Blog tecnológico mantido pelos alunos da disciplina de Aplicações Informáticas (12º Ano) da Escola Secundaria José Gomes Ferreira em Lisboa.
segunda-feira, 30 de maio de 2022
Nossos maiores desejos do iOS 16: todos os recursos do iPhone que queremos da WWDC
quarta-feira, 20 de abril de 2022
Moldes do iPhone 14 confirmam câmeras e ausência de modelo mini
Uma foto publicada na rede social chinesa Weibo pode ter revelado o visual da traseira dos modelos da linha iPhone 14, que será lançada pela Apple em 2022.
A imagem, encontrada pelo site MacRumors, possivelmente mostra moldes utilizados por uma fabricante terceirizada de acessórios como capas e películas. Como esses produtos são vendidos quase ao mesmo tempo que os aparelhos, eles trazem informações precisas a respeito do visual do dispositivo final.
A foto mostra ao todo quatro dispositivos, batendo com rumores anteriores sobre uma mudança na composição da linha. A Maçã deve abandonar o modelo mini (tanto pelas baixas vendas quanto pela chegada do iPhone SE3 neste ano) e, em seu lugar, adicionar outra variante Max. Desse modo, a família será composta pelo iPhone 14, iPhone 14 Max, iPhone 14 Pro e iPhone 14 Pro Max.
Em termos de design, as mudanças não devem ser muito radicais. As câmeras traseiras permanecem parecidas em formato e posição, com pequenos ajustes de largura e espessura por causa da mudança de lentes e sensores — a expectativa é de que a câmera ultrawide seja a mais aprimorada nos novos modelos e o novo sensor principal tenha 48 MP.
Como os moldes não revelam detalhes sobre a parte dianteira dos aparelhos, não é possível confirmar ainda se os modelos Pro de fato vão substituir o "notch" por um furo mais discreto na tela para abrigar a câmera de selfie.
A linha iPhone 14 deve ser apresentada pela Apple em setembro de 2022, seguindo o calendário tradicional de lançamentos da marca.
segunda-feira, 18 de abril de 2022
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terça-feira, 29 de março de 2022
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segunda-feira, 28 de março de 2022
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segunda-feira, 7 de março de 2022
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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2022
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quarta-feira, 16 de junho de 2021
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domingo, 13 de junho de 2021
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O que é o Android? Entenda a diferença para o iOS, do iPhone
O que é o Android?
E onde entra o iOS na história?
domingo, 6 de junho de 2021
Foi assim que o FBI invadiu o iPhone do atirador de San Bernadino, nos EUA
Em 2016, o FBI abandonou um processo contra a Apple em que pedia para empresa desbloquear um iPhone 5c como parte da investigação sobre o atirador de San Bernardino. O motivo de ter finalizado o caso é que o FBI disse que já tinha descoberto uma forma de transpor a segurança do aparelho e acessar suas informações. Contudo, como o órgão fez isso nunca havia sido revelado.
Por que o FBI precisa da Apple para abrir iPhones de criminosos?
Dados do iPhone do atirador de San Bernardino foram úteis ao FBI
Agora, cinco anos após o caso ser finalizado, o Washintong Post disse ter descoberto como o iPhone foi "invadido".
A história começa, na verdade, em 2015, quando dois rapazes atiraram em colegas de trabalho e morreram logo depois em combate com a polícia. Os nomes não serão compartilhados aqui como apontam guias de boas práticas de jornalismo para casos deste tipo. O evento ficou conhecido na história norte-americana como o dos atiradores de San Bernardino.
Na época, o FBI descobriu que um dos dois atiradores tinha um iPhone 5C e os agentes acreditavam que poderia haver informações importantes no aparelho. Há mais detalhes sobre o caso, mas o descrito aqui é o bastante para compreender o imbróglio em torno do aparelho.
O FBI já tinha uma ferramenta para “invadir” dispositivos mediante autorização da Justiça. Tratava-se de um programa que testava combinações de códigos, a chamada força-bruta, e descobria a senha em cerca de 25 minutos. O problema é que, em 2015, a Apple lançou uma atualização para o iOS 9 cuja principal melhoria estava relacionada à segurança. Ela implementou um sistema que apaga todos os arquivos do aparelho caso uma pessoa coloque uma senha errada mais de 10 vezes (mecanismo que está aí até hoje). Ou seja, não era mais possível usar o método da força-bruta.
O FBI, então, pediu à Apple que quebrasse esse sistema para este caso específico. Na época, o CEO da companhia, Tim Cook, chegou a dizer que não havia uma ferramenta para isso e que “a criação de uma era muito perigosa para ser colocada em prática”. Estava iniciado o embate entre a gigante da tecnologia e o bureau de investigação.
O caso foi parar na Justiça, sendo que a Apple defendia que precisava manter a segurança do aparelho e o FBI que exigia uma forma de entrar no dispositivo. O caso terminou, como dito no início do texto, em 2016, quando o FBI disse ter conseguido acessar os dados do iPhone 5c do atirador, finalizando o processo.







