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domingo, 25 de novembro de 2018

Photo Ark - exposição da National Geographic chega a Lisboa

A exposição Photo Ark da National Geographic chega na próxima quarta-feira, dia 28 de novembro, à Cordoaria Nacional. Esta exposição vai contar com 100 fotografias.

Depois da exposição do fotógrafo Joel Sartore ter passado pelo Porto chega agora a Lisboa dia 28 de novembro. 


A ideia do fotógrafo norte-americano será fotografar as mais de 12 mil espécies em cativeiro e com isto alertar para a extinção destas espécias. 
Joel fotografou em Portugal algumas espécies: a sua 8000ª espécie foi a toupeira-de-água, fotografada no Douro. Fotografou também algumas espécies no Jardim Zoológico de Lisboa como o lobo ibérico e a girafa angolana.


Esta exposição junta animais de vários portes, desde um animal tão pequeno como um gafanhoto a um tão grande como um elefante.
A entrada custará 9€ por pessoa ou 24€ por família e a Photo Ark estará aberta ao público até dia 5 de Maio.


Consultei o site TimeOut e JoelSartore.com dia 25/11/18

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Tempo de exposição em fotografia


Tempo de exposição em fotografia


O tempo de exposição em fotografia tem que ver com o tempo em que o filme está exposto à luz (na fotografia tradicional) e logo
o tempo que o obturador demora a abrir e fechar.
Assim quando se fala de velocidade, na realidade estamos a referir-nos ao tempo de exposição.
Os tempos medem-se em segundos ou frações de segundos, sendo o BULB o tempo indefinido que vai para além do
tempo máximo que a camara permite (normalmente 30 segs).

BULB, 30”, 15”, 8”, 4”, 1”, 2, 4, 8, 15, 30, 60, 125, 250, 500, 1000, 2000, 4000, 8000

Quando não tem “ estamos a falar de frações de segundo (2 por exemplo será ½ segundo).
Naturalmente o facto de ter uma abertura mais longa permite a entrada de mais luz e a foto será mais luminosa.
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/e/e8/Shutter_speed_in_Greenwich.jpg/800px-Shutter_speed_in_Greenwich.jpg


Por outro lado, o efeito de ter mais ou menos exposição é importante quando procuramos fixar (ou não) movimento.
Dependendo da rapidez do movimento (corrida, uma bala) se quiser fixar esse movimento tenho que reduzir o tempo de exposição
quanto mais rápido ele for.


Imagem da Via Láctea, foto de estrelas
Este exemplo de uma exposição longa (30”) leva a que os objetos em movimento produzam um traço contínuo de luz na imagem.


Resultado de imagem para tempo de exposição foto
Este é um exemplo de como o aumento da velocidade pode “fixar” a imagem.


Imagem relacionada


Mais um exemplo gráfico do impacto do tempo de exposição


https://aprendafotografia.org/como-funciona-obturador-tempo-exposicao/

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Exposição de Fotografia “A Arte da Tanoaria – Os Últimos”

Exposição de Fotografia “A Arte da Tanoaria – Os Últimos” de José Fangueiro, que estará patente no Museu Municipal de Espinho de 12 Novembro de 2016 a 21 de Janeiro de 2017.

Produzida em parceria com o Museu do Vinho Bairrada a Exposição é composta por 46 fotografias de José Fangueiro, fotógrafo profissional a viver na Suiça, e que retrata de uma forma sublime o trabalho árduo realizado nas últimas tanoarias que ainda vão resistindo em Portugal, mais concretamente no Distrito de Aveiro, entre os concelhos de Espinho e Ovar. A mostra é complementada por peças da tanoaria de Simeão Gomes Pinto & Filhos Lda, da freguesia de Paramos, em Espinho.
Desde que chegou a Sion, em 1981, José Fangueiro começou a interessar-se pela fotografia.
Autodidacta, é atraído pelo azul intenso do céu do Valais. O mundo abre-se para ele com a verticalidade de um país alpino e a exploração começa…

Fotógrafo profissional desde 2012, José convida-nos para uma viagem singular num universo de perspectivas que domina com mestria, com personagens, na maioria das vezes, solitárias. Atraído por um espaço que se “concentra ”, espera uma pessoa, por vezes durante horas e atribui-lhe uma relevância específica no movimento espontâneo; uma identidade individual que se liberta e que afirma a sua autonomia. Tratar-se à de uma identidade de imigrante que é tímido face à diferença que observa em seu redor?

Na cidade, alimenta-se da repetição dos elementos e compõe as suas imagens como se fossem notas suaves da vida diária com gestos espontâneos; brinca com o tempo e com o espaço em função das formas e das cores do dia.

A sua linguagem fotográfica alimenta um mistério e atrai inevitavelmente o nosso olhar procurando a fonte deste fogo que queima na profundidade das suas imagens. Esta luz viva interpela-nos e procura -nos uma sensação forte como uma passagem da sombra para a luz vibrante /OU brilhante!
No entanto, “a água, é o meu elemento preferido”, reage José, filho do mar.
Mar e terra – uma vida tecida de contrastes, uma emoção escondida que pode reaparecer em qualquer momento porque a força da imagem transcende a sua vida. O território e a existência humana misturam-se, formando um conjunto indivisível, um equilíbrio apaziguante.

Património material e imaterial

José tem o sentido das responsabilidades e concede uma vida radiante ao património existente, aos ofícios, face ao mundo que se altera e se transforma sob os seus olhos. Documenta, com uma coerência, a investigação analítica de um apaixonado que observa este mundo que desaparece face à sua objectiva. E ele não lhe permite de partir sem deixar vestígios…
A sua investigação fotográfica assenta no património cultural, particularmente n os ofícios de artesões e dos trabalhadores.

Com uma facilidade inata para apreender o movimento e a força infinita do mar, José canta uma ode aos pescadores de Cabo Verde – o que lhe vale uma distinção da UNESCO pelas suas imagens. O sentimento de pertença pinta os rostos marcados pelo vento, pelo sol, pelo duro labor. O espectador, inevitavelmente, testemunha o seu respeito para com estes homens, estes trabalhadores, com a sua capacidade de aceder à uma dignidade espiritual após um longo dia de trabalho.

Os ofícios tradicionais que estão a desaparecer, as maneiras de pescar “Arte Xavega” (foi feito um pedido para que esta arte seja inscrita na lista do património imaterial da UNESCO).
Fascinado pelo fogo e pela maneira de trabalhar, José captou durante três anos as imagens dos últimos tanoeiros em Portugal (Ovar, Espinho e Penafiel, na região do Porto); na Escócia (Ilhas de Aran); nos Estados Unidos em Louisville, (“Kelvin Corporation”, o maior produtor artesanal na região).





Consultado a 26.novembro.2016

Fonte: http://www.espinho.tv/event/exposicao-de-fotografia-a-arte-da-tanoaria-os-ultimos-de-jose-fangueiro/

domingo, 27 de novembro de 2016

Longa exposição - Fotografia


Fotos com uma cascata aveludada ou um mar esfumaçado são o resultado de uma técnica simples: a longa exposição.


Fotografar com longa exposição consiste em utilizar baixas velocidades de obturação, de modo a captar os movimentos realizados pelo objeto fotografado.

Uma vez que, utilizando velocidades de obturação lentas o sensor da câmara fica exposto à luz durante muito tempo, para evitar que a foto fique sobre-exposta, deve utilizar-se um ISO lento e fechar o diafragma ao máximo. Ainda assim, caso a quantidade de luz não seja a adequada a uma exposição correta - o que acontece frequentemente em cenários diurnos - poderá ou diminuir-se um pouco o tempo de exposição do sensor à luz ou utilizar-se um filtro de densidade neutra (ND), que diminui a quantidade de luz que atravessa as lentes, permitindo a utilização de exposições mais longas sem que a imagem fique sobre-exposta. Ainda, para garantir a qualidade da fotografia deve usar-se um tripé ou - na falta deste – estabilizar a câmara num lugar sólido e firme, de forma a garantir que a imagem não fica tremida com o movimento.


Light Painting: Fogo de artifício
4s; f16; ISO 100

Rastro das luzes de carros em movimento
4s; f8; ISO 80 

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Alexandre Ramos: fotografias da arte de construção

Alexandre Ramos mostra "Concorde": fotografias da Obra de arte em construção

O fotógrafo Alexandre Ramos mostra como os artistas criam as suas obras, convidando os visitantes a entrar num espaço privado e íntimo, num tempo em que Obra de arte ainda não o era.

Exposição de fotografia para ver no Atelier Concorde de 08 a 23 de Dezembro.


Alexandre Ramos(Lisboa,1979) Licenciado em Fotografia pela ULHT. No seu trabalho fotográfico procura a relação entre o objecto e o espaço, dedicando-se à investigação do uso da fotografia analógica e de processos fotográficos alternativos como ferramenta para o desenvolvimento de actividades com vista ao crescimento humano e mental.

O Atelier Concorde é um espaço de trabalho colectivo, interdisciplinar e gerido por artistas fundado em Janeiro de 2010.




quarta-feira, 23 de novembro de 2016

O retrato de uma época pela lente surrealista de Fernando Lemos


O Museu Berardo mostra desde 26 de outubro fotografias de uma geração intelectual no final dos anos 40, segundo o artista.


Depois de fazer esta série de fotografias, Fernando Lemos, atualmente com 90 anos, partiu, de barco, para o Brasil, com o escritor e crítico Adolfo Casais Monteiro, levando os negativos no bolso. Por lá ficaram, esquecidas, anos a fio, até uma exposição em 1994, no Centro de Arte Moderna, na Gulbenkian, chamada À Sombra da Luz ter começado a desvelar o trabalho do artista, agora também de nacionalidade brasileira. Da mostra permanente do Museu Berardo (onde o seu trabalho continua), salta, em nome próprio, para a galeria de exposições temporárias, com uma nova leitura da sua obra, em Retrato Coletivo em Portugal, no final dos anos 40, como lhe chamou Pedro Lapa, curador e diretor artístico da instituição.

Selecionou 62 fotografias, "as mais surrealistas". "Traça[m] um quadro muito específico de uma geração intelectual num dos períodos mais depressivos do século XX, o final dos anos 40, no pós-guerra. Há a expectativa da construção de um mundo novo, que em Portugal não se abria e em que o regime ditatorial endurecia", caracteriza Pedro Lapa.

As imagens foram produzidas entre 1949 e 1952, e aqui estão todos os que marcavam e marcariam a vida cultural portuguesa.


Algumas dessas fotografias são:

"Lavagem cerebral" é o título desta fotografia, retrato do escritor Alexandre O'Neill
foto DR/ Museu Berardo

Fernando Vespeira, Alexandre O'Neill e Norta Mitrani, juntos no retrato "Abraços Lisboetas" (1949)
foto DR/ Museu Berardo

Autorretrato de Fernando Lemos, em 1949
foto DR/ Museu Berardo





Consultado a 22.novembro.2016

Exposição - O tesouro a preto e branco de Sir Elton John

A exposição "The Radical Eye" pode ser vista pelo público na Tete Modern, em Londres. Sendo quase duas centenas de fotografias entre 1910 e 1950, num verdadeiro olhar sobre a história da fotografia ao gosto do colecionador Sir Elton John.

O seu nome é habitualmente associado ao mundo da música e a clássicos da história do pop rock como Your Song ou Candle inte Wind. Elton John, de 69 anos, vendeu mais de 300 milhões de discos ao longo de uma carreira iniciada há cinco decadas. Agora o seu nome ocupa as páginas de jornais britânicos por uma razão diferente: é o dono de uma das maiores coleções privadas de fotografia do mundo, com um espólio de mais de oito mil imagens. Uma pequena seleção integra agora uma exposição, em Londres.

A mostra intitulada The Rdical Eye: Modernist Photography from the Sir Elton John Collection inclui 191 fotografias, da época em que a fotografia atingiu a maioridade. "Essas décadas ficaram marcadas pela inovação técnica e por uma experimentação muito grande, com os artistas sempre a testar os limites da arte fotográfica", explicou Shoair Mavlian, ema das curadoras da exposição, na visita de antestreia proporcionada à imprensa internacional de Londres.

"Migrant Mother", de Dorothea Lange
foto The Sir Elton John Photography Collection

"Glass Tears", de Man Ray
foto The Sir Elton John Photography Collection

"Ilse Bing Dancer", de Willem van Loon
foto The Sir Elton John Photography Collection


"Em 1990 deixei o álcool e troquei-o por uma dependência muito mais saudável", explica Sir Elton no documentário. "A fotografia passou a ser esta companheira incrível, nova, libertadora. Comecei a colecionar e senti-me como um miúdo numa loja de doces. Cada foto serve-me de inspiração para a minha vida."



Consultado a 22.novembro.2016

terça-feira, 12 de abril de 2016

Exposição

Brevemente, a turma do 12º6, em conjunto com várias turmas de anos de escolaridade diferentes do Agrupamento de Escolas de Benfica irá expor os seus trabalhos desenvolvidos ao longo dos últimos dois Períodos, nas disciplinas de Desenho, Oficina de Artes e Educação Visual. A exposição irá contar com a parceria da disciplina de Oficina de Multimédia B!



terça-feira, 17 de março de 2015

segunda-feira, 16 de março de 2015

Exposição - Miguel Ângelo Rocha

A escultura é corpo, é espaço, é tempo. O seu campo é o das múltiplas conversões e metamorfoses: cada escultura transforma o corpo em espaço, o tempo em espaço, o espaço em objeto. As formas que assume desenham os contornos do espaço e tornam-no consciente, percetível, existente, real. E este é o campo em que Miguel Ângelo Rocha (Lisboa, 1964) [M.A.R.] tem desenvolvido o seu trabalho.

Independentemente de trabalhar com desenho, escultura ou instalação, podemos entender a sua obra numa zona de cruzamento e debate entre a arte conceptual, o minimalismo e o abstracionismo. Uma estratégia que, à semelhança de muita arte contemporânea, o poderia localizar num plano de relação com as disciplinas sociais, científicas e/ou políticas, mas o seu caso é o de uma prática material em que mesmo não considerando exclusivamente o objeto, o seu fabrico e matéria, estes fazem da sua existência o momento e situação artísticos por excelência: lugar de convergência do pensar, fazer e experimentar. Situação esta que constitui a singularidade de M.A.R. porque, por um lado, a sua prática artística é possibilitada e é herdeira de uma conceção de arte «desmaterializada», seguindo a intuição fundamental de Lucy Lippard, e, por outro lado, todo o seu trabalho se decide, se resolve e se encontra nos próprios objetos: é no confronto com a matéria, o gesto e o pensamento tornado coisa que se pode entender a ambição da sua obra.

Uma das preocupações centrais deste artista, a partir da qual se podem reconfigurar muitos dos seus trabalhos, é a questão do tempo, ou seja, o modo como a arte pensa, materializa e altera o tempo. Esta não é uma questão fácil e nela confluem muitos tempos: do fazer, do pensar, do experimentar e, claro, o tempo do tempo que passa e que é o nosso tempo. Interessa a este artista a maneira como no contexto das obras de arte o tempo conhece intensos momentos de reconfiguração: expande-se, contrai-se e nunca obedece à linearidade cronológica. Não se trata de uma investigação existencial, mas da exploração das diferentes temporalidades que a arte contém, e é neste contexto que o permanente confronto que o artista promove entre os seus desenhos, as suas esculturas e o espectador deve ser entendido.

Mas a sua intuição fundamental é a de que o tempo da arte é um tempo gerúndio, ou seja, é um tempo que se expande do pensar ao fazer, ao experimentar, e um tempo que permanentemente se renova sem cessar. O tempo do gerúndio, daquilo que está a ser, aquilo é sendo, é o tempo de um presente contínuo em que todos os acontecimentos, situações, fenómenos fazem parte de uma mesma unidade.

Esta reconfiguração do tempo no interior da obra é também uma forma de pensar o papel do espectador e os seus modos de participação. Trata-se de um tempo que toma o espectador não enquanto instância de prolongamento ou finalização das obras, mas é o espectador, com o seu corpo, o seu desejo, que dá tempo às obras, ou seja, é o espectador o elemento que determina os princípios e os fins. A escultura Antes e Depois dá corpo a esta inquietação temporal e a esta modalidade de experiência estética: somos nós que escolhemos onde, quando e como começar a ver a escultura.

O trabalho de M.A.R. reúne um conjunto de referências importantes e muito diferenciadas. Autores como Richard Tuttle, Bruce Nauman, Barry Le Va, Joan Jonas, o movimento Fluxus são importantes para o estabelecimento da família a que o artista pertence, mas tomando em consideração o projeto Antes e Depois destacam-se Robert Morris e John Cage — não são artistas com quem haja um diálogo direto, nas suas obras M.A.R. não os cita, nem deles se apropria, mas as obras daqueles dois artistas permitem uma maior compreensão dos problemas aqui em causa.

Antes e Depois é uma experiência do espaço, do tempo, do som. É um lançar-se sobre um vazio e a partir desse campo negativo, que escapa a todas as formulações, abrir um espaço de sensibilidade e pensamento. A magia desta obra é ela ser, sobretudo, um dispositivo gerador de imagens, sensações, perceções, com a vocação de ascender a uma região espacial habitualmente inatendível e sem uma topografia reconhecível. Este lugar que Miguel Ângelo Rocha criou é um lugar de impermanência e em incessante construção, por isso o seu tempo é o do gerúndio, isto é, o tempo daquilo que está a ser, daquilo que é sendo, um tempo nunca completo e acabado, mas em permanente movimento de aproximação a si mesmo. A peça musical original de Pedro Moreira, que se junta a esta escultura como um seu material de construção e que tem a exata duração do tempo da exposição, reforça a perceção daquele tempo contínuo do gerúndio. Sonoridades que intensificam esta obra enquanto espaço de mutações e confrontos entre corpos, materiais, experiências.

Esta exposição é, sobretudo, a proposta de uma situação escultórica para a qual são convocados todos os espectadores.

Nuno Crespo




quinta-feira, 12 de março de 2015

Site dinâmico MLF (Adicionado por LP)

Aqui fica o link do trabalho do site dinâmico: Site Dinâmico
Terminei o meu site dinâmico e quis deixar aqui o link para o mesmo. Foi uma actividade muito divertida e adorei trabalhar com a ferramenta Powtoon.

Link: PT05

Não hesitem e vão visitar o site!

Obrigado e Boa tarde.


sexta-feira, 6 de março de 2015

Azul Sobre Ouro- A Sala das Porcelanas do Palácio de Santas


Única no mundo, a coleção de pratos de porcelana chinesa da Sala das Porcelanas do Palácio de Santos (hoje, sede da Embaixada de França em Portugal) ilustra a história da própria produção cerâmica na China, entre os inícios do século XVI e o final do século XVIII, e o seu comércio com a Europa.
Residência real desde o final do século XV (por lá terão passado D. Manuel I, D. João III e D. Sebastião), o Palácio de Santos, adquirido em 1629 pela família Lencastre, sofre importantes obras estruturais entre 1664 e 1687. É realizada nessa altura a insólita Sala das Porcelanas, com teto piramidal de talha dourada, onde são incrustados mais de 250 pratos de porcelana chinesa, na quase totalidade com decoração azul e branca. Em 1870, o Estado Francês arrenda o edifício, acabando por adquiri-lo em 1909.
Numa parceria inédita com a Embaixada de França, o MNAA apresenta uma ilustrativa exposição com cerca de 60 pratos da Sala das Porcelanas (onde decorrem, atualmente, trabalhos de conservação e restauro). Encastrados no invulgar teto no século XVII, os pratos saem pela primeira vez do Palácio de Santos. A exposição é, por isso, uma oportunidade rara para ver de perto este conjunto de peças singular.

Museu Vieira da Silva inaugura exposição com obras da histórica Galeria Sonnabend

Na mostra, intitulada "Sonnabend. Paris - New York", vão estar representados 15 artistas: Andy Warhol, Roy Lichtenstein, George Segal, Michelangelo Pistoletto, Robert Rauscenberg, John Chamberlain, Robert Watts, Claes Oldenburg, Tom Wesselmann, James Rosenquist, Jim Dine, Mario Schifano, Arman, Jasper Johns e Larry Bell.
De acordo com o Museu Vieira da Silva, a exposição, que fica até 3 de maio, assinala a importância da galeria parisiense nos seus primeiros cinco anos de funcionamento - entre 1962 e 1967 -, quando muitos daqueles artistas apresentaram obras na Europa pela primeira vez.
O galerista António Homem, nascido em Lisboa, em 1939, curador desta exposição, começou a trabalhar com a Sonnabend, em Paris, em setembro de 1968. Participou na fundação da mesma Galeria, em Nova Iorque, em janeiro de 1970, e na inauguração do novo espaço, no Soho, em Manhattan, em setembro de 1971.
Residente em Nova Iorque desde 1989, António Homem dirigiu aGaleria Sonnabend juntamente com a colecionadora Ileana Sonnabend até à morte desta, em 2007, data em que herdou a Galeria e a coleção, com Nina Sundell, filha do primeiro casamento de Ileana, com Léo Castelli.
A exposição resulta de uma colaboração entre a Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva, a Sonnabend Collection Foundation, de Nova Iorque, e a Fondazione Musei Civici di Venezia - Ca'Pesaro Galleria Internazionale d'Arte Moderna.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Fotografias do mundo




A mostra que premeia o que de melhor se faz em fotojornalismo no mundo está de volta ao Museu da Electricidade. Comissariado por Paul Ruseler, o World Press Photo regressa amanhã, para apresentar o trabalho de 55 fotógrafos de 23 nacionalidades. Este ano, assistiu-se a um número recorde de 108 059 fotografias submetidas a concurso.

Horário:

até 22 de Maio,
de 3ª a domingo, das 10h às 18h,
sábado até às 20h



in Destak, 5ª feira - 28 de Abril de 2011