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quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Alerta selfies perigosas. Cientistas de dados querem ajudar a evitar o fenómeno das "Killfie"

No último ano 64 mil milhões de selfies foram carregadas no Google Photos, e muitas vezes a procura do melhor ângulo e da imagem mais original acaba em situações perigosas, que levam à morte dos "artistas". Um estudo procura padrões para definir alertas.


tek selfie perigosa




Um grupo de investigadores decidiu aplicar os princípios da ciência de dados para tentar perceber a razão pela qual algumas selfies acabavam na morte dos utilizadores, e procurar a existência de um padrão para definir alertas.

Segundo os dados, em 2014 foram registadas 15 mortes de pessoas enquanto captavam uma selfie, mas o número subiu para as 39 em 2015 e só nos primeiros oito meses deste ano já morreram 73 por causas associadas à captura de fotografias. O número é maior do que o das mortes por ataque de tubarões.

O estudo "Me, Myself and My Killfie: Characterizing and Preventing Selfie Deaths" já foi publicado e parte da informação recolhida de milhares de fontes de notícias sobre morte de pessoas enquanto estavam a captar fotografias, juntando mais dados num algoritmo com um sistema que pretende fazer com que os utilizadores estejam mais conscientes dos riscos, usando uma combinação de texto, análise de imagem e localização para definir o perigo de cada Selfie. O método foi aplicado a 3.155 selfies recolhidas no Twitter e os investigadores garantem ter 73% de fiabilidade e o código foi disponibilizado num site.



O primeiro registo de morte devido a uma selfie foi recolhido pela equipa com data de 2014, mas a base de dados que entretanto construíram mostra alguns factos que estabelecem um patrão: a maioria das 124 mortes registadas desde essa data ocorreram na Índia (um total de 76), seguindo-se 9 mortes no Paquistão, 8 nos Estados Unidos e 6 na Rússia. A causa mais comum de morte foi a queda de uma altura significativa, já que muitas pessoas se penduram para conseguir o melhor efeito, ou sobem a edifícios altos. Mas um número relevante está relacionado com água, sobretudo com os saltos para o mar. No caso da Índia há também uma relevância considerável de mortes com comboios.

Muitos sites dedicaram-se a colecionar alguns exemplos de selfies mais perigosas e deixamos vários "espécimes" na galeria abaixo, mesmo que algumas possam ter sido manipuladas digitalmente.

Consultado em:

22 Nov 2016

Fonte:



terça-feira, 22 de novembro de 2016

Ajude a tornar este Natal um pouco mais #selfieless

A Canon apresenta a toda  a comunidade europeia um movimento social intitulado #selfieless.
Num mundo onde são tiradas em média 93 milhões de selfies por dia, o movimento pretende desafiar os consumidores a virar a câmera ao contrário e realizar e partilhar atos generosos de altruísmo para com outros.

No âmbito desta campanha, que arrancou no passado dia 1 de Novembro, a Canon Europa doou um total de um milhão de euros à Cruz Vermelha, a nível europeu.

A Canon encoraja a comunidade a desligar o modo selfie e desafia os consumidores a praticarem boas ações partilhando-as nas suas redes sociais com a hashtag #selfieless, nomeando depois três amigos para fazerem o mesmo, tendo assim o objetivo de tornar o Natal mais #selfieless.




Alguns exemplos de atos #selfieless:

  • Pagar uma refeição a alguém que necessite;
  • Doar sangue;
  • Ajudar alguém com mais idade a carregar as suas compras;
  • Visitar um lar, perto de si e fazer companhia aos residentes;