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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2022

Portugueses acederam 788 milhões de vezes a sites de pirataria de conteúdos em 2021

Os portugueses acederam 788 milhões de vezes, entre janeiro e dezembro de 2021, a sites que disponibilizam séries, filmes, música, software, livros, jornais e revistas de forma ilegal. O valor representa um crescimento de 12% face a 2020 (703,8 milhões de acessos) e confirma, também para Portugal, uma tendência que se tem registado a nível internacional: os níveis de pirataria de conteúdos estão a aumentar.

Tendo em conta a população portuguesa (10,3 milhões de pessoas, segundo os dados provisórios dos Censos 2021), isto significa uma média de 76 acessos a sites ilegais, por pessoa, ao longo do ano. Os dados, cedidos à Exame Informática, são da Muso, empresa de análise de mercado especializada em monitorizar acessos a sites com conteúdos ilegais.

As transmissões desportivas e as séries de televisão (52,1%) são de longe os conteúdos mais procurados pelos portugueses nestes sites. Seguem-se os conteúdos editoriais (24,4%), como livros, jornais e revistas, software (10,1%), com a música e os filmes a representarem, respetivamente, cerca de 7% e 6,4% dos acessos.


Ainda segundo as informações da Muso, 66,4% dos acessos dos utilizadores de internet portugueses aos diferentes sites de pirataria de conteúdos é feita de forma direta – um valor que demonstra um comportamento de hábito por parte dos utilizadores no acesso a estes sites. Outros 22,6% chegam a estes sites através de pesquisas na internet, com os restantes 11% dos acessos a estarem distribuídos por redes sociais, anúncios online e referências através de e-mail.

Quanto à forma como consomem os conteúdos pirateados, 52,4% das vezes é feita a transmissão online (streaming) dos conteúdos, enquanto em 47,6% dos casos ainda é feito o download para o dispositivo pessoal do utilizador. Os dados da Muso revelam também que é aos fins-de-semana e durante os feriados que os utilizadores mais acedem aos sites com transmissões desportivas, séries e filmes, sendo que nos restantes conteúdos o acesso é relativamente constante ao longo dos dias.

O valor total de acessos a sites de conteúdos piratas (788 milhões) é no entanto inferior ao de outros países: na Suécia, que também tem cerca de dez milhões de habitantes, foram feitos 1,1 mil milhões de acessos a sites piratas ao longo de 2021; já em Espanha, país vizinho de Portugal, mas que tem 47,5 milhões de habitantes, foram feitos 3,4 mil milhões de acessos, no total, no ano passado.

Fonte: https://visao.sapo.pt/exameinformatica/noticias-ei/internet/2022-02-01-pirataria-series-filmes-futebol-portugal-2021/

terça-feira, 26 de abril de 2016

Cuidado: Spotify foi hackeado, é hora de mudar a sua password

Os dados referentes a centenas de contas do Spotify foram roubados deste serviço e estão disponíveis no PasteBin. Estes dados incluem os habituais nomes de utilizador e palavras chave, mas têm ainda alguma informação adicional como o tipo de conta e outros dados.

Vários utilizadores têm estado a queixar-se que perderam acesso ao serviço, quer porque a sua palavra passe foi alterada quer porque o endereço de email associado foi mudado.

Não há informações de como estes dados foram retirados dos servidores do Spotify, mas a verdade é que muitos estão a passar por problemas para aceder a este serviço.




Sondagem: Concordam com o bloqueio de sites pelas operadoras?



terça-feira, 19 de abril de 2016

Três milhões de servidores em risco de ransomware

O Talos Group, da Cisco, informa que pelo menos 2100 servidores, de 1600 redes, desde escolas, serviços públicos e empresas de aviação, estão vulneráveis a ataques de ransomware. O programa JBoss não atualizado para a versão mais recente é usado como ponto de entrada. A equipa de investigadores alerta que estes servidores estão vulneráveis ao malware Samsam e que os hackers podem começar a atacar estas máquinas, que geralmente albergam mais dados sensíveis do que os computadores individuais, explica aZDNet.

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Três milhões de servidores em risco de ransomware

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Tribunal de Justiça da UE: Advogado Geral diz que é legal publicar links piratas

   O Advogado Geral do TJUE considera que os internautas não têm os meios necessários para saber se um link direciona para conteúdos piratas. Resta saber se o TJUE vai seguir a posição do Advogado Geral.


   Tudo começou em 2011 com uma disputa entre o site GeenStijl.nl e a revista masculina Playboy. O caso avançou de instância em instância até ser remetido para Tribunal de Justiça da UE (TJUE). Ontem, foi a vez de Melchior Wathelet, Advogado Geral do TJUE, revelar um parecer que, caso seja seguido na deliberação final, poderá vir a transformar a partilha de conteúdos na Internet e o combate à pirataria. Wathelet analisou a Diretiva Europeia dos Direitos de Autor e chegou à conclusão de que sites e internautas são livres de publicar links que direcionam para cópias ilegais de músicas, vídeos, jornais, revistas, software, jogos ou qualquer outro tipo de conteúdo.

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Descriminalização de downloads piratas quase... chumbada

O PCP propôs hoje a descriminalização do download pirata na Assembleia da República – mas não logrou mais que uma passagem do debate para uma das comissões parlamentares. 

PS, PSD e CDS mostraram não estarem dispostos a aprovar o projeto de lei comunista que visava também a criação de um fundo de compensação para autores e produtores que aceitem disponibilizar livremente as respetivas criações na Internet. Face às posições proferidas às bancadas da mais à direita, o PCP fez saber da disponibilidade para prosseguir com o debate na comissão parlamentar sem ser sujeito a votação – uma opção que evita que o diploma seja sujeito a um chumbo… mas que dificilmente evitará que os grupos parlamentares bloqueiem as propostas comunistas, ou introduzam alterações substanciais no projeto de lei, quando for debatido na Comissão de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto.

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domingo, 13 de março de 2016

Browser Opera avança para bloqueio de publicidade

As extensões quer permitem esconder anúncios são cada vez mais populares. Será isto bom ou mau?

Pirataria: Bom ou Mau

Google recebe por mês 76 milhões de pedidos de remoção de conteúdos "piratas".

Com a facilidade de acesso a conteúdos pagos, gratuitamente. É óbvio que as grandes empresas vêm os seus lucros a diminuírem e a tomar medidas para que isto acaba.

Mas será que a pirataria é algo bom ou mau?


segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Plugin que contorna bloqueio de sites piratas usado por 18 mil pessoas

   O Ahoy é um plugin criado por um grupo de programadores portugueses com o propósito de permitir que qualquer utilizador do Chrome possa contornar o bloqueio de sites de pirataria ou apostas.


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BE quer acabar com bloqueio de sites de pirataria e apostas



O Partido político Bloco de Esquerda invoca a Constituição para solicitar ao Governo a «suspensão imediata dos diplomas em vigor» que sustentam o bloqueio de sites de apostas e exige a extinção do memorando de anti pirataria que já bloqueou 185 sites em Portugal.

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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

"Anonymous" ataca site do departamento de justiça dos EUA e do FBI




É a resposta do grupo à decisão da justiça norte americana de fechar a página da internet Megaupload. O site de partilha de ficheiros é acusado de pirataria. O fundador da página e pelo menos sete funcionários foram detidos.
O Megaupload.com ficou inacessível desde quinta-feira à tarde nos Estados  Unidos e 18 outros páginas filiadas foram encerradas pela justiça norte-americana,  que apreendeu 50 milhões de dólares das contas da sociedade com sede em  Hong Kong e processou sete dos seus responsáveis, anunciaram na quinta-feira  as autoridades norte-americanas. 
O FBI (polícia federal norte-americana) e o ministério da Justiça norte-americano  consideraram num comunicado que se tratava de um dos "maiores negócios de  violação dos direitos de autor jamais realizados nos Estados Unidos". 
Segundo as autoridades norte-americanas, as sete pessoas processadas  são "responsáveis por uma pirataria considerável na Internet de numerosos  tipos de conteúdos protegidos pelos direitos de autor através do Megaupload.com  e de outras páginas de Internet". 
Estas pessoas são acusadas de ter ganho cerca de 175 milhões de dólares  com o negócio, provocando "mais de meio milhão de dólares de perda aos detentores  dos direitos", oferecendo na sua página filmes, séries e outros produtos  pirateados, prosseguem as autoridades americanas.