Pesquisar aqui

Mostrar mensagens com a etiqueta guerra. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta guerra. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 25 de março de 2022

Preocupações com ciberataques da Rússia crescem. Saiba como tornar o computador mais seguro

Sejam computadores de empresas ou particulares, pode tornar o sistema mais seguro com algumas dicas e a instalação de algumas extensões de proteção.


A invasão da Rússia à Ucrânia tem levantado algumas preocupações aos especialistas de cibersegurança, no aumento de ataques que possam ser lançados. O tema quente da atualidade também pode incentivar os hackers a tomarem partido da curiosidade de muitos utilizadores desprevenidos, que procuram notícias sobre o conflito. Em primeiro lugar, deve manter os browsers de navegação de internet sempre atualizados, o mesmo para todas as aplicações e firmware dos equipamentos.

A especialista em cibersegurança Cipher salienta que a invasão russa fez escalar os incidentes cibernéticos, resultando no desligar de websites e ataques DDoS dirigidos ao governo ucraniano, meios de comunicação social, infraestruturas de internet e serviços eletrónicos usados pelos cidadãos.

E embora os ataques pretendam causar a confusão e dificultar as comunicações, de forma a enfraquecer a resposta militar da Ucrânia e baixar a moral dos habitantes, estes podem-se propagar a outras geografias. Nesse sentido, deve manter-se em alerta e desconfiar sempre de emails suspeitos que receba, não abrindo os seus anexos. Um ataque pode afetar não só a rede doméstica, como as pequenas empresas menos desprotegidas.

Em relação às organizações, a Cypher recomenda aos gestores de TI que desenvolvam um plano de resposta a incidentes. Devem verificar o acesso que os colaboradores têm dentro da organização, assim como as permissões que podem representar um risco para a empresa. A ativação de autenticação de dois fatores é também recomendada.

quinta-feira, 10 de março de 2022

Rússia prepara ataque informático para desativar computadores portáteis e telemóveis no Reino Unido

Vírus, que já está a ser apelidado de "Covid para computadores", utiliza pornografia para desativar os dispositivos.




Os 'hackers' das agências de espionagem russas FSB e GRU estão prestes a desencadear uma onda de ataques informáticos em retaliação às sanções aplicadas pelo Ocidente. O ataque vai ser levado a cabo com um vírus, que já está a ser apelidado de "Covid para computadores".

O referido vírus utiliza pornografia para desativar os computadores portáteis e telemóveis no Reino Unido, avança o Mirror.

De acordo com um antigo espião informático, o 'software' malicioso - ou 'malware' - que a Rússia tem vindo a aperfeiçoar ao longo de duas décadas pode infetar milhões de dispositivos pessoais em todo o Reino Unido. "Um clique num vídeo sedutor é suficiente para invadir, danificar ou incapacitar computadores ou telemóveis", salientou.

quarta-feira, 9 de março de 2022

Guerra na Ucrânia terá efeitos profundos no mercado tecnológico

Impacto do conflito no mercado de Tecnologias de Informação e Comunicação vai sentir-se nos próximos anos, diz a consultora IDC, com uma redução imediata dos investimentos


É "um ponto de viragem crítico" para a Europa e para o mundo. A invasão da Ucrânia pela Rússia e as sanções económicas e diplomáticas resultantes vão provocar ondas de choque no mercado tecnológico, desequilibrando a procura por tecnologia de informação e comunicação (TIC) e provocando todo o tipo de problemas. Na primeira análise feita pela IDC aos efeitos do conflito, a consultora aponta para efeitos negativos que vão durar anos e aconselha as empresas a tomarem medidas com um horizonte alargado em mente.

"Dada a natureza fluída do conflito, a IDC recomenda que as empresas identifiquem os elos mais fracos do seu ecossistema da cadeia de valor, desenvolvam estratégias ágeis de cadeia de abastecimento e criem planos de ação que lhes permitam antecipar e reagir a uma panóplia de movimentos disruptivos do mercado", disse o responsável da consultora, Philip Carter.

A IDC prevê, sem surpresa, que tanto a Rússia como a Ucrânia irão passar por um declínio muito acentuado dos investimentos em TIC e que a recuperação será lenta. Juntos, os dois países representam cerca de 5,5% dos gastos em TIC na Europa e 1% no mercado mundial. Mas o conflito terá impacto negativo global: no comércio, cadeia de abastecimento, fluxo de capitais e preços da energia.

A consultora considera que as consequências da invasão e das sanções vão sentir-se em múltiplas frentes. A procura por tecnologia vai contrair a dois dígitos na região, a inflação vai aumentar, a disponibilidade de crédito e numerário será severamente reduzida na Rússia, a cadeia de abastecimento terá de ser redirecionada para rotas fora dos dois países, e haverá grandes flutuações nas taxas de câmbio.

quarta-feira, 2 de novembro de 2016


Facebook aprendeu com fotografia do Vietname e promete aceitar mais imagens icónicas



A rede social não diz como, mas promete que nas próximas semanas vai deixar que fotografias consideradas relevantes sejam partilhadas, apesar de violarem as regras do Facebook.







(A foto icónica do Vietname foi censurada pelo Facebook.)



Depois da polémica, a admissão de que há fotografias que pela sua força noticiosa podem ser partilhadas no Facebook. A rede social vai alterar as políticas de partilhas de imagem nas próximas semanas para que fotografias como a de Kin-Phuc, a criança a correr nua para fugir de uma bomba de napalm, durante a guerra do Vietname, possam ser permitidas.


Fonte:
https://www.publico.pt/tecnologia/noticia/facebook-aprendeu-com-foto-do-vietname-e-vai-aceitar-mais-fotos-iconicas-1749502