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sábado, 19 de fevereiro de 2022

In Second Largest DeFi Hack Ever, Blockchain Bridge Loses $320M Ether

Wormhole, one of the largest bridges between Solana and other blockchains, has been hacked for about $320 million, or 120,000 ether — making it the second largest DeFi hack to date. 

The interoperability protocol confirmed the exploit in a tweet Wednesday evening.

“ETH will be added over the next hours to ensure wETH is backed 1:1,” the protocol wrote. “More details to come shortly. We are working to get the network back up quickly.”

Wormhole said earlier that the network was down for maintenance. Its website stated “Portal is Temporarily Unavailable” at the time of publication.

The exploit comes after hackers made off with $80 million from decentralized finance protocol Qubit Finance last week. 

Wormhole is a protocol that allows users to bridge assets across blockchains. It has over $1 billion in total value locked and supports six blockchains: Terra, Solana, Ethereum, Binance Smart Chain, Avalanche and Polygon. 

When a user transfers assets from one blockchain to another, the bridge steps in to lock the transaction and mint a wrapped version, such as wrapped ether (wETh), to its final chain.

“As far as we can tell now, only wETH has been affected, no other tokens,” a Wormhole admin, who goes by the username d231d, wrote in its Telegram group. The admin added that the portal bridge is down and asked members not to initiate further transactions.

Some users reported stuck transactions, but the admin said that “as soon as the network is back up, you will be able to redeem the tokens you sent into the bridge.”



quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Blockchain pode exponencialmente melhorar a IoT

Primeiramente, o que é uma Blockchain? Esta é uma técnica que foi inicialmente descrevida em 1991, porém, tem ganho extrema relevância recentemente devido principalmente às criptomoedas como a Bitcoin. Esta técnica consiste numa corrente de blocos que transporta informação de uma maneira muito particular e interessante. Cada bloco possui três informações: o conteúdo (data) que no exemplo das criptomoedas indica o montante transferido e as carteiras envolvidas (de quem para quem); a hash, que funciona como uma impressão digital, que sendo assim é um número único para cada bloco, gerado aleatoriamente, usado para o identificar e que se altera sempre que o conteúdo do bloco é alterado; a hash do bloco anterior. 





O facto de cada bloco ter a hash so anterior é o que cria a cadeia de blocos. Por sua vez o facto de a hash de cada bloco ser alterada sempre que o conteúdo do bloco também o é, torna esta cadeia extremamente segura. Por exemplo, se tivermos uma cadeia com 3 blocos e o conteúdo do 2º bloco for alterado, o seu hash não irá corresponder ao que está presente no 3º bloco, sendo assim detetada uma falha e inviabilizando a cadeia dali para a frente.


Mas talvez esteja a pensar porque não mudar todos os blocos. Assim não existiria maneira de provar que ouve uma manipulação, certo? Felizmente esta técnica possui algo que se chama prof of work, que é um mecanismo que atrasa a criação de novos blocos (no caso das bitcoins demora cerca de 10 minutos a ser aceite um novo bloco à cadeia).

Para além disto a Blockchain usa algo que se chama peer to peer network, consistindo numa rede aberta em que qualquer pessoa pode participar. Sempre que é criado um novo bloco, este é enviado para todos os integrantes da rede que verificam o bloco de modo a perceber se não foi adulterado. Caso esteja tudo correto, este é adicionado à cadeia. É importante referir que para que um bloco seja aceite, a maioria dos integrantes da rede têm que identificar o novo bloco como válido.




Como é possível entender, esta técnica é extremamente eficaz em impedir a alteração de informação. Ora, isto é algo de extrema importância para a IoT que sendo completamente baseada na partilha de informação entre dispositivos pela internet, precisa garantir que a informação que chega e que é enviada não é acedida e alterado pelo caminho por hackers. 

Para além disso, a IoT é na sua grande maioria centralizada numa Cloud, caso esta seja exposta, todos os dispositivos integrantes da mesma ficam extremamente vulneráveis. A Blockchain por sua vez é uma técnica que utiliza a descentralização, sendo cada dispositivo individualmente responsável pela aferição e gestão da informação da rede. Isto não é só uma vantagem de segurança, mas também uma vantagem monetária, visto que os custos de manter uma Cloud são elevados, caso esta não seja necessário, o custo dos dispositivos IoT poderá descer exponencialmente, ajudando na sua popularização.

Como é evidente isto não é apenas um conto de fadas, também existem obstáculos. Primeiramente, ainda há muito para descobrir sobre a Blockchain, sendo uma técnica ainda muito "tenra". O maior problema é mesmo falta de consenso em relação ou setor de pouca energia sem fios WLAN.

Para terminar, quero apenas deixar um bónus. O laboratório de IoT da Bosch está neste momento a trabalhar num protótipo de um sensor que regista a quilometragem de um veículo e a envia permanentemente para uma blockchain através da internet de modo a combater a recorrente diminuição dos valores de quilometragem de um carro, de modo a aumentar o seu valor comercial.

Blogue pessoal sobre tech:
Imagens:
  • Printscreens de um vídeo
  • consultado no dia 10/11/2019

Fontes:

quinta-feira, 17 de outubro de 2019

Blockchain

O Blockchain foi originalmente proposto por um grupo de investigadores em 1991, que procuravam validar documentos digitais sem que esses pudessem ser posteriormente alterados. No entanto só em 2009 é que a ideia de blockchain foi posta em prática, altura em que Satoshi Nakamoto a usou para criar a moeda digital criptografada, a bitcoin.
Hoje em dia o blockchain é usado não só para a bitcoin mas também para outras moedas criptográficas e até mesmo bancos já estão a começar a implementar o conceito.

domingo, 26 de maio de 2019

O “Gossip Protocol” e Hashgraph


O “Gossip Protocol” e Hashgraph



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O “gossip protocol” é um procedimento usado em redes “peer to peer”, baseado na forma como as
epidemias se propagam.
Estes protocolos têm sido usados, por exemplo, para manter a coerência de bases de dados distribuídas,
contar nós numa rede de dimensão desconhecida, disseminar notícias de forma robusta, organizar nós de
acordo com uma política de estruturação, etc.
Mais recentemente foi desenvolvido um mecanismo para geração de consenso em sistemas de registo
distribuídos (ledger), chamado de Hashgraph, que ao usar os conceitos do “gossip” (e o Gossip about gossip)
é particularmente mais eficiente e barato que os sistemas baseados no PoW (Proof of Work), uma vez que
não envia os votos ou outros detalhes através da rede.
Cada um dos participantes envia os detalhes das transações a outros membros, prevendo ao mesmo tempo o
que os outros membros sabem com base nas suas informações. Constitui uma votação virtual uma vez que
os membros não enviam os votos uns aos outros, apenas os detalhes da transação.
Esta aproximação permite, de forma assíncrona, ser rápido, ter um baixo custo e eliminar as ameaças de
parceiros dominantes (como existe no PoW), sem possibilidades de fraude ou falhas.


Referências:




domingo, 19 de maio de 2019

Como funciona o conceito de Blockchain?


Como funciona o conceito de Blockchain?

Resultado de imagem para blockchain
O blockchain, como o nome indica é uma sequência (cadeia) de blocos de código encriptado, que são
adicionados em cadeia.
O conceito do blockchain está por detrás da criptomoeda bitcoin, uma vez que permite que as transações se
façam de forma anónima, segura e não repudiável.
Cada transação que é completada no sistema é ligada sequencialmente ao histórico de transações, passando
a fazer parte dele, depois de validada.
Para que o sistema funcione é necessário a existência de uma rede P2P de parceiros, que armazenam as
transações e as validam, constituindo uma base de dados descentralizada. Uma vez que elas são encriptadas
não há como saber quem as originou.
Cada transação que é adicionada ao bloco original, é assinada usando um mecanismo criptográfico chamado
“hash” que encripta os dados da transação.
Para garantir que não há blocos que são alterados ou apagados, é usado um algoritmo de consenso, i
mplicando que para um novo bloco ser adicionado à cadeia tem que seguir as regras de consenso, ou seja,
tem que ter igual resultado num conjunto suficientemente grande de nós.
O facto de ser um sistema distribuído permite que seja mais resistente a falhas e o ser encriptado e validado
por algoritmos de consenso torna esta tecnologia particularmente segura e adequada para o registo de
transações envolvendo valor.


Referências:


domingo, 31 de março de 2019

O que é o blockchain?


O que é o blockchain?

Resultado de imagem para blockchain

Como o nome indica, é um conjunto de registos (blocks) que são ligados entre si (chain) utilizando técnicas
criptográficas. Cada bloco tem um código encriptado do bloco anterior, uma data de transação (timestamp) e
os dados da transação.
Pelas suas propriedades, o blockchain é resistente a alterações de dados, tornando-o assim um bom
mecanismo para registrar transações de forma segura. Para ser usado como um livro de registros distribuído,
onde é gerido numa rede peer-to-peer que adere a um protocolo de comunicações entre os nós e valida cada
uma das transações.
Uma vez registrada uma transação, já não pode ser alterada sem alterar os blocos anteriores, o que implicaria
a obtenção de um consenso dos participantes na rede.
Uma das primeiras aplicações do blockchain foi a bitcoin, que foi criada para ser usada como forma de
pagamento descentralizado, sem necessidade de uma autoridade central.
Resultado de imagem para blockchain
O modelo de funcionamento implicava uma comunidade de validadores (mineiros) que resolviam algoritmos
cada vez mais complexos antes de validarem as transações e recebiam por isso bitcoins. A razão dos
algoritmos era, essencialmente para evitar que a rede sofresse ataques de “denial of service”.
A tecnologia blockchain está a ser explorada para poder ser usada em áreas como registros públicos,
pagamentos, entre outros, pelo facto de ser resistente a ataques e a alterações dos registros.


Referência: