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quinta-feira, 14 de abril de 2022

Microsoft encontra novo malware chinês que ataca o Windows

O grupo de detecção e resposta da Microsoft e a central de inteligência contra ameaças da empresa encontraram um novo ataque direcionado contra o sistema operacional Windows que explora uma vulnerabilidade que antes era desconhecida pela companhia.

A ferramenta utilizada se chama Tarrask e o grupo responsável pela invasão é o HAFNIUM, uma gangue de origem chinesa e ligada ao governo local. A ameaça já era monitorada há mais de um ano pela Microsoft — eles teriam sido os responsáveis por um ataque aos servidores da gigante e também ao Microsoft Exchange. O país, entretanto, rejeitou todas as acusações de conexão com os cibercriminosos.




O malware em questão não atua sozinho e utiliza um bug no Agendador de Tarefas para se esconder, tornando a sua detecção ainda mais difícil por sistemas de segurança e mantendo a ameaça funcionando mesmo após a reinicialização do sistema. Dessa forma, ele é capaz de fazer com que máquinas comprometidas continuem vulneráveis para que elas sejam atacadas por outras ferramentas.


Fontes:


quinta-feira, 10 de março de 2022

Rússia prepara ataque informático para desativar computadores portáteis e telemóveis no Reino Unido

Vírus, que já está a ser apelidado de "Covid para computadores", utiliza pornografia para desativar os dispositivos.




Os 'hackers' das agências de espionagem russas FSB e GRU estão prestes a desencadear uma onda de ataques informáticos em retaliação às sanções aplicadas pelo Ocidente. O ataque vai ser levado a cabo com um vírus, que já está a ser apelidado de "Covid para computadores".

O referido vírus utiliza pornografia para desativar os computadores portáteis e telemóveis no Reino Unido, avança o Mirror.

De acordo com um antigo espião informático, o 'software' malicioso - ou 'malware' - que a Rússia tem vindo a aperfeiçoar ao longo de duas décadas pode infetar milhões de dispositivos pessoais em todo o Reino Unido. "Um clique num vídeo sedutor é suficiente para invadir, danificar ou incapacitar computadores ou telemóveis", salientou.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

Python - News 2

ESTA PUBLICAÇÃO É UM POUCO FORA DO COMUM EM QUE NÃO VOU EXPLICAR NENHUM TIPO DE COMANDO DIFERENTE EM PYTHON, MAS APRESENTAR-VOS UMA NOTÍCIA E UM AVISO PARA TODOS OS NAVEGANTES DA INTERNET!

A equipa de segurança do Python removeu duas bibliotecas mal-intencionadas do PyPI(índice de Pacotes Python, falado anteriormente onde se podem encontrar vários documentos partilhados pela comunidade, entre eles bibliotecas). Ambas as bibliotecas foram criadas pelo mesmo desenvolvedor, que utilizou uma técnica chamada typosquatting que serve para registar nomes com aparência semelhante, assim as bibliotecas criadas por ele tinham nomes parecidos com bibliotecas populares.

A primeira chamava-se jeilyfish (publicada a 11 de dezembro de 2018, QUASE 1 ANO!), que imitava a biblioteca jellyfish (que trabalha com strings); como a fonte do site é diferente desta, esta biblioteca era quase indistinguível visto que o 'i' inicial era quase idêntico a um 'l', como podemos ver na imagem abaixo.

segunda chamava-se python3-dateutil (adicionada em 29 de novembro de 2019), que imitava a biblioteca dateutil (que falarei em publicações futuras que contem várias ferramentas úteis de controlo de tempo e datas).

As duas bibliotecas foram descobertas no dia 1 de dezembro, pelo desenvolvedor Lukas Martini e foram removidas no mesmo dia após notificar os desenvolvedores da dateutil e da equipa de segurança do PyPI.

pytho3-dateutil não continha código malicioso, mas importava a biblioteca jeilyfish que extraía as chaves SSH e GPG do computador de um utilizador e enviava as mesmas para este endereço IP: http://68.183.212.246:32258
Essas chaves serviriam para descobrir quais projetos as credenciais funcionavam para comprometer os mesmos.

Esta é a quarta vez que a equipa do PyPI tem de remover bibliotecas mal-intencionadas, ocorreu em setembro de 2017 (10 bibliotecas), outubro de 2018 (12 bibliotecas) e julho de 2019 (3 bibliotecas).


Referências:

domingo, 24 de março de 2019

A Guerra dos Tronos é a série preferida para esconder vírus

Resultado de imagem para game of thrones

Episódios pirateados das séries de televisão A Guerra dos Tronos, Arrow e The Walking Dead são os preferidos dos cibercriminosos para esconder conteúdo malicioso e roubar o acesso ao computador de alguém. 


Um quinto de todos os ataques vêm em episódios ilegais da série inspirada na fantasia medieval de George R.R. Martin, e o primeiro de todos – Winter is Coming – é o que mais vem com vírus acompanhado. 

A informação surge num relatório recente da empresa de antivírus Kaspersky, que olha para o panorama mundial da pirataria numa altura em que surgem cada vez mais formas de ver televisão legalmente através da Internet (em Portugal, a Netflix e a HBO são algumas das plataformas de subscrição já disponíveis).

Os investigadores aconselham que se veja séries apenas por meios legítimos e que, para ficheiros descarregados, não usar ficheiros com extensão ‘.exe’ somente‘.avi’, ‘.mkv.’ ou ‘.mp4’.


Consultei o site DN no dia 04/04/2019.

domingo, 13 de maio de 2018

ZooPark, o vírus que pode ler as conversas do WhatsApp
Foi descoberta há dias uma nova e importante fragilidade de segurança que afeta os smartphones Android, sobretudo para quem usa o WhatsApp.
Identificado como um poderoso e sofisticado malware (vírus), chamado ZooPark, este consegue infiltrar-se nas conversas de determinados utilizadores. Para já, Portugal ainda não está na lista de países afetados.
Imagem malware ZooPark para android que usa o Whatsapp

ZooPark – Poderoso malware que anda à solta

Algumas das aplicações maliciosas do ZooPark estão a ser distribuídas a partir de websites políticos e de notícias, populares em localizações específicas do Médio Oriente. Aparentam ser aplicações legítimas, com nomes de entidades reconhecidas e relevantes nos países alvo, como “TelegramGroups” ou “Alnaharegypt news”, entre outros.
Após a infeção, o malware permite aos hackers extrair:
  • Contactos
  • Informações da conta
  • Registo de chamadas e gravações áudio das mesmas
  • Imagens armazenadas nos cartões de memória dos dispositivos
  • Localização através do GPS
  • Mensagens de texto
  • Detalhes das aplicações instaladas e dados de pesquisa
  • Keylogs e dados de clipboard
  • Etc.
O sofisticado malware tem a habilidade de usar uma backdoor para enviar silenciosamente mensagens de texto, realizar chamadas e executar comandos shell.
Uma função maliciosa adicional destina-se a aplicações de mensagens instantâneas, como o Telegram ou o WhatsApp, ou o motor de pesquisa Chrome, entre outras aplicações. Esta funcionalidade permite ao malware atacar as bases de dados internas das aplicações, o que significa que, no caso do Chrome, as credenciais e os dados de autenticação dos sites nele armazenados poderão ser comprometidos em resultado do ataque.
A investigação sugere que os hackers estão focados em utilizadores do Egipto, Jordânia, Marrocos, Líbano e Irão. Tendo em conta os temas utilizados para atrair as suas vítimas e as levarem a instalar o malware, os membros da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados estão entre os possíveis alvos do malware ZooPark.
À priori não há risco para os utilizadores comuns… Desde que não sejam um alvo, pois o ZooPark é uma ameaça direcionada”

Referiu um dos responsáveis da empresa de segurança Kaspersky Lab à comunicação social.

terça-feira, 10 de maio de 2016

Kaspersky Lab deteta 2900 novas variantes de Ransomware no primeiro trimestre de 2016

A equipa de investigadores da Kaspersky Lab detectou 2900 novas variantes de ransomware no último trimestre, o que representa um aumento de 14%. O número de utilizadores que sofreram uma tentativa de ataque por ransomware cresceu 30% face ao último trimestre de 2015.

Mais informação pode ser encontrada em: http://www.zdnet.com/article/ransomware-is-now-the-top-cybersecurity-threat-warns-kaspersky/