Se não sabem como meter localizações aleatórias no código de javascript posso te garantir que este vídeo vai te ajudar bastante, nunca mais vais te esquecer da famosa receita para gerar números aleatórios, é simples e fácil. Não vais encontrar outro igual ou melhor.
Melhor tutorial de como meter números aleatórios de sempre!!
Blog tecnológico mantido pelos alunos da disciplina de Aplicações Informáticas (12º Ano) da Escola Secundaria José Gomes Ferreira em Lisboa.
Mostrar mensagens com a etiqueta FC. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta FC. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 1 de junho de 2017
sábado, 29 de abril de 2017
O envio de ficheiros .JS no Gmail
Quem tentar enviar um ficheiro .JS passará a receber uma mensagem de erro, que dará acesso a uma explicação mais detalhada sobre as causas do bloqueio de envio desse anexo, tal como acontece já hoje. A Google consegue detectar este tipo de ficheiros de forma directa ou quando estes estão dentro de ficheiros comprimidos (.ZIP, .TGZ, .GZ ou .BZ2)
A recepção de ficheiros .JS no Gmail
Como a segurança deve ser bidireccional, a Google vai também passar a bloquear a recepção deste tipo de ficheiros, rejeitando as mensagens que os contenham e enviando notificações para os remetentes, avisando-os do problema.
Para os utilizadores que tenham necessidade de partilhar ficheiros .JS, a Google recomenda que seja usado o Google Drive, o Google Cloud Storage ou outro qualquer serviço cloud.
Pode parecer uma medida sem grande impacto, mas este novo bloqueio vai garantir ainda mais segurança aos utilizadores do Gmail, prevenindo que recebam ficheiros que possam ser potencialmente perigosos.
Gmail vai passar a barrar o envio de ficheiros com javascript
A Google sempre procurou que os seus serviços tivessem os melhores padrões de segurança e a melhor protecção aos seus utilizadores. O Gmail, devido à sua popularidade e aos milhões de utilizadores que tem, é alvo constante de melhorias e de optimizações de segurança.
A mais recente, e que será aplicada já a partir do dia 13 de Fevereiro, vai impedir que sejam enviados ou recebidos ficheiros .JS, ou seja, que contenham código JavaScript.
Há já muito tempo que o Gmail bloqueia o envio e a recepção de um conjunto de tipos de ficheiros que são considerados perigosos. É por isso que ficheiros com extensão .EXE, .BAT ou .MSI são barrados e eliminados, garantindo que o utilizador não os recebe e que assim fica mais seguro.
Mas, a partir do próximo dia 13 de Fevereiro, o Gmail vai adicionar à sua lista de extensões barradas os ficheiros JavaScript. Estes podem conter código malicioso e são até executados dentro do Windows, no Windows Script Host, dando acesso a executáveis e à sua instalação posterior.
YouTube junta-se à guerra contra as notícias falsas
A empresa vai dinamizar uma série de workshops onde serão ensinados, a adolescentes, alguns princípios básicos para saberem lidar com informação manipulada online. A iniciativa surge a pouco mais de um mês das próximas eleições britânicas.
Apesar das notícias falsas em circulação na internet já estarem a ser assinaladas por gigantes tecnológicas como a Google e o Facebook, a quantidade de informação manipulada existente, e a velocidade com que a mesma é produzida, continua a preocupar a comunidade de internautas. Para lhes reduzir o impacto, o YouTube vai agora juntar-se à ofensiva de empresas que as tem tentado inutilizar.
Na prática, este esforço vai materializar-se no lançamento de um programa de workshops no Reino Unido, dirigido aos adolescentes, que vai ensinar os internautas a distinguir entre notícias reais e notícias falsas. A ideia é dinamizar estas aulas de forma presencial ao longo de várias atividades que podem ser realizadas num único dia. As lições vão tentar formar os mais novos de forma a que estes criem mecanismos de defesa contra conteúdos duvidosos, como a verificação de factos ou a utilização de ferramentas de denúncia.
Os workshops vão ser dinamizados por veteranos do YouTube.
A ideia da empresa, como nota o Engadget, não será erradicar as notícias falsas da superfície da internet mas antes envolver toda a comunidade presente no YouTube na luta contra este fenómeno.
A decisão foi tomada depois do parlamento britânico aprovar a antecipação das eleições para o próximo dia 8 de junho. Até lá, os tempos deverão ser férteis em "fake news", como mostraram, recentemente, outros atos eleitorais.
terça-feira, 24 de janeiro de 2017
Bug
Um bug (pronúncia em português: [bɐɡ], termo da língua inglesa que significa, neste contexto, "defeito")[1][2] é um erro no funcionamento comum de um software (ou também de hardware), também chamado de falha na lógica de um programa, e pode causar comportamentos inesperados, como resultado incorreto ou comportamento indesejado. São, geralmente, causados por erros no próprio código-fonte, mas também podem ser causados por algum framework, interpretador, sistema operacional ou compilador.
Defeitos podem causar tanto problemas como falhas de segurança, principalmente em programas que tem alguma forma de conexão à Internet, como é o caso de navegadores (browsers) e clientes de e-mail, pois crackers podem se aproveitar dessas brechas para terem acesso a informações e arquivos contidos no computador infectado, e são mais comuns em programas em desenvolvimento (exemplo: programas em versão beta), mas, quando descobertos, estes são consertados por sua ou equipe de desenvolvimento.
terça-feira, 17 de janeiro de 2017
História do FileZilla
FileZilla começou como um projeto de estudo em ciência da computação por Tim Kosse e dois colegas na segunda semana de janeiro de 2001.
Antes de começarem a programar, discutiram a respeito de qual licença utilizar para o programa.
Decidiram fazer do FileZilla um projeto de software livre, devido a disponibilidade de diversos clientes FTP e por não acreditar que venderiam uma única cópia do programa caso tornassem o projeto comercial.[1]
Uma versão alpha foi lançada no final de fevereiro de 2001 e todos os inicialmente planejados foram implementados na versão beta 2.1.
A partir da versão 3 – reescrita por completo – foi adicionado suporte a outros sistemas operacionais além do Windows, incluindo GNU/Linux e Mac OS X.
História do Javascript
JavaScript foi originalmente desenvolvido por Brendan Eich quando trabalhou na Netscape sob o nome de Mocha, posteriormente teve seu nome mudado para LiveScript e por fim JavaScript. LiveScript foi o nome oficial da linguagem quando foi lançada pela primeira vez na versão beta do navegador Netscape 2.0 em setembro de 1995, mas teve seu nome mudado em um anúncio conjunto com a Sun Microsystems em dezembro de 1995 quando foi implementado no navegador Netscape versão 2.0B3.
A mudança de nome de LiveScript para JavaScript coincidiu com a época em que a Netscape adicionou suporte à tecnologia Java em seu navegador (Applets). A escolha final do nome causou confusão dando a impressão de que a linguagem foi baseada em java, sendo que tal escolha foi caracterizada por muitos como uma estratégia de marketing da Netscape para aproveitar a popularidade do recém-lançado Java.
JavaScript rapidamente adquiriu ampla aceitação como linguagem de script client-side de páginas web. Como consequência, a Microsoft desenvolveu um dialeto compatível com a linguagem de nome JScript para evitar problemas de marca registrada. JScript adicionou novos métodos para consertar métodos do JavaScript relacionados a data que apresentavam problemas[carece de fontes]. JScript foi incluído no Internet Explorer 3.0, liberado em Agosto de 1996. JavaScript e Jscript são tão similares que os dois termos são comumente usados de forma intercambiável. A Microsoft entretanto declara muitas características nas quais JScript não conforma com a especificação ECMA.
Em novembro de 1996 a Netscape anunciou que tinha submetido JavaScript para Ecma internacional como candidato a padrão industrial e o trabalho subsequente resultou na versão padronizada chamada ECMAScript.
JavaScript tem se transformado na linguagem de programação mais popular da web. Inicialmente, no entanto, muitos profissionais denegriram a linguagem pois ela tinha como alvo principal o público leigo. Com o advento do Ajax, JavaScript teve sua popularidade de volta e recebeu mais atenção profissional. O resultado foi a proliferação de frameworks e bibliotecas, práticas de programação melhoradas e o aumento no uso do JavaScript fora do ambiente de navegadores, bem como o uso de plataformas de JavaScript server-side.[4]
Em janeiro de 2009 o projeto CommonJS foi fundado com o objetivo de especificar uma biblioteca padrão para desenvolvimento JavaScript fora do navegador.
História do Html
Tim Berners-Lee (físico britânico) criou o HTML original (e outros protocolos associados como o HTTP) em uma estação NeXTcube usando o ambiente de desenvolvimento NeXTSTEP. Na época a linguagem não era uma especificação, mas uma coleção de ferramentas para resolver um problema de Tim: a comunicação e disseminação das pesquisas entre ele e seu grupo de colegas. Sua solução, combinada com a então emergente internet pública (que tornar-se-ia a Internet) ganhou atenção mundial. As primeiras versões do HTML foram definidas com regras sintáticas flexíveis, o que ajudou aqueles sem familiaridade com a publicação na Web. Através do tempo, a utilização de ferramentas para autoria de HTML aumentou, assim como a tendência em tornar a sintaxe cada vez mais rígida. Apesar disso, por questões históricas (retrocompatibilidade), os navegadores ainda hoje conseguem interpretar páginas web que estão longe de ser um código HTML válido.
A linguagem foi definida em especificações formais na década de 1990, inspiradas nas propostas originais de Tim Berners-Lee em criar uma linguagem baseada em SGML para a Internet. A primeira publicação foi esboçada por Berners-Lee e Dan Connolly, e publicada em 1993 na IETF como uma aplicação formal para o SGML (com uma DTD em SGML definindo a gramática). A IETF criou um grupo de trabalho para o HTML no ano seguinte, e publicou o HTML 2.0 em 1995. Desde 1996, as especificações HTML vêm sendo mantidas, com o auxílio de fabricantes de software, pela World Wide Web Consortium (W3C). Apesar disso, em 2000 a linguagem tornou-se também uma norma internacional (ISO/IEC 15445:2000). A última especificação HTML lançada pela W3C foi a recomendação HTML 4.01, publicada no final de 1999. Uma errata ainda foi lançada em 2001.
Desde a publicação do HTML 3.5 no final de 1997, o grupo de trabalho da W3C tem cada vez mais — e de 2002 a 2006, de forma exclusiva — focado no desenvolvimento do XHTML, uma especificação HTML baseada em XML que é considerada pela W3C como um sucessor do HTML.[2][3][4] O XHTML faz uso de uma sintaxe mais rigorosa e menos ambígua para tornar o HTML mais simples de ser processado e estendido.
Em janeiro de 2008 a W3C publicou a especificação do HTML5, a próxima versão do HTML, como Working Draft. Apesar de sua sintaxe ser semelhante a de SGML, o HTML5 abandonou qualquer tentativa de ser uma aplicação SGML e, definiu explicitamente sua própria serialização "html", além de uma alternativa baseada em XML, o XHTML5.
domingo, 20 de novembro de 2016
Fotos das mais belas paisagens naturais do mundo
Aquia vai um link para uma galeria de fotos naturais belas, e que espetaculares
ão
http://viajeaqui.abril.com.br/materias/fotos-das-mais-belas-paisagens-naturais-do-mundo#7
ão
http://viajeaqui.abril.com.br/materias/fotos-das-mais-belas-paisagens-naturais-do-mundo#7
Câmera que capturou foto histórica da Segunda Guerra Mundial é leiloada
Uma cópia de “Kiss in Times Square”, uma das fotografias mais icônicas do século XX, será leiloada no final de maio junto com a câmera que a capturou, uma Leica de 1937. Apesar de não se tratar da foto original, a reprodução está assinada pelo autor, o fotógrafo Alfred Eisenstaedt. O valor histórico da imagem deve-se sobretudo à data em que foi tirada, 14 de agosto de 1945, o famoso “V-J Day”, quando o exército americano derrotou o japonês e pôs fim à Segunda Guerra Mundial.
Ambos os itens serão leiloados na Áustria, entre os dias 22 e 25 do mês que vem, e podem ser acompanhados no site WestLicht Photographica Auction. Os organizadores estimam que a fotografia, que tem dimensões de 17,5 x 12 cm, seja arrematada por até 23 mil dólares. Já a Leica, com lentes Summitar de 2/5 cm e visor VIOOH original, deverá alcançar lances de US$ 26 a US$ 32 mil.
A máquina ainda foi usada durante 50 anos após o episódio na Times Square. Alfred Eisenstaedt, que faleceu em 1995, contou como teve a ideia da foto histórica: “Na Times Square, no V-J Day, vi um marinheiro correndo pela rua agarrando todas as garotas à vista. Eu estava correndo na frente dele com a minha Leica e olhando para trás. Então, de repente, num piscar de olhos, eu vi alguma coisa branca sendo agarrada. Eu me virei e cliquei o momento em que o marinheiro beijava a enfermeira… Tirei exatamente quatro fotos. Isso foi feito em poucos segundos.”
Ambos os itens serão leiloados na Áustria, entre os dias 22 e 25 do mês que vem, e podem ser acompanhados no site WestLicht Photographica Auction. Os organizadores estimam que a fotografia, que tem dimensões de 17,5 x 12 cm, seja arrematada por até 23 mil dólares. Já a Leica, com lentes Summitar de 2/5 cm e visor VIOOH original, deverá alcançar lances de US$ 26 a US$ 32 mil.
A máquina ainda foi usada durante 50 anos após o episódio na Times Square. Alfred Eisenstaedt, que faleceu em 1995, contou como teve a ideia da foto histórica: “Na Times Square, no V-J Day, vi um marinheiro correndo pela rua agarrando todas as garotas à vista. Eu estava correndo na frente dele com a minha Leica e olhando para trás. Então, de repente, num piscar de olhos, eu vi alguma coisa branca sendo agarrada. Eu me virei e cliquei o momento em que o marinheiro beijava a enfermeira… Tirei exatamente quatro fotos. Isso foi feito em poucos segundos.”
A Câmera Fotográfica.....Como surgiu?
Erro na etiqueta: Colocou #
Embora a primeira fotografia que se tem notícia, data de 1826, com o francês Joseph Nicéphore Niépce, que usou uma placa de estanho coberta com um derivado de petróleo fotossensível (chamado Betume da Judéia) foi um outro francês, Daguerre, quem apresentou a primeira câmera fotográfica em 07 de janeiro de 1839, na Academia Francesa de Ciência, em Paris. Sua invenção foi chamada de "daguerreótipo" (por causa do seu nome: Daguerre).

O daguerreótipo era uma caixa, na qual era colocada uma chapa de cobre prateada e polida que era submetida ao iodo formando sobre si uma camada de iodeto de prata. Essa placa era exposta à luz dentro de uma câmara escura por vários minutos. Depois, era revelada em vapor de mercúrio aquecido, que aderia ao material nas partes onde ele havia sido sensibilizado pela luz, formando a imagem.
Enquanto Nièpce chamou o seu processo que inventara de "heliografia", Daguerre chamou o seu processo de daguerreotipia. Os daguerreótipos se tornaram bem populares (D. Pedro II, ainda jovem, encomendou um, da frança) e na época houve uma especulação sobre o "fim da pintura", tal como quando surgiu a fotografia colorida, quando também houve especulações sobre o fim do "preto e branco".
Daí em diante, muitas coisas aconteceram. Como o processo da daguerreotipia era demorado, caro e restrito a uma classe privilegiada, muita gente passou a trabalhar para simplificar mais este processo. É é aí que surge um importante nome: George Eastman, responsável por uma popularização maior da fotografia que passou a ser produto de consumo a partir de 1888. George Eastman fundou a empresa Kodak com uma proposta de marketing onde todos podiam tirar suas fotos, sem necessitar de fotógrafos profissionais com a introdução da câmera tipo "caixão" (também chamada de "câmera-box", tenho inúmeras na coleção) e pelo filme em rolos 120, 620 e um pouco mais tarde o 135 e o 126.
A revolução no mundo das câmeras fotográficas começou em 1925, com o surgimento da Câmera Leica I, a primeira câmera 35mm. O formato de alta qualidade e sua portabilidade inspiraram muita gente e passou a ser objeto de desejo de muitos fotógrafos pelo mundo inteiro.
sábado, 29 de outubro de 2016
Dicas para tirar fotos incríveis com o celular
Erro na etiqueta: Colocou #
O telefone celular, que antes só servia para fazer ligações ou mandar mensagens, revolucionou a forma como tiramos fotos. Tudo ficou mais rápido, prático, mais íntimo e espontâneo. E o melhor, as fotos podem ser tiradas em qualquer lugar.
Com um smartphone e as orientações corretas, qualquer um é capaz de capturar imagens incríveis. Confira algumas dicas rápidas para nunca mais perder os bons momentos por falta de câmera profissional:
1. Utilize as duas mãos: os smartphones estão ficando cada vez maiores e, com as duas mãoes, é mais fácil manter a estabilidade e garantir uma foto nítida.
2. Não use o zoom: este recurso não é tão desenvolvido nos smartphones quanto nas câmeras, então o ideak é sempre tentar chegar mais perto para fazer o clique.
3. Atenção à luz: fique de olho nos ambientes com maior incidência de luz, pois a iluminação natural é uma grande aliada para quem vai tirar fotos com o celular.
4. Abuse dos acessórios: para quem ama fotografia, é sempre bom ter à mão acessórios, como lentes e suportes (o famoso pau de selfie), que garantem um resultado ainda mais profissional.
5. Não esqueça dos aplicativos: todos os dias são lançados novos aplicativos que ajudam a corrigir as imagens, dar um ar mais sofisticado e efeitos incríveis em suas fotos.
Seja de forma profissional ou amadora, é sempre importante estudar as técnicas para tirar as melhores fotos e é justamente essa a proposta do Pacote de Fotografia Mobile.
Neste pacote, você terá acesso a três cursos, ministrados por Paulo Del Valle, Ticiana Pinheiro e Gal Oppido, e poderá aprender diferentes técnicas para garantir bons cliques.
Para saber mais sobre fotografia mobile, acesse o seguinte link: http://bit.ly/2cqEpzP
O que é a regra dos terços?
Um dos mais importantes e mais conhecidos princípios da composição fotográfica, a regra dos terços tem como principal objectivo contribuir para a captação de uma imagem visualmente equilibrada e interessante. Se ainda não aprendeu esta regra básica da fotografia, está na altura.
O que é?
A regra dos terços é um exercício visual onde o fotógrafo olha pelo visor ou ecrã para o cenário que quer fotografar e divide-o, mentalmente, em três terços verticais e horizontais para obter um total de nove quadrados. Graças a esta grelha virtual, as quatro esquinas do quadrado central revelam quatro pontos de interesse da imagem, ou seja, serão nestas zonas que deve posicionar os elementos mais atraentes a fotografar. Em adição, as quatro linhas que formam esta grelha (2 horizontais, 2 verticais) são uma espécie de local de repouso para aquilo que quer focar e é sobre as próprias linhas ou então nos pontos onde cruzam que deve compor e enquadrar a fotografia.
Como funciona?
Muitos estudos fotográficos chegaram à conclusão que quem observa uma imagem olha mais depressa para um dos pontos de cruzamento do que para o centro da fotografia. A aplicação da regra dos terços não é mais do que evitar simplesmente centrar o elemento a fotografar, e posicioná-lo 1/3 acima do fundo e 1/3 à esquerda ou então 1/3 abaixo do topo e 1/3 à direita e assim sucessivamente. No caso de pessoas e objectos procure posicioná-los numa das quatro intersecções da grelha; no caso de paisagens, posicione-as no topo ou no fundo da grelha. O resultado é uma imagem mais natural, contrabalançada e atractiva ao olhar.
Praticar para alcançar
Não há nada como praticar para alcançar e, no caso da regra dos terços, importa analisar, em primeiro lugar, muitas fotografias que foram tiradas segundo este princípio, para depois passar à prática. Tão fundamental como a visualização da grelha em si, é saber, em primeiro lugar, quais os pontos de interesse do cenário que pretende fotografar; e, em segundo lugar, conseguir posicioná-los sobre a grelha de forma intencional. A velha máxima “as regras foram feitas para serem quebradas” também se aplica aqui: uma vez que a fotografia é uma forma de arte e de expressão criativa, depois de aperfeiçoada a técnica, faça questão de fugir à regra… dos terços e experimentar outras composições.
Leica apresenta camará instantânea com preço em conta
Erro na etiqueta: Colocou #
A Leica anunciou, na passada semana, o lançamento da Sofort. É a resposta da empresa alemã ao fenômeno das máquinas fotográficas instantâneas. Com um preço a rondar os 300 euros é um dos equipamentos mais baratos da Leica.A nova Leica Sofort - o nome deriva da palavra alemã para imediato - chega ao mercado em novembro, mesmo a tempo das primeiras compras para o Natal. Vai estar disponível em cores como o branco clássico, o laranja e em verde menta vintage.
Leia mais: Leica apresenta câmara instantânea com preço em conta http://www.jn.pt/inovacao/interior/leica-5417635.html#ixzz4OUbvROMD
Dia mundial da fotografia
Erro na etiqueta: Colocou #
Ao longo de 3 dias, o Instituto Português de Fotografia promove em Lisboa uma oferta cultural e lúdica gratuita para todos: eventos fotográficos, workshop, animação de rua, atividades em família, exposições, momentos de convívio dedicados à Fotografia.Programa:
17 ago
Noite da Fotografia no Chapitô
Local - Chapitô
Horário das 22h-23h
Entrada livre
Noite cultural dedicada à fotografia com animação pelo DJ Carlos Vilela. O programa inclui:
- projeção de portfólios de alunos finalistas do Instituto Português de Fotografia,
- sessões fotográficas animadas por alunos do Chapitô,
- criação de um estendal fotográfico com fotografias captadas e impressas no local
- ceia de fotógrafos (esta atividade estará sujeita a uma taxa de participação)
A fotografia de Afonso Chaves: o despertar de uma bela adormecida
Erro na etiqueta: Colocou #
Até Agosto de 2017, uma trilogia de exposições revela a obra de um fotógrafo açoriano até agora desconhecido. O primeiro passo é agora dado no Museu do Chiado, com as facetas mais vanguardistas das imagens estereoscópicas de Afonso Chaves. Mergulho imersivo na obra de um fotógrafo renitente.O primeiro paradoxo na incrível história da obra fotográfica de Francisco Afonso Chaves (1857-1926) é este: a ciência, principal motor de uma produção frenética, foi também responsável por votá-la à escuridão, arrumando-a como mero exercício instrumental, desprovido de valor estético ou cunho autoral. Como se de uma bruxa má se tratasse, a ciência está para a fotografia deste açoriano de múltiplos saberes como o bico pontiagudo do fuso está para a Bela Adormecida, quando nele picou o dedo, condenando-a a um sono (quase) perpétuo.
Outras razões explicarão um tão prolongado adormecimento (90 anos), mas o facto de a maior parte do espólio ter sido colocada num departamento de história natural que demorou mais de 50 anos a reconhecer outras virtudes (para além das científicas) aos cerca de sete mil negativos e positivos à sua guarda terá ajudado a que nenhuma história da fotografia portuguesa ou mundial aponte hoje o nome do eminente naturalista como um autor relevante e pioneiro na maneira criativa como trabalhou um suporte fotográfico (a fotografia estereoscópica) mais voltado para o comércio de vistas de monumentos e paisagens exóticas.
Mas como não há Bela Adormecida sem Príncipe, houve quem desse “um beijo de amor verdadeiro” ao espólio depositado no Museu Carlos Machado (MCM), em Ponta Delgada, e assim o acordasse. Quando, em 2010, o professor Victor dos Reis chegou a S. Miguel para preparar a exposição República e Modernidade, alguém no MCM lhe disse algo como: “Temos aqui o espólio extraordinário de um fotógrafo. Ninguém lhe tem dado importância, mas acho que vais gostar, olha para ele." O actual presidente da Faculdade de Belas-Artes de Lisboa seguiu o conselho e ficou “apaixonado" com o que viu. Ainda que de maneira tímida, esta exposição no MCM começou a destapar o véu que até então cobria uma obra fotográfica de grande relevância, com rasgos de modernidade e contaminada pelas tendências da cultura visual da época (procura do instantâneo, influência do cinema, representação da passagem do tempo). A partir desta revelação, Victor dos Reis decidiu dedicar à fotografia de Afonso Chaves o seu trabalho de pós-doutoramento.
O resultado desse labor, não apenas de Victor dos Reis mas de outros investigadores, não é uma tese académica clássica: é uma trilogia de exposições que colocará o nome deste naturalista na história da fotografia em Portugal. A Imagem Paradoxal – Francisco Afonso Chaves, agora inaugurada no Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado (MNAC), é o primeiro passo dessa caminhada. Seguem-se, em 2017, o Museu Nacional de História Natural e da Ciência (MUHNAC), em Lisboa, e o Museu Carlos Machado, em Ponta Delgada. Cada uma das exposições tentará mostrar as facetas mais marcantes da produção fotográfica de um açoriano irrequieto, que viajou muito e que se dedicou a diferentes áreas das ciências naturais.
Apesar de nunca se assumir verdadeiramente como um criador de imagens, a fotografia revela-se para Afonso Chaves “uma paixão particular, constante e nalguns casos compulsiva”. Victor dos Reis: “Uma das razões pelas quais ele é tão desconhecido como fotógrafo tem a ver com o entendimento deste espólio como estando apenas ligado à ciência. Quem foi olhando para ele a partir do momento em que foi depositado no museu de Carlos Machado, em 1961/62, foram cientistas ou pessoas ligadas à história da ciência. Ficou um pouco parado, como uma bela adormecida, e a sua valorização estética, para além da sua função instrumental científica, ficou em suspenso."
Mas, afinal, o que tem de especial a obra deste fotógrafo misterioso que nunca se apresentou ao mundo como tal? Se partirmos do “paradoxo” do título da exposição, temos algumas respostas. Esta, por exemplo: entre as 220 provas expostas no MNAC é raro encontrar imagens inertes, de puro registo científico (apesar de ser essa a sua origem causal), fotografias sem uma intenção de composição (muitas vezes moderna, com enquadramentos inusitados) ou um sentido de oportunidade. Ou esta: há várias fotografias com duplas exposições, imagens sobrepostas, demonstrando, defendem os curadores, um propósito plástico que desafia a própria natureza da fotografia estereoscópica, que desta forma se torna mais difícil de apreender ou menos capaz de causar o seu típico efeito imersivo (uma das suas valências). Afonso Chaves fez vários positivos destas imagens, o que mostra uma vontade de concretizar e de experimentar e não apenas um acidente técnico.
domingo, 23 de outubro de 2016
O Fotógrafo de Desporto e seus equipamentos
Erro na etiqueta: Colocou #
Como primeira coluna no Fotografia DG, vou fazer uma introdução sobre a Fotografia de Esportes e equipamentos a serem usados.
O esporte é fascinante, a Copa do Mundo e Olimpíadas estão entre os eventos mais vistos, nos intervalos do jogo final do Futebol Americano o minuto de propaganda é o mais caro do mundo.
São modalidades em que não há distinção de raça, cor, idade, se é pobre ou rico. É aonde a raça pode superar a técnica, e a vontade o preparo. É onde pessoas viram atletas e saem da pobreza como forma de conquistarem um trabalho digno e dar a sua família uma vida melhor, e alguns acabam conquistando não apenas fãs, mas o mundo.
As fotografias de esportes têm como principais características: ação, velocidade e dinamismo. Quando um ato acontece, o fotógrafo precisa estar atento, pois em sua maioria o lance é singular e não volta mais.
O esporte faz com que o homem dê tudo de si. É o ser humano cada vez mais tentando superar os limites de seu corpo. Partindo desta premissa, cabe aos fotógrafos de esporte capturar as expressões faciais decorrentes do esforço do atleta.
A dor de uma contusão, o esforço em busca de um recorde, o sofrimento da fadiga, a alegria por uma conquista e a decepção de uma derrota, são algumas das caras e caretas que o atleta deixa transparecer em uma competição.
Esta ação descrita anteriormente, na maioria das vezes se passa longe de onde o fotógrafo está(seja por segurança do próprio fotógrafo, ou para não interferir na ação dos atletas).
Uma câmera com um sensor menor ajuda na aproximação dos objetos. Temos o fator de corte (“crop”) de 1,5x da Nikon, sendo que algumas Full Frame da marca simulam o sensor com “crop”; e de 1,6x e 1,3x da Canon.
De corpo para corpo há uma diferença na velocidade do auto-foto e também na quantidade de disparos de fotos por segundo (fps).
Com relação às objetivas, a distância focal recomendada a um fotógrafo de esportes é de no mínimo 200mm. Há outros fatores nas objetivas que ajudam na captação de uma boa fotografiacomo motores de auto-foco mais rápidos e estabilizadores de imagem.
Lembrando que quanto maior a abertura do diafragma (menor número f) maior a velocidade do obturador. Assim a diferença entre uma objetiva f/4 e uma f/2.8 pode fazer a diferença em uma foto que necessite de velocidade.
Não podemos deixar de lado uma grande angular para as cenas em que possamos chegar mais perto, como a comemoração de um gol em que o jogador saia do campo para comemorar com a torcida, ou para fazer uma foto aberta de um estádio/ginásio que esteja lotado de torcedores.
A grande angular e/ou olho de peixe também é usada em uma segunda ou terceira câmera disparada por controle remoto atrás do gol, na linha de chegada de uma corrida, no anel superior de um ginásio, por exemplo.
O uso de uma segunda ou terceira câmera costuma ser usada por alguns fotógrafos em certas competições (futebol é uma) em que o profissional têm como sua câmera principal com uma tele-objetiva 300mm ou 400mm, e um segundo corpo com uma 70-200mm.
Os “extenders/tele-converters”, tubos extensores ou ainda chamados de duplicadores são acessórios que aumentam a “potência” da lentes. O mais comum é o 2x, que dobra a distância focal, porém perde-se dois pontos na abertura.
Para encerrar este meu primeiro artigo dou a dica sobre uma lente em que acho que seja a com melhor custo benefício no mercado: 70-200mm, f/2.8. Esta lente é muito versátil, você pode fazer desde ensaios e books até shows, casamentos e esportes. A abertura dela possibilita fotografar com baixas condições de luz, e também a alta velocidade para “congelar” os momentos exatos no esporte.
Duvidas e sugestões, estarei a disposição. Até a próxima !
Português entre os melhores fotógrafos de casamentos do mundo
Erro na etiqueta: Colocou #
“Não estava à espera de ganhar. Isto para mim é mais uma motivação para continuar a fazer melhor, são estes pequenos pormenores que nos incentivam a não estagnar. Estes prémios só servem para isso, para os noivos é igual”, explicou ao Delas.ptValter Antunes.
As 10 Câmeras Fotográficas mais Caras do Mundo
Erro na etiqueta: Colocou #
Trabalhar com fotografia não é lá uma das atividades mais baratas. Ainda que, com a Fotografia Digital tenhamos menos custos do que com a Fotografia Analógica. Independente de qualquer coisa, máquinas profissionais, Lentes, Flash's e todos o demais aparato requer uma considerável "bala na agulha".
Vamos, por mera curiosidade, conhecer as 10 Câmeras Fotográficas mais Caras (e desejadas) do Mundo:
10º Lugar:
Nikon D4
Valor em dólares: $ 6.000,00
Valor em Reais: R$ 13.200,00

A D4 é a top de linha da japonesa Nikon. Essa DSLR Full-Frame Profissional contam com sensor AF de 16mp, ISO de até 204.800 e captura de vídeo em 10 qps.
9º Lugar:
Canon 1 Ds Mark III
Valor em dólares: $ 7.000,00
Valor em Reais: R$ 15.400,00

A EOS 1Ds Mark III, da também japonesa Canon, é a top de linha das suas DSLR profissionais. Com sensor Full-Frame CMOS de 21,1mp, captura até 5 fps.
8º Lugar:
Pentax 645d
Valor em dólares: $ 10.000,00
Valor em Reais: R$ 22.000,00

Com impressionantes 40mp, esta máquina conta com um formato muito parecido com o sistema de 645 filmes (44 x 33mm). Fotografa em JPG ou RAW e seu display é em LCD 3.
7º Lugar:
Leica S2-p
Valor em dólares: $ 30.000,00
Valor em Reais: R$ 66.000,00

Esta máquina, além do formato digital, oferece o médio formato (uma outra categoria em fotografia digital). Com um sensor CCD de 30 x 45mm, com 37,5mp, ela produz imagens com mais de 70mb em arquivo cru.
6º Lugar:
Panoscan Mk-3 360º Panoramic Câmera
Valor em dólares: $ 40.000,00
Valor em Reais: R$ 88.000,00

Esta câmera consegue imagens em 360 graus graças a um processador de sinal digital dedicado e a um sistema de tripla conversão.
5º Lugar:
Phase One P65+
Valor em dólares: $ 40.000,00
Valor em Reais: R$ 88.000,00

Com um estúpido sensor de 60,5mp, ela produz fotos de 8984x6732 pixels. Sendo que cada um dos seus arquivos RGB ocupam "apenas" 180mb de espaço físico.
4º Lugar:
Seitz 6x17" Digital Panoramic Camera
Valor em dólares: $ 43.000,00
Valor em Reais: R$ 94.600,00

Embora esta máquina tenha um design "retrô", ela possui o que há de melhor em tecnologia de digitalização de imagem. Seu sensor captura imagens imensas (panorâmica com 470 milhões de pixels), em apenas 2 segundos.
3º Lugar:
Hasselblad H4D-200MS
Valor em dólares: $ 45.000,00
Valor em Reais: R$ 99.000,00

Dentre as câmeras comercialmente vendidas hoje em dia para uso profissional não específico, esta é a mais cara. Seu sensor 50Mpix têm capacidade de gerar imagens com absurdos 200mp. Cor, brilho, nitidez e riqueza de detalhes que vão além da expectativa do usuário.
2º Lugar:
Susse Frères Daguerreotype Camera
Valor em dólares: $ 978.000,00
Valor em Reais: R$ 2.151.600,00

Esta é uma peça para colecionador (colecionador excentricamente milionário...). Produzida em 1839, ela é montada em uma caixa de madeira preta, com uma lente de bronze gravada a mão que tem um diâmetro de 81mm, com profundidade focal de 382mm e abertura f/15.
1º Lugar:
Leica 0-series Nº 116
Valor em dólares: $ 2.965.000,00
Valor em Reais: R$ 6.523.000,00

Esta é um item de colecionador mesmo. Este modelo especificamente foi produzido em 1923. Foram feitas apenas 25 unidades, sendo que, atualmente existem apenas 12. Este é um dos fatores que levou um (muito) excêntrico colecionador bilionário a adquiri-la em um leilão por 2,16 milhões de euros (1,8 milhões de euros pela câmera + os impostos). Outro fator que impulsionou o preço foi a marca da câmera: Leica!
segunda-feira, 17 de outubro de 2016
Seis aplicações para melhorar as suas fotografias com o telemóvel
Esta noticia apresenta-nos seis aplicações para smartphone, para melhorar as fotografias tiradas com este aparelho.
As aplicações são as seguintes:
After focus: Esta aplicação permite destacar um elemento em primeiro plano, mantendo este focado e desfocando os restantes elementos
Lightroom: O Lightroom é uma versão de photoshop adaptada aos smartphones, contendo nuitas das ferramentas disponibilizadas pelo photoshop
Camera360: Esta aplicação permite aplicar diversos filtros às nossas fotografias
Cymera: Trata-se de um todo terreno das fotografias, podendo tirar fotos diretamente, aplicar filtros, editar as fotos e inserir "memes" quase instantaneamente
Pix: Com esta aplicação conseguimos ir aplicando efeitos por camadas, podendo retirar as camadas que entendermos. Esta aplicação permite alterar a fotografia e repor as alterações sem ter de utilizar o botão "desfazer"
Photofunia: Esta aplicação vai um passo mais longe para além da simples retocagem das faces fotografadas, aproveitando as "selfies" para fazer fotomontagens.
http://www.diariosur.es/tecnologia/201610/14/seis-aplicaciones-para-mejorar-20161014092037.html
As aplicações são as seguintes:
After focus: Esta aplicação permite destacar um elemento em primeiro plano, mantendo este focado e desfocando os restantes elementos
Lightroom: O Lightroom é uma versão de photoshop adaptada aos smartphones, contendo nuitas das ferramentas disponibilizadas pelo photoshop
Camera360: Esta aplicação permite aplicar diversos filtros às nossas fotografias
Cymera: Trata-se de um todo terreno das fotografias, podendo tirar fotos diretamente, aplicar filtros, editar as fotos e inserir "memes" quase instantaneamente
Pix: Com esta aplicação conseguimos ir aplicando efeitos por camadas, podendo retirar as camadas que entendermos. Esta aplicação permite alterar a fotografia e repor as alterações sem ter de utilizar o botão "desfazer"
Photofunia: Esta aplicação vai um passo mais longe para além da simples retocagem das faces fotografadas, aproveitando as "selfies" para fazer fotomontagens.
http://www.diariosur.es/tecnologia/201610/14/seis-aplicaciones-para-mejorar-20161014092037.html
Subscrever:
Mensagens (Atom)



