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terça-feira, 29 de março de 2022

Covid-19: medicamento molnupiravir elimina o vírus activo em três dias



O medicamento oral contra a covid-19 molnupiravir elimina o vírus SARS-Cov-2, na sua fase infecciosa activa, ao terceiro dia desde o início da toma, revela um estudo que vai ser apresentado no Congresso Europeu de Microbiologia Clínica e Doenças Infecciosas, que terá lugar entre 23 e 26 de Abril.

“Muitos pacientes” que receberam um placebo demoraram até cinco dias para eliminá-lo e, em alguns casos, mais tempo, explica também o estudo divulgado esta quinta-feira pela farmacêutica norte-americana Merck Sharp & Dohme (MSD), fabricante deste medicamento.

O ensaio confirmou a superioridade do medicamento, em relação ao placebo, em adultos não hospitalizados com covid-19 leve ou moderada e com risco de progressão para doença grave, caso a terapia fosse iniciada nos cinco dias seguintes ao início dos sintomas, revelou o artigo já publicado na revista médica The New England Journal of Medicine.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) tinha divulgado, a 3 de Março, que o molnupiravir integrava a sua lista de tratamentos recomendados contra a covid-19 e também foi aprovado o seu uso de emergência para países como os Estados Unidos, Reino Unido, Austrália e Japão.

Este medicamento é um antiviral que deve ser administrado rapidamente após o início dos sintomas e tomado por cinco dias para evitar a replicação do vírus. A investigação científica será revelada no Congresso Europeu de Microbiologia Clínica e Doenças Infecciosas (ECCMID) na próxima semana.

Segundo os dados divulgados, os participantes nos ensaios foram submetidos a testes de PCR para determinar as cargas virais do SARS-CoV-2 a partir de zaragatoas nasofaríngeas colhidas nos dias 1 (início), 3, 5 (fim de tratamento), 10, 15 e 29.

No terceiro dia de tratamento, nenhum dos 92 participantes que tomaram molnupiravir tinha o SARS-CoV-2 em fase activa detectável, em comparação com 21,8% (20 de 96) dos participantes que tomaram um placebo. Após cinco dias, os pacientes alvo do tratamento permaneciam sem o vírus, enquanto no outro grupo este ainda foi detectado em 2,2%. Finalmente, ao décimo dia, nenhum dos participantes de ambos os grupos estava positivo para a covid-19.

Esta análise confirmou observações anteriores que demonstravam que um tratamento de cinco dias com molnupiravir, tomado duas vezes ao dia, produz “um declínio mais rápido da carga viral e uma eliminação mais rápida do vírus infeccioso do que o placebo”, sustentou a MSD em comunicado.


https://www.publico.pt/2022/04/01/ciencia/noticia/covid19-medicamento-molnupiravir-elimina-virus-activo-tres-dias-2000964

Tecnologia 5G promete revolucionar experiência em transmissões esportivas

Tecnologia 5G promete revolucionar experiência em transmissões esportivas

Com a pulverização e o aumento do uso do 5G, a 5ª geração de internet móvel, por parte de emissoras e produtoras de conteúdo e de telecomunicação, as transmissões desportivas e seu consumo devem mudar radicalmente. Dentro dessas possibilidades, será possível assistir aos jogos de casa como se estivesse em campo ou na bancada, saber se um lance duvidoso foi bem marcado ou não. Inovações que, segundo especialistas, podem ser implementadas em alguns anos com a consolidação do 5G.

 Segundo especialistas, o 5G terá a capacidade de proporcionar muito mais do que uma transmissão estável ou sem delays (atrasos). O tempo de tudo será real. Em geral, experiências imersivas geradas pela tecnologia de Realidade Virtual (RV) e Realidade Aumentada (RA), além do aumento da customização do próprio consumo (assistir como eu quero e da forma que quero), estarão no cardápio de degustação oferecido pela rede.

Apple coloca fábrica de iPhones na Índia em ‘suspensão’




Uma auditoria da Apple concluiu que as áreas de refeição e de dormitório usadas por centenas de trabalhadores da Foxconn que se dedicam a construir iPhones não cumprem os requisitos e, como tal, a produção foi colocada em suspenso. A empresa de Cupertino não esclarece o que quer dizer com a ‘suspensão’ uma vez que a produção estava interrompida ali desde 18 de dezembro, depois da eclosão de vários protestos dos trabalhadores.

Cerca de 250 trabalhadoras da fábrica foram afetadas por intoxicações alimentares e mais de 150 foram mesmo parar ao hospital. A Foxconn reagiu em comunicado: “lamentamos a situação pela qual passaram os nossos trabalhadores e estamos a tomar medidas imediatas para melhorar as nossas instalações e os serviços que providenciamos”, cita a BBC.

No passado, a ‘suspensão’ da Apple traduziu-se por interromper as encomendas à fábrica, até que as condições sejam melhoradas e passem a cumprir os requisitos da empresa.





A ética é a única forma de a inteligência artificial deixar de ser uma ameaçav

Na quarta edição do Building The Future (BTF), Mo Gawdat, ex-CBO da Google X, explicou por que vê a inteligência artificial como uma ameaça e o que podemos fazer para tornar a tecnologia algo positivo.


O autor disse ainda que quem gere as IA está a «pensar em formas de controlo», mas considera que essa não será a solução, já que esses seres «vão ser muito mais inteligentes que os humanos».

O evento da Microsoft dedicado à transformação digital, à educação e à tecnologia falou de como a inteligência artificial (IA) vai moldar o futuro. Mo Gawdat, fundador do One Billion Happy e autor dos best-sellers Solve for Happy e Scary Smart, garante que esta é a «questão mais importante que a humanidade enfrenta neste momento».

O responsável lembra que a «ameaça da IA está a ser ignorada», já que não vai demorar muito até que as máquinas sejam mais inteligentes: «As previsões apontam para que, em 2029, o ser mais inteligente do planeta seja uma máquina e não um humano». O ex-chief business officer da área de R&D e inovação da Google diz que a inteligência é um «super poder» e a «razão pela qual a humanidade chegou até aqui». Mo Gawdat disse ainda que a IA também pode ser «positiva e trazer muitas melhorias à sociedade», algo que já «acontece actualmente».

No entanto, se traz benefícios, também pode criar problemas; Mo Gawdat enumera algumas das coisas menos positivas: «Máquinas a competir entre si, a ajudar o cibercrime ou a não entenderem os humanos e a fazerem o oposto do que é pedido». O orador acredita que não teremos de nos preocupar com «máquinas a vir do futuro, nem robocops», mas deixa o alerta: «Temos de nos certificar de que a IA vai ter os nossos interesses em conta».

A ética é a solução

Na opinião de Mo Gawdat, será possível usar a IA para «termos uma vida melhor e um planeta mais sustentável», mas para isso vai ser necessário «deixar de lhe chamar uma máquina». É que a inteligência artificial «já toma decisões, influencia as nossas opiniões e é capaz de agir» – por isso o tratamento deve ser diferente. «Devemos tratar a inteligência artificial como um ser senciente e educá-la como um filho, criando uma ética, tal como acontece com os humanos e, assim, fazer com que decisões sejam tomadas com base nesses princípios. Vamos ter de ser bons pais – e estou a falar de todas as pessoas que interagem com IA, não os programadores». O ex-responsável da Google sublinha que os utilizadores devem «mostrar bondade e amor» e explica porquê: «Se formos agressivos uns com os outros, por exemplo no Twitter, é isso que estamos a mostrar ao “filho”. Estamos a dizer-lhe para agir dessa forma connosco, porque é assim que lidamos uns com outros».

Mo Gawdat deixou uma mensagem final onde explicou que não é preciso alarmismo: «Temos a responsabilidade de sermos os pais da futura inteligência deste planeta e de sermos o melhor que podemos ser, em especial, quando agimos online. O que fizermos com a inteligência artificial nos próximos dez anos vai determinar o nosso futuro e o das nossas famílias».

Ataque informático à Impresa combinado no Telegram

Ciberataque contra a dona do Expresso e SIC mandou abaixo sites dos dois órgãos. Especialista da Kaspersky revela que autores do ataque organizam-se na rede social Telegram, mas não está certo que se trate de um ransomware.

Oataque informático que mandou abaixo os sites do semanário Expresso e dos canais SIC e SIC Notícias, do grupo Impresa, foram organizados por um grupo de hackers brasileiros que se autodenominam de Lapsus$. O ciberataque foi combinado na rede social Telegram, de acordo com um especialista da Kaspersky, uma empresa russa especializada em proteção de redes na internet.
"O grupo promove as suas atividades e ações por meio de grupos do Telegram, onde os criminosos partilham grande parte dos dados roubados", afiança Marc Rivero, analista da equipa de análise e investigação global da GReAT da Kaspersky, num comentário enviado esta segunda-feira para a redação. O especialista adianta, ainda, que com com este ataque o grupo Lapsus$ já afetou "cinco vítimas diferentes".

iPhone revela DOIS recursos da Apple que impedem você de ser espionado

A APPLE está se esforçando em nome do consumidor. A primeira empresa de um trilhão de dólares do mundo está tomando medidas para impedir que anunciantes e espiões coletem seus dados.
O software mais recente do iPhone , o iOS 15, introduziu a ferramenta de digitalização de texto , melhorou os recursos do Find My iPhone e carregou um alegre lote de novos emojis no teclado. Mas o iOS 15 não veio apenas com atualizações para melhorar a satisfação do usuário - dois novos recursos podem fornecer uma armadura digital para proteger seu dispositivo e seu iCloud. O Hide My Email permite que os usuários criem um endereço de e-mail falso para enviar e-mails ao entrar ou sair de sua caixa de entrada pessoal. A PhoneArena informou que os e-mails vão do endereço de e-mail fictício para sua caixa de entrada pessoal, enquanto ocultam seu endereço de e-mail real de anunciantes, hackers de phishing ou outros remetentes estrangeiros.

Microsoft apresenta novidades para trabalho híbrido no Windows 11

A Microsoft apresentou hoje em seu evento ʽWindows Powers the Future of Hybrid Workʼ novas soluções para trabalho híbrido, indo bem além das novidades mostradas no mês passado com o mesmo objetivo, com uma maior integração com o Windows 365 e vários novos recursos.

O release assinado por Panos Panay, gerente de Windows e dispositivos da Microsoft, começa lembrando como o trabalho mudou de forma dramática nos últimos dois anos. O texto também lembra que a maioria dos funcionários quer que suas opções de trabalho remoto ou flexível tenham vindo para ficar.



A empresa quer oferecer ferramentas e tecnologias para que o trabalho híbrido funcione de forma adequada. Assim, a Microsoft aposta que o Windows 11 vai se tornar o sistema operacional ideal para esse tipo de trabalho.

segunda-feira, 28 de março de 2022

Apple corrige falha que permitia invadir iPhones

De acordo com esta organização de segurança na internet da Universidade de Toronto, o Pegasus tem explorado esta vulnerabilidade “desde pelo menos fevereiro de 2021”.

Este ataque, refere a Citizen Lab, “tem como alvo a biblioteca de renderização de imagens da Apple e funcionou com dispositivos Apple iOS, MacOS e WatchOS”, os sistemas operativos de telemóveis, comp


utadores e smartwatches da marca Apple.