: primeiro, a IBM anunciou um chip de 127 qubit . Então a QuEra anunciou um computador quântico de átomo neutro de 256 qubit . Agora existe uma nova empresa gigante de computação quântica, “ Quantinuum ”, graças à fusão da Honeywell Quantum Solutions e da Cambridge Quantum. E hoje, Sycamore do Google anunciou outro salto em direção à correção de erros quânticos.
Para uma perspectiva medida de quanto a computação quântica está realmente avançando como campo, falamos com John Martinis , professor de física da Universidade da Califórnia em Santa Bárbara e ex-arquiteto-chefe do Sycamore do Google.

IEEE Spectrum: Então, já se passaram cerca de dois anos desde que você revelou os resultados do Sycamore. Nas últimas semanas, vimos anúncios de um chip de 127 qubit da IBM e um computador quântico de átomo neutro de 256 qubit da QuEra. Que tipo de progresso você diria que realmente foi feito?

John Martinis: É bom mostrar que você pode fazer muitos qubits, mas se não os fizer bem o suficiente, fica menos claro qual é o avanço. A longo prazo, se você quiser fazer um cálculo quântico complexo, digamos com correção de erros, precisará de erros de porta bem abaixo de 1%. Portanto, é ótimo que as pessoas estejam construindo sistemas maiores, mas seria ainda mais importante ver os dados sobre como os qubits estão funcionando. A este respeito, estou impressionado com o grupo na China que reproduziu os resultados da supremacia quântica, onde mostram que podem operar bem o seu sistema com poucos erros.
[...]

IEEE Spectrum: Há algo sobre o qual não falamos que você acha importante que as pessoas saibam sobre o estado da computação quântica?


John Martinis:
Acho que é um momento realmente empolgante para trabalhar com computação quântica, e é ótimo que tantos engenheiros e cientistas talentosos estejam agora em campo. Nos próximos anos, acho que haverá mais foco nos aspectos de engenharia de sistemas da construção de um computador quântico. Como uma parte importante da engenharia de sistemas é o teste, melhores métricas deverão ser desenvolvidas. O experimento da supremacia quântica foi interessante, pois mostrou que um computador quântico poderoso pode ser construído, e o próximo passo será mostrar um computador poderoso e útil. Então o campo realmente descolará.

Consultado a: 03\12\2021
https://spectrum.ieee.org/quantum-computing-google-sycamore

domingo, 6 de maio de 2018

Ch2oose – Garrafa de papel reciclado para livrar os oceanos do plástico

quinta-feira, 26 de maio de 2016

MIT criou robot origami para engolir

O robot poderá servir para tratar ferimentos internos ou resgatar objetos engolidos por descuido. O aparelho é feito com intestino de porco e controlado com ímanes.

tek robot

Uma equipa de investigadores do MIT desenvolveu um robot origami que pode ser ingerido. O objetivo desta criação é tornar mais eficientes e menos invasivos os procedimentos necessários para tratar feridas internas ou remover objetos acidentalmente engolidos por pacientes.

O protótipo desenvolvido foi construído com intestino seco de porco e ímanes que podem ser controlados à distância através da influência dos seus campos magnéticos.

Tanto o tamanho quanto a flexibilidade do robot, permitem que a sua ingestão seja feita tal qual um comprimido. No vídeo disponibilizado pelo MIT, é possível assistir a um teste num sistema digestivo artificial onde o aparelho entra no corpo humano dentro de uma cápsula de gelo que acaba por se dissolver no estômago, onde liberta o robot.

Daniela Rus, diretora do laboratório de Inteligência artificial do MIT, vê um futuro promissor para esta tecnologia mas reconhece que há alterações essenciais a fazer para que o robot funcione na plenitude dentro do corpo humano. "É realmente difícil controlar e colocar um robot dentro do corpo humano se o robot estiver ligado a algum tipo de corrente [magnética, neste caso]".
NASA já está em Marte a conduzir todo o terreno


O envio de um rover para Marte deverá acontecer em 2020. Até lá os engenheiros do Jet Propulsion Laboratory (JPL) preparam o veículo para “aquilo que há-vir” com a ajuda da realidade aumentada.


tek rover marte 2020


A NASA está a desenvolver nos seus laboratórios um rover “especial de corrida” para passear na superfície de Marte. Com data de lançamento marcada para 2020, o veículo já está a ser testado, mas de uma forma especial: num modelo em 3D que ultrapassa as fronteiras do monitor de computador.

Tal acontece graças à realidade aumentada dos Hololens, numa parceria estabelecida já em 2015 com a Microsoft, e a intenção é criar uma forma precisa de explorar o planeta vermelho sem ter de viajar até lá, permitindo aos cientistas percorrerem Marte tal como se se tratasse de um qualquer local na Terra.

A experiência com os óculos da Microsoft é ajudada por, principalmente, duas soluções de software: a OnSight e a ProtoSpace.

O OnSight permite gerar um holograma da superfície de Marte com base nas imagens fornecidas pela sonda Curiosity. Além disso permite ter o contributo de cientistas planetários e geólogos especializados no planeta vermelho, que não estejam no JPL, em tempo real, na análise de diferentes aspetos da missão.

É com base nesta ferramenta que a NASA se prepara para avançar com uma experiência de realidade virtual Destination: Mars, dirigida ao público em geral e que tem estreia marcada para o verão no complexo para visitantes do Kennedy Space Center.

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sábado, 21 de maio de 2016

Como funcionam os buracos negros?




Desde sempre que o Homem tem querido explorar o espaço sideral. Mas com as nossas limitações, torna-se difícil de calcular com precisão a quantidade de asteróides, meteoritos, galáxias e planetas. No entanto, um dos fenómenos que mais interesse nos desperta são os buracos negros pelas suas características únicas.


O QUE É UM BURACO NEGRO?


De acordo com a NASA, um buraco negro pode ser definido como uma área específica no espaço onde a gravidade é tão forte que nem mesmo a luz consegue escapar. O campo gravitacional de um buraco negro é tão potente porque a matéria está a tentar passar por uma região muito pequena. Um buraco negro pode surgir quando uma estrela morre.




MAS COMO APARECEM OS BURACOS NEGROS?



Os cientistas revelam que o mais provável é que os buracos negros se terão começado a formar ao mesmo tempo que o próprio universo.
Quando morre, uma estrela pode colapsar sobre si mesma e é criado um buraco negro.
Uma supernova ocorre quando uma estrela passa por este processo. Ao morrer, a estrela fragmenta-se e a sua matéria sai disparada pelo espaço.
Em relação aos buracos negros supermassivos, os cientistas dizem que provavelmente se formam ao mesmo tempo que a galáxia onde estão localizados.
A sua força de gravidade é tal que atraem todas as estrelas e planetas perto deles. Em relação à Terra, não há problema uma vez que não existem buracos negros relativamente próximos de nós, de forma que o nosso planeta não corre perigo de ser atraído para nenhum deles.
Mas imaginemos que havia um buraco negro comparável em massa ao nosso sol no centro do sistema solar. O que iria acontecer? Provavelmente, o sol seria sugado e o buraco negro tomaria o seu lugar. Este buraco negro teria a mesma gravidade que o sol e todos os planetas seguiriam as suas rotas de translação e rotação (em volta do buraco negro e sobre os seus eixos, respectivamente).
A NASA diz que o sol não é uma estrela suficientemente grande para dar origem a um fenómeno como um buraco negro, mas também estamos sempre a descobrir coisas novas todos os dias…




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domingo, 13 de março de 2016

Investigadores de Coimbra desenvolvem adesivos biologicos que substituem pontos cirurgicos

Coimbra, 05 Jun (Lusa) - Investigadores do Departamento de Engenharia Química da Universidade de Coimbra desenvolveram uma gama de adesivos cirúrgicos biológicos que substituem os tradicionais pontos cirúrgicos - anunciou hoje a Faculdade de Ciências e Tecnologia. 
Seguros, de fácil aplicação e financeiramente acessíveis, os adesivos biológicos têm funções analgésicas e antibacterianas, tendo os testes já efectuados mostrado "resultados extraordinariamente positivos ao nível da cicatrização", revela a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) numa nota divulgada hoje. 
Segundo a coordenadora da investigação, Helena Gil, com a sua utilização, evita-se o risco de ruptura dos convencionais pontos cirúrgicos e, nos vários testes realizados, não se registaram quaisquer efeitos colaterais.

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sexta-feira, 11 de março de 2016

Equipa internacional descobre "idade" da Lua


Uma investigação de uma equipa internacional concluiu que a Lua foi formada 95 milhões de anos depois do nascimento do Sistema solar, na sequência de uma colisão que também originou a atual estrutura da Terra.

Segundo investigações anteriores, a formação do Sistema solar terá acontecido há 4,56 mil milhões de anos, o que dá à Lua uma idade de 4,47 mil milhões de anos.
A investigação divulgada, esta quarta-feira, pela revista científica britânica especializada "Nature", foi elaborada por uma equipa de planetologistas franceses, alemães e norte-americanos, sob a liderança de especialistas do Observatório da Côte d'Azur, localizado em Nice, sul de França.
Equipa internacional descobre "idade" da Lua

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Cientistas dão passo gigante contra envelhecimento


    Uma investigação de um grupo de cientistas espanhóis permitiu aumentar em 65% a esperança média de vida dos ratos. No futuro, poderá ser possível tratar doenças ligadas ao envelhecimento precoce.

A investigação, iniciada em 2011 por uma equipa da Universidade de Oviedo, foi publicada, na segunda-feira, na revista "Nature Cell Biology" e demonstra o aumento da esperança média de vida em 65% nos ratos de laboratório. Tudo graças a duas moléculas experimentais (epz-5676 y epz-4777) que, atualmente, já estão a ser testadas em seres humanos no tratamento da leucemia mielóide crónica.

Ao diário espanhol "El Mundo", o investigador Fernando Garcia Osório explica que o objetivo desta investigação é prolongar a esperança média de vida a quem sofre de doenças associadas ao envelhecimento prematuro, atualmente sem cura.



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domingo, 28 de fevereiro de 2016

Como a ESA pretende construir uma aldeia na Lua


Em 1959, os russos conseguiram aterrar uma nave não tripulada na Lua; dez anos mais tarde, os americanos passearam na sua superfície. Hoje em dia, o plano é ficar. “O meu objetivo é construir uma base permanente na Lua. Uma estrutura aberta à participação de diferentes países”, declara Jan Wörner, diretor geral da ESA. A ideia é criar um projeto global à semelhança da Estação Espacial Internacional.
O Centro Europeu de Astronautas em Colónia organizou um workshop precisamente sobre como erguer uma espécie de pequena aldeia sobre a superfície lunar. A presença de certos metais, minerais e de água gelada pode representar um contributo valioso. Segundo Bernard Foing, diretor do Grupo Internacional de Exploração Lunar, “a Lua tem imensos recursos. Encontrámos gelo nos polos, encontrámos áreas que estão quase constantemente expostas ao Sol. São zonas que nos podem fornecer recursos para utilizarmos na construção ou na manutenção da vida dos astronautas na base lunar.”

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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Ondas gravitacionais: um novo capítulo na história da astronomia


A descoberta no Observatorio norte-americano LIGO de ondas gravitacionais abriu um novo capítulo na história da astronomia. 
As ondas gravitacionais são causadas por alguns dos processos mais violentos e energéticos no universo. As ondas que chegam à Terra são, de acordo com especialistas, o “eco” da fusão de dois buracos negros a mais de mil milhões de anos-luz. A sua existência foi prevista há um século por Albert Einstein.
Segundo o professor Gianpiero Cagnolio, da Universidade de Lyon I, as questões mais ambiciosas podem agora ser levantadas em relação aos mistérios do universo.
“Com este descobrimento abrimos uma nova janela no universo. Agora, temos a oportunidade de estudar este fenómeno de uma maneira totalmente diferente, fenómenos totalmente desconhecidos até hoje”, afirma o professor Cagnolio.

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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Primeiro Planeta entre duas estrelas descoberto


Uma aglomeração de matéria formou uma abertura crescente entre duas estrelas. Os astrônomos acreditam que descobriram o primeiro planeta a formar-se entre duas estrelas. A ficção científica adora a idéia de planetas com dois sóis ,temos um exemplo clássico, relativos aos filmes Star Wars, de Tatooine. Até recentemente, porém pensava-se que tais planetas não existiam.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Impressão 3D ajuda a concretizar transplante de rim! 
A tecnologia de impressão 3D facilitou o transplante de um rim de um adulto para uma criança de três anos. 
 Em Londres, uma criança que precisava de um rim, foi-lhe doado pelo pai com ajuda de uma impressora 3D

Veja o resto da notícia aqui

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terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Português dá um passo ciêntifico

Espantosa notícia! Um Português inventou um novo software que permite transformar as imagens de ressonâncias magnéticas em modelo 3D do cérebro. 



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