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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

Python - News 9.1

COMO É A NONA PUBLICAÇÃO DE PYTHON - NEWS, HOJE VOU APRESENTAR 9 RAZÕES PARA APRENDER PYTHON NO ANO DE 2020!
  • Simples e fácil de aprender: Python é uma linguagem de programação relativamente simples de aprender, tanto é que muitos dizem que sua lógica lembra bastante a da aprendizagem do inglês, além de utilizar vocabulário do inglês do quotidiano, o que facilita bastante a leitura do código. A lógica é assim: praticamente só se diz ao computador o que você quer!

  • Versatilidade (múltiplas possibilidades): A simplicidade do Python é tamanha que suscita até insultos de algumas pessoas do mercado, a dizer que a linguagem não permite a execução de coisas complexas. UM ENGANO! Pode ir-se muito longe com Python já que ele carrega toda a potência necessária para desenvolver o que se quiser. É possível trabalhar em diversas frentes, o Python é praticamente a soja do mundo da tecnologia!

  • Alta demanda: Facebook, Google, Amazon, Netflix, Dropbox, entre diversas outras empresas gigantes possuem projetos de tecnologia cuja base é Python. Além disso, como é fácil de usar, tem sido a linguagem mais considerada por empresas em estágios iniciais, as conhecidas startups. Acho que não é preciso dizer mais nada.

  • Open source: O facto de ser código aberto também facilitou bastante a popularização do Python. O bom de ser open source é que te dá a possibilidade de aprender e entender todos os aspectos da linguagem.

  • Disponibilidade de recursos: Como já referi em publicações anteriores, existem mais de 125 mil bibliotecas de Python disponíveis atualmente, o que torna a linguagem ainda mais popular e acessível. Por essas bibliotecas e, também, pelo excelente material padrão que acompanha o Python, é bastante comum iniciar um projeto sem que você precise codificar muita coisa.
Infelizmente terei de continuar numa próxima publicação de Python News, assim esta será a 9.1 e a continuação será 9.2, até lá, Boa Programação!

Referências:

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

C++ - Whitespaces

Os whitespaces são, exatamente como o nome diz, espaços em branco.
Estes permitem ao compilador distinguir os diferentes elementos do código.

Por exemplo:
int value;
Aqui, temos um espaço que separa "int" de "value". Assim, o compiler sabe que os dois elementos, int e value (tipo de dado e identifier da variável) são diferentes.

É bem óbvio que seja necessário usar espaços, pois assim como na literatura, estes são necessários para se entender quando acaba uma palavra e quando começa outra.

Pode-se usar mais de um espaço. Logo, é o mesmo ter
int space;
e
int     space;

Nem sempre é necessário usar whitespaces, pois já temos outro símbolo (operador) a separar as palavras, mas normalmente sempre se coloca para leitura mais fácil.

Por exemplo:
value=number+age;
 é valido e o mesmo que
value = number + age;

Referências (18/02/2020)

Python - Herança de Classes (Parte 1)

JÁ APRENDEMOS SOBRE CLASSES, AGORA VAMOS APRENDER A SUA "HERANÇA"!

A herança de classes permite-nos definir uma classe que herda todos os métodos e propriedades de outra classe:
- Classe-mãe é a classe que é herdada, também chamada de classe base. 
- Classe filho é a classe que herda de outra classe, também chamada classe derivada.

Nota: na maioria das minhas publicações tento traduzir ao máximo todas as denominações e conceitos, mas existem palavras que só fazem sentido ou soam melhor na língua inglesa, por isso se acharem algum nome estranho já sabem.


Criar uma classe parente: começemos por criar uma classe base que seja simples:

class Person:
  def __init__(self, fname, lname):
    self.firstname = fname
    self.lastname = lname

  def printname(self):
    print(self.firstname, self.lastname)

x = Person("Nyck", "Brandão")
x.printname()

Ou seja, criamos a classe Person(pessoa), com duas propriedades, 'fname'(firstname) e 'lname'(lastname), adicionámos ainda um método 'printname' e definimos uma variável x com o primeiro nome 'Nyck' e o último 'Brandão'.

Tivemos um bom começo, mas agora só podemos continuar na segunda parte, lanço o desafio para quem quiser tentar criar uma classe derivada da classe acima, boa programação!


Referências:

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Coronavírus? A IoT pode ajudar a prevenir este tipo de surtos mundiais!

O surto atual do mais recente coronavírus tem gerado uma grande repercussão por todo o globo. Tendo sido até decretado o estado de emergência mundial pela OMS (Organização Mundial de Saúde). Felizmente, o surto não só possui uma taxa de mortalidade bastante baixa, mas também está a ser bem contido pelas autoridades chinesas. Mas será que já se perguntou de que maneira a Internet das Coisas pode ajudar? Eu digo-lhe.
Talvez não saiba mas a China é a líder mundial em termos de investimentos na IoT, seguida pelo Japão. Para além disso, a China já usa um complexo sistema de vigilância que usa IoT para cobrir uma grande parte das suas cidades. Como tal, já possui o dinheiro e até alguma infraestrutura para suportar aquele que seria um projeto pionário com um intuito de ser global, mas com grande dificuldade de tal ser concretizado. A ideia surge de Dilip Sarangan (um pesquisador da área da Internet das Coisas) que propõe colocar sensores por todo o mundo que fossem capazes de identificar a presença de algum vírus, que utilizariam as câmaras de vigilância e a inteligência artificial para identificar e monitorar essa pessoa, podendo até monitorar todos os indivíduos que se relacionaram com a pessoa infetada. 
Apesar de ser muito improvável a aplicação desta proposta num futuro próximo em escala global, a China poderia ser um bom começo, tendo já experiência na adoção de soluções de IoT em larga escala.
Com o mundo cada vez mais pequeno devido ao tráfego aéreo de pessoas, soluções destas podem vir a ser cruciais para assegurar que surtos como a Peste negra, o Sarampo ou a Gripe A não voltam a acontecer. E que tal ser você o próximo impulsionador deste tipo de soluções?



imagem:

  • URL
  • consultada no dia 09/02/2020


fontes:

C++ - Keywords

Keywords são palavras reservadas pelo próprio C++ que já têm uma função designada desde o início.

Os tipos de dados, por exemplo, têm cada um uma keyword:
  • int
  • bool
  • char
  • double
  • float
Por já serem "do próprio C++", nunca podem haver variáveis, funções, etc, com esse identifier.

Lista de todas as keywords:

O único erro nesta tabela é o main, que não é considerado uma keyword. É, porém, uma função já pré-declarada.

Referências

Python - News 8

VERSÃO PYTHON 2 SERÁ RETIRADA ATÉ ABRIL DE 2020!

A comunidade de desenvolvimento central do CPython está a pedir aos utilizadores que mudem para o Python 3, pois será a única versão que será actualizada para erros e vulnerabilidades de segurança.

Após quase 20 anos de desenvolvimento na versão Python 2, a última versão principal 2.7 será lançada em Abril de 2020 e todo o desenvolvimento será interrompido para o Python 2. Os usuários são convidados a mudar para o Python 3 para se beneficiar de seus muitos aprimoramentos, como bem como evitar possíveis vulnerabilidades de segurança no Python 2.x após Abril de 2020. Essa acção lançará recursos limitados para a comunidade de desenvolvedores principais do CPthyon para outros trabalhos importantes.

A versão final de manutenção do Python 2.7 foi originalmente planeada para 2015. No entanto, demorou 5 anos para dar às pessoas tempo suficiente para mudar e trabalhar em estreita colaboração com fornecedores e redistribuidores para garantir que as opções de migração suportadas do Python 3 estivessem disponíveis. Parte do motivo desse atraso ocorreu porque o modelo de texto mais rigoroso do Python 3 estava forçando a resolução de problemas não triviais de manipulação de Unicode no interpreter de referência e na biblioteca padrão e nas bibliotecas e aplicativos migrados

No futuro, o Python 3 será a única versão principal do CPython que é activamente mantida por bugs e problemas de segurança.

Pessoalmente, eu sempre trabalhei com Python 3, e todas as publicações que eu faço no blog são somente destinadas a essa versão!


Referências:

domingo, 16 de fevereiro de 2020

iOS 7 - v 7.1.1


iOS 7.1.1


  Esta atualização do sistema operativo foi lançada no dia 22 de abril de 2014 estando disponível para o iPhone 4 e posterior, iPod Touch de 5ª geração e iPad 2 e posterior.
 As melhorias/correções que vieram com esta atualização foram a melhoria do reconhecimento de impressões digitais através do Touch ID e a correção de um erro que poderia afetar a capacidade de resposta do teclado.

Como os robôs poderam ajudar a proteger os nossos oceanos (parte 1)

Os avanços tecnológicos atingiram quase todos os setores e processos. Hoje, os especialistas têm robôs ajudando os oceanos através de sistemas de satélite, sensores de baixo custo e muito mais. Seja analisando áreas com excesso de plástico ou reintroduzindo certas espécies nos recifes, os oceanos podem experimentar um futuro mais limpo e seguro com a ajuda dos robôs.
Eu dividirei esta notícia em partes para abordar com mais detalhe as seis maneiras pelas quais a robótica poderá, e em alguns exemplo até já está, ajudar a proteger os nossos oceanos em 2020.




O primeiro método será melhorar a eficiência de combustível dos navios.
Todos os anos, os barcos produzem 1.000 megatons (uma medida de força de explosões) de emissões de gases de efeito estufa. No entanto, a plotagem de rotas com menor consumo de combustível poderá reduzir esse número e ajudar os navios a economizar o uso de combustível.
A Open Ocean Robotics criou barcos equipados com sensores, câmeras e dispositivos de comunicação para capturar informações de qualquer lugar do oceano. Eles usam a energia do sol e do vento para viajar por meses sem produzir nenhuma das suas próprias emissões. Como os barcos coletam dados continuamente, eles usam sistemas de satélite e comunicação para enviar informações aos usuários em tempo real.


Assim este processo oferece dados precisos relacionados às condições climáticas e previsões e as pessoas podem usar essas informações para otimizar as rotas dos navios que cortam os custos de combustível e reduzem os gases de efeito estufa. Até a próxima!