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terça-feira, 8 de novembro de 2016

A velocidade do obturador


A velocidade do obturador ou tempo de exposição define o período de tempo que deixamos o sensor da máquina exposto à luz. Sempre que pressionamos o botão do obturador estamos a abrir uma "cortina" à frente do sensor de forma a deixar a luz passar e gravar a imagem. Já deves ter visto na câmara ou nos detalhes de uma fotografia no computador um valor representado da seguinte forma: 1/30, 1/60, 1/125 ou 1/1000. Este valor representa o tempo, em segundos, que o sensor está exposto à luz. Normalmente é uma fracção de segundo mas pode 
ser de vários segundos, minutos e até horas! 
E como é que este valor influencia a fotografia? De duas formas:
  1. Quanto mais tempo a "cortina" estiver aberta mais luz é captada pelo sensor e, quanto mais luz, mais exposta (clara) fica a fotografia. A relação não podia ser mais simples: o dobro do tempo deixa entrar o dobro da luz. Por exemplo, 1/30 deixa entrar o 2 vezes mais luz que 1/60.
  2. A velocidade também é responsável pela forma na qual os objectos ficam gravados na imagem. No exemplo abaixo podes ver duas fotografias tiradas a velocidades diferentes.




    Resultado de imagem para velocidade de obturação fotografia









    Fonte: 
    http://focaessafoca.blogspot.pt/2010/08/nocoes-basicas-de-fotografia.html 08-11

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Cabine fotográfica




Cabine fotográfica no Reino Unido
Uma cabine fotográfica é uma espécie de máquina de venda automática, que utiliza moedas, para fotografar as pessoas que decidem usufruir delas. Atualmente, estas máquinas são digitais.
A primeira máquina de fotografia automatizada foi inventada em 1888 por William Pope e Edward Poole de Baltimore, já a primeira máquina fotográfica que realmente funcionou foi realizada pelo inventor francês T. E. Enjalbert e foi exibida na Feira Mundial de Paris, em 1889. 
Hoje em dia estas cabines podem ser usadas como forma de fotografar os indivíduos para fotografias para passe, ou ser usada para fotografar um momento entre amigos, ou em festas.
Ultimamente, este tipo de máquinas são bastante populares no Japão como sticker machines com o nome Purikura que foram desenvolvidas em resposta ao interesse de jovens por fotografia e stickers. Muitas das vezes estas cabines, podem ser usadas com um pequeno grupo de pessoas e de ser possível a edição da imagem com o uso de stickers e de outros efeitos, pode também ser usada como forma de mudar a cara dos indivíduos.


Fonte: 
Cabine Fotográfica

domingo, 6 de novembro de 2016

Distância Focal

As lentes podem ter somente uma distância focal (lentes fixas) ou podem permitir o uso de várias distâncias focais girando um anel (lentes zoom.)
A distância focal aparece em mm na descrição das lentes. Por exemplo:
  • Canon EF 50mm f/1.8 II Autofocus Lens – essa lente tem distância focal de 50mm. É uma lente fixa.
  • Canon EF-S 17-85mm f/4-5.6 IS USM Autofocus Lens – essa lente tem dois valores de distância focal. É uma lente zoom e vai de 17mm até 85mm (inclusive 18, 19, …, 84)
As distâncias focais são divididas em alguns grupos principais, que são mais ou menos esses:

Grande-angulares (até 50mm):

  • Com elas você consegue registar um ângulo bem grande de visão.
  • Boas para: paisagens, arquitetura/ambientes apertados, fotos de grupos.
  • Características: faz os objetos da foto parecerem mais distantes uns dos outros e costumam distorcer as bordas.

Normais (por volta de 50mm):

  • Com elas o ângulo de visão é mais ou menos como o do olho humano. Essa é a distância focal da maioria das lentes de celular e compactas.
  • Boas para: um pouco de tudo (não são especializadas, logo são bem versáteis.)
  • Características: o resultado é muito parecido com o que vemos com o olho.

Teleobjetivas (50mm até 200mm):
  • Com elas você consegue fotografar um assunto que está mais longe.
  • Boas para: retratos e closes em assuntos distantes.
  • Características: faz os objetos da foto parecerem mais próximos uns dos outros além de possuir uma menor profundidade de campo.

Super-teleobjetivas (200mm ou mais):

  • Com elas você consegue fotografar um assunto que está muito, mas muito, longe (lentes usadas para fotografar leões na África, por exemplo.)
  • Boas para: fotografar celebridades, astronomia, animais hostis.
  • Características: faz os objetos da foto parecerem bem mais próximos uns dos outros do que a realidade e necessitam do uso de tripé.


A Proporção de Ouro

Tal como já falamos nas aulas de AI a fotografia profissional tem muito mais que se lhe diga do que uma vista bonita e um clique do botão. A fotografia, como tudo no universo, é muito influenciada pela matematica, sendo que uma das aplicações mais importantes da matemática na fotografia é a proporção de ouro.
A proporção de ouro é uma constante algébrica irracional connhecida como phi (Φ),com um valor aproximado de 1.618, e vindo a influenciar a arte desde a antiguidade até aos dias de hoje:






sábado, 5 de novembro de 2016

7 dicas para fotografar no pôr do sol com luz natural


  1. Encare o sol como uma ferramenta de trabalho. O sol é o nosso principal componente em ensaios externos. Câmeras, lentes e acessórios são muito particulares e totalmente individuais. O sol é o mesmo pra todos. Entender que dependemos dele é essencial. A luz que todos gostamos é a mesma luz que queremos fotografar. Tenha-o como algo fundamental no seu “set”!
  2. Fotografe sempre após as 16 horas. Agora que entenderam o verdadeiro valor e propósito do nosso querido e iluminado sol vamos estudá-lo! Longe de toda a ciência e medições em Kelvins e etc. Vamos ser mais práticos! O sol começa a ficar “aturável” aos nossos olhos a partir das 16h (isso fora do horário de verão), isso varia em alguns minutos dependendo da época do ano, mas nada que altere muito a sua posição.
  3. Pós Produção é fundamental. Todas as nossas fotos passam por um tratamento de cores pelo LR, apenas isso. Mas tratar “apenas” as cores traz o resultado necessário. Não digo que o LR é o melhor, mas pra gente tem funcionado perfeitamente. As cores estão ali, realça-las e acertar a saturação de cada uma é fundamental!
  4. Equilibre a fotometria entre fundo e plano principal. Isso é simples e muito efetivo. Vamos imaginar um casal e o sol atrás deles, se fotometrarmos diretamente o casal o fundo vai ficar muito claro (ou estourado), e se fotometrarmos o fundo o casal fica escuro e o máximo que conseguiremos em uma pós-produção será uma boa silhueta.Agora tente equilibrar a fotometria, deixando o fundo visível e um pouco de luz no casal. A princípio teremos uma imagem um pouco mais escurecida diretamente na câmera, mas totalmente editável! O uso do flash é válido, dependendo do estilo de cada um. Nós particularmente não fazemos uso do flash nos ensaios.
  5. Procure a luz. Isso mesmo! Mova-se. Ande. Canse. Transpire. Literalmente faça um trabalho suado. Não faça o casal ficar andando de um lado para o outro, isso faz com que a naturalidade seja substituída pelo cansaço. Ache o ponto ideal, ande sim pela locação, mas quem deve achar a melhor posição pra luz somos nós. Não pare na primeira foto boa. Mude sua posição, olhe o casal, sinta a luz que eles sentem.
  6. Procure manter um padrão de cores agradável aos olhos! Não invente cores, deixe tudo amarelo ou tudo azul, ou 7 cores no céu. Quanto mais natural, melhor. O que agrada nossos olhos vai agradar aos que verem a fotografia. Isso é básico, clichê, mas é a realidade; menos é mais, sempre! Cuidado com contrastes abusivos e principalmente com a saturação de cada cor.
  7. Fotografe até não ter mais luz! Não se vença por fotos boas. Aguarde. O melhor está sempre no final, use as nuvens para compor. A natureza reserva algo muito especial no “adeus” de cada dia. A impressão que tenho é que as nuvens são telas pintadas a dedo por alguém que iluminou aquele dia de ensaio!
Fonte: Portal Photos

A arte de fazer pose, segundo Marilyn Monroe

De pin-up a estrela de Hollywood, a vida breve de Marilyn Monroe ficou registada numa avalancha de imagens - uma exposição de fotografias em França faz o inventário dessa memória.




Será que ainda há fotografias inéditas de Marilyn Monroe? A pergunta envolve esse assombramento amargo e doce que associamos à memória trágica de algumas estrelas de cinema. Dir-se-ia que o nosso egoísmo visual favorece a ilusão de que o aparecimento de imagens desconhecidas é um evento mágico que corresponde a uma perversa forma de resgate: cada imagem acrescentada à mitologia relança a sua energia simbólica, afastando a certeza irreversível da morte.

Em todo o caso, sejamos práticos, ou melhor, realistas. Vale a pena repensar o assunto de modo menos crispado e celebrar as imagens, todas as imagens, que já conhecemos. Porque, afinal, o seu poder é tão ancestral quanto o dos bichos desenhados pelos homens das cavernas - cada uma dessas imagens regressa sempre igual, sempre diferente, como se o nosso extasiado olhar fosse o guardião de um saber cristalizado para todas as eternidades.

Assim se apresenta a exposição dedicada a Marilyn que, a partir de hoje (até 1 de maio de 2017), está disponível em Aix-en-Provence, no Sul de França, a cerca de 150 km de Cannes. Quem a propõe é o Hotel de Caumont/Centre d"Art, instituição gerida pela Fondation Culturespaces que tem também a seu cargo, entre outros espaços culturais, o Museu Maillol de Paris e o Théatre Antique em Orange. O título contém uma demanda de amor - "Marilyn: I Wanna Be Loved By You" -, definindo também uma lógica informativa e didática: trata-se de dar a ver a trajetória dessa mulher que nasceu com o nome de Norma Jeane Mortenson (1926--1962) através dos olhares de alguns fotógrafos de eleição.

O vestido esvoaçante


Por onde começar? Talvez por uma daquelas imagens que todos identificam como um ícone, mesmo quando não conhecem o filme a que pertence: Marilyn está numa rua de Nova Iorque, fazendo pose sobre uma grelha do metropolitano; o ar que vem das entranhas da terra (a metáfora é irresistível) levanta-lhe o vestido, reagindo ela com a alegria ambígua de uma menina que não sabe se está a confirmar as nobres exigências do pudor ou a testar o seu potencial de sedução.

Deixemos a resolução do enigma para os espectadores de pensamento mais arrumado. Lembremos apenas que se trata de uma cena do filme The Seven Year Itch (1955), do mestre Billy Wilder, comédia pouco ortodoxa sobre a atribulada convivência de um homem casado, interpretado por Tom Ewell, com a vizinha do lado (Marilyn) - entre nós, para evitar confusões, chamaram-lhe O Pecado Mora ao Lado. A fotografia é, ela própria, um sugestivo mapa mitológico: Marilyn está a ser didaticamente observada por Ewell, mas a metade direita da imagem surge ocupada por um batalhão de figuras (técnicos e mirones) que definem o próprio poder do evento cinematográfico. A saber: ocupar a banalidade do quotidiano e, através da presença de uma star, transformar a evidência realista em matéria de lenda.


Quem assina a imagem do vestido ondulante é Sam Shaw (1912--1999), fotógrafo de uma sensualidade à flor da pele que alguns espectadores portugueses recordarão com especial emoção: em 1992, a convite de Mário Ventura e Salvato Telles de Menezes, foi uma presença fascinante e inesquecível no Festival de Tróia (entretanto, há cerca de um ano, a sua obra foi evocada numa exposição organizada pela Fundação D. Luís, no Centro Cultural de Cascais).

Shaw, que também foi produtor de filmes do seu amigo John Cassavetes, deixou um legado muito rico e original, em particular através do modo como fotografou Marilyn e Marlon Brando, o próprio Cassavetes e a sua mulher Gena Rowlands. Numa altura em que as imagens de atores e atrizes eram ainda rigorosamente controladas e difundidas pelos grandes estúdios (assim impunha a lógica do bem chamado star system), Shaw privilegiava as situações de luz natural, os gestos espontâneos, a ausência de maquilhagem. São especialmente tocantes as fotografias que obteve ao longo de um período de férias no Verão de 1957, em Amagansett (Nova Iorque), passadas na companhia de Marilyn e do então seu marido Arthur Miller - registado por Shaw, o riso de Marilyn envolve uma candura radical, como se os artifícios da pose tivessem dado lugar a uma entrega sem mágoa, vislumbrando-se a verdade mais íntima da esquecida Norma Jeane.

O arco temporal da exposição corresponde a uma saga de impecável dramaturgia: revelação, ascensão, apoteose e ocaso. Tudo começa com as primeiras fotografias assinadas por Andre de Dienes (1913-1985), para se concluir com a célebre "sessão final" que Bert Stern (1929-2013) registou um mês antes da morte de Marilyn (The Last Sitting, de acordo com o título do livro de 1982 que organizou a respetiva memória).

História de uma pin-up


Nascido na Transilvânia, no então império austro-húngaro, Dienes fixara-se em Los Angeles na década de 1930. Quando conheceu Norma Jeane em 1945 - ele com 32 anos, ela com 19 -, fotografou-a ao longo de uma viagem de milhares de quilómetros através dos estados de Califórnia, Arizona, Nevada e Oregon, com um resultado paradoxal: o portfolio corresponde ao bloco-notas de uma história de amor e também ao nascimento de uma "pin-up". Afinal de contas, a própria Marilyn nunca escondeu que as suas poses iniciais, para revistas e calendários, corresponderam a uma muito básica forma de sobrevivência. Entre as imagens desse período, o lendário nu assinado por Tom Kelley em 1949 entraria na mitologia erótica da década seguinte, ao ser publicado, em Dezembro de 1953, na primeira edição da revista Playboy.

Grandes mestres do século XX estão, obviamente, representados, incluindo Cecil Beaton (1904-1980), Philippe Halsman (1906-1979) e Milton Greene (1922-1985), este último o que mais a fotografou no período de maior glória em que protagonizou filmes como Niagara (Henry Hathaway, 1953), Os Homens Preferem as Louras (Howard Hawks, 1953), Rio Sem Regresso (Otto Preminger, 1954), o já citado O Pecado Mora ao Lado e Paragem de Autocarro (Joshua Logan, 1956).


Em qualquer caso, talvez só o muito pouco lembrado Ed Feingersh (1925-1961) se tenha aproximado da sensação de intimismo e cumplicidade que encontramos nas fotografias assinadas por Sam Shaw ou Andre de Dienes. Foi o próprio Milton Greene que lhe propôs a tarefa de retratar os bastidores de trabalho de Marilyn. Feingersh apenas a acompanhou durante uma semana (de 24 a 30 de Março de 1955), mas o seu portfolio sabe dar a ver tanto o elaborado aparato dos ensaios quanto a vulnerabilidade de uma "mulher como as outras", na altura a viver de forma discreta no Ambassador Hotel, por vezes deambulando, incógnita, pelas ruas de Manhattan.

Como se escreve no texto de apresentação da exposição de Aix-en-Provence, a relação de Marilyn com a fotografia enraíza-se num tempo anterior à entrada no universo de Hollywood: "Desde muito jovem, devorava as revistas de cinema e as suas imagens idealizadas, despertando-a para o interesse pela fotografia. Ao começar como modelo e "pin-up", rapidamente se apercebeu de como a imagem seria importante no lançamento da sua carreira no cinema."

Resta não esquecer que o título da exposição, "I Wanna Be Loved By You" (à letra: "quero ser amada por ti") é o verso de abertura, e também o título, de uma canção que Marilyn canta nessa obra-prima da comédia clássica que é Quanto Mais Quente Melhor (1959), de Billy Wilder. No refrão, ela acrescenta alguns sons plenos de promessas: "Boob-boop-a-doop!"... Há coisas que, de facto, importa não tentar explicar.


A câmara fotográfica.... como surgiu?

Embora a primeira fotografia que se tem notícia, data de 1826, com o francês Joseph Nicéphore Niépce, que usou uma placa de estanho coberta com um derivado de petróleo fotossensível (chamado Betume da Judéia) foi um outro francês, Daguerre, quem apresentou a primeira câmera fotográfica em 07 de janeiro de 1839, na Academia Francesa de Ciência, em Paris. Sua invenção foi chamada de "daguerreótipo" (por causa do seu nome: Daguerre).

O daguerreótipo era uma caixa, na qual era colocada uma chapa de cobre prateada e polida que era submetida ao iodo formando sobre si uma camada de iodeto de prata. Essa placa era exposta à luz dentro de uma câmara escura por vários minutos. Depois, era revelada em vapor de mercúrio aquecido, que aderia ao material nas partes onde ele havia sido sensibilizado pela luz, formando a imagem.

Enquanto Nièpce chamou o seu processo que inventara de "heliografia", Daguerre chamou o seu processo de daguerreotipia. Os daguerreótipos se tornaram bem populares (D. Pedro II, ainda jovem, encomendou um, da frança) e na época houve uma especulação sobre o "fim da pintura", tal como quando sugiu a fotografia colorida, quando também houve especulações sobre o fim do "preto e branco".

 



Foi um daguerreótipo que
tirou a primeira foto de
Abraham Lincoln em 1846.




Daí em diante, muitas coisas aconteceram. Como o processo da daguerreotipia era demorado, caro e restrito a uma classe privilegiada, muita gente passou a trabalhar para simplificar mais este processo. É é aí que surge um importante nome: George Eastman, responsável por uma popularização maior da fotografia que passou a ser produto de consumo a partir de 1888. George Eastman fundou a empresa Kodak com uma proposta de marketing onde todos podiam tirar suas fotos, sem necessitar de fotografos profissionais com a introdução da câmera tipo "caixão" (também chamada de "câmera-box", tenho inúmeras na coleção) e pelo filme em rolos 120, 620 e um pouco mais tarde o 135 e o 126.
A revolução no mundo das câmeras fotográficas começou em 1925, com o surgimento da Çâmera Leica I, a primeira câmera 35mm. O formato de alta qualidade e sua portabilidade inspiraram muita gente e passou a ser objeto de desejo de muitos fotógrafos pelo mundo inteiro (à esquerda, uma câmera Leica da nossa coleção).


Câmara fabricada por Joseph Niepce


sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Rostos nas árvores da Amazónia

     No seu mais recente projecto, o fotógrafo francês Philippe Echaroux projectou várias fotografias de rostos de indigenas da amazónia nas copas das árvores da maior floresta do planeta.
    Este projecto tem como foco principal uma tribo Suruí governada pelo chefe Almir Surui Narayamoga, a quem foi dado o papel de apoiar a reflorestação e proteger a zona que a sua tribo habita na floresta. Posto isto, Echaroux foi convidado pelo chefe da tribo a colaborar com a sua causa, no âmbito de chamar a atenção para este problema e demonstrar a forte ligação que as tribos da Amazónia têm com a sua floresta.





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Texto escrito por mim.

Fonte da informação e das imagens: http://petapixel.com/2016/11/03/photos-faces-projected-onto-amazon-rainforest/