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sexta-feira, 8 de abril de 2022

Maior radiotelescópio de sempre vai ter tecnologia portuguesa

“Isto permite que Portugal esteja na linha da frente daquele que é um projeto científico emergente e transformador", sublinha a agência espacial portuguesa.

As portuguesas ATLAR, Critical Software e Faculdade de Ciências da Universidade do Porto vão desenvolver software e soluções informáticas para o Square Kilometre Array (SKA), o maior telescópio jamais construído. As organizações garantiram contratos que perfazem os 3,1 milhões de euros.

O projeto vai assentar em duas das maiores redes de radiotelescópios alguma vez criadas, instaladas na África do Sul e na Austrália: a primeira vai ter 197 antenas orientáveis de 15 metros de diâmetro e a segunda terá 131.072 antenas periódicas de registo fixo. O SKA vai permitir que a astronomia inicie uma viagem científica muito mais profunda do que fez até aqui.

As duas empresas e a faculdade portuense foram selecionadas por um concurso organizado em Portugal pelo Observatório SKA (SKAO) e vão fornecer serviços de análise, conceção, construção, codificação, verificação, validação, implementação, lançamento, manutenção, depuração e documentação de software e sistemas. “Isto permite que Portugal esteja na linha da frente daquele que é um projeto científico emergente e transformador, ao mesmo tempo que as empresas e centros de investigação nacionais desenvolvem capacidades tecnológicas numa área fundamental do conhecimento e reforçam o seu potencial de crescimento”, sublinha Luís Serina, responsável pela política industrial da Portugal Space, a agência espacial portuguesa, em comunicado de imprensa.

Maurizio Miccolis, gestor de projetos de software do SKAO, reforça que “a finalidade destes contratos, que têm o objetivo de fomentar uma parceria mais do que uma troca comercial, é gerar valor para o Observatório, bem como para os fornecedores portugueses”.

A Critical Software já estava ligada ao SKA antes deste concurso, desde 2016, tendo sido responsável pela análise independente dos requisitos dos sistemas Telescope Manager e do Signal and Data Transport, pela análise de fiabilidade, disponibilidade, manutenção e segurança destes e pelo desenvolvimento de software e algoritmos de Science Data Processor, que processam os dados gerados pelos telescópios. Agora, a empresa vai participar no desenvolvimento da plataforma de criação de aplicações.

A Faculdade de Ciências da Universidade do Porto está ligada ao SKA desde 2014, desde as fases de desenho e pré-construção do SKA e tem sempre entre um a três académicos a colaborar a tempo inteiro com a iniciativa. Agora, vai focar-se sobretudo sobre a Software Defined Infrastructure, criando e disponibilizando máquinas virtuais em plataformas de supercomputação e desenvolvendo ferramentas para que as várias equipas possam correr os seus códigos de forma segura.

Já a ATLAR, startup sediada na Pampilhosa da Serra, vai receber a maior fatia deste concurso, 1,8 milhões de euros, para integrar todo o software de gestão e operação das centenas de antenas do SKA, desenvolver o software de controlo e monitorização do correlador digital do SKA e também já está há anos a trabalhar no design e pré-construção do gestor do radiotelescópio.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022

Descobertos mais de 130 mil vírus com nova ferramenta informática

Uma equipa de investigadores descobriu mais de 130 mil vírus RNA desconhecidos, devido a uma nova ferramenta informática que permitiu pesquisar sequências virais nos milhões de gigabytes de dados de sequenciamento disponíveis em bases de dados genéticos, foi anunciado na quarta-feira.
Com a nova ferramenta, chamada Serratus, foram analisadas 5,7 milhões de amostras biológicas recolhidas em todo o mundo, nos últimos 15 anos, avançou a agência EFE.
A descoberta de mais de 130 mil novos vírus RNA (ARN em português, de ácido ribonucleico), publicada na revista Nature, representa um aumento de até 10 vezes do número de espécies virais de RNA descritas até ao momento.

O Serratus, desenvolvido pela equipa multidisciplinar de cientistas, é uma ferramenta de computação em nuvem ('cloud') que, utilizando um grupo de 22 500 processadores de computador, permitiu buscas massivas de sequências virais nos milhões de gigabytes de dados de sequenciamento disponíveis em diversas bases de dados genéticas.

Análise permitiu a descoberta de mais de 30 novos coronavírus
A análise detalhada de certas famílias virais permitiu a descoberta de mais de 30 novas espécies de coronavírus, incluindo exemplos em vertebrados aquáticos, como peixes e anfíbios, cujos coronavírus apresentavam um genoma segmentado em dois fragmentos, que é uma característica descrita noutras famílias de vírus, mas que não tinha ainda sido detetada em coronavírus.

No Instituto de Biologia Molecular e Celular de Plantas de Valência (IBMCP), o Serratus foi usado para analisar o vírus causador da hepatite D humana, um agente viral chamado Delta, que tem um genoma de tamanho mínimo e origem desconhecida.
A análise permitiu que o investigador Marcos de la Peña Rivero detetasse vírus semelhantes em muitos outros animais, incluindo invertebrados.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2022

Cientistas chineses apresentam o próximo passo da tecnologia de memória quântica

Cientistas chineses afirmam estar muito perto de desenvolver uma máquina capaz de decifrar códigos, graças a um recente avanço na tecnologia de memória quântica.

A computação quântica é mais uma daquelas ferramentas que pode transformar o mundo nas próximas décadas. Atualmente, os computadores quânticos mais poderosos rodam com menos de 100 qubits, o que significa que estão limitados a tarefas simples, de pouco valor prático.

No entanto, uma equipe de pesquisadores da China revelou o projeto de um novo computador quântico que poderia quebrar um código usando consideravelmente menos qubits do que se pensava anteriormente.


A descoberta, se comprovada e revisada pela comunidade científica, pode ser histórica. Ao contrário dos computadores quânticos existentes, que esquecem um cálculo assim que é feito, este tem memória.

Computadores quânticos podem quebrar uma mensagem criptografada em horas, mas precisam de dezenas de milhões de qubits (as informações quânticas transportadas por partículas subatômicas) para fazer o cálculo.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2022

Investigadores propõem enviar seres microscópicos para outros sistemas estelares

Tardígrados ou outras pequenas criaturas que suportem condições extremas podem ser enviadas a sistemas estelares vizinhos, propõem dois professores de uma universidade americana.

“Acredito que o nosso destino é continuar a explorar. Veja-se a história da espécie humana. Exploramos a níveis cada vez mais pequenos, até ao subatómico, e continuamos a explorar em escalas maiores”, afirma Joel Rothman, um dos professores da Universidade de Santa Bárbara que propõe enviar tardígrados e outros seres em pequenas naves espaciais para sistemas estelares na vizinhança.

A proposta de Rothman, juntamente com Philip Lubin, pertencente à mesma universidade, justifica a utilização de tardígrados por serem criaturas que podem suspender a sua função metabólica para sobreviver em condições extremas, como frio, vácuo no espaço ou mesmo serem projetados a grande velocidade. Outra hipótese seria enviar nemátodes.


Mas este não o único elemento diferenciador da proposta dos dois investigadores. Segundo a hipótese agora levantada, estes seres microscópicos seriam enviados para o espaço em pequenas ‘naves’ espaciais, pouco maiores do que uma mão humana, com o objetivo de testar novas tecnologias de propulsão. Neste caso, os investigadores querem usar um forte laser (localizado na Terra ou até na Lua) para ‘empurrar’ a nave pelo espaço sideral.

Os investigadores estimam que seria possível criar um veículo que se movesse a cerca de 20 ou 30% da velocidade da luz, o que ajudaria a reduzir de forma significativa o tempo necessário para viagens de longa distância – segundo as contas dos cientistas, enviar uma mini-nave ao sistema estelar Proxima Centauri poderia demorar 20 anos em vez de 80 mil anos usando os sistemas atuais.


Fonte: Visão

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

InSight (NASA mission)


InSight Mission

No día 26 de Novembro aterrizo com suceso o robot da NASA em MARTE!!!
Sim, no planeta Marte, este ja é o oitavo robot que aterriza com suceso em Marte!
(se ainda não tinhas visto uma fotografía tomada por um robot em Marte... bem agora ja viste uma!!!)









Image from: https://mars.nasa.gov/insight/multimedia/raw-images/?order=sol+desc%2Cdate_taken+desc&per_page=50&page=0&mission=insight



Qual é o objetivo da missão InSight?
InSight é o nome pequeno mais a missão llama-se Interior Exploration using Seismic Investigations, Geodesy and Heat Transpot, pelo nome podemos deducir que o robot vai, mais o menos, tomar os signos vitais do planeta vermelho. Até agora sabemos muito de como é o exterior de Marte mais ainda nao conhecemos de como é que está formado e o que têm dentro... O robot vai-nos ajudar a perceber como é que se conforma o manto de Marte!
Mars Interior
Também vai nos a  ajudar a perceber as ondas tectónicas, que ja sabemos que há em Marte, o robot vai-nos dizer:
 -Qué tão poderosas pode llegar a ser a atividade sísmica de Marte e onde é que esta é producida.
-Qué tão frecuentemente impactam meteorites na superficie de marte


Se voces conhecem a missão que Elon Musk vai procurar fazer então debem saber que esta informação é bem importante para esta futura missão. Mais devem saber que o Elon Musk NÃO tem relação nenhuma com esta missão, simplesmente é algo que eu pensei.

Quando esteve a fazer este trabalho pensei.... devem haver robots que tem falhado "morto" quando aterrizam em marte... e sim! Se quiserem podem ver este video sobre o tema: The Mars Lander Crash
By Andre M. Rosado.

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Supercomputador no Minho: para cientistas e empresários

A máquina chega à Universidade portuguesa no próximo dia 4 e terá a comunidade científica como principal alvo, mas também poderá ser usada pelo tecido empresarial que queira criar valor através da análise de grandes volumes de dados. E, dentro de dois a três anos, Portugal contará com um novo supercomputador bem mais poderoso.




Para mais informações ler notícia: http://exameinformatica.sapo.pt/noticias/ciencia/2018-05-30-Supercomputador-no-Minho-para-cientistas-e-empresarios

domingo, 14 de maio de 2017

5 coisas improváveis das leis da física que a ciência provou serem viáveis

Quem já assistiu ao seriado Fringe, produzido por J.J. Abrams (que também produziu Lost), deve se lembrar de um episódio que o personagem William Bell (Leonard Nimoy) leva a agente do FBI Olivia Dunham (Anna Torv) a um universo paralelo. Após um breve diálogo entre os dois, Bell diz que, às vezes, "a física é cruel", dando a entender que não se pode confiar totalmente em suas leis.

Só o fato de Olivia estar em um universo igual ao nosso, mas com pequenas diferenças, já quebraria vários limites dessa área que é objeto de estudo por milhares de cientistas - a policial, no caso, tinha uma habilidade que a permitia usar buracos de minhoca para transitar entre os mundos. E mesmo que não possamos prever o futuro, algumas pesquisas recentes conseguiram o impossível: ir contra as regras impostas pela física. Conheça abaixo cinco desses estudos.
Máquinas de movimento perpétuo



Hoje, qualquer dispositivo eletrônico ou industrial precisa de energia para se mover e manter em funcionamento, mas a ideia de aparelhos que podem operar sem a necessidade de um poder externo tem sido estudada há séculos. Leonardo da Vinci, por exemplo, trabalhou em vários projetos envolvendo uma roda de movimento contínuo; o filósofo e químico Robert Boyle, por sua vez, imaginou um garrafão-funil que se alimenta sozinho, enquanto o teólogo Blaise Pascal inventou a roleta.

Gadgets que conseguem se mover por conta própria e sem parar ofendem todos os tipos de leis da física, principalmente as leis da termodinâmica, que estudam os efeitos da mudança de temperatura, volume e pressão em escalas macroscópicas de sistemas físicos. Contudo, o teórico Frank Wilczek ganhou um Prêmio Nobel de Física ao apresentar o chamado "cristal do tempo", uma nova forma de matéria em que os átomos seguem um padrão de repetição (como já acontece em outros cristais), só que no tempo. Resumindo: são materiais que repetem eternamente seu movimento no tempo sem uma fonte de energia externa.

Desde então, alguns grupos de cientistas já conseguiram comprovar em laboratório que a criação de cristais do tempo é possível, e que sua utilização poderia revolucionar áreas como tecnologia e computação quântica.
Teletransporte



Em seu livro Física do Impossível (2008), o físico Michio Kaku classifica o teletransporte como uma "Impossibilidade de Classe 1", o que significa que a tecnologia é teoricamente viável e poderá existir algum dia no nosso cotidiano. Pode parecer algo impossível, mas, curiosamente, não há nada nas leis na física que impeçam esse processo.

O teletransporte é uma técnica que já existe, mas ainda está muito distante daquele teletransporte visto nos filmes e séries de ficção científica - em que a pessoa sai de um lugar para o outro de forma instantânea. O que a ciência conseguiu alcançar hoje são teletransportadores de partículas subatômicas. Trata-se de um fenômeno intitulado emaranhamento quântico, em que as informações e estados quânticos sejam transmitidos instantaneamente pelo espaço.

As primeiras experiências de teleportação quântica aconteceram em 1997, quando o estado quântico de um fóton foi reconstruído em outro fóton a dezenas de centímetros de distância. Por enquanto, o recorde mundial está em mais de 100 quilômetros. Já é um número bastante considerável, mas ainda levará centenas de anos até que um ser humano consiga ser desmaterializado por completo e teleportado para outro lugar sem correr riscos de perder partes do corpo no caminho.
Capas invisíveis



A capa da invisibilidade usada por Harry Potter e seus amigos é outro item que vai contra as leis da física, pelo menos no mundo real. Contudo, o traje que faz qualquer um desaparecer existe na mesma proporção que o teletransporte. E isso graças aos chamados metamateriais, materiais artificiais modificados para adquirirem propriedades que não existem de forma natural.

O princípio por trás dos mantos metamateriais é simples: ondas de luz se dobram em torno de um objeto em seu campo de visão, da mesma forma que a água se dobra em torno de uma pedra em um riacho, por exemplo. Só que, no caso das ondas de luz, elas precisam desenvolver materiais novos inteiramente estruturados em nanotecnologia para distorcer as propriedades naturais e físicas de ondas eletromagnéticas, permitindo que elas ultrapassem um objeto sem refletir ou refratar a luz.

Os primeiros metamateriais surgiram em laboratório a partir do ano 2000, e logo em seguida vieram os primeiros estudos com invisibilidade. Recentemente, cientistas afirmaram ser impossível tornar invisível objetos muito grandes, se limitando apenas a itens menores. Os maiores, incluindo aqueles de tamanho humano, poderiam utilizar uma técnica para reorientar comprimentos específicos de onda de luz, tornando o objeto camuflado mais ou menos colorido e visível.
Temperaturas abaixo do zero. Literalmente



A ciência classifica como zero absoluto uma temperatura por volta de -273ºC, que é quando os átomos param de se mover ao perderem a menor energia possível. Logo, é impossível ultrapassar esse limite, certo?

Nem tanto. De acordo com as leis da termodinâmica, a temperatura é uma medida de ordem: quanto mais silenciosa e mais ordenada ela for, menor será sua temperatura. Com base nesse conceito, físicos da Universidade de Ludwig Maximilian, em Munique, na Alemanha, conseguiram congelar uma coleção de átomos em uma temperatura um pouco abaixo do zero absoluto, criando uma temperatura que, tecnicamente, seria o novo zero absoluto.

E para quê colocar os átomos em temperaturas tão baixas? Acontece que tal estado pode ajudar em pesquisas envolvendo energia escura, o misterioso material que rasga o cosmos e tende a acelerar a expansão do universo. A principal característica desse tipo de energia é sua forte pressão negativa, que estaria em temperaturas muito geladas.
Matéria e antimatéria juntas



Normalmente, quando a matéria entra em contato com seu oposto, a antimatéria, ambas se "suicidam" em uma explosão súbita de energia causada por elas mesmas. A ciência acredita que as duas existiam em quantidades iguais logo após o Big Bang, mas se destruíram. Para nossa sorte, vivemos em um universo com matéria em abundância e muito pouca antimatéria, o que permitiu a formação dos planetas, galáxias, estrelas e tudo o que conhecemos do universo.

Só que, bizarramente, algumas matérias também podem ser antimatérias ao mesmo tempo. Os chamados férmion de Majorana, em referência ao físico italiano Ettore Majorana, seriam partículas que são suas próprias antipartículas, capazes de se autoaniquilar em certas condições. Há décadas os físicos suspeitaram que os neutrinos poderiam entrar nessa categoria e, caso seja comprovado, seria possível detectar melhor como acontece esse processo - um dos mais raros do universo, que acontece a cada 100 trilhões de trilhões de anos.

Testes feitos em laboratório também apontaram para essa teoria que iria contra as leis da física. Ao arrancarem um elétron de um supercondutor, a lacuna deixada pelo elétron age como uma partícula positivamente carregada com exatamente a mesma massa. Se os dois são manipulados da maneira correta, então eles podem ser feitos para agir como as partículas Majorana.

sábado, 21 de maio de 2016


O EQUINÓCIO

Etimologicamente falando, o termo equinócio provém do latim aequinoctium, o qual significa algo como como «noite igual». Mas digamos que basicamente o equinócio não é mais do que o evento astronómico que ocorre quando o eixo da Terra se coloca de tal modo que os dois polos estão à mesma distância do Sol.



Acontece duas vezes por ano: por volta dos dias 20/21 de Março e 22/23 de Setembro. Nesse momento, o centro solar encontra-se no mesmo plano do equador terrestre e os dias e as noites têm uma duração semelhante.



EQUINÓCIO DA PRIMAVERA E DO OUTONO


Como os nomes indicam de forma clara, os equinócios acontecem quando se inicia cada uma das estações do ano: a primavera ou o outono. Para cada hemisfério o acontecimento terá lugar em datas contrárias.


Para o norte, o equinócio da primavera é em marco e o de outono em Setembro. No sul é exactamente ao contrário. Em ambos os casos o Sol cruza o equador celeste e move-se em direcção ao sul ou norte respectivamente.



Mais Informação aqui


domingo, 6 de março de 2016

Objecto mais escuro do mundo


Quando Surrey NanoSystems introduziu o vantablack original, a empresa disse que o material de nano tubos de carbono é capaz de absorver 99,96 por cento da luz que toca. É tão escuro, ele pode enganar seus olhos em ver uma superfície lisa , mesmo quando os nano tubos foram realmente crescido na folha amarrotada (sério - assista ao vídeo abaixo da dobra) . Bem, a nova versão do vantablack é mais escura do que isso. Na verdade , Surrey não pode mesmo dar -nos a percentagem de luz que é absorvido , porque seus espectrómetros não conseguem medi-la.

Ver mais aqui : http://www.engadget.com/2016/03/05/vantablack-2/

sábado, 5 de março de 2016

Película que aumenta tempo de conservação dos alimentos

O Centro de Engenharia Biológica da Universidade do Minho desenvolveu uma tecnologia eco-eficiente que permite, utilizando materiais comestíveis, criar uma película protetora para aumentar o tempo de conservação dos alimentos. Desta forma, é possível potenciar a exportação de alimentos rapidamente perecíveis, como queijos, frutas, peixe e enchidos, abrindo a possibilidade das empresas do setor levarem os seus produtos a mercados mais longínquos, mantendo-se a qualidade e propriedades nutricionais.