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segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

Melhor tech com IoT da CES 2020 (PARTE 4)

Esta é a quarta parte de uma série de posts que irão cobrir a melhor tecnologia apresentada na CES 2020 que utiliza (nem que seja um pouco) o conceito de internet of things.

Oral-B io smart tooth brush:
Este dispositivo é, como o nome indica, uma escova de dentes elétrica e inteligente. Tem a particularidade de se conectar com o smartphone via uma app, monitorando a qualidade da lavagem em cada zona da boca, a força e o tempo. Tem capacidade de se conectar com o apple health kit e um display integrado na própria escova onde é possível escolher o tipo de lavagem que queremos efetuar. Após o término da lavagem a escova dá um feedback baseado na qualidade da mesma. Para carregar é apenas necessário colocá-la em cima de uma espécie de doc magnético. Como já era de se esperar, vem equipada com a "ground brush head", que é a cabeça de escova mais emblemática da Oral-B, que a marca clama ser, juntamente com a vibração da escova, a forma mais eficaz de limpeza dentária.



Withings scanwatch:

A withings é conhecida por combinar relógios analógicos com um ecrã digital, resultando num relógio simples e bonito que consegue ao mesmo ser tradicional e moderno. O display funciona quase como o da mi band 3, em que mostra os passos, as chamadas que estamos a receber, notificações,...   Possui também um botão lateral que é utilizada para controlar a parte inteligente do relógio (um pouco como o apple watch). Porém, o que torna este smartwacth especial são as suas qualidades no âmbito da deteção de problemas de saúde. Conseguindo detetar batimentos cardíacos irregulares, apneia do sono, comportamento corporal durante exercício físico e até possui a capacidade de realizar um electrocardiograma. Por todas estas funções a marca apelida-o do mais avançado wearable focado em saúde já feito. Toda esta informação pode ser consultada no aplicativo próprio disponível para smartwatches, sendo possível partilhar os dados com o seu médico. A marca prevê estar disponível no mercado no final deste ano, porém, ainda tem que ser aprovado pela entidade reguladora da saúde dos Estados Unidos da América.



imagens:

  • URL1
  • URL2
  • consultadas no dia 12/01/2020


fontes:

segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Wearables: o pináculo da IoT

O mundo da tecnologia tem presenciado a gigantesca ascenção dos wearables, em especial os smartwatches e samrtbands. Estes são dispositivos com o formato de relógios e pulseiras, respetivamente. Porém, são capazes de executar muito mais funções que os seus gémeos tradicionais, mostrando e recolhendo mais informação.

Dependendo do dispositivo, é possível saber o número de batimentos cardíacos por minuto do utilizador, saber se este está a dormir e em que tipo de sono se encontra (profundo ou não), saber se está em movimento e a que velocidade...

Para além disto, é possível receber e realizar chamadas, ver e responder a mensagens, consultar o tempo, definir lembretes ou alarmes,  monitorar uma sessão de treino, receber indicações de navegação e muito mais.

Mas existe algo transversal a todos os equipamentos, a conexão com a internet, diretamente, ou indiretamente (caso seja o telemóvel que está conectado à internet e transmite as informações por bluetooth para o wearable). É aqui que entra a IoT que é utilizada para conectar todos estes dispositivos à rede, de modo a que seja possível cruzar dados, avaliando por exemplo a qualidade do sono de uma pessoas em relação a todos os outros utilizadores do mesmo dispositivo, podendo ver a "big picture".

Mas voltando ao título do post, porque digo que são o pináculo da IoT? Porque estes dispositivos são uma das iterações mais eficazes e populares da IoT, ganhando cada vez mais importância à medida que ganham mais funcionalidades e que cresce o número de outros dispositivos conectados à internet que poderão ser controlados por estes wearables.




Fontes:


Imagens:
  • URL1
  • URL2
  • consultadas no dia 07/12/2019

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

IoT poderá salvar vidas!

A tecnologia cada vez mais prova que a sua aplicabilidade pode ser alargada a todos os setores. A saúde não é excessão. Vou mostrar como a IoT tem sido utilizada neste área.

O tratamento de cancro é uma experiência muito meticulosa e como tal, todas as indicações e reações dos pacientes podem influenciar o tratamento. Por isso, a empresa Medidata está a testar sensores rastreadores da atividade dos pacientes, como o nível de apetite ou fadiga, de modo que os médicos tenham uma maior gama de informações em tempo real sobre o paciente, ajustando o tratamento.

Outro exemplo, são as lentes de contacto inteligentes, desenvolvidas pela Novartis, que conseguem medir os níveis de glicose de um paciente com diabetes a partir das suas lágrimas, guardando todas as informações num dispositivo móvel. A empresa está a pesar utilizar esta tecnologia para outras doenças, porém, nada foi confirmado.

Os idosos têm grande tendência para quedas e como sabes, para eles, estas podem ser muito graves ou até fatais. Como tal um grupo de docentes da universidade de São Paulo está a estudar o uso de pulseiras inteligentes, juntamente com sensores espalhados pela casa, de modo a detetar a queda do idoso e reportá-la às autoridades. O estudo demonstrou uma precisão de 96.62%.

Existem vários exames que são considerados invasores e que apesar de necessários, preferíamos não fazer. Por isso, estão a ser desenvolvidos sensores ingeríveis. Um exemplo é a PillCam COLON que é uma alternativa à colonoscopia. Esta capta e transmite imagens do trato gastrointestinal e do cólon, ajudando a detetar precocemente o cancro colorretal. Por sua vez, a Scripps Health desenvolveu nanosensores que após serem ingeridos, dirigem-se para a corrente sanguínea, de onde enviam informações sobre o sistema cardiovascular.

Por fim, não nos podemos esquecer dos tão populares wearables como a linha Xiaomi Mi Band ou Huawei Honor Band que possuem informações de batimentos cardíacos, oxigenação do sangue e até monitorizam o sono. Tudo isto de forma cómoda e simples, estando ao alcance de qualquer pessoa (são dispositivos relativamente baratos).



Blogue pessoal sobre tech:



domingo, 15 de maio de 2016

Hyundai fabrica exoesqueleto robótico

A Hyundai é um dos maiores fabricantes industriais do mundo, com a sua atividade dispersa por vários setores de atividade que vão desde a eletrónica aos automóveis passando pela construção naval.

Sedeada na Coreia do Sul, a Hyundai tem na inovação tecnológica um dos seus vetores estratégicos mais fortes e graças a este programa desenvolveu um exoesqueleto robótico. Esta espécie de fato é capaz de transformar qualquer pessoa num trabalhador tipo ‘Iron Man’, já que quem o utilizar recebe força extra, conseguindo levantar pesos na ordem das centenas de quilogramas. No futuro este equipamento auxiliar tem interesse em utilizações em equipamentos fabris, atividades militares ou ajudar simplesmente na reabilitação física.

Hyundai-Wearable-Robot

Apesar do comunicado da marca não ser totalmente claro, este novo fato exoesquelético e robótico da Hyundai aparenta ter como base a plataforma H-LEX (um exoesqueleto semelhante revelado no ano passado). O acrónimo H-LEX significa ‘Hyundai Lifecaring ExoSkeleton’, e nesta nova versão são evidentes as melhorias do peso do conjunto, contando com funcionalidades idênticas ao prótitpo anterior.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

ALEX, o wearable para uma boa postura

No meio das inúmeras vantagens que as novas tecnologias trouxeram para a nossa vida, há uma grande desvantagem: a má postura. São as costas curvadas na cadeira a usar o PC, é o pescoço dobrado o dia todo a olhar para o smartphone, horas seguidas sentado… 
Mas, mais uma vez, é a tecnologia que nos pode ajudar a resolver este problema, com o novo wearable ALEX.
alex_wearableALEX é um novo wearable que alerta o utilizador cada vez que ele está com uma postura incorrecta, com o objectivo de minimizar as dores nas costas e pescoço.
O dispositivo é colocado no pescoço, assente nas orelhas, e vibra a cada vez que detecta uma má postura corporal, para que o utilizador se posicione de forma mais correcta.
alex_wearable_1