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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Coronavírus? A IoT pode ajudar a prevenir este tipo de surtos mundiais!

O surto atual do mais recente coronavírus tem gerado uma grande repercussão por todo o globo. Tendo sido até decretado o estado de emergência mundial pela OMS (Organização Mundial de Saúde). Felizmente, o surto não só possui uma taxa de mortalidade bastante baixa, mas também está a ser bem contido pelas autoridades chinesas. Mas será que já se perguntou de que maneira a Internet das Coisas pode ajudar? Eu digo-lhe.
Talvez não saiba mas a China é a líder mundial em termos de investimentos na IoT, seguida pelo Japão. Para além disso, a China já usa um complexo sistema de vigilância que usa IoT para cobrir uma grande parte das suas cidades. Como tal, já possui o dinheiro e até alguma infraestrutura para suportar aquele que seria um projeto pionário com um intuito de ser global, mas com grande dificuldade de tal ser concretizado. A ideia surge de Dilip Sarangan (um pesquisador da área da Internet das Coisas) que propõe colocar sensores por todo o mundo que fossem capazes de identificar a presença de algum vírus, que utilizariam as câmaras de vigilância e a inteligência artificial para identificar e monitorar essa pessoa, podendo até monitorar todos os indivíduos que se relacionaram com a pessoa infetada. 
Apesar de ser muito improvável a aplicação desta proposta num futuro próximo em escala global, a China poderia ser um bom começo, tendo já experiência na adoção de soluções de IoT em larga escala.
Com o mundo cada vez mais pequeno devido ao tráfego aéreo de pessoas, soluções destas podem vir a ser cruciais para assegurar que surtos como a Peste negra, o Sarampo ou a Gripe A não voltam a acontecer. E que tal ser você o próximo impulsionador deste tipo de soluções?



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  • URL
  • consultada no dia 09/02/2020


fontes:

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

Afinal quem é o tão famoso Watson?

Certamente já ouviu falar do Watson e do quão poderoso ele é. Mas talvez não tenha percebido quem ou o que era o Watson. Este é um supercomputador/inteligência artificial criado pela gigante tecnológica, IBM.Este supercomputador é exímio a obter quantidades absurdas de informação, analisá-las e aprender com elas e em seguida oferecer um output útil, como uma respostas, predição de um padrão, etc...

Mas porque estou a falar dele sendo que a minha curadoria é a IoT? Porque recentemente descobri o Watson internet of things. Este serviço é, tal como a maioria das novidades da IBM, voltado para os negócios. É mais um dos típicos serviços que prometem optimizar o seu negócio com a utilização de uma Cloud ilimitada para a qual são enviados dados obtidos por diversos dispositivos conectados à internet e que depois serão analisados. Permitindo poupanças de tempo e trabalho, melhor organização e estudo de clientes.

Porém, este serviço possui uma diferença em relação a todos os outros. A utilização do Watson para o processamento e análise de dados. Este já provou ser não só um supercomputador com enorme capacidade e hardware cutting edge, mas também (e esta é talvez a parte mais importante), uma IA muito refinada e com enormes capacidades. É de se destacar a sua facilidade de utilização e a posse de diversas funções e capacidades.

Concluindo, Watson começou por ser um supercomputador muito engraçado que competiu no famoso jogo Jeopardy em 2011 com resultados muito positivos. Mas, com o passar dos anos tornou-se numa máquina muito mais refinada de compreensão e análise de dados, sendo até aproveitada para um serviço baseado em internet of things para os negócios. Apesar de não ser revolucionário, este dispositivo é no mínimo, uma boa criação por parte da IBM.



imagem:

  • URL
  • consultada no dia 03/01/2020


fonte:




sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

O que esperar da IoT em 2020

Um novo ano começa e com ele vêm as previsões do que neste irá acontecer. Sendo assim, hoje trago as minhas.


É expectável que o 5G começa a ser implementado no presente ano (pelo menos alguns projetos-piloto). Mas esta não é a única nova tecnologia na zona das telecomunicações de 2020, temos também o wi-fi 6. Ambas as tecnologias prometem muito em termos de aumento de velocidade e de tráfego. Vamos ver se isto de facto se concretiza, porque as tecnologias quando surgem costumam ser sempre muito milagrosas, porém, quando são de facto implementadas, os resultados não costumam ser tão avassaladores como o publicitado. Mas continuando... A IoT poderá beneficiar e muito com as mesmas, visto que será criada toda uma infraestrutura capaz de alojar e conectar os milhares de novos dispositivos que serão certamente adquiridos este ano. Permitindo também uma conexão muito mais rápida entre todos, abrindo novas possibilidades para funcionalidades relacionadas com a Cloud.


Este será certamente mais um ano de grandes avanços naquela que tem sido uma das tecnologias mais mainstream dos últimos anos, a IA (inteligência artificial ou AI). O progresso da mesma significa também um progresso para a IoT que a usa nos seus hubs (google home, Amazon Echo, Samsung smartThings hub, etc...), câmaras (para detetar que está a tocar à porta, se o cão entra no quarto, etc...), termostatos (temperaturas que mais gostamos, que horas costumamos ligá-lo, etc...) e muitos mais dispositivos e funcionalidades. Pessoalmente acredito que a IA incorporada na análise de dados recolhidos por dispositivos ligados à Cloud (género de Big Data), usando as conclusões alcançadas para poupar tempo e trabalho ao utilizador, seja em casa, no carro, ou no trabalho é o futuro, não só da IoT, mas da tecnologia em geral. 


Por fim, este será um dos maiores anos para os carros autónomos que com o 5G poderão finalmente tornar-se possíveis. Claros que já existem carros como os Teslas, que são parcialmente autónomos, porém, ainda necessitam de um condutor com toda a sua concentração voltada para a estrada e só funcionam em determinadas situações. Podemos começar a ver protótipos bastante avançados de carros que usarão a IoT e a rápida conexão do 5G para se comunicarem entre si enquanto se deslocam na estrada, permitindo uma transmissão das tomadas de decisão de cada carro com os outros de forma muito rápida.


Para concluir, quero só lembrar os leitores que todo o progresso na tecnologia acontece devido às pessoas que todos os dias dão o máximo para vivermos numa sociedade melhor daquela que vivemos hoje. Quero incentivar-vos a serem também motores que puxam a humanidade cada vez mais para a frente. Acredito não só que 2020 vá ser um grande ano para a tecnologia, mas que toda a década o será, fico na expetativa...

imagens:


domingo, 10 de março de 2019

A Plataforma Watson da IBM


A Plataforma Watson da IBM


Resultado de imagem para watson ibm


Watson é a plataforma de serviços cognitivos criada pela IBM para o mundo dos negócios.
A cognição (capacidade de conhecer) consiste no processo que a mente humana utiliza para adquirir
conhecimento a partir de informações recebidas do ambiente.
Com o avanço da tecnologia, essa capacidade passa a ser integrada em sistemas que podem aprender
rapidamente e massivamente e permitir resolver problemas que afetam a sociedade, como saúde,
ambiente, tecnologias, comportamentais, entre outros.
O Watson foi criado pela IBM para auxiliar profissionais, startups e empresas a desenvolverem sistemas
cognitivos que permitam melhorar processos, interações e ações.
Ele foi apresentado em 2011, durante o programa americano de perguntas e respostas, Jeopardy!
Ele foi um dos participantes e desafiou dois grandes vencedores do programa. Na época, a solução 
apenas conseguia ler textos e responder perguntas. Hoje, já possui diferentes serviços como
reconhecimento e análise de vídeos e imagem; interação por voz; leitura de grandes volumes de textos;
criação de assistentes virtuais; entre outros.
Esse sistema da IBM está disponível na nuvem, portanto não se trata de um supercomputador, um robô
ou um hardware de grandes proporções e sim de uma plataforma.  
É um sistema para o processamento avançado, recolha de informação, representação de conhecimento,
raciocínio automático e tecnologias de machine learning.
De acordo com a IBM, "Mais de 100 técnicas diferentes são utilizadas para analisar a linguagem natural,
identificar origem, localizar e gerar hipóteses, localizar e marcar evidências e juntar e organizar
as hipóteses de solução”.




Referências: 


https://pt.wikipedia.org/wiki/Watson_(supercomputador)

https://www.ibm.com/watson

O que é a Inteligência Artificial?

O que é a Inteligência Artificial e como funciona

Afinal, o que é a Inteligência Artificial? Para responder à pergunta, temos de recordar os motivos que a fizeram nascer como ciência entre os anos 40 e 60 do século passado. Na altura, os cientistas queriam compreender como funcionava o pensamento humano para desenvolver modelos que o pudessem imitar. Foi graças a esses modelos que surgiram os primeiros computadores.

o que é a inteligencia artificialDesde então, muita coisa aconteceu. A Inteligência Artificial (IA) tornou-se um ramo importante da engenharia que passou a investir fortemente na invenção e criação de ferramentas capazes de realizar tarefas com maior rapidez e mais eficiência do que um ser humano seria capaz. Mas os sistemas com IA vão muito além destas máquinas que fazem processamento de dados e executam tarefas pré-programados.

O objetivo atual para as máquinas com IA é que consigam adquirir, representar a manipular o próprio conhecimento. Falamos de sistemas parecidos com os assistentes virtuais como a Siri ou Alexa, aos quais podemos pedir pequenas tarefas, e de sistemas mais sofisticados com capacidade para elaborar diagnósticos médicos, processar comandos de voz e até capazes de reconhecer automaticamente alvos militares. As aplicações são imensas e as questões de ética que as envolvem também.





Consultei o site Observador no dia 10/03/2019.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

As linguagens de programação mais populares


  Com o desenvolvimento tecnológico várias linguagens de programação foram criadas procurando facilitar a comunicação de instruções para um computador.
  A primeira linguagem de programação de alto nível amplamente usada foi Fortran, em 1954.
  Atualmente, existem mais de 100 linguagens, nos entanto as 5 mais conhecidas e mais usadas são, Java, C, C++, Python e Visual Basic.NET.

  No entanto o uso destas vai variando de ano para ano.

Esta segunda imagem contém os resultados de popularidade em Janeiro de 2019.



quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

As melhores linguagens de programação para machine learning

As melhores linguagens de programação para machine learning

Machine learning é algo que está muito na moda com a criação de inteligências artificiais que arrasaram com os antigos programas de vários jogos como o xadrez, e por isso muita gente quer aprender como fazer estas aplicações e por isso eu irei dizer as 10 melhores linguagens de programação para poderes começar a aprender a fazer um programa de machine learning!

1. Python

2. C++

3. JavaScript

4. Java

5. C#

6. Julia

7. Shell

8. R

9. TypeScript

10. Scala

Para aprenderes algumas destas linguagens podes utilizar a aplicação sololearn que te ajudará a aprenderes os básicos de cada uma destas linguagens.


domingo, 2 de dezembro de 2018

CariGAN - inteligência artificial faz caricaturas

O programa que consegue a partir de uma simples fotografia ou até de frames de vídeo criar uma caricatura recorrendo a inteligência artificial!

Estagiário na Microsoft, Kaidi Cao, juntamente com dois outros colegas, criou um conjunto composto por duas redes neurais criar um programa capaz de fazer uma caricatura por si próprio. Este trabalho que será apresentado numa conferência em Tóquio é mais um projeto que explora as funcionalidades da ainda em evolução Inteligência Artificial.
Muito resumidamente este programa funciona da seguinte forma: o CariGAN é composto pela rede CariGeoGAN que deteta a geometria das faces e a ajusta ao modelo da caricatura e pela rede CariStyGAN que aplica um modelo artístico à geometria da caricatura criada pela CariGeoGAN.
Este sistema foi treinado por milhares de desenhos feitos pelo homem para que pudesse aprender e produzir caricaturas que se assemelham às produzidas pelo Homem.
O CariGAN é também capaz de fazer o contrário da caricatura: a partir de uma caricatura desenhada pelo Homem, identificar o sujeito caricaturado.
A publicação deste trabalho pode ser encontrada aqui.


Consultei o site Shifter.sapo.pt no dia 2/12/18

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

O que é uma câmara com Inteligência Artificial?



Retirado do blog digitalcameraworld
A Inteligência artificial (AI) está em toda parte, e se ainda não tem um smartphone com tecnologia AI, provavelmente irá ter em breve. É tudo um scam de marketing? ou é AI num smartphone algo que todos nós temos? Com o termo sendo cada vez mais usado não apenas em smartphones, mas em todos os tipos de câmaras, vale a pena saber o que a Ai está realmente a fazer nas nossas fotografias.



O que é a Inteligência Artificial?

AI é um campo de ciência da computação que examina se podemos ensinar um computador a pensar ou, pelo menos, aprender. Em geral, é dividido em subconjuntos de tecnologia que tentam emular o que os humanos fazem, como reconhecimento de fala, ditado de voz para texto, reconhecimento de imagem e scan facial, visão computacional e machine learning. O que é que isso tem a ver com câmaras? Fotografia computacional e edição de fotos que economizam tempo, é isso. 

Software AI

AI é sobre novos tipos de software, inicialmente para compensar a falta de lentes de zoom dos smartphones. "O software está a tornar-se cada vez mais importante para os smartphones porque eles têm uma falta física de ótica, então observámos o aparecimento da fotografia computacional que tenta replicar um zoom óptico", diz o analista de imagem Arun Gill, analista sénior de mercado da Futuresource Consulting. "Os smartphones topo de gama estão cada vez mais equipados com câmaras de objectivas duplas, mas o Google Pixel 2 utiliza uma única objectiva de câmara com fotografia computacional para reproduzir um zoom óptico e adicionar vários efeitos."

The Google Pixel 2 is one of the most capable smartphones around, despite only having a single-lens camera on its rear side
O Google Pixel 2 é um dos smartphones mais capazes do mundo, apesar de ter apenas uma câmera de lente única na parte traseira.


A Google também está a usar AI na sua nova câmara portátil Google Clips, que usa AI para capturar e manter momentos particularmente memoráveis. Ele usa um algoritmo que entende os fundamentos da fotografia para que não perder tempo a processar imagens que definitivamente não seriam o corte final de um conjunto de fotografias. Por exemplo, exclui automaticamente fotografias com um dedo no quadro e imagens fora de foco e favorece aquelas que estão em conformidade com o conceito geral de regra de terços de como enquadrar uma foto

A câmara do Google Clips decide o que fotografar sem intervenção do usuário

Mas afinal, a fotografia AI é para quem?

Todos. Para começar, é sobre democratizar a fotografia. “No passado, a fotografia era o domínio daqueles com a experiência de usar uma DSLR para criar diferentes tipos de imagens, e o que o AI começou a fazer é disponibilizar os efeitos e capacidades da fotografia mais avançada para mais pessoas”, diz Fitzpatrick. . Então, isso significa que o Photoshop e o Lightroom da Adobe estarão em breve extintos? Absolutamente não; A Inteligência Artificial é uma tecnologia complementar e já está a tornar a edição de fotos muito mais automatizada. Um dos parceiros da FotoNation é a Athen Tech, cuja tecnologia "Perfectly Clear" baseada em inteligência artificial realiza correções automáticas por lotes que imitam o olho humano. Um plug-in para o Lightroom, tem como objetivo específico reduzir o tempo de duração dos fotógrafos na frente dos computadores que são editados manualmente. "Os fotógrafos profissionais ganham dinheiro quando tiram fotos, não quando processam imagens", diz Fitzpatrick. "AI torna os efeitos criativos com aparência profissional mais acessíveis aos usuários de smartphones e ajuda os fotógrafos profissionais a maximizar sua capacidade de ganhar a vida.”

A Inteligência Artificial pode não substituir o Lightroom e outros programas de edição de imagens, mas pode facilitar a edição para o fotógrafo

AI está rapidamente a tornar-se um termo exagerado no mundo da fotografia. Atualmente, aplica-se em grande parte nas câmaras de smartphones, mas os incríveis algoritmos e o nível de software automatizado que a tecnologia está a permitir logo se mostrarão irresistíveis para a maioria de nós. Pode não ser a altura de revolucionar a DSLR ainda, mas a Inteligência Artificial parece que vai mudar a forma como tiramos fotos. Não só isso, mas também poderia se encarregar de editar e curar nossas bibliotecas de fotografia existentes. Pode ser exagerado e muitas vezes uma abreviação do que é nada mais do que o mais avançado e avançado software, mas a AI fará algo incrível para os fotógrafos; vai liberar mais do seu tempo para que você possa tirar mais e melhor fotografias.





Consultei os sites Forbes, Hackernoon e DigitalCameraWorld nos dias 01/11/2018 e 02/11/2018









domingo, 27 de maio de 2018

A ferramenta "Imaginary Soundscape" atribui sons a uma imagem

  Através da inteligência artificial, a ferramenta "Imaginary Soundscape" permite adicionar uma faixa apropriada de áudio a uma imagem.
  O seu funcionamento, como se pode verificar na figura abaixo, consiste no reconhecimento dos conteúdos da imagem carregada e na sua correspondência com certos sons que estão guardados numa base de dados, ou seja, por exemplo, se  se carregar uma fotografia de uma praia, então esta ferramenta atribui-lhe o som de ondas a baterem na areia.

  Apesar da "Imaginary Soundscape" não ser perfeita, já que a sua tecnologia de inteligência artificial nem sempre interpreta uma imagem corretamente, e a sua base de dados que contem as faixas de áudio ainda ser pequena, é bastante impressionante, e demostra o progresso que está a ser realizado na área da inteligência artificial.
  A ferramenta "Imaginary Soundscape" pode ser acedida clicando no link seguinte: http://imaginarysoundscape2.qosmo.jp/

Fontes:



segunda-feira, 21 de maio de 2018

Já pode experimentar o Smart Compose no Gmail

  Longe estão os dias quando era necessário, ao redigir um email, pensar e escrever um texto coerente por si mesmo, pois agora a função Smart Compose do Gmail já pode ser utilizada como parte de um periodo de teste, e assim ajudar a realizar esta tarefa.
  Esta ferramente serve para complementar o Smart Reply, que funciona quase da mesma forma, ou seja, dá sugestões para frases à medida que se escreve um email, mas apenas funciona quando se redije uma resposta a um outro email.
  Tanto o Smart Compose, como o Smart Reply funcionam graças a uma tecnologia de inteligência artificial, que, apesar de realizar o seu trabalho relativamente bem, ainda não é capaz de compôr textos muito complexos, e ainda só stão disponíveis em inglês.


Fontes:

domingo, 13 de maio de 2018

Duplex vai identificar-se como sistema de AI para os humanos

A Google apresentou há dias o Duplex, que replica na perfeição a voz humana. Agora, a empresa diz que o sistema vai anunciar-se como Inteligência Artificial quando interagir com humanos.


Para contornar dilemas éticos e filosóficos, a Gogle anunciou que o Duplex vai identificar-se enquanto tal quando estiver a interagir com humanos. Recorde-se que o sistema consegue replicar na perfeição a voz humana, incluindo hesitaçõs e interjeições, o que poderá levar ao engano.

«Percebemos e valorizamos as discussões em torno do Duplex – como dissemos desde o início, a transparência na tecnologia é muito importante», disse um porta-voz da Google, que depois confirmou que a ferramenta vai ter um alerta integrado e que garante que o sistema é corretamente identificado. Embora ainda não se saiba como esse alerta vai funcionar, presume-se que seja uma indicação sonora, antes de a conversa começar.

Recorde-se que ainda não se conhecem aplicações práticas para o Duplex e que o CEO da Google apresentou uma demonstração onde o sistema ligava para um cabeleireiro para fazer uma marcação, fazendo-se passar por um humano.

quarta-feira, 25 de abril de 2018

O potencial do reconhecimento facial para a facilitação de pagamentos

  Atualmente, é frequente ouvir-se falar do progresso das tecnologias de reconhecimento facial, e como elas podem vir a mudar o mundo para melhor, e para pior.
  Uma nova aplicação desta tecnologia, que permite que seja usada para realizar pagamentos de bilhetes de comboio no Reino Unido, já está a ser testada.
  No futuro, pode vir a ser possível pagar em muitos mais sítios, como por exemplo num supermercado ou numa outra loja apenas olhando para uma câmera.
  Para quem pensa que o reconhecimento facial artificial ainda está muito subdesenvolvido, e que pode ser facilmente enganado, deve ver o vídeo na lista das fontes em baixo.


Fontes:

domingo, 11 de março de 2018

A assistente controlada por voz da Amazon, Alexa, ri-se esporadicamente

  Alguns utilizadores da Alexa, da Amazon, afirmam ter ouvido a sua assinste pessoal a rir-se ou esporadicamente, ou ao lhe dizer para ligar ou desligar as luzes. A Amazon anunciou que tinha conhecimento deste problema, que, segundo eles, advinha da Alexa ouvir o comando "Alexa, laugh" e que estava a resolvê-lo.
  Quando assistentes controlados por voz, com tecnologia de inteligêcia artifial, se começam a rir do nada normalmente não é bom sinal, mas felizmente isto foi só um bug.

Fontes:

domingo, 4 de março de 2018

Inteligência artificial já é usada para selecionar os candidatos a um emprego

  Companhias como a Unilever ou a Goldman Sachs já requerem que os candidatos às suas posições realizem as suas entrevistas através de um video, para que um software de inteligência artificianal o analise, tendo em atenção critérios como a expressão facial e o tom de voz. Com esta tecnologia, a empresa responsável por ela, HireVue, pretende eliminar os custos dos seus clientes com recrutadores humanos.
  Isto pode ter aspetos positivos como negativos, já que, por um lado, pode permitir encontrar os candidatos apropriados para uma vaga mais rapidamente, mas, por outro lado, elimina a componente humana do recrutamento, fazendo os candidatos a um emprego se sentir distanciados do processo de recrutamento, e sem forma de expressar as suas habilidades da mesma maneira que se pode fazer com humanos.


Fontes:

Live streams do YouTube vão passar a disponibilizar legendas geradas em tempo real automaticamente

  O serviço de streaming da Google, YouTube, anuciou que vai passar a adicionar legendas geradas em tempo real automaticamentes aos seus live streams falados em inglês. Estas legendas vão ser criadas, como têm sido, através de um tipo de inteligência artificial que analisa o áudio, e tenta entender as palavras, duma forma muito complexa , que às vezes dá origem a erros, mas que tem vindo a melhorar.
  Ao juntar esta tecnologia à da tradução da Google, pode ser possível traduzir live streams , de forma a que a língua já não seja uma barreira tão insuperável para a compreensão de conteúdos áudio de todo o mundo na internet, especialmente se esta tecnologia de reconhecimento de discurso possa vir a ser aplicada a outras línguas sem ser o inglês.


Fontes:


domingo, 18 de fevereiro de 2018

Robôs da Boston Dynamic já conseguem abrir portas e lavar a loiça

  Os robôs da Boston Dynamic estão já um passo mais perto de poderem conquistar o mundo, porque conseguem agora abrir portas e tratar de uma das tarefas domésticas mais aborrecidas, limpar a loiça. Esperemos só que ninguém tenha a ideia de dar a estes robôs arrepiantes inteligência artificial mais sofisticada.
  Aqui estão dois vídeos, que não são da minha autoria, a demonstrar estas novas habilidades, destes robôs de um braço:



Fontes:
  • https://www.theverge.com/tldr/2018/2/12/17005060/boston-dynamics-robot-dog-open-door


domingo, 11 de fevereiro de 2018

Inteligência artificial pode ser usada para criar código através de fotografias de websites

  Uma startup dinamarquesa, Ulzard, anunciou que desenvolveu um programa, chamado Pix2Code, que permite que o código para um website seja criado a partir de uma captura de ecrã.
  Por enquanto, a precisão deste software é de apenas 77%, mas deve-se tornar mais eficaz à medida que são colecionados mais dados.
  O objetivo final desta tecnologia de inteligência artificial é pôr um fim à necessidade de programar manualmente interfaces gráficas do utilizador (em inglês: Graphical User Interfaces), libertando assim o tempo dos programadores para a realização de tarefas mais complexas e menos repetitivas.
  Aqui está um vídeo, que não é da minha autoria, que mostra o funcionamento deste programa:


Fontes:

quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Artificial Intelligence (AI)

  Um breve resumo de inteligência artificial, é o que consiste na inteligência exibida pelos sistemas eléctricos em ciência computacional, o ideal de inteligência de um maquina é a flexibilidade racional em responder e comportar se perante múltiplas condições diferentes e o objectivo é que as acções efectuadas sejam as planeadas.
  Inicialmente este termo considerava simplesmente as mimicas do comportamento humano e da mente humana como aprender e resolver novos problemas sem que seja preciso de acrescentar nova programação. Agora como já é algo mais banal, o termo avançou para a compreensor da comunicação humana e competição em jogos com xadrez ( de estratégia) e a capacidade de manipular objectos.
  Actualmente a inteligência artificial que existe, aplica pesquisa matemática, lógica, probabilidade e economia, e o que procuram desenvolver é aplicar psicologia, linguística, filosofia e neologismo

Porem isto seja um resumo bastante curto, se quiseres desenvolver o conhecimento sobre AI
https://en.wikipedia.org/wiki/Artificial_intelligence
https://www.techopedia.com/definition/190/artificial-intelligence-ai


quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Robôs da Google aprendem a comunicar secretamente entre si

 Robôs-Google-aprendem-a-falar -secretamente- entre-siOs pesquisadores do Google Brain (a divisão de inteligência artificial da empresa) criaram três softwares-robôs, que foram batizados de Alice, Bob e Eve e tinham missões definidas: Alice deveria mandar uma mensagem criptografada para Bob, que deveria ser capaz de decodificá-la – driblando a espionagem de Eve, cujo objetivo era interceptar e ler a mensagem. Só que nenhum deles foi ensinado a fazer nada disso.


Usando técnicas de rede neural (tipo de inteligência artificial em que o robô aprende sozinho, por tentativa e erro, a executar uma determinada tarefa), Alice e Bob desenvolveram seu próprio método de criptografia e se comunicaram de forma totalmente confidencial, sem que Eve pudesse decodificar as informações. Pela primeira vez na história, duas entidades de inteligência artificial conseguiram criar, sozinhas, um meio para se comunicar de forma secreta.

É um avanço extraordinário – que também pode soar preocupante. Máquinas inteligentes conversando secretamente entre si mesmas, sem que a humanidade possa saber o que estão tramando, daria um belo roteiro para uma distopia de ficção científica. Mas, na vida real, não precisa ser assim. Primeiro, porque máquinas inteligentes não irão evoluir, necessariamente, contra a humanidade. Segundo, porque basta projetar os sistemas de inteligência artificial com salvaguardas, ou seja, mecanismos de segurança que sempre permitam intervenção humana nas máquinas. Mesmo que essa intervenção seja a mais banal de todas: desligá-las da tomada.

Data: 18/01/2017
Fonte: http://seitudo.com.br/superlidas-robos-do-google-aprendem-a-se-comunicar-secretamente-entre-si/