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segunda-feira, 16 de março de 2015

Informatica Forense



Computação Forense consiste, basicamente, no uso de métodos científicos para preservação, coleta, validação, identificação, análise, interpretação, documentação e apresentação de evidência digital com validade probatória em juízo. A aplicação desses métodos nem sempre se dá de maneira simples, uma vez que encontrar uma evidência digital em um computador pode ser uma tarefa muito árdua. Atualmente, com os discos rígidos atingindo a capacidade de TeraBytes de armazenamento, milhões de arquivos podem ser armazenados. Logo, é necessário a utilização de métodos e técnicas de Computação Forense para encontrar a prova desejada que irá solucionar um crime, por exemplo.
  

sábado, 14 de maio de 2011

Mais de 286 milhões de novas ameaças 'online' em 2010


Em 2010, registou-se um crescimento massivo de novas ameaças online, num total superior a 286 milhões, e um aumento «impressionante na frequência e sofisticação de ataques dirigidos a empresas», revela o ultimo relatório da Symantec, empresa global de soluções de segurança.
Para o futuro, o incremento de ameaças online e crimes informáticos deve manter-se. Quem garante ao Destak é o responsável pela área da Segurança da Symantec Portugal, que lamenta «que as leis e acordos internacionais entre os diferentes países e entidades governamentais e privadas, assim como a especialização de recursos, não têm acompanhado a velocidade logarítmica de evolução tecnológica da sociedade digital global em que vivemos».
Além disso, «o número de crimes tem tendência a crescer, principalmente tendo em conta a conjuntura económica em que vivemos e o acesso 'fácil' à informação e tecnologia que auxiliam a execução destes crimes». No entanto, Timóteo Menezes acredita qie «num futuro não muito longínquo, e de forma crescente (mas não proporcional), se conseguirão cada vez mais apanhar 'culpados'».


Dispositivos móveis afectados
No que respeita aos alvos preferenciais dos 'piratas' informáticos, o responsável destaca «os sectores financeiros, educação, governo e indústria médica, redes sociais e comércio«. Contudo, salienta que «os hackers exploram cada vez mais novos territórios, como o da mobilidade, o que explica o aumento de 42% do malware para dispositivos móveis».
Em relação ao spam, a 16ª edição do Relatório de Ameaça à Segurança na Internet da Symantec verificou que «74% do spam estava em 2010 relacionado coma indústria farmacêutica». e 56% de ataques de phishing tiveram como alvo a banca. No que respeita às principais ameaças, destaque para «o roubo de informação pessoal, financeira e de propriedade intelectual».


Apostar na protecção
O especalista aconselha os cibernautas a adoptar uma postura o mais defensiva possível, «quer em termos de 'atitude' de computador no acesso e utilização de informação, quer recorrendo à instalação de aplicações de segurança».





Notícia de Patrícia Susano Ferreira
in Destak