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sexta-feira, 3 de junho de 2022

Sony apresenta empresa para comunicações espaciais

A multinacional japonesa de tecnologia e entretenimento Sony anunciou a criação de uma nova empresa, a Sony Space Communications Corporation (SSC), com a qual pretende entrar no setor das comunicações espaciais.

A empresa, fundada através da subsidiária norte-americana, vai construir dispositivos óticos que permitem a comunicação entre pequenos satélites em órbita, através de feixes laser, acelerando as comunicações em comparação com o sistema de rádio convencional, disse a Sony, em comunicado, divulgado na quinta-feira.

"Existem atualmente cerca de 12 mil satélites no espaço, e espera-se que o número aumente no futuro. A quantidade de dados utilizados em órbita também está a aumentar todos os anos, mas a quantidade de ondas de rádio disponíveis é limitada", disse o presidente da SSC, Kyohei Iwamoto, na mesma nota.

Os dispositivos vão funcionar entre satélites no espaço e nas comunicações de satélites com estações terrestres, tendo a Sony indicado esperar que este sistema garanta comunicações em tempo real de qualquer ponto da Terra para qualquer satélite no espaço.

Antes de iniciar as operações, a Sony realizou uma experiência com a Agência de Exploração Aeroespacial do Japão (JAXA) este ano e concluiu a transferência de ficheiros de dados, a base tecnológica para serviços da Internet através de comunicações óticas.

Os dispositivos da SSC vão também evitar a necessidade de certos tipos de licenças necessárias para a comunicação via rádio, seguindo o modelo de outras empresas, como a Amazon e a SpaceX, que optaram por construir redes de satélite de baixa altitude para melhorar as comunicações via Internet.

Em setembro de 2021, a SpaceX lançou o primeiro lote de satélites equipados com um sistema de comunicação laser para a constelação Starlink de satélites de Internet.



quinta-feira, 2 de junho de 2022

Empresa de Castelo Branco desenvolve tecnologia 5G para Agência Espacial Europeia

A Allbesmart vai trabalhar em conjunto com o centro de investigação alemão Fraunhofer no desenvolvimento de tecnologia de comunicações 5G para satélites de baixa altitude.


startup tecnológica Allbesmart vai integrar o consórcio europeu que ganhou, recentemente, um contrato da Agência Espacial Europeia (ESA), para o desenvolvimento de tecnologia de comunicações 5G para satélites de baixa altitude.

“A empresa [Allbesmart] vai trabalhar com o centro de investigação alemão Fraunhofer no desenvolvimento do software que gere a transferência da ligação de dados entre satélites (handover)”, refere, em comunicado esta quinta-feira divulgado, o Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB).

A Allbesmart é uma spinoff do IPCB, fundada em 2015, com sede no Centro de Empresas Inovadoras de Castelo Branco (CEI).

Conta, atualmente, com 10 colaboradores, na sua maioria formados na Escola Superior de Tecnologia (EST) de Castelo Branco.

A tecnológica albicastrense vai participar no desenvolvimento de tecnologia de comunicações 5G para satélites de baixa altitude (LEO – Low Earth Orbit).

“A indústria dos satélites está interessada em providenciar o serviço de conectividade 5G com cobertura global, resolvendo o desafio da fraca cobertura rádio móvel nas zonas rurais, e com o objetivo de providenciar serviços comerciais 5G satélite até 2025”, lê-se na nota.

Para o docente do IPCB e fundador da Allbesmart, Paulo Marques, citado no documento, a participação neste projeto ESA “será uma oportunidade única para a empresa desenvolver capacidade técnica na área das comunicações móveis satélite, alargando a sua oferta de serviços de desenvolvimento de software 5G para a indústria do espaço”.

Com este projeto, a Allbesmart entra para o clube restrito das empresas que fornecem tecnologia para a ESA.



segunda-feira, 31 de janeiro de 2022

Portugal Space quer criar sinergias entre PMEs europeias e brasileiras

Termina sexta-feira o processo de seleção de empresas para participar na missão Rio de Janeiro, que pretende criar parcerias entre empresas europeias e brasileiras, no desenvolvimento de soluções que usem dados do programa europeu de observação da Terra, Copernicus.



Parte da comitiva já estava em África do Sul quando a ómicron obrigou a cancelar o evento e a enviar os participantes para os seus países de destino. Estávamos no final de novembro e deveria ter acontecido na Cidade do Cabo o primeiro de quatro eventos, promovido pela Agência Espacial Portuguesa, a Direção Geral do Território e o Air Centre, com o objetivo de promover a colaboração entre Pequenas e Médias Empresas (PMEs) europeias e quatro países – África do Sul, Brasil, Gana e Nigéria – em torno da utilização de dados do programa europeu de observação da Terra, Copernicus, da responsabilidade da Comissão e da Agência Espacial Europeia.

No final de março, será a vez do Rio de Janeiro receber a comitiva, depois de um processo de seleção das empresas que termina esta sexta-feira. “O objetivo é levar dez empresas europeias que usem dados do Copernicus no seu negócio e que queiram exportar um produto técnico e inovador”, resume o gestor de projeto da iniciativa, Joan Alabart, da Portugal Space. A iniciativa acontecerá em paralelo com um evento da rede mundial de cooperação em I&D, Eureka.

A escolha dos países parceiros teve como base o oceano Atlântico e o potencial de colaboração entre todas as entidades. “O Copernicus é um dos mais completos programas e o objetivo é que seja usado também fora da Europa”, sublinha Joan Alabart.

Para se candidatarem, as PMEs têm de demonstrar viabilidade das propostas de exploração dos dados de observação da Terra e que foi feito o trabalho de casa. “África do Sul e Brasil já têm um setor muito desenvolvido, mas não estarão habituados a usar dados do Copernicus.” E nem sempre é fácil dominar a burocracia europeia.

sábado, 22 de maio de 2021

Cientistas detetam no espaço a luz mais enérgica de que há registo

A luz está a ser emitida por uma dúzia de "hotspots" de radiação gama, atingindo os 1,4 triliões de eletrãovolts (1,4 PeV). Para efeitos de perspectiva, é útil notar que o maior acelerador de partículas do nosso planeta só consegue acelerar partículas a 0,01 PeV.

A ScienceNews noticiou que uma equipa de cientistas detetou aquela que é a luz mais enérgica de que há registo. À altura, os responsáveis pela descoberta operavam alguns instrumentos de observação no Large High Altitude Air Shower Observatory (LHAASO), na China.
A luz está a ser emitida por uma dúzia de "hotspots" de radiação gama, sendo que a maior parte da energia vem de um raio com mais de 1,4 triliões de eletrãovolts (1,4 PeV). Note que o anterior recorde não chegava a um trilião de eletrãovolts.
Para efeitos de perspectiva, é útil notar que o maior acelerador de partículas do nosso planeta só consegue acelerar partículas a 0,01 PeV.
A descoberta sugere que a Via Láctea está "carregada" de aceleradores de partículas que impulsionam eletrões e protões a atingir velocidades extremas. Não é clara a origem destes hotspots, embora nebulosas e formações de estrelas sejam fortes candidatas.

sábado, 16 de janeiro de 2021

Astrónomos observam “morte” de uma galáxia a 9 mil milhões de anos-luz através do telescópio ALMA 2

Uma das “pistas” que alertou os astrónomos para o que estava a acontecer foi a presença de uma “cauda de maré”: uma corrente alongada de estrelas e gás que se estende para o Espaço interestelar e que surge quando há uma fusão entre duas galáxias. Normalmente, as “caudas de maré” são demasiado ténues para poderem ser observadas em galáxias tão distantes, porém, os astrónomos conseguiram fazê-lo no momento em que estava a ser lançada para o Espaço.
Acredita-se que os ventos causados pela formação estelar e a atividade de buracos negros nos centros de galáxias massivas são responsáveis por lançar para o Espaço material que seria utilizado na formação estelar, terminando com a capacidade de as galáxias formarem novas estrelas.
No entanto, o novo estudo sugere que as fusões entre galáxias também podem ser responsáveis por ejetar para o Espaço o "combustível" de formação estelar. De acordo com Emanuele Daddi, do Centro de Investigação Nuclear de Saclay (CEA-Saclay) na França, as novas observações podem levar a comunidade astronómica a rever tudo o que sabe sobre como “morrem” as galáxias distantes.
“O ALMA lançou uma nova luz sobre os mecanismos que podem fazer parar a formação estelar em galáxias distantes. Testemunhar um tal evento de perturbação tão massivo permite-nos acrescentar uma peça importante ao complexo puzzle da evolução galáctica,” afirma Chiara Circosta, investigadora na University College London, Reino Unido.

Astrónomos observam “morte” de uma galáxia a 9 mil milhões de anos-luz através do telescópio ALMA

Quando começam a “morrer”, as galáxias deixam de formar estrelas. Através do telescópio Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA) um grupo de astrónomos conseguiu captar pela primeira vez o início deste processo a cerca de 9 milhões de anos-luz.
De acordo com o estudo publicado na revista científica Nature Astronomy, os cientistas observaram que a galáxia ID2299 estava a passar por um processo de transformação extremo, expelindo quase metade de todo o seu gás, o qual é usado na formação de estrelas.
A descoberta foi feita por acaso quando a equipa responsável pelo estudo estava a analisar 100 galáxias distantes através do ALMA para estudar as propriedades dos seus gases. A ID2299 foi observada pelo telescópio durante apenas alguns minutos, mas foi o tempo suficiente para os investigadores detetarem o fenómeno e recolherem dados.
Os cientistas detalham que o processo está a ocorrer a um ritmo surpreendente, equivalendo a 10.000 sóis por ano e, por trás do fenómeno em questão, poderá estar uma colisão com outra galáxia.


quarta-feira, 1 de maio de 2019

Cientistas dizem ser possível mover o planeta Terra para outra órbita

Um dia teremos que tirar a Terra da órbita que conhecemos. Vários cenários apocalípticos poderão obrigar-nos a isso, seja porque o Sol ficará sem combustível e, ao expandir-se, provavelmente engole a Terra, seja pela ameaça mais imediata, o apocalipse do aquecimento global. Será possível mexer o nosso planeta para este entrar numa nova rota de vida?


Segundo cientistas de engenharia espacial, é possível, na teoria, mover o nosso planeta.Não esquecer de escrever o titulo e de adicionar 2 a 3 etiquetas.

Imagem da Terra a mover-se para longe do sol

O Espaço é uma passagem, para a outra margem

No filme chinês de ficção científica The Wandering Earth, lançado recentemente na Netflix, a humanidade tenta mudar a órbita da Terra usando enormes propulsores para escapar do sol em expansão – e evitar uma colisão com Júpiter.

O cenário pode um dia tornar-se realidade. Isto porque daqui a cinco mil milhões de anos, o Sol irá transformar-se numa Gigante Vermelha. Desse modo, o centro da estrela vai encolher e as suas camadas externas vão-se expandir, engolindo o nosso planeta

Contudo, há uma ameaça mais imediata, não nos podemos esquecer do apocalipse do aquecimento global. Assim, mover a Terra para uma órbita mais ampla poderia ser uma solução – e isso é possível na teoria.


Como seria possível mover a Terra de órbita?

Por uma questão de argumento, vamos supor que pretendemos mover a Terra da sua órbita atual para uma órbita de 50% mais longe do Sol, semelhante à de Marte.

Conforme temos acompanhado, há técnicas planeadas para mover pequenos corpos – asteroides – da sua órbita por muitos anos, principalmente para proteger o nosso planeta dos impactos. Alguns são baseados numa ação impulsiva e muitas vezes destrutiva: uma explosão nuclear perto ou na superfície do asteroide, ou um “impacto cinético”, por exemplo, uma nave que colida com o asteroide a alta velocidade.



Propulsores elétricos

Na verdade, atualmente já estamos a mover a Terra da sua órbita. Sempre que uma sonda sai da Terra para outro planeta, ela transmite um pequeno impulso à Terra na direção oposta, semelhante ao recuo de uma arma. Felizmente para nós – mas infelizmente com o propósito de mover a Terra – este efeito é incrivelmente pequeno.


O Falcon Heavy da SpaceX é o veículo de lançamento mais capaz atualmente. Precisaríamos de 300 mil bilhões de lançamentos em capacidade total para alcançar a mudança de órbita para Marte. O material que compõe todos estes foguetes seria equivalente a 85% da Terra, deixando apenas 15% da Terra na órbita de Marte.

Poderia ser utilizado um propulsor elétrico como acelerador iónico. Este recorria à eletricidade para acelerar os iões pela parte de trás da nave. Poderíamos apontar e disparar um propulsor elétrico na direção final da órbita da Terra.

Eventualmente estaríamos a falar num enorme propulsor que teria de se situar a 1000 km acima do nível do mar, além da atmosfera da Terra. Contudo, teria de estar firmemente ligado ao planeta com um feixe rígido. Isto seria necessário para transmitir a força impulsora.

Com um feixe de iões disparado a 40 quilómetros por segundo na direção certa, ainda precisaríamos ejetar o equivalente a 13% da massa da Terra em iões para mover os 87% restantes.

 

 

domingo, 3 de março de 2019

SpaceX lança a nova cápsula Crew Dragon, pioneira dos voos de passageiros


No início da manhã de sábado, a SpaceX lançou com sucesso sua nova cápsula Crew Dragon de Cabo Canaveral, na Flórida - o início de um teste importante para certificar o veículo para o transporte de passageiros. Montados em cima de um dos foguetes Falcon 9 da SpaceX, o Crew Dragon subiu ao espaço às 2:49 AM ET e foi colocado em órbita apenas 11 minutos depois. Após a decolagem, a SpaceX pousou seu Falcon 9 em um dos navios de drone da empresa no Atlântico - o 35º pouso bem-sucedido da empresa em geral. A cápsula, agora em órbita ao redor da Terra, tentará atracar na Estação Espacial Internacional na manhã de amanhã. É o último ensaio geral de como a cápsula trará astronautas da NASA para o laboratório em órbita.






Esta missão em particular não transportava nenhum passageiro vivo. Mas um manequim inteligente chamado Ripley - equipado com vários sensores e vestindo um terno personalizado da SpaceX - entrou na cápsula. Sentado em um dos quatro assentos de passageiros, Ripley está reunindo dados sobre como o vôo pode afetar o corpo humano. O livestream da SpaceX também forneceu visualizações de Ripley durante o lançamento, tanto de dentro da cápsula quanto da perspectiva do manequim. Além disso, um pequeno planeta Terra recheado foi incluído dentro do veículo, um brinquedo fofo que indicava quando a Tripulação do Dragão chegara à microgravidade flutuando na cápsula.





Consultei o Reddit, Canaltech e The Guardian no dia 03/03/2019.

domingo, 13 de maio de 2018

Nasa quer enviar ‘helicóptero’ para explorar Marte

A 'Mars Helicopter' será integrada na missão planeada para seguir em 2020 rumo ao planeta vermelho.
A Nasa anunciou, na passada sexta-feira, que vai enviar “uma pequena aeronave autónoma de asas rotativas” para explorar a atmosfera de Marte.

A ‘Mars Helicopter’ será integrada na missão a Marte planeada para 2020 e visa demonstrar a viabilidade e o potencial dos veículos mais pesados do que o ar no planeta vermelho.
“A idéia de um helicóptero voando pelos céus de outro planeta é emocionante. A Mars Helicopter é muito promissora para as nossas futuras missões de ciência, descoberta e exploração em Marte”, afirma o administrador da NASA, Jim Bridenstine.
O helicóptero autónomo pesa 1,8kg e as suas asas rotativas alcançarão 3 mil rotações por minuto. Um dos maiores desafios do projeto são as características da atmosfera de Marte que tem baixa densidade.

sábado, 21 de abril de 2018

NASA anuncia construção de uma nova estação espacial lunar

A NASA está a planear dar início ao projeto da construção do "Lunar Orbital Platform-Gateway" ou Portal da Plataforma Orbital Lunar no próximo ano, 2019. O projeto desta estação espacial já teria sido apresentado em 2017, estando agora a NASA à procura de empresas para iniciar a sua construção.
O objetivo desta empresa é fazer o lançamento em 2022 e em 2025 ter a estação funcional em órbita da Lua. Prevê-se que a estação sirva como paragem em missões que irão para além da Lua e até um ponto de apoio e comunicação entre a Terra e futuras missões a Marte.



sexta-feira, 27 de maio de 2016

Explosões solares podem ter sido fator chave no surgimento da vida como a conhecemos

Ao mesmo tempo magnificentes e temidas, as explosões solares acabam de ganhar um outro nível de atratividade: a de poderem ter sido um elemento chave para o surgimento de vida na Terra.

A adolescência do Sol foi tormentosa, plena de explosões muito mais intensas do que as atuais, mas pelos vistos ainda bem que assim aconteceu, já que essas fortes tempestades solares podem ter sido uma grande parte da razão de existir vida como a conhecemos.

Há cerca de 4.000 milhões de anos, o Sol só tinha aproximadamente três quartos do brilho que tem agora, mas a sua superfície estava minada de gigantescas explosões que expulsavam grandes quantidades de matérias e radiação para o espaço.

Estas poderosas explosões terão dado algum prejuízo, nomeadamente a Marte, mas segundo um grupo de investigadores da NASA, também tiveram os seus benefícios, neste caso para a Terra.

tek sol ultravioleta

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quinta-feira, 26 de maio de 2016

Estação Espacial Internacional completou 100.000 órbitas em torno da Terra

Passados quase 18 anos do seu lançamento, a Estação Espacial Internacional completou a sua 100.000ª órbita em torno do planeta Terra. O feito, assinalado esta segunda feira, dia 16 de maio, foi registado por Jeff Williams, tripulante da Expedição 47, num pequeno vídeo.

Parte destas voltas foram testemunhadas por mais de 220 astronautas e cosmonautas que, nos últimos 15 anos, ocuparam os habitáculos da estação, como sublinha Williams.

A EEI circula a quase 30.000 km/h e demora apenas 90 minutos a completar uma volta ao planeta azul. Hoje, a estação já viajou mais de 4.254.046.974 quilómetros, uma distância que quase daria para chegar a Neptuno.

tek iss

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NASA já está em Marte a conduzir todo o terreno


O envio de um rover para Marte deverá acontecer em 2020. Até lá os engenheiros do Jet Propulsion Laboratory (JPL) preparam o veículo para “aquilo que há-vir” com a ajuda da realidade aumentada.


tek rover marte 2020


A NASA está a desenvolver nos seus laboratórios um rover “especial de corrida” para passear na superfície de Marte. Com data de lançamento marcada para 2020, o veículo já está a ser testado, mas de uma forma especial: num modelo em 3D que ultrapassa as fronteiras do monitor de computador.

Tal acontece graças à realidade aumentada dos Hololens, numa parceria estabelecida já em 2015 com a Microsoft, e a intenção é criar uma forma precisa de explorar o planeta vermelho sem ter de viajar até lá, permitindo aos cientistas percorrerem Marte tal como se se tratasse de um qualquer local na Terra.

A experiência com os óculos da Microsoft é ajudada por, principalmente, duas soluções de software: a OnSight e a ProtoSpace.

O OnSight permite gerar um holograma da superfície de Marte com base nas imagens fornecidas pela sonda Curiosity. Além disso permite ter o contributo de cientistas planetários e geólogos especializados no planeta vermelho, que não estejam no JPL, em tempo real, na análise de diferentes aspetos da missão.

É com base nesta ferramenta que a NASA se prepara para avançar com uma experiência de realidade virtual Destination: Mars, dirigida ao público em geral e que tem estreia marcada para o verão no complexo para visitantes do Kennedy Space Center.

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segunda-feira, 2 de maio de 2016

SpaceX quer chegar a Marte em 2018


  • Os primeiros passos da SpaceX passam por enviar cápsulas Red Dragon não tripuladas para a órbita de Marte.
  • O derradeiro objetivo passa por levar humanos também até ao planeta vermelho algures durante a década de 2020.
  • Sabe-se ainda que a agência espacial da China também pretende enviar missões a Marte, algures durante a década de 2020
veja mais aqui

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domingo, 13 de março de 2016

Via Lactea tem particularidades que a tornam menos banal entre as galaxias


Paris, 12 Jun (Lusa) - Apenas sete por cento das galáxias mais próximas à Via Láctea têm propriedades semelhantes, uma descoberta que ajudar a desvendar a formação do Universo, revelou hoje o Observatório de Paris.  
Uma equipa de astrofísicos franceses descobriu que a Via Láctea é menos banal do que a maioria dos cientistas acreditava, depois de fazer uma comparação com galáxias próximas. 
Como a maioria das grandes galáxias, a Via Láctea é uma galáxia em espiral, formada por um grande disco que roda em torno de um bolbo. 
A massa estelar da Via Láctea é duas vezes inferior à de outras galáxias clássicas, como a Galáxia de Andrómeda. 
O halo da Via Láctea é também excepcional, porque as estrelas que a compõem são pobres em metais pesados. 

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Europa em Marte!

O robot europeu de seis rodas que ainda não tem nome mas promete ser melhor que o seu "primo" norte-americano, Curiosity, vai ser lançado para o espaço em maio de 2018.
O seu objetivo é explorar a superfície e o subsolo de Marte à procura de sinais de vida.
Segundo o investigador português Nuno Silva, consultor da Airbus Defense and Space, o robot europeu "é mais autónomo e inteligente" do que o robot Curiosity que aterrou em 2012 em Marte.

Mais informações aqui.

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Como a ESA pretende construir uma aldeia na Lua


Em 1959, os russos conseguiram aterrar uma nave não tripulada na Lua; dez anos mais tarde, os americanos passearam na sua superfície. Hoje em dia, o plano é ficar. “O meu objetivo é construir uma base permanente na Lua. Uma estrutura aberta à participação de diferentes países”, declara Jan Wörner, diretor geral da ESA. A ideia é criar um projeto global à semelhança da Estação Espacial Internacional.
O Centro Europeu de Astronautas em Colónia organizou um workshop precisamente sobre como erguer uma espécie de pequena aldeia sobre a superfície lunar. A presença de certos metais, minerais e de água gelada pode representar um contributo valioso. Segundo Bernard Foing, diretor do Grupo Internacional de Exploração Lunar, “a Lua tem imensos recursos. Encontrámos gelo nos polos, encontrámos áreas que estão quase constantemente expostas ao Sol. São zonas que nos podem fornecer recursos para utilizarmos na construção ou na manutenção da vida dos astronautas na base lunar.”

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domingo, 14 de fevereiro de 2016

NASA lança campanha para promover turismo espacial

A preparar uma nova era, a Agência espacial norte-americana lançou uma campanha de promoção turística. Marte está, como não poderia deixar de ser, entre os destinos, mas também há uma tour que junta a passagem por Júpiter, Saturno, Úrano e Neptuno.

tek turismo espacial

A nova campanha Visions of the future faz-se de momento com três cartazes, mas a intenção é que a cada próximo mês surjam novos desenhos, e respetivos “convites” de visita a outros spots espaciais.

A Visions of the future vem juntar-se a série anterior Exoplanet, somando 14 cartazes que pode ver na galeria disponibilizada a seguir.

Mais informação

sábado, 13 de fevereiro de 2016

O fim da Philae?

Em 2014, a missão Rosetta fez história ao aterrar com sucesso num asteróide. A aproximação foi atribulada e causou danos que podem ter precipitado o fim da missão.
Os cientistas responsáveis pela missão da Philae explicam que o último contacto com a sonda data julho de 2015. Desde aí, o silêncio é absoluto...

Veja a notícia aqui

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