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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Robôs aprendem a ler linguagem corporal

Se o teu amigo dizer que se sente relaxado, mas tu vês que ele tem os punhos fechados, tu podes duvidar a sinceridade dele. Os robôs, por outro lado, podem simplesmente aceitar a palavra dele. A linguagem corporal diz muito de nós, mas mesmo com os avanços na tecnologia de reconhecimento facial, os robôs esforçam-se para perceber movimentos do corpo e podem perder importantes sinais sociais.


No entanto, pesquisadores da Universidade Carnegie Mellon desenvolveram um sistema de rastreamento corporal que pode ajudar a resolver esse problema. Chamado OpenPose, o sistema pode rastrear o movimento do corpo, incluindo mãos e rosto, em tempo real. Ele usa visão computacional e aprendizado de máquina para processar quadros de vídeo e pode até rastrear várias pessoas simultaneamente. Esse recurso pode facilitar as interações entre homens e robôs e abrir caminho para uma realidade virtual e aumentada mais interativa, além de interfaces de usuário intuitivas. 
Uma característica notável do sistema OpenPose é que ele pode rastrear não apenas a cabeça, o tronco e os membros de uma pessoa, mas também os dedos individuais. Para fazer isso, os pesquisadores usaram o Panoptic Studio da CMU, uma cúpula alinhada com 500 câmeras, onde capturavam poses de corpos em vários ângulos e depois usavam essas imagens para criar um conjunto de dados. Neste momento, com o sistema muito desenvolvido este pode trabalhar apenas a partir de uma câmera. Até à próxima!


domingo, 9 de fevereiro de 2020

Robôs ajudam a lutar contra Coronavírus

Recentemente o mundo foi apresentado com uma nova epidemia - Coronavírus. Esta doença continua a aumentar gradualmente e já matou centenas de pessoas. A China, o país de origem desta epidemia, têm criado quarentenas e colocado todo o seu país em alerta. No entanto não são só os médicos e enfermeiros que estão lutar contar esta doença. Juntam-se agora a luta os robôs!




Estes robôs autônomos ajudam os hospitais com a entrega de medicamentos, desinfetando e até recolhendo as temperaturas de pedestres. Desta forma o robô analisa possíveis contaminações de peões. Estes robôs ajudam muito com o trabalho manual dos hospitais e ao mesmo tempo diminuindo o risco de contaminação. Se ainda estiveres interessado vê o vídeo abaixo que demonstra entrevistas com os trabalhadores que lutam e trabalham com estes robôs. Até a próxima!


quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

Melhores robôs industriais de 2019 (parte 1)


OS MELHORES ROBÔS INDUSTRIAIS


Os robôs industriais exigem uma hierarquia própria porque, embora as suas qualidades e capacidades possam rivalizar com a robótica social em 'impressionabilidade', eles são tão diferentes na sua funcionalidade que considerá-los juntos no mesmo grupo seria certamente uma crítica injusta.

1. Robô Valkyrie
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O primeiro robô da lista foi desenvolvido em colaboração com a NASA e a Universidade de Edimburgo. A Valkyrie é um dos robôs humanóides mais avançados do mundo. Foi projetada com a capacidade de um dia auxiliar a instalação de habitats em Marte antes da chegada humana. Desta forma ela foi designada para conseguir trabalhar em ambientes perigosos, que poderá ser muito útil no futuro.

2. ATLAS
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O Atlas, desenvolvido pela Boston Dynamics, é o robô mais recente da linha de robôs humanóides avançados que eles estão desenvolvendo. Este é extremamente móvel e tem a capacidade de se equilibrar enquanto executa tarefas como transportar itens, mesmo quando empurrado. O hardware da Atlas aproveita a impressão 3D. Isso é significativo não apenas porque economiza peso e espaço, mas porque resulta em um robô notavelmente compacto com alta relação em a sua resistência e peso. Até à proxima!

domingo, 24 de fevereiro de 2019

Quais as melhores linguagens de programação para a Robótica?


Quais as melhores linguagens de programação para a Robótica?

Resultado de imagem para linguagens de programação de robots

C/C++ são as linguagens de preferência em robótica. Existem muitas bibliotecas de hardware que usam estas
linguagens. Permitem a interação com hardware de baixo nível, correm em tempo real e são linguagens
bastantes estáveis e maduras. Na prática C++ é uma extensão de C e será provavelmente a mais usada. E
embora seja uma linguagem que exige muito mais linhas de código do que Python ou MATLAB, tem uma
muito melhor performance, o que é importante em robótica, onde a resposta em tempo real é fundamental.
Python é uma linguagem muito simples de usar que não exige, por exemplo definir tipos de variáveis e outras
coisas que consomem bastante tempo de programação. Por outro lado, o facto de permitir uma ligação com
código C/C++, implica que as partes com necessidade de performance podem ser construídas nessas
linguagens.
MATLAB (e os seus derivados Open Source como o Octave) são muito usados para analisar dados e
desenvolver sistemas de controle avançados.
Dentro das diversas linguagens existentes (há mais de 1500), há as que são específicas dos fabricantes de
robots industriais (ABB tem o RAPID, a Kawasaki tem o AS, a Kuka o KRL, etc), embora haja algumas
tentativas de standardização (ROS Industrial), as linguagens de fabricante ainda dominam no mundo
industrial.
As linguagens de HDL (Hardware Description Languages) são uma forma programática de descrever os
componentes electrónicos e são usadas para programar FPGAs (Field Programmable Gate Arrays), que são
uma forma de criar uma abstração dos componentes electrónicos, permitindo “criar” novos componentes
sem ter que os fabricar. São importantes na prototipagem de hardware.
Assembly é uma linguagem de muito baixo nível, que era quase obrigatória para a programação de
componentes electrónicos de base. Com o aparecimento do Arduino, passou a ser possível programar
usando C/C++, deixando por isso de ser tão usada.
Java é uma linguagem bastante popular e ensinada, porque teoricamente não sendo uma linguagem
compilada, mas sim interpretada, tem o seu código portável.  Embora na prática isso nem sempre aconteça
levando a que o código seja lento, é bastante popular em várias áreas da robótica.

Referências:
https://blog.robotiq.com/what-is-the-best-programming-language-for-robotics

O que é a Robótica?

O que é a Robótica?
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/6/6c/Atlas_from_boston_dynamics.jpg/250px-Atlas_from_boston_dynamics.jpg
A robótica é uma área multidisciplinar da engenharia, que inclui engenharia mecânica, eletrónica,
informática, e ciência computacional, entre outras. A robótica está focada no design, construção, operação e
uso de robots (dispositivos eletromecânicos capazes de realizar tarefas de forma autónoma ou programada).
Um robot seria um dispositivo automático com ligações que retroalimentam (feedback) com informação
(sensores) e mecanismos que permitem atuar sobre o ambiente. Os chamados atuadores (mecanismos de
interação com o ambiente) podem ser diversos (elétricos, pneumáticos, sonoros, etc).
Entre as principais componentes, um robot tem:
- uma estruturação mecânica, que permite movimento para cumprir uma determinada tarefa (ou tarefas)
- componentes elétricos que dão energia (baterias, motores), recebem e passam informação (atuadores)
 para controlar o robot.
- código de programação, que permite usar a informação que recebe do meio ambiente e reagir em
conformidade.
A utilização dos robots acaba por ser tão variada como as funções desempenhadas pelos humanos,
nomeadamente na indústria, medicina, militar, construção, tarefas domésticas, limpezas, salvamentos,
exploração espacial, etc.

Referência:


domingo, 27 de janeiro de 2019

O self-flying taxi da Boeing completa seu primeiro voo


Várias empresas delinearam planos para os táxis voadores, mas a Boeing deu apenas um passo importante para torná-los uma realidade prática. A fabricante de aeronaves concluiu o primeiro vôo teste da sua aeronave autônoma VTOL(vertical takeoff and landing), verificando que a máquina pode descolar, pairar e aterrar sem problemas. É um pequeno começo, o táxi ainda tem que conseguir voar para frente, muito menos consegue fazer a transição dos modos de vôo vertical para o modo de vôo frontal. Mesmo assim coloca-o à frente dos competidores, e não é um feito fácil quando o conceito desta aeronave existe há mais de um ano.
Quando terminado, o veículo irá servir como um "Air Uber", solução para o transporte de passageiros que vivem no outro lado da cidade, em situações onde o transporte terrestre seria lento ou inviável, com uma amplitude de 50 milhas. O motor elétrico não é apenas por uma questão de responsabilidade ambiental, isto garante que a aeronave é silenciosa o suficiente para operar sem irritar as pessoas abaixo. Existem planos para uma aeronave destas orientada só para carga, a contrapartida disto é que poderia só transportar até 500lbs de bens.
O maior desafio será encontrar clientes para estes veículos. Os governos locais têm sido receptivos para testes, mas estes ainda têm regulamentação e obstáculos práticos para resolver. Onde se põe as almofadas de desembarque? Onde e quando estas aeronaves serão autorizados a voar? As empresas têm de desenvolver  self-flying taxis para responder pelo menos algumas destas questões, mas a Boeing está a tomar a liderança desta ideia e pretende andar com para a frente com isto.
Pode ver o primeiro vôo deste táxi da Boeing aqui:OUR FIRST FLIGHT: Boeing’s Passenger Air Vehicle