Pesquisar aqui

Mostrar mensagens com a etiqueta sensores. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta sensores. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 18 de março de 2020

Arduino - Sensor de Temperatura e Humidade


NA PUBLICAÇÃO DE HOJE IREI FALAR SOBRE UM SENSOR BASTANTE ÚTIL EM INÚMEROS PROJETOS, O MÓDULO DE TEMPERATURA E HUMIDADE!

O Sensor Temperatura e Humidade DHT11 é um sensor de temperatura e humidade que permite fazer leituras de temperaturas entre 0 a 50º Celsius e humidade entre 20 a 90%, muito usado para projetos com Arduino.
O Módulo DHT11 na prática detecta a humidade e a temperatura e envia essas informações para a placa microcontroladora, que deve estar programada para realizar alguma ação quando é atingida determinada temperatura ou humidade.

É ideal para o uso por profissionais ou estudantes das áreas tecnológicas, o Sensor de Temperatura e Humidade DHT11 oferece dados confiáveis e estáveis.
Pode desenvolver vários projetos com o Módulo DHT11 e o Arduino, como por exemplo, ligar o ar condicionado automaticamente quando o ambiente atingir uma determinada temperatura ou ligar a função de remover a humidade quando atingir uma determinada humidade ou até fazer um simples termómetro.


Referências:

segunda-feira, 16 de março de 2020

Arduino - Sensor de água


NA PUBLICAÇÃO DE ARDUINO DE HOJE IREI FALAR SOBRE O SENSOR DE ÁGUA, UM COMPONENTE BASTANTE INTERESSANTE!


O Sensor de Nível de Água é um componente eletrónico de utilização universal que pode ser usado em diversos projetos eletrónicos que envolvam plataformas microcontroladoras como o Arduino, Raspberry Pi, PIC, ARM, AVR, etc...
Por inúmeras razões, é necessário detectar a presença de água num determinado espaço. O Sensor de Nível e Profundidade de Água é ideal para saber o nível de líquido de um tanque, por exemplo.

Para uma maior durabilidade a superfície do Sensor de Nível e Detecção de Água passa por processos químicos para aumentar sua condutividade elétrica e resistência à corrosão.
O Sensor de Nível de Água possui simples conexão, contando com dois pinos de alimentação (positivo e negativo) e um terceiro pino “S” que é conectado à saída analógica do Arduino.
Recordo que os pinos do Sensor de Nível e Profundidade de Água não devem ser submersos na água, sob risco de curto-circuito. Para facilitar a instalação existem duas perfurações para a fixação do sensor em diversos locais.

O Sensor de Profundidade de Água apresenta fácil interface, podendo ser manipulado por iniciantes em Arduino ou mesmo por especialistas técnicos que querem ampliar o seu projeto.


Referências:

domingo, 1 de março de 2020

Componentes Arduino: sensor de humidade

Dentro desta curadoria temporária de Arduino irei criar uma mini série de posts que cobrem os componentes que pode usar com o seu Arduino e que considero mais cruciais ou interessantes. 
Neste primeiro post irei falar sobre sensores de humidade, que servem para, como é óbvio, medir a humidade do ambiente em que estão inseridos e enviar essa informação para o Arduino, de modo a que este atue, ou demonstre esses dados num LCD, por exemplo.
Provavelmente o sensor mais comum deste tipo é o DHT11, que é um sensor de humidade, mas também de temperatura. A sua popularidade advém da sua fácil comunicação com microcontroladores (como o Arduino ou Raspberry Pi), de funcionar com 5V e 3.3V (Tensões que o Arduino fornece),  devido ao seu alcance (20%-90%) e à sua precisão (±5% para a humidade e ±2% para a temperatura). Como é de se esperar, este sensor é muito barato.



Porém, considero que os sensores de humidade mais interessantes são os de humidade do solo, devido às suas aplicações em termos de agricultura e jardim. Podendo programar o Arduino para regar as plantas quando o nível de humidade do solo passa de um valor determinado. Este tipo de sensores são constituídos por uma sonda que entra em contacto com o solo e um pequeno módulo contendo um chip comparador LM393 que é responsável pela leitura e envio dos dados para o microcontrolador. Neste caso não tenho uma particular recomendação, porém, posso garantir que este tipo de sensores é muito barato.





imagens:
  • URL
  • URL2
  • consultadas no dia 29/02/2020
fontes:

quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

Sensores para os seus projetos de IoT

Toda a gente gosta de desenvolver um projeto pessoal e de ver o seu trabalho, esforço e dedicação culminar numa criação útil ou engraçada. Estamos numa era ode é muito fácil e barato começar a desenvolver os nossos projetos. Com ferramentas como o Arduino, CHIP ou Raspberry Pi juntamente com sensores e shields possuímos muitas possibilidades para deixar a nossa imaginação fluir e praticar os nossos conhecimentos e raciocínio. Mas o que torna cada projeto tão diferente de todos os outros não costuma ser os microcontroladores, mas sim os diversos sensores utilizados, por isso, vou dar 7 exemplos de sensores muito úteis para projetos sobre internet of things.

Sensor de temperatura:

Este sensor possui capacidade para medir uma temperatura entre -55 a 125 graus celsius. É um sensor digital, o que significa que é possível ver a leitura dos seus valores já em graus celsius em vez de ter que fazer conversões de valores analógicos.É muito preciso, com uma margem de erro de apenas 0,5ºC e caso esteja bem protegido (numa cápsula, por exemplo) funciona em líquidos. 

Sensor de vibração:

Qualquer toco físico neste sensor é transformado em energia elétrica que é transmitida ao microcontrolador na forma de uma anotação analógica. Podendo ser usado, por exemplo, para enviar alertas quando as vibrações são superiores a valor definido por programação.

Sensor de luminosidade (LDR):

Neste sensor, à medida que a intensidade da luz emitida sobre ele aumente, a sua resistência diminui. Dando uma indicação numéirca deste acontecimento para o microcontrolador, começando no 0 (quando há ausência de luz) crescendo até ao 1023 (sinal analógico).

Sensor de ultrasson:

Este sensor é capaz de medir distâncias através da variação do tempo percorrido por ondas sonoras por ele emitidas. Tem um alcance que varia entre 2cm e 4m, possuindo uma margem de erro de apenas 3mm.

Sensor do nível de água:

Neste sensor, conforme o nível de água for aumentando, também a tensão aumenta. Quanto maior for o recipiente em que este está inserido, maior deve ser o sensor, pois este funciona com contacto direto com a água.

Sensor de humidade do solo:

Para este sensor, quanto maior a quantidade de água presente no solo em que este está espetado, maior será o valor numérico por ele transmitido. É necessária calibração do nível de humidade a partir do qual queremos que este gere um alerta ou mande executar uma função (como regar). É um sensor de extrema importância para a agricultura.

Sensor de gás:

Este sensor consegue identificar gases inflamáveis como metano, hidrogénio ou propano. Para isso usa dióxido de estanho, um material de baixa condutividade que quando possui algum gás inflamável próximo do sensor, a condutividade do mesmo aumento conforme esse gás fica mais denso. É um ótimo sensor para segurança, inclusive acionando atuadores que controlem a fuga de gás.


Aconselho a quem estiver a planear fazer projetos com o conceito de internet of things que usa a Arduino IoT Cloud para controlar o seu projeto pela internet, no seu telemóvel ou computador. Podendo até ver em tempo real o valor dos sensores.

imagens:


fonte:

domingo, 24 de fevereiro de 2019

Quais os principais componentes de um robot?


Quais os principais componentes de um robot?

As principais componentes de um robot são:
Imagem relacionada
Sistema de controle – reage a estímulos do exterior, através de código escrito para processar esses sinais.
É o que permite ao robot interagir com o contexto que rodeia.
Sensores – são dispositivos de input de dados do meio ambiente, que permite ao robot saber coisas como a
sua posição relativa e absoluta, que objetos o rodeiam, luzes e sons, entre muitos outros. A partir destas
informações, o seu sistema de controle irá reagir e definir as suas ações.
Atuadores (Actuators) – são os mecanismos que permitem que o robot se mova em reação aos inputs que
receberam dos sensores e do processamento do sistema de controle. Os “corpos” dos robots são feitos de
metal, plástico, borracha e outros materiais, e terão as articulações que lhes permitem mover e executar as
tarefas para que foram criados.
Fonte de energia – é necessária uma fonte de energia para que todas as componentes do robot funcionem.
Geralmente a energia é elétrica e provém de baterias.
Actuadores de extremidade – são componentes que se aplicam às extremidades dos robots (“braços”) e que
permitem que eles executem as suas funções (pistola de tinta em robots pintores, pinças para robots
industriais, etc).

Referências:
https://sciencing.com/main-parts-robot-7403157.html

http://www.yourarticlelibrary.com/robots/robots-5-important-components-of-robots/5692

terça-feira, 12 de abril de 2016

Sensores dos automóveis podem informar o mundo do estado das estradas

Hoje em dia os automóveis são cada vez mais inteligentes. Equipados com sensores com sensibilidade cada vez mais apurada, conseguem proezas como identificar e ver peões em risco melhor do que nós, mas continuam cegos num dos principais fatores de sinistralidade rodoviária: o estado das estradas.

Para fazer face a esta lacuna, um grupo de investigadores da Universidade de Málaga desenvolveu um sistema para detetar em tempo real o estado da estrada utilizando os próprios sensores do automóvel.


Sensores dos automóveis podem informar o mundo do estado das estradas

A equipa coordenada pelos investigadores Juan Jesús Castillo e Juan Antonio Cabrera da UMA afirma ser possível utilizar sensores tão variados dos automóveis como os do ABS e do Programa Eletrónico de Controlo de Estabilidade ESP, entre outros, para conseguir informações sobre a via em que circula o automóvel.

Caso o sistema seja bem sucedido, este pode dar indicações importantes aos futuros automóveis de condução autónoma. Mas dando um passo rumo ao futuro, dentro de pouco tempo a maioria dos automóveis estará ligada em rede, e todos os carros poderiam enviar informações a um sistema central para melhor gerir o tráfego e a sinalização das vias.