Para este trabalho decidi focar me mais na parte da multimédia. Por isso fiz um vídeo onde falo um pouco sobre mim, baseando-me no perfil que já tinha sido feito no 1º período.
Este vídeo está inserido num site criado por mim em HTML e CSS e contém também uma fotografia minha. Decidi, para este trabalho, fazer um video com uma duração mais longa por três razões: eu gosto bastante de editar e produzir vídeos, pessoalmente sou uma pessoa que aprende experimentando fazer coisas novas e, por último, já queria fazer algo deste género há algum tempo. É seguro dizer que com a produção deste vídeo aprendi bastantes coisas em termos de edição em Premiere, simplesmente porque tinha uma ideia na minha cabeça que queria fazer e algumas coisas não sabia como fazer, e por isso precisei de ir pesquisar e descobrir como certas coisas (como algumas transições por exemplo) se faziam e agora já as sei fazer. Apesar de ter demorado mais de 8 horas a produzir este video (mais a tarde inteira que "gastei" com gravações para o mesmo) gostei bastante deste projeto pelo facto de podermos ter um pouco mais de liberdade para fazer aquilo que quiséssemos. Optei por não fazer num sofrware de timeline pois acho que o trabalho acaba por perder um pouco a essência e objetivo principal, por isso preferi fazer da maneira que fiz, apesar de ter demorado muito mais tempo.
Aqui está o link para o website: https://fabiosf27.github.io/perfilmultimedia/
Link para o repositório do Github: https://github.com/fabiosf27/perfilmultimedia
Blog tecnológico mantido pelos alunos da disciplina de Aplicações Informáticas (12º Ano) da Escola Secundaria José Gomes Ferreira em Lisboa.
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domingo, 3 de junho de 2018
quarta-feira, 30 de maio de 2018
Deco leva Facebook a tribunal para exigir pagamento de indemnizações
A associação de defesa do consumidor quer garantir que os portugueses com conta na rede social criada por Mark Zuckerberg sejam compensados pelo uso massivo e indevido dos seus dados, no seguimento do caso Cambridge Analytica.
A Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor (Deco) anunciou esta quarta-feira que vai avançar com uma ação em tribunal contra o Facebook para garantir que os portugueses com conta naquela rede social sejam indemnizados pelo uso indevido de dados. "Vamos avançar com uma ação em tribunal contra o Facebook. O nosso objectivo é garantir que os portugueses com conta naquela rede social sejam indemnizados pelo uso massivo e indevido dos seus dados", avança a Deco em comunicado, citado pela Lusa.
A Deco sublinha que o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, prometeu às associações de consumidores de Portugal, Brasil, Bélgica, Espanha e Itália que iria avaliar a atribuição de uma compensação às pessoas cujos dados tenham sido abusivamente utilizados por outras aplicações que operam na rede social. "Até agora não recebemos uma proposta, pelo que vamos avançar para tribunal", afirma a associação.
Segundo os cálculos da associação, apoiada pela Universidade de Madrid, um consumidor que esteja registado no Facebook desde 2010 poderá ter direito a 200 euros de indemnização. O resultado da conta dependerá do ano em que a conta foi criada.
VPNFilter: alerta de ataque contra routers chegou a Portugal
O VPNFilter pode ter sido criado para atacar a Ucrânia, mas já produziu danos colaterais em mais de 50 países. Linksys, MikroTik, Netgear Inc, TP-Link e QNAP são as marcas referidas como vulneráveis ao VPNFilter.
O alerta foi enviado pelo Federal Bureau of Investigation (FBI), dos EUA, para o Centro Nacional de Cibersegurança: Portugal está na mira de um ciberataque de grandes proporções que tem como principais alvos os routers e dispositivos que armazenam dados de rede (conhecidos pela sigla NAS). O ciberataque terá origem na Rússia e está relacionado com o malware VPNFilter, recentemente revelado por especialistas da Cisco. O FBI recomenda a reposição da configuração inicial dos routers e a instalação das mais recentes versões do software, a fim de evitar a interceção de dados pessoais e o bloqueiol das máquinas infetadas.
O CNCS já enviou um alerta para as empresas e organismos da Administração Pública, informa a Lusa.
O malware terá afetado várias marcas de routers. Linksys, MikroTik, Netgear Inc, TP-Link e QNAP são as marcas referidas como vulneráveis ao VPNFilter.
Em comunicado, o FBI recorda que o VPNFilter tem a capacidade para bloquear o funcionamento dos routers – o que no limite poderá deixar bairros inteiros sem internet ou, num cenário que também não é muito animador, desviar dados pessoais dos internautas que se conectam a estes dispositivos.
Este novo malware foi detetado na semana passada pela Cisco – e cedo se relacionou a possível origem russa com um eventual ciberataque de grandes proporções contra a Ucrânia, como já sucedeu no passado em paralelo com a disputa que o governo de Kiev mantém com as províncias separatistas de Donetsk e Lugansk, que são habitadas maioritariamente por população de origem russa. Mais de 500 mil routers dispersos por 54 países terão sido infetados pelo malware.
Há mais um dado que leva os investigadores a associarem o VPNFilter a alegados ciberoperacionais ao serviço de Moscovo: o VPNFilter terá sido criado pelo grupo de hackers que se autodenomina de Sofacy. Alegadamente, esta é apenas uma das denominações usadas pelo grupo que já se apresentou ao mundo como Fancy Bear, Sednit, ou Pawn Storm. No currículo do grupo, figuram ataques de grandes proporções contra infraestruturas da Ucrânia e da Geórgia (que têm em comum, províncias separatistas sob a influência da Rússia), bem como a a alvos mais seletos da NATO, Convenção Nacional do Partido Democrata dos EUA, e Parlamento Alemão.
O governo russo sempre negou qualquer relação com o grupo Sofacy, assim como rejeitou a autoria dos ataques levados a cabo por estes hackers.
Depois da deteção desta rede de ciberzombies, a justiça dos EUA autorizou uma investida do FBI para desativar o endereço que era usado como posto de comando dos routers infetados. Este desmantelamento foi classificado como um revés importante para a propagação do VPNFilter, mas este código malicioso é composto por vários módulos que são adicionados depois de uma primeira infeção. O que limita a capacidade para uma ação de “limpeza” centralizada que chegue a todos os dispositivos afetados.
Fonte: http://exameinformatica.sapo.pt/noticias/internet/2018-05-30-VPNFilter-alerta-de-ataque-contra-routers-chegou-a-Portugal
O CNCS já enviou um alerta para as empresas e organismos da Administração Pública, informa a Lusa.
O malware terá afetado várias marcas de routers. Linksys, MikroTik, Netgear Inc, TP-Link e QNAP são as marcas referidas como vulneráveis ao VPNFilter.
Em comunicado, o FBI recorda que o VPNFilter tem a capacidade para bloquear o funcionamento dos routers – o que no limite poderá deixar bairros inteiros sem internet ou, num cenário que também não é muito animador, desviar dados pessoais dos internautas que se conectam a estes dispositivos.
Este novo malware foi detetado na semana passada pela Cisco – e cedo se relacionou a possível origem russa com um eventual ciberataque de grandes proporções contra a Ucrânia, como já sucedeu no passado em paralelo com a disputa que o governo de Kiev mantém com as províncias separatistas de Donetsk e Lugansk, que são habitadas maioritariamente por população de origem russa. Mais de 500 mil routers dispersos por 54 países terão sido infetados pelo malware.
Há mais um dado que leva os investigadores a associarem o VPNFilter a alegados ciberoperacionais ao serviço de Moscovo: o VPNFilter terá sido criado pelo grupo de hackers que se autodenomina de Sofacy. Alegadamente, esta é apenas uma das denominações usadas pelo grupo que já se apresentou ao mundo como Fancy Bear, Sednit, ou Pawn Storm. No currículo do grupo, figuram ataques de grandes proporções contra infraestruturas da Ucrânia e da Geórgia (que têm em comum, províncias separatistas sob a influência da Rússia), bem como a a alvos mais seletos da NATO, Convenção Nacional do Partido Democrata dos EUA, e Parlamento Alemão.
O governo russo sempre negou qualquer relação com o grupo Sofacy, assim como rejeitou a autoria dos ataques levados a cabo por estes hackers.
Depois da deteção desta rede de ciberzombies, a justiça dos EUA autorizou uma investida do FBI para desativar o endereço que era usado como posto de comando dos routers infetados. Este desmantelamento foi classificado como um revés importante para a propagação do VPNFilter, mas este código malicioso é composto por vários módulos que são adicionados depois de uma primeira infeção. O que limita a capacidade para uma ação de “limpeza” centralizada que chegue a todos os dispositivos afetados.
Fonte: http://exameinformatica.sapo.pt/noticias/internet/2018-05-30-VPNFilter-alerta-de-ataque-contra-routers-chegou-a-Portugal
domingo, 20 de maio de 2018
Investigador do MIT constroi drone que é meio albatroz e meio barco à vela
Gabriel Bousquet quer ajudar a explorar e monitorizar os oceanos. A proposta deste investigador é um drone autónomo que pode voar sobre águas agitadas ou deslizar como um barco à vela sobre águas calmas.
Bousquet e a sua equipa criaram um veículo híbrido, capaz de voar e navegar. O protótipo usa um terço do vento que um albatroz usa e consegue navegar dez vezes mais rápido do que um barco à vela tradicional. O objetivo é usar este aparelho para monitorizar os oceanos de uma forma mais eficiente.
O drone é autónomo, tem uma envergadura de asa de três metros e uma vela triangular que faz lembrar um veleiro. A equipa integrou sensores de inércia, GPS, ultrassom e um sistema de piloto automático, noticia o Engadget.
O protótipo e os testes foram feitos em 2016, mas a equipa continua a querer desenvolver o conceito. A ideia de Bousquet passa por colocar grandes grupos de drones destes a pairar sobre os oceanos e a monitorizar, por exemplo, as condições meteorológicas ou a vida marinha.
Fonte: http://exameinformatica.sapo.pt/noticias/ciencia/2018-05-18-Investigador-do-MIT-constroi-drone-que-e-meio-albatroz-e-meio-barco-a-vela
Fonte: http://exameinformatica.sapo.pt/noticias/ciencia/2018-05-18-Investigador-do-MIT-constroi-drone-que-e-meio-albatroz-e-meio-barco-a-vela
domingo, 13 de maio de 2018
Duplex vai identificar-se como sistema de AI para os humanos
A Google apresentou há dias o Duplex, que replica na perfeição a voz humana. Agora, a empresa diz que o sistema vai anunciar-se como Inteligência Artificial quando interagir com humanos.
Para contornar dilemas éticos e filosóficos, a Gogle anunciou que o Duplex vai identificar-se enquanto tal quando estiver a interagir com humanos. Recorde-se que o sistema consegue replicar na perfeição a voz humana, incluindo hesitaçõs e interjeições, o que poderá levar ao engano.
«Percebemos e valorizamos as discussões em torno do Duplex – como dissemos desde o início, a transparência na tecnologia é muito importante», disse um porta-voz da Google, que depois confirmou que a ferramenta vai ter um alerta integrado e que garante que o sistema é corretamente identificado. Embora ainda não se saiba como esse alerta vai funcionar, presume-se que seja uma indicação sonora, antes de a conversa começar.
Recorde-se que ainda não se conhecem aplicações práticas para o Duplex e que o CEO da Google apresentou uma demonstração onde o sistema ligava para um cabeleireiro para fazer uma marcação, fazendo-se passar por um humano.
Facebook estará a planear lançar uma criptomoeda
No início desta semana foi noticiado que o Facebook tinha criado uma nova divisão Blockchain. Uma informação que, segundo o Recode, foi confirmada por diversas fontes e resultou de uma reorganização na estrutura de gestão da empresa. De acordo com as mesmas fontes, esta nova divisão está sob responsabilidade de David Marcus, que liderava a divisão do serviço de mensagens desta rede social. Recorde-se que a tecnologia Blockchain é a base de funcionamento das criptomoedas, embora possa ser usada para outro tipo de transferências de informação (ver abaixo).
De acordo com o site Cheddar, o objetivo do Facebook será facilitar transferências comercias de forma totalmente digital e segura dentro da rede social, uma área onde a empresa de Zuckerberg tem vindo a apostar. A confirmar-se, a utilização de uma criptomoeda numa rede com o número de utilizadores do Facebook poderá abrir caminho para a popularização deste tipo de moeda digital.
Uma base de dados que regista ativos e transações replicada nos computadores de uma rede peer-to-peer (ponto a ponto). Um género de registo público de quem tem o quê e de quem transaciona o quê (os dados estão encriptados para manter a confidencialidade). As transações são certificadas e, ao longo do tempo, o histórico das transações fica bloqueada em blocos de dados que são depois criptograficamente ligados uns a outros para garantir a segurança. Ao contrário de, por exemplo, o e-mail, o blockchain possibilita a criação de informação digital única, sem possibilidade de replicação. Ou seja, permite que quando uma moeda ou um documento é transferido, o emissor fica sem qualquer cópia desses mesmos dados. Daí empresas e instituições estarem a estudar a implementação da tecnologia de blockchain nas mais diversas áreas, incluindo transferência de contratos e valores (moedas e ações digitais, por exemplo), certificação de identidade (para votação eletrónica, por exemplo).
Fonte: http://exameinformatica.sapo.pt/noticias/mercados/2018-05-11-Facebook-estara-a-planear-lancar-uma-criptomoeda
De acordo com o site Cheddar, o objetivo do Facebook será facilitar transferências comercias de forma totalmente digital e segura dentro da rede social, uma área onde a empresa de Zuckerberg tem vindo a apostar. A confirmar-se, a utilização de uma criptomoeda numa rede com o número de utilizadores do Facebook poderá abrir caminho para a popularização deste tipo de moeda digital.
Uma base de dados que regista ativos e transações replicada nos computadores de uma rede peer-to-peer (ponto a ponto). Um género de registo público de quem tem o quê e de quem transaciona o quê (os dados estão encriptados para manter a confidencialidade). As transações são certificadas e, ao longo do tempo, o histórico das transações fica bloqueada em blocos de dados que são depois criptograficamente ligados uns a outros para garantir a segurança. Ao contrário de, por exemplo, o e-mail, o blockchain possibilita a criação de informação digital única, sem possibilidade de replicação. Ou seja, permite que quando uma moeda ou um documento é transferido, o emissor fica sem qualquer cópia desses mesmos dados. Daí empresas e instituições estarem a estudar a implementação da tecnologia de blockchain nas mais diversas áreas, incluindo transferência de contratos e valores (moedas e ações digitais, por exemplo), certificação de identidade (para votação eletrónica, por exemplo).
Fonte: http://exameinformatica.sapo.pt/noticias/mercados/2018-05-11-Facebook-estara-a-planear-lancar-uma-criptomoeda
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domingo, 6 de maio de 2018
Twitter recomenda aos utilizadores que alterem as passwords
Um bug expôs as passwords dos 330 milhões de utilizadores.
A equipa do Twitter anunciou ontem que um bug expôs as passwords dos seus 330 milhões de utilizadores. A equipa da rede social explicou que as passwords dos utilizadores foram armazenadas desprotegidas nos sistemas da empresa devido a um bug numa tecnologia que serve para as encriptar.
O problema já foi solucionado e uma investigação interna revelou que as passwords que ficaram expostas não foram roubadas ou usadas de forma indevida. Contudo, o Twitter recomenda aos utilizadores que alterem as suas passwords.
Google avança com open source para criar apps para a cloud
A Google lançou o Asylo, uma solução de código aberto que visa ajudar os programadores a criar apps para a cloud mais seguras e que podem operar em diferentes arquiteturas.
O objetivo com a Asylo é permitir que qualquer aplicação de confiança possam correr os Trusted Execution Environments, ou TEEs. Estes ambientes atam como “enclaves” e protegem as aplicações de ataques nas plataformas onde operam, explica o ArsTechnica. O responsável da Google por este tipo de serviços explica que as pessoas estão preocupadas com ameaças como rootkits ou bootkits e também, ao entrar em infraestruturas partilhadas ou na cloud, como evitar que terceiros tenham acesso indevido aos conteúdos.
A maior parte dos serviços cloud já oferece algumas medidas de segurança como manter logs e controlo de acessos para monitorizar e trancar alguns ambientes. Embora algumas organizações e serviços não se sintam à vontade em colocar parte dos seus dados nos seus próprios sistemas internos virtualizados, com o crescimento das necessidades, vai tornar-se imperativo encontrar uma solução que possa ser alargada.
É aí que entram os TEE, conceito apresentado há dez anos, mas cuja construção requer conhecimento especializado e ferramentas. A Asylo entra em cena agora para simplificar a vida dos programadores. O SDK lançado agora, versão 0.2, ajuda a criar soluções para qualquer hardware e de forma a que possam ser recompilados rapidamente sem necessidade de alterar o código fonte.
Nelly Porter, da equipa da Google, explica que «podemos portar as aplicações de diferentes backends “enclavados” sem quaisquer alterações de código. Podemos correr as aplicações no portátil, na workstation, numa máquina virtual num servidor nas instalações ou numa instância na cloud». A equipa do Asylo escreve que o objetivo é que nas versões futuras as aplicações existentes possam correr em qualquer enclave ao simplesmente copiar o código fonte num contentor Asylo e recompilando-o para a nova plataforma.
domingo, 22 de abril de 2018
Funcionários da Google criam app que ajuda quem queira começar a programar em JavaScript
Area 120 é o projeto onde os funcionários da Google passam 20% do seu tempo de trabalho. Um dos projetos mais recentes é a Grasshopper, uma app disponível apenas na PlayStore e App Store e que já conta com mais de cem mil downloads em apenas três dias. A maior parte das 1600 reviews é positiva.
Segundo o 9to5Google, a aplicação visa ajudar os iniciados a programar nomeadamente em JavaScript, linguagem usada numa grande parte dos sites. A aplicação torna a aprendizagem mais divertida e recorre a mecanismos com puzzles e desafios, que incentivam o utilizador a querer colocar em prática os conhecimentos adquiridos.
«Grasshopper é a melhor forma de começar a sua aventura na programação com jogos rápidos e divertidos no telefone que ensinam a escrever em JavaScript. Avance para níveis cada vez mais complexos à medida que desenvolve as suas capacidades», escrevem os criadores da app na PlayStore.
Fonte: http://exameinformatica.sapo.pt/noticias/software/2018-04-19-Funcionarios-da-Google-criam-app-que-ajuda-quem-queira-comecar-a-programar-em-JavaScript
Segundo o 9to5Google, a aplicação visa ajudar os iniciados a programar nomeadamente em JavaScript, linguagem usada numa grande parte dos sites. A aplicação torna a aprendizagem mais divertida e recorre a mecanismos com puzzles e desafios, que incentivam o utilizador a querer colocar em prática os conhecimentos adquiridos.
«Grasshopper é a melhor forma de começar a sua aventura na programação com jogos rápidos e divertidos no telefone que ensinam a escrever em JavaScript. Avance para níveis cada vez mais complexos à medida que desenvolve as suas capacidades», escrevem os criadores da app na PlayStore.
Fonte: http://exameinformatica.sapo.pt/noticias/software/2018-04-19-Funcionarios-da-Google-criam-app-que-ajuda-quem-queira-comecar-a-programar-em-JavaScript
Chrome suporta apps de Realidade Virtual com o Oculus Rift
O suporte para as apps WebVR para o Oculus Rift no Chrome 66 está restrito, para já, à versão para o Windows 10. Até aqui, o foco tinha sido para as versões mobile do Chrome. O passo seguinte, lembra o The Verge, passou por suportar telefones com a plataforma Daydream e bastava ir a um site preparado para Realidade Virtual ou um vídeo para ver conteúdos nesse formato. Depois surgiu o Cardboad, que permitia ver este tipo de imagens em qualquer telefone Android compatível. Por fim, em setembro do ano passado, surgiu a possibilidade dos utilizadores do Daydream View verem em RV qualquer website usando uma opção de visualização especialmente construída, dentro do Chrome mobile.
Agora, vai ser possível ver estes conteúdos RV usando um headset de topo como o Rift também através do computador.
Fonte: http://exameinformatica.sapo.pt/noticias/software/2018-04-20-Chrome-suporta-apps-de-Realidade-Virtual-com-o-Oculus-Rift
Agora, vai ser possível ver estes conteúdos RV usando um headset de topo como o Rift também através do computador.
Fonte: http://exameinformatica.sapo.pt/noticias/software/2018-04-20-Chrome-suporta-apps-de-Realidade-Virtual-com-o-Oculus-Rift
domingo, 15 de abril de 2018
112: localização de telemóveis arranca até ao final do ano
Até ao final do ano, os serviços de emergência nacionais deverão ficar aptos a localizar automaticamente os telemóveis de quem faz chamadas para o 112. A solução está a ser trabalhada atualmente pelos técnicos da Secretaria Geral da Administração Interna.
A nova ferramenta, que pretende reduzir as perdas de tempo durante a localização de sinistrados ou vítimas de violência, deverá começar a funcionar com telemóveis Android, que já se encontram aptos a operar com a tecnologia AML (de Advanced Mobile Location). Os telemóveis da Apple só deverão passar a indicar automaticamente a localização de quem fez as chamadas quando a marca adotar esta norma tecnológica.
Com a adoção da tecnologia AML, os dois centros de atendimento que repartem a gestão de ocorrências de Norte e SuL do País passam a receber automaticamente uma mensagem de texto com as coordenadas geográficas de quem fez a chamada por telemóvel.
Além de não exigir qualquer ativação de funcionalidade ou configuração específica, o envio das mensagens AML para o 112 não tem qualquer custo associado para o utilizador.
A localização automática dos telemóveis que ligam para o 112 é uma das medidas anunciadas no pacote de 100 medidas de desburocratização e eficiência dos serviços públicos que o Governo batizou de Simplex+2017.
Fonte: http://exameinformatica.sapo.pt/noticias/mercados/2018-04-13-112-localizacao-de-telemoveis-arranca-ate-ao-final-do-ano
A nova ferramenta, que pretende reduzir as perdas de tempo durante a localização de sinistrados ou vítimas de violência, deverá começar a funcionar com telemóveis Android, que já se encontram aptos a operar com a tecnologia AML (de Advanced Mobile Location). Os telemóveis da Apple só deverão passar a indicar automaticamente a localização de quem fez as chamadas quando a marca adotar esta norma tecnológica.
Com a adoção da tecnologia AML, os dois centros de atendimento que repartem a gestão de ocorrências de Norte e SuL do País passam a receber automaticamente uma mensagem de texto com as coordenadas geográficas de quem fez a chamada por telemóvel.
Além de não exigir qualquer ativação de funcionalidade ou configuração específica, o envio das mensagens AML para o 112 não tem qualquer custo associado para o utilizador.
A localização automática dos telemóveis que ligam para o 112 é uma das medidas anunciadas no pacote de 100 medidas de desburocratização e eficiência dos serviços públicos que o Governo batizou de Simplex+2017.
Fonte: http://exameinformatica.sapo.pt/noticias/mercados/2018-04-13-112-localizacao-de-telemoveis-arranca-ate-ao-final-do-ano
Reconhecimento facial encontrou homem numa multidão de 50 mil
Os sistemas de reconhecimento facial têm evoluído ao longo dos anos e tornado-se cada vez mais perfeitos e com maior capacidade de deteção. O detalhe é também mais apurado e isso reflete-se no que conseguem reconhecer.
O expoente máximo destas capacidades, que é conhecido, aconteceu agora, com o reconhecimento de um criminoso procurado no meio de uma multidão de mais de 50 mil pessoas, na China.
Pode não parecer lógico ou sequer possível, mas a verdade é que o sistema de reconhecimento facial na China está a atingir níveis de qualidade e detalhe que nunca antes tinham sido vistos.
A informação partilhada pelo site Abacus revela que este homem estava num concerto em Hong Kong quando foi detetado pelo sistema de reconhecimento visual. No espaço estavam mais de 50 mil pessoas, mas, mesmo assim, foi possível, e de forma automática, os sistemas encontrarem este suspeito de crimes fiscais.
Quando foi preso o sujeito não reagiu, mas mostrou-se muito espantado por ter sido encontrado e apanhado. Julgava estar protegido pela multidão e pensava ser apenas mais uma pessoa na multidão.
A China tem investido muito nestes sistemas nos últimos anos. No ano passado 25 pessoas foram detidas depois de terem sido reconhecidas num festival de cerveja.
Também a polícia de Zhengzhou tem estado a realizar testes com óculos com reconhecimento facial, em estações de comboio selecionadas. Estes testes levaram já à prisão de 7 suspeitos de crimes de relevo e 25 pessoas que viajavam com identidades falsas.
Estes sistemas têm ajudado o estado chinês a manter um controlo apertado e a encontrar pessoas. Estima-se que até 2020 a China tenha instaladas mais de 600 milhões de câmaras CCTV , o que permitirá conseguir ainda mais controlo e melhorar a vigilância no país.
Fonte: https://pplware.sapo.pt/high-tech/reconhecimento-facial-homem-multidao/
Fonte: https://pplware.sapo.pt/high-tech/reconhecimento-facial-homem-multidao/
sábado, 10 de março de 2018
Tecnologia permite a pessoas cegas conduzirem virtualmente
Racing Auditory Display, ou RAD é o nome do sistema de sons que permite a pessoas cegas controlarem automóveis em jogos de corridas.
Um estudante de engenharia informática da universidade de engenharia de Colômbia, nos Estados Unidos, criou um sistema de indicadores sonoros para jogos de corrida denominado por Racing Auditory Display (RAD). A tecnologia permite que pessoas cegas se divertam ao volante de um carro de corridas em videojogos.
O RAD funciona através de uma textura sonora associada ao motor do veículo colocado à frente do jogador e é aplicada em dois setores diferentes. O primeiro diz respeito ao posicionamento do carro na pista e está associada ao volante. O som do veículo irá mover-se para a esquerda e direita, consoante se aproxima nas extremidades do circuito. No fundo, quando o jogador vira o volante, está a controlar o som diretamente. Ou seja, quando ouve o som a deslocar-se muito para a esquerda, terá de compensar o carro para a direita, para mantê-lo no centro e evitar a colisão. O segundo setor refere-se ao entendimento da velocidade do carro e a trajetória na pista para se antecipar às curvas.
Embora o sistema pareça simples, para manter a fluidez de uma corrida competitiva, os sons distintos são debitados em simultâneo. Com a prática o jogador vai conseguir manter o carro na pista, a uma velocidade considerável, conseguindo superar todos os obstáculos da estrada, nomeadamente curvas mais abertas ou fechadas, onde é necessário abrandar ou cortar os cantos.
Hackers forçam a mineração de criptomoedas
Kaspersky Lab identificou um grupo de hackers que utiliza ferramentas como técnicas APT para infectar utilizadores com software mineiro.
Com as criptomoedas como alvo, os hackers começaram a utilizar software mineiro nos seus ataques já que, tal como o ransomware, é um modelo simples para ganharem dinheiro. Mas, ao contrário do ransomware, este modelo «não prejudica directamente os utilizadores e pode permanecer sem ser detectado por um longo período de tempo usando, silenciosamente, o computador do utilizador».
Em Setembro de 2017, a Kaspersky Lab registou um aumento de mineiros que se espalharam pelo mundo de forma muito activa, prevendo o seu desenvolvimento.
Os investigadores da Kaspersky Lab identificaram, recentemente, um grupo de hackers que utiliza ferramentas como técnicas APT para infectar utilizadores com software mineiro.
Os hackers têm vindo a utilizar um método de criação de processos tipicamente utilizado em malware e que foi visto em alguns ataques direccionados por agentes APT, mas que nunca antes tinha sido observado em ataques de mineração.
A Kaspersky Lab avança que o ataque funciona da seguinte forma: a vítima é levada a fazer download e a instalar um software publicitário que, no interior, esconde um instalador mineiro. Este instalador remove um utilitário do Windows com o objectivo de fazer o download do mineiro através de um servidor remoto.
Depois da execução, um processo de sistema legítimo arranca e o código legítimo deste processo é substituído pelo código malicioso. Como resultado o “mineiro” funciona sob o disfarce de uma tarefa legitima e é impossível para o utilizador reconhecer se há ou não uma infecção.
Detectar essa ameaça é também um desafio para soluções de segurança. Além disso, os mineiros marcam este novo processo pela forma como ele restringe o cancelamento de qualquer tarefa.
Se o utilizador tentar parar o processo, o sistema informático será reiniciado. Deste modo, os hackers prolongam a sua presença produtiva no sistema.
Como observado pela Kaspersky Lab, os actores por trás desses ataques foram extraindo moedas da Electroneum e ganharam 7 milhões de dólares durante o segundo semestre de 2017, um valor comparável ao obtido pelos criadores de ransomware. Em 2017, 2,7 milhões de utilizadores foram vítimas de ataques de mineiros maliciosos, de acordo com dados da Kaspersky Lab. Mais 50% do que em 2016 (1,87 milhões).
Os utilizadores vítimas de adware, jogos e software hackeados usados por hackers para infectar secretamente computadores. Outra abordagem usada é a utilização de um código especial localizado num site infectado. O mineiro Web mais utilizado foi o CoinHive, encontrado em sites muito populares.
As principais tendências em ataques de mineração e as últimas descobertas em ameaças de criptomoedas vão ser discutidas pelos Investigadores de Segurança da Kaspersky Lab, no dia 9 de Março de 2018.
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Intel revela dois novos NUC com SOC "Gemini Lake"
A Intel apresentou dois novos mini computadores NUC (Next Unit of Computing), os modelos NUC 7 PJYH e NUC 7 CJYH, equipados com os processadores Pentium Silver J5005 e Pentium Silver J5005, respectivamente.
Ambos equipamentos incluem ainda duas slots SO-DIMM, que suportam até 8GB de memória DDR4-2400, um conector SATA3 para soluções de armazenamento, uma slot para cartões de memória, Wi-Fi 802.11ac, Bluetooth 5.0 e Gigabit Ethernet. Os NUC 7 PJYH e NUC 7 CJYH também têm duas portas HDMI, duas portas USB 3.0, assim como duas portas USB 2.0.
A Intel ainda não divulgou informações oficiais sobre os preços. Especula-se que os novos NUC vão estar disponíveis nas lojas dos Estados Unidos com preços a partir dos 299 dólares (cerca de 242 euros).
Fonte: https://www.pcguia.pt/noticias/intel-revela-dois-novos-nuc-com-soc-gemini-lake/
Ambos equipamentos incluem ainda duas slots SO-DIMM, que suportam até 8GB de memória DDR4-2400, um conector SATA3 para soluções de armazenamento, uma slot para cartões de memória, Wi-Fi 802.11ac, Bluetooth 5.0 e Gigabit Ethernet. Os NUC 7 PJYH e NUC 7 CJYH também têm duas portas HDMI, duas portas USB 3.0, assim como duas portas USB 2.0.
A Intel ainda não divulgou informações oficiais sobre os preços. Especula-se que os novos NUC vão estar disponíveis nas lojas dos Estados Unidos com preços a partir dos 299 dólares (cerca de 242 euros).
Fonte: https://www.pcguia.pt/noticias/intel-revela-dois-novos-nuc-com-soc-gemini-lake/
domingo, 25 de fevereiro de 2018
PT05: Iniciação à Programação em HTML
O início deste trabalho teve como base o curso de HTML da SoloLearn. Este é um curso bastante útil para quem está a começar a trabalhar com HTML pois é bastante intuitivo. Após a conclusão deste curso, já tinha as bases todas para realizar o trabalho e fazer a planta da sala de aula.
Aqui está o diploma de finalização do curso:
Durante a realização do trabalho surgiram algumas dúvidas, que acabei por conseguir ultrapassar pesquisando ou com ajuda de colegas e amigos. Uma dessas dúvidas foi a ligação do domínio criado no Freenom com a página do Github. Outra dúvida que também tive foi como poderia deixar uma linha da tabela em branco mas com uma altura específica para deixar um espaço e "puxar" a tabela para baixo.
No inicio tinha feito o trabalho misturando bastante CSS, o que não era o pretendido. Por isso apaguei as partes do código relativas a CSS e baseei o meu trabalho simplesmente em HTML, ficando a achar que a planta podia ser visualmente mais apelativa recorrendo ao uso de CSS.
Link para a planta: http://fabiofranco.ga/
domingo, 11 de fevereiro de 2018
Condução autónoma deverá chegar à Tesla nos próximos meses
Elon Musk anunciou mais um objetivo ambicioso para a Tesla: dentro de alguns meses, os carros da Tesla deverão ter a capacidade para conseguir fazer uma viagem costa a costa nos Estados Unidos de forma autónoma.
Já no final de 2016, Elon Musk, CEO da Tesla, tinha anunciado a condução autónoma quando a empresa publicou um vídeo de um carro a operar de modo autónomo.
O CEO da Tesla confirmou que esta funcionalidade vai chegar aos clientes, mas não indicou ainda qualquer data.
Há poucas semanas, uma empresa de estudos de mercado, Navigant, colocou a Tesla em último lugar numa corrida a 19 para atingir a condução autónoma. Esta corrida é liderada pelas empresas GM, Waymo (ex-Google), Ford, Daimler-Bosch, grupo Volkswagen, BMW-Intel-FCA, APtiv e Renault-Nissan.
DENSER: o algoritmo criado em Coimbra que superou o Google Brain
Quatro investigadores da Universidade de Coimbra criaram um algoritmo que usa apenas quatro GPU para superar o poderoso Google Brain
DENSER, Deep Evolutionary Network Structured Representation, é o nome da mais recente atração criada no CISUC. É um algoritmo de inteligência artificial capaz de imitar o comportamento do cérebro humano.
Os quatro investigadores responsáveis por esta inovação afirmam que o Google Brain «obtém resultados marginalmente inferiores» que o DENSER nos testes CIFAR 10 e CIFAR 100.
O Google Brain funciona suportado em 800 placas gráficas (GPU), que tirando partido da especialização e da capacidade de cálculo, o DENSER recorre a «quatro GPU das mais acessíveis, que são usadas, por exemplo, nos videojogos.»
O DENSER foi criado por Bernardete Ribeiro, Filipe Assunção, Nuno Lourenço e Penousal Machado. Os quatro investigadores referem que novos algoritmos como este podem ter aplicações em vários setores que precisem de ferramentas de reconhecimento de imagens.
Intel lança os SoC Xeon D-2100
Novo processador da Intel para servidores.
A nova família de processadores Xeon D-2100 da Intel foi desenvolvida para equipar servidores cloud, sistemas de rede e de armazenamento empresariais e suporta a tecnologia “QuickAssist” em soluções de VPN e encriptação.
A série SoC (system-on-ship) Xeon D-2100 suporta até 512GB de memória DDR4-266 ECC, até 32 pistas PCI Express 3.0, tem uma velocidade base de 3,0 GHz e utiliza a Intel Mesh.
A Intel garante que os novos processadores estarão mais protegidos contra as vulnerabilidades Meltdown e Spectre através de atualizações de segurança.
Já vários fabricantes dispõem de equipamentos baseados nos SoC Xeon D-2100 da Intel.
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