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domingo, 11 de fevereiro de 2018

DENSER: o algoritmo criado em Coimbra que superou o Google Brain

Quatro investigadores da Universidade de Coimbra criaram um algoritmo que usa apenas quatro GPU para superar o poderoso Google Brain


DENSER, Deep Evolutionary Network Structured Representation, é o nome da mais recente atração criada no CISUC. É um algoritmo de inteligência artificial capaz de imitar o comportamento do cérebro humano.

Os quatro investigadores responsáveis por esta inovação afirmam que o Google Brain «obtém resultados marginalmente inferiores» que o DENSER nos testes CIFAR 10 e CIFAR 100.

O Google Brain funciona suportado em 800 placas gráficas (GPU), que tirando partido da especialização e da capacidade de cálculo, o DENSER recorre a «quatro GPU das mais acessíveis, que são usadas, por exemplo, nos videojogos.»

O DENSER foi criado por Bernardete Ribeiro, Filipe Assunção, Nuno Lourenço e Penousal Machado. Os quatro investigadores referem que novos algoritmos como este podem ter aplicações em vários setores que precisem de ferramentas de reconhecimento de imagens.

Intel lança os SoC Xeon D-2100

Novo processador da Intel para servidores.




A nova família de processadores Xeon D-2100 da Intel foi desenvolvida para equipar servidores cloud, sistemas de rede e de armazenamento empresariais e suporta a tecnologia “QuickAssist” em soluções de VPN e encriptação.

A série SoC (system-on-ship) Xeon D-2100 suporta até 512GB de memória DDR4-266 ECC, até 32 pistas PCI Express 3.0, tem uma velocidade base de 3,0 GHz e utiliza a Intel Mesh.

A Intel garante que os novos processadores estarão mais protegidos contra as vulnerabilidades Meltdown e Spectre através de atualizações de segurança.

Já vários fabricantes dispõem de equipamentos baseados nos SoC Xeon D-2100 da Intel.

Melhores PodCasts

Melhores PodCasts Portugueses


Hoje deixo-vos com o link de um site que fez uma eleição dos 40 melhores podcasts Portugueses. 

Isto pode ser útil para quem quer começar a acompanhar esta tecnologia ou até mesmo par quem quer começar a sua própria plataforma e quer tirar umas ideias.

Os seleccionados nesta lista respeitam 3 critérios: são falados em português de Portugal; são actuais e estavam activos na altura e respeitam o padrão de qualidade do escritor que fez a compilação.

A lista é aleatória, não existindo qualquer significado nas posições ocupadas pelos podcasts:



Site consultado no dia 11/02/18 ás 16.00h

Sons fingidos

A magia de fazer som

Tudo o que provem de Hollywood trata-se por norma de ficção e o som não é exeção.

Quando assistimos um filme em que parece que nos envolvemos na própria ação estamos a ouvir o trabalho de artistas sonoros, que se dedicam a reproduzir sons num ambiente controlado de forma a que o espectador não consiga notar a diferença.

No video que vos deixo podemos dar um olhar mais cuidadoso ao trabalho dos artistas de "Foley" da Warner Bros, Alyson Moore, Chris Moriana e Mary Jo Lang e perceber como alguns dos sons são conseguidos.




Consultei o site: https://youtu.be/UO3N_PRIgX0 no dia 11/02/18 ás 15.30

Festival de curtas

 Festival mundial de curtas "Picture This" está de volta com um novo tema


Este ano o já famoso festival de cinema Picture This desafia os participantes a criar uma "historia sobre um futuro positivo e com esperança para as pessoas e o planeta" abordando os objectivos para um desenvolvimento sustentável.




Como prémios a organização do festival está a oferecer uma viagem para 2 a Los Angeles com a projeção do filme vencedor no estúdio da Sony Pictures.
Além disto outros participantes podem ganhar uma câmara Sony ou uma conta de WeTransfer Plus.






Para mais informações sobre este concurso consulte este site: https://www.sonypicturethis.com/




Inteligência artificial pode ser usada para criar código através de fotografias de websites

  Uma startup dinamarquesa, Ulzard, anunciou que desenvolveu um programa, chamado Pix2Code, que permite que o código para um website seja criado a partir de uma captura de ecrã.
  Por enquanto, a precisão deste software é de apenas 77%, mas deve-se tornar mais eficaz à medida que são colecionados mais dados.
  O objetivo final desta tecnologia de inteligência artificial é pôr um fim à necessidade de programar manualmente interfaces gráficas do utilizador (em inglês: Graphical User Interfaces), libertando assim o tempo dos programadores para a realização de tarefas mais complexas e menos repetitivas.
  Aqui está um vídeo, que não é da minha autoria, que mostra o funcionamento deste programa:


Fontes:

Os problemas na segurança do HTML5



    O HTML5 está em crescimento como todos sabemos. Cada vez mais empresas estão a trocar o Flash pelo HTML5, o que se deve ao facto da incorporação do JavaScript no código de HTML e por ser "cross-platform", isto é, o código tanto pode ser interpretado no PC, como no Mac e Android.
    No interessante artigo de 2015, escrito por Carlos Gonçalves e publicado no site Developers, percebemos que cerca de 30% das 500 maiores empresas, eleitas pela Incore, já usavam a última versão de HTML e que os gigantes tecnológicos como o Netflix e o Facebook, já tinham o adotado.  Contudo, o mais grave problema é o facto do código estar disponível para qualquer individuo o consultar de forma bastante fácil.
    Este fácil acesso pode trazer riscos, tanto para aqueles que o criaram (servidor), como para aqueles que o usam (utilizador), pois o código esta aberto para qualquer pessoal que queira aceder e por sua vez, alterar, modificar e até mesmo retirar informação pessoal dos utilizadores, pondo em risco a segurança de cada um de nós.
    Com o aumento da popularidade do HTML5, mais e mais riscos irão aparecer mas, para mim, este deverá ser dos mais perigosos e que deve ser lidado com mais urgência. "An HTML5- based app is no different from a web-based application and the same security measures should apply to both," disse Bogdan Botezatu neste artigo.
    Uma das maneiras que foi desenvolvida para que este risco fosse reduzido, e a meu ver de forma bastante interessante, foi a "ofuscação" do código que é importante com outro código em JavaScript para baralhar o verdadeiro e torná-lo mais seguro. Para além disso, ajuda a enforçar as licenças, a diminuir o risco de roubo e de fraude.
    Desta maneira, os extensos códigos, que valem muitas vezes milhões de euros, estarão mais protegidos. Mas, pensando agora no futuro, será que o código está assim tão seguro? Ele continua aberto... mas com "ratoeiras" para aqueles que tentarem tirar o "queijo". Provavelmente, mais cedo ou mais tarde haverá alguém que consiga derrobar essa proteção... Será que existe uma melhor maneira de o proteger?
 

    Fontes:



 

sábado, 10 de fevereiro de 2018

HTML5: As TAGS que vieram e foram




  

    Desde o seu início, o HTML está constantemente a sofrer alterações. Com a crescente popularidade, maior é a necessidade de melhorar a performance deste e de inovar para que o ele responda ao que é pedido por qualquer pessoa que decida criar um código. 
    Como temos visto nas aulas, muitas tags deixaram de funcionar e novas foram implementadas com a última atualização que foi feita: HTML5.2., em 2017. Muitas foram substituídas e agora têm uma nova terminologia. Outras simplesmente deixaram de ser suportadas pelo HTML5.2. e o utilizador deverá usar o CSS para realizar essa tarefa. Algumas das tags que deixaram mesmo de funcionar foram: <noframes>, <frame>. E para usar <center> e <font>, será necessário o uso do CSS. 
    Nos links seguintes podes visualizar, no primeiro, as tags que foram acrescentadas e no segundo, as tags que foram retiradas ou modificadas: 


Fontes: