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quarta-feira, 1 de maio de 2019

Cientistas dizem ser possível mover o planeta Terra para outra órbita

Um dia teremos que tirar a Terra da órbita que conhecemos. Vários cenários apocalípticos poderão obrigar-nos a isso, seja porque o Sol ficará sem combustível e, ao expandir-se, provavelmente engole a Terra, seja pela ameaça mais imediata, o apocalipse do aquecimento global. Será possível mexer o nosso planeta para este entrar numa nova rota de vida?


Segundo cientistas de engenharia espacial, é possível, na teoria, mover o nosso planeta.Não esquecer de escrever o titulo e de adicionar 2 a 3 etiquetas.

Imagem da Terra a mover-se para longe do sol

O Espaço é uma passagem, para a outra margem

No filme chinês de ficção científica The Wandering Earth, lançado recentemente na Netflix, a humanidade tenta mudar a órbita da Terra usando enormes propulsores para escapar do sol em expansão – e evitar uma colisão com Júpiter.

O cenário pode um dia tornar-se realidade. Isto porque daqui a cinco mil milhões de anos, o Sol irá transformar-se numa Gigante Vermelha. Desse modo, o centro da estrela vai encolher e as suas camadas externas vão-se expandir, engolindo o nosso planeta

Contudo, há uma ameaça mais imediata, não nos podemos esquecer do apocalipse do aquecimento global. Assim, mover a Terra para uma órbita mais ampla poderia ser uma solução – e isso é possível na teoria.


Como seria possível mover a Terra de órbita?

Por uma questão de argumento, vamos supor que pretendemos mover a Terra da sua órbita atual para uma órbita de 50% mais longe do Sol, semelhante à de Marte.

Conforme temos acompanhado, há técnicas planeadas para mover pequenos corpos – asteroides – da sua órbita por muitos anos, principalmente para proteger o nosso planeta dos impactos. Alguns são baseados numa ação impulsiva e muitas vezes destrutiva: uma explosão nuclear perto ou na superfície do asteroide, ou um “impacto cinético”, por exemplo, uma nave que colida com o asteroide a alta velocidade.



Propulsores elétricos

Na verdade, atualmente já estamos a mover a Terra da sua órbita. Sempre que uma sonda sai da Terra para outro planeta, ela transmite um pequeno impulso à Terra na direção oposta, semelhante ao recuo de uma arma. Felizmente para nós – mas infelizmente com o propósito de mover a Terra – este efeito é incrivelmente pequeno.


O Falcon Heavy da SpaceX é o veículo de lançamento mais capaz atualmente. Precisaríamos de 300 mil bilhões de lançamentos em capacidade total para alcançar a mudança de órbita para Marte. O material que compõe todos estes foguetes seria equivalente a 85% da Terra, deixando apenas 15% da Terra na órbita de Marte.

Poderia ser utilizado um propulsor elétrico como acelerador iónico. Este recorria à eletricidade para acelerar os iões pela parte de trás da nave. Poderíamos apontar e disparar um propulsor elétrico na direção final da órbita da Terra.

Eventualmente estaríamos a falar num enorme propulsor que teria de se situar a 1000 km acima do nível do mar, além da atmosfera da Terra. Contudo, teria de estar firmemente ligado ao planeta com um feixe rígido. Isto seria necessário para transmitir a força impulsora.

Com um feixe de iões disparado a 40 quilómetros por segundo na direção certa, ainda precisaríamos ejetar o equivalente a 13% da massa da Terra em iões para mover os 87% restantes.

 

 

sábado, 27 de fevereiro de 2016

Em 2075, 60% da Terra vai sofrer vagas de calor extrema


Os cientistas do NCAR dizem que a humanidade ainda vai a tempo de evitar o aquecimento do Planeta. Os investigadores norte-americanos preveem para 2075 vagas de calor três graus mais quentes que aquelas que se registam atualmente.

As vagas de calor que têm assolado alguns locais da Terra a cada vintena de anos, mas poderão tornar-se anuais – e afetar 60% do planeta por volta de 2075. A previsão foi avançada por cientistas do Centro Nacional de Investigação Atmosférica dos EUA (NCAR).

Os investigadores norte-americanos recordam que as vagas de calor não só se vão tornar mais frequentes e disseminadas, como ainda poderão ser mais severas. Os peritos em meteorologia do NCAR estimam que as vagas de calor que vão ocorrer dentro de 60 anos poderão ser cerca de três graus celsius mais quentes que aquelas que se registam atualmente, noticia a Popular Science.



 

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Nova tecnologia pode ameaçar a sobrevivência humana



O físico Stephen Hawking alertou que as novas tecnologias provavelmente irão trazer “novas situações que poderão ser negativas” para a sobrevivência humana.

  
Ao ser questionado se o mundo vai acabar “naturalmente” ou se o homem iria destruí-lo, Hawking disse que cada vez mais a maior parte das ameaças contra a humanidade vem do progresso feito em ciência e tecnologia. Elas incluem a guerra nuclear, um catastrófico aquecimento global  e os vírus geneticamente modificados, disse ele.

Para saber mais desta noticia visite este link.



sábado, 29 de outubro de 2011

Um Dia Na Terra


  One Day On Earth("Um Dia Na Terra" em português) é uma iniciativa patrocinada pelo Vimeo, site de partilha de vídeos em formato digital.
  No dia 11 de Novembro de 2011(11/11/11) todos os realizadores, estudantes, ou até mesmo cidadãos inspirados irão documentar 24 horas da experiência humana.Nunca é demais dizer que qualquer pessoa poderá-se inscrever para se juntar à iniciativa.Esta já foi tomada no ano passado(10/10/10) tendo grande sucesso.
On November 11th, 11.11.11, across the planet, documentary filmmakers, students, and other inspired citizens will record the human experience over a 24-hour period and contribute their voice to the second annual global day of media creation called One Day on Earth. Together, we will create a shared archive and a film.
Founded in 2008, One Day on Earth's first media creation event occurred on 10.10.10. The collaboration was the first ever simultaneous filming event occuring in every country of the world. It created a unique geo-tagged video archive as well as an upcoming feature film.
Together, we are showcasing the amazing diversity, conflict, tragedy, and triumph that occur in one day. We invite you to join our international community of thousands of filmmakers, hundreds of schools, and dozens of non-profits, and contribute to this unique global mosaic. One Day on Earth is a community that not only watches, but participates.