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terça-feira, 24 de abril de 2018

A revolução tecnológica pode acabar com inúmeros postos de trabalho

O professor Arlindo Oliveira, do instituto superior técnico, deu uma entrevista para o jornal Diário de Noticias, na qual o especialista sobre inteligência artificial revelava uma teoria avassaladora, referindo que esta revolução tecnológica que está o ocorrer poderá futuramente retirar cerca de 50% dos postos de trabalho, o que poderá ter efeitos devastadores na economia nacional. Sendo que colocará muitos trabalhadores no desemprego os quais não terão qualquer tipo de utilidade do ponto de vista económico, criando assim uma situação de insustentabilidade financeira.




Artigo publicado por: Francisco Rodrigues; nº9;12º2ª

Empresas do sector tecnológico assinam contrato para não colaborar em ataques cibernéticos

As empresas peritas em tecnologia como a Facebook, e a Microsoft, assinaram um acordo sobre o qual era alegadamente referido que estas não iriam participar em quais quer ataques cibernéticos, protegendo assim a politica de privacidade dos seus usuários. Contudo estas não foram as unicas que entraram dentro deste acordo, outras 32 empresas dos Estados Unidos também participaram. Sendo que algumas empresas do mesmo sector, não entraram neste acordo, tais como a Amazon, Apple e o Twitter.

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Artigo publicado por: Francisco Rodrigues; nº9;12º2ª

Huawei pretende deixar o mercado amreicano

A Huawei tem vindo a tentar entrar no mercado americano, embora com vários obstáculo. Depois de falhadas as negociações com a AT&T, a marca chinesa poderá mesmo abandonar o mercado dos Estados Unidos.
De forma a chegar ao topo de marcas de smartphones, a marca chinesa pretendia chegar à America depois de grande sucesso na Ásia e Europa.
Embora inicialmente o CEO da empresa chinesa tenha afirmado que não iria desistir e que ia atacar o mercado dos desbloqueados através de lojas como a Amazon, novas informações apontam para que afinal a marca possa recuar na sua intenção, pelo menos temporariamente.


Notícia completa aqui.

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Diferenciação entre Li-Fi e Wi-Fi

Li-Fi é uma tecnologia de transmissão de Internet por meio da luz, que, embora tenha diferenças, pode ser confundida com o popular Wi-Fi. A novidade deve promover avanços significativos em termos de velocidade de rede e segurança de navegação. Depois dos primeiros testes, que apontaconexão até 100 vezes mais rápida do que o Wi-Fi, novos produtos começam a despontar no mercado, como a lâmpada da Philips que transmite dados por iluminação.

As duas tecnologias são métodos de transmissão de dados por redes sem fio. A grande diferença está no fato de que o Wi-Fi opera em frequências de rádio, ou seja, transmite informações de forma análoga ao que rádios e TVs fazem há décadas.

O Li-Fi também é um meio de comunicação por rede sem fio, mas sem o uso de ondas de rádio. Essa tecnologia usa luz visível (além de ultravioleta e infravermelho) para enviar e receber informações em um mesmo ambiente.


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Consultei os seguintes sites: https://www.techtudo.com.br/noticias/2018/04/internet-wi-fi-vs-li-fi-conheca-diferencas-e-semelhancas-entre-conexoes.ghtml, no dia 23 de Abril de 2018 (texto).
                                                        https://i.ytimg.com/vi/MOejgjsmZNI/maxresdefault.jpg, no dia 23 de Abril de 2018 (imagem).

Aplicação que ajuda a programar em Javascript criada por funcionários da Google

A Area 120 é o projeto onde os funcionários da Google passam 20% do seu tempo de trabalho. Um dos projetos mais recentes é a Grasshopper, uma app disponível apenas na PlayStore e App Store.

Segundo o 9to5Google, a aplicação visa ajudar quem ainda se encontra numa fase de iniciação no que diz respeito a programar em JavaScript, linguagem usada em grande parte dos sites. A aplicação torna a aprendizagem mais divertida, recorrendo a puzzles e desafios, que incentivam o utilizador a querer colocar em prática os conhecimentos adquiridos.
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                                                    https://goo.gl/a6rQtQ, no dia 23 de Abril de 2018 (imagem).

Funcionários da Google criam aplicação que ensina a programar em JavaScript

       O Google tem uma área interna, chamada Área 120, responsável por alguns projectos desta empresa.
       Desta vez, um grupo de funcionários criou uma aplicação para ensinar o básico de JavaScript. Chama-se Grasshopper, e está disponível gratuitamente para Android e iOSEsta aplicação tem esse nome em homenagem a Grace Hopper, pioneira da programação. 
       Esta aplicação possui três conjuntos de lições, começando com conceitos simples, e indo até funções mais complexas usando a conhecida biblioteca D3. 
       Terá de fazer login com sua conta do Google, sendo perguntado ao utilizador se este já teve algum contacto com este tipo de linguagem.
       Tudo começará com um tutorial. Irá começar por desenha a bandeira da França usando os comandos correspondentes de forma a exibir as cores azul, branco e vermelho para formar a bandeira. 
       Depois aparecerá um pequeno questionário para reforçar o conteúdo aprendido e garantir que se entendeu a lógica básica do JavaScript. De seguida, pode aprender de tudo.

Qual a utilidade de OOP?

    OOP (Object Oriented Programming) é algo que, a uma primeira vista, pode parecer estranho e complicado. Tantas palavras específicas e nomes de variáveis separadas por pontos e vários elementos dentro de uma só variável... Pelo menos para mim, da primeira vez que olhei para OOP, pareceu-me demasiado complicado e o meu instinto foi abandonar a ideia e seguir por programação "normal" ou clássica. Contudo, esta forma de programar apresenta bastantes vantagens, depois de nos habituarmos.
    Como há uma grande reutilização de código, este torna-se tremendamente mais fácil de alterar e gerir a manutenção, pois uma alteração num único sítio leva a repercussões no código inteiro, ao invés de ter de ir elemento a elemento. Esta reutilização de código é, por si só, uma enorme vantagem, acelerando e diminuindo tremendamente o trabalho do programador. Embora nos tamanhos de códigos que temos realizado (poucas dezenas de linhas) isto não se note, com o aumento do tamanho e complexidade do código qualquer facilidade é bem vinda. Para além disso, o projeto em questão fica muito mais organizado com OOP, pois está tudo dividido em classes e objetos, tornando a tarefa de encontrar um elemento específio no código muito mais fácil. A acrescida organização também facilita a realização de testes a objetos específicos e sua consequente melhoria.
    Assim, eu admito e concordo que, da primeira vez, OOP pode parecer bastante intimidativo. Contudo, se conseguirmos superar esta inércia inicial em aprender toda esta nova forma de programar, as vantagens são muitas e, na minha opinião, vale completamente a pena.




Consultei os seguintes sites:

domingo, 22 de abril de 2018

Funcionários da Google criam app que ajuda quem queira começar a programar em JavaScript

Area 120 é o projeto onde os funcionários da Google passam 20% do seu tempo de trabalho. Um dos projetos mais recentes é a Grasshopper, uma app disponível apenas na PlayStore e App Store e que já conta com mais de cem mil downloads em apenas três dias. A maior parte das 1600 reviews é positiva.

Segundo o 9to5Google, a aplicação visa ajudar os iniciados a programar nomeadamente em JavaScript, linguagem usada numa grande parte dos sites. A aplicação torna a aprendizagem mais divertida e recorre a mecanismos com puzzles e desafios, que incentivam o utilizador a querer colocar em prática os conhecimentos adquiridos.

«Grasshopper é a melhor forma de começar a sua aventura na programação com jogos rápidos e divertidos no telefone que ensinam a escrever em JavaScript. Avance para níveis cada vez mais complexos à medida que desenvolve as suas capacidades», escrevem os criadores da app na PlayStore.

Fonte: http://exameinformatica.sapo.pt/noticias/software/2018-04-19-Funcionarios-da-Google-criam-app-que-ajuda-quem-queira-comecar-a-programar-em-JavaScript