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domingo, 21 de novembro de 2021

Computação quântica com tamanho, peso e consumo de energia (SWaP) pequeno o suficiente para missões militares

ARLINGTON, Virgínia - Pesquisadores militares dos EUA estão a pedir à indústria para encontrar maneiras de melhorar a performance da computação de alto desempenho em pelo menos duas ordens de magnitude usando técnicas de computação quântica chamadas sistemas solver inspirados no quantum. A computação quântica aproveita os fenômenos da mecânica quântica para fornecer um grande salto em computação para resolver certos problemas.

Funcionários da Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa dos EUA (DARPA) em Arlington, Virgínia, emitiram uma solicitação (HR001121S0041) para o programa Quantum-Inspired Classical Computing (QuICC) de $58 milhões.

Os pesquisadores da DARPA estão a procurar sistemas de resolução de inspiração quântica que resolvam problemas realistas para missões militares. Os solvers inspirados no quantum são híbridos: são sistemas clássicos de sinais mistos que consistem em hardware analógico e lógica digital.

O hardware analógico normalmente emula sistemas dinâmicos em interação, e a lógica digital processa os resultados analógicos para obter soluções de qualidade.

O objetivo é entregar um protótipo de sistema que possa melhorar a eficiência computacional em pelo menos 50 vezes para problemas de tamanho intermediário e mostrar a viabilidade de melhorar a eficiência em pelo menos 500 vezes para problemas em escala de missão. Muitas missões do Departamento de Defesa dos EUA (DOD) são limitadas pelos recursos de computação disponíveis. A computação quântica pode ser uma solução potencial, mas não há nada que sugira que a computação quântica seja viável para ambientes com restrições militares de tamanho, peso e potência ( SWaP ).


Consulta a: 17\11\2021
https://www.militaryaerospace.com/computers/article/14214102/quantum-computing-swap-military-missions

quinta-feira, 6 de maio de 2021

Robôs usados pelas forças militares

Alpha-dog

Missão: transporte.

Segundo robô “mula” da empresa Boston Dynamics, o Alpha-Dog está em fases finais de teste. Movido por motores a gasolina e guiado por mais de 20 sensores, pode seguir um esquadrão com total autonomia por qualquer tipo de terreno por cerca de 32 km. Sem vacilar, exigir comandos ou precisar de ajuda para levantar-se ao cair. E com 180 kg de equipamento no lombo! 

T-hawk

Missão: reconhecimento e vigilância.

Pesando só 8 kg, este é o único veículo aéreo não tripulado (UAV, sigla em inglês) do tipo helicóptero aplicado nos campos de batalha. Atua como os “olhos no céu” de uma infantaria, podendo enviar imagens em tempo real ao seu controlador a até 10 km de distância. Este, por sua vez, as utiliza para dar dicas, por rádio, ao seu pelotão.

Phantom eye

Missão: vigilância.

É a nova promessa de uma categoria de UAV que ainda não decolou: aeronaves mais leves que o ar. Isso porque o Phantom Eye é preenchido com gás hidrogênio, o que o torna um híbrido de dirigível e avião. Ele pode ficar no ar por dez dias seguidos – ou seja, dois ou três modelos em revezamento poderiam manter uma área sob vigilância permanente, 365 dias por ano. 


sábado, 9 de janeiro de 2021

1º Submarino Nuclear(USS Nautilus)

O USS Nautilus foi construído sobre a direção do Capitão Hayman G. Rickover um engenheiro nativo da Rússia que juntou-se ao departamento nuclear dos EUA no ano de 1948. Em 1947 o Capitão comandou uma equipa de engenheiros com o objetivo de construir o 1º submarino nuclear, e assim nasceu o USS Nautilus uns anos antes da sua previsão. Um revolucionário submarino muito maior e mais eficiente que qualquer outro na altura, possuía 100 metros de comprimento e pesava 3 180 toneladas, era capaz de aguentar submergido por períodos inimagináveis na altura, atingia uma velocidade de 20 knots (37km/h). Este submarino depois de uma carreira de 25 anos, foi considerado como um marco histórico e por isso no ano de 1986 foi guardado no museu: Submarine Force Museum em Groton.











Submarinos Nucleares

Um submarino nuclear, é um submarino que invés de ter o convencional diesel-elétrico, é movido por um reator nuclear, este motor com energia radioativa aquece a água criando vapor movendo uma turbina criando assim um campo eletromagnético, capaz de alimentar o submarino inteiro. 
O uso de propulsores nucleares demonstraram serem muito vantajosos dando a capacidade de um submarino permanecer de baixo de água durante 6 meses, e não precisa de ser abastecido durante 25 anos.
O 1o submarino nuclear: USS Nautilus


A importância da tecnologia em sumbarinos militares

A guerra entre submarinos tem sido sempre uma questão de esconder e encontrar o inimigo. Com o avanço tecnológico as maneiras de encontrar e esconder submarinos têm andado num conflito que depende muito da tecnologia, mas com o passar dos anos estatisticamente com dados públicos verifica-se que é mais fácil esconder um submarino, pois o ambiente onde ele encontra-se é profundo, escuro irregular e barulhento.
A tecnologia altera por completo o poder militar que um país possui. Por um lado grandes descobertas revolucionárias melhoram a capacidade de camuflagem de um submarino, mas por outro também podem facilitar a deteção de submarinos. Tecnologias deste tipo são muito difíceis de prever existindo múltiplos exemplos: na década de 1970 e 1980 devido a uma tecnologia que captava o reflexo dos submarinos na água fez com que os submarinos Americanos durante um ataque parecessem pequenos peixes a olhar para um barco enorme.
Submarino Akula-class


quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

Submarinos Orca derivam da tecnologia Echo Voyager

Os submarinos Orca têm na sua base a tecnologia Echo Voyager sub. Esta embarcação é um submarino elétrico não tripulado. Conforme foi anunciado em 2016, este veículo tem um alcance de 6 500 milhas náuticas (cerca de 12 mil quilómetros) e pode funcionar completamente sozinho durante meses a fio. Assim, este “gigante” mede 15,5 por 2,6 por 2,6 metros e tem um peso “no ar” de 50 toneladas.

O submarino possui um sistema de navegação inercial, sensores de profundidade e pode emergir para obter uma correção da sua posição via GPS. Ele usa comunicações via satélite para “telefonar para casa” e relatar informações ou receber novos pedidos. O Echo Voyager pode mergulhar a uma profundidade máxima de 3352 metros e tem uma velocidade máxima de oito nós.



quarta-feira, 16 de dezembro de 2020

‘Orca’ 2

A Marinha dos EUA assinou um contrato com a Boeing para quatro veículos submarinos não tripulados (XLUUVs). Por outras palavras: encomendou drones submarinos gigantes.

Os submarinos não tripulados, chamados de Orcas, poderão realizar missões de reconhecimento a navios que afundam em distâncias muito longas. Desta forma, iremos ver estes drones a revolucionar a guerra no mar. A sua tecnologia irá fornecer sistemas de armas baratas e semi-descartáveis ​​que podem preencher as lacunas na linha de frente – ou simplesmente ir onde é muito perigoso para os navios tripulados lá irem.

O contrato, anunciado esta semana, estipula que a Boeing receberá 43 milhões de dólares para “fabricar, testar e entregar quatro veículos submarinos não tripulados (XLUUVs) Orca e elementos de apoio associados.” Isso é pouco mais de dez milhões de dólares por barco.


terça-feira, 15 de dezembro de 2020

‘Orca’, um submarino gigante não-tripulado

Os robôs estão a tomar conta das funções dos humanos. Da indústria ao segmento militar, todos os cenários estão aptos a receber veículos autónomos. Assim, não é com surpresa que os Estados Unidos encomendam um submarino não tripulado gigante à Boeing.

O submarino autónomo não tripulado Orca será capaz de atravessar oceanos inteiros. O objetivo é cumprir uma variedade de missões, desde caçar minas até procurar navios afundados.


quarta-feira, 4 de novembro de 2020

Drones Militares

O Exército anunciou esta quinta-feira que já adjudicou a compra de 36 drones a uma empresa norte-americana e no valor de 5,15 milhões de euros.

O concurso, autorizado há mais de dois anos, foi lançado no final de 2017 pela agência especializada da NATO na compra de material militar (NSPA, sigla em inglês) e concluído em meados de agosto deste ano, precisou o ramo.

O projeto envolve 12 sistemas aéreos não tripulados, cada um com três drones, uma estação de controlo terrestre e vários equipamentos de obtenção de imagens em tempo real, a cores e por infravermelhos (para operação diurna e noturna).




terça-feira, 3 de novembro de 2020

Tecnologia Naval III

Especialistas avaliam que a China pode mudar o jogo com uma arma naval de extraordinária potência.

O jornal oficial Global Times publicou em 3 de janeiro que os navios chineses em breve serão equipados com um canhão que usa energia eletromagnética e dispara projéteis a uma "velocidade destruidora".

Os Estados Unidos trabalham em armas similares e a Rússia e o Irã também se mostraram interessados nessa área, mas a mídia chinesa (controlada pelo Estado) assegura que o país assumiu a liderança da "corrida".

Citando uma reportagem da emissora estatal CCTV, o Global Times observa que a tecnologia se baseia na "propriedade intelectual" chinesa e que o destróier da classe 055 - navio de guerra considerado o maior e mais avançado navio do tipo dentre as forças navais da Ásia - deverá incorporar a arma em breve.

O canhão se destaca pela precisão e capacidade de atingir alvos mais distantes em menos tempo, mas é uma tecnologia extremamente cara.
A notícia veio a público após a divulgação de fotos nas redes sociais, em dezembro passado, mostrando supostas evidências da presença desse tipo de canhão no mar. A BBC News Mundo não conseguiu confirmar a veracidade das imagens, compartilhadas no Twitter como se fossem de testes.


segunda-feira, 26 de outubro de 2020

Tecnologia na Marinha II

As invenções realizadas pela CEOV não pretendem ser diretamente utilizadas contra inimigos em campos de batalha, mas sim como forma de explorar novas formas de combate e de evolução tecnológica no setor.

A título de exemplo, esta unidade da Marinha Portuguesa desenvolveu um carro telecomandado que transporta e lança granadas. Além disso, tem uma câmara incorporada para análise do terreno.

Algumas destas invenções foram apresentadas na conferência Recognized Environmental Picture Maritime Unmanned Systems (REPMUS) da NATO. O evento decorreu em Portugal, mais especificamente na Península de Tróia, entre os dias 11 e 27 de setembro deste ano. Estes veículos, aparentemente inofensivos, poderão ser importantes aliados em situações bastante peculiares na Defesa.

Os engenhos bélicos criados não têm de ser necessariamente usados pela Marinha Portuguesa contra inimigos. Em vez disso, é uma maneira de explorar o que um inimigo inovador poderia fazer, para que os militares possam, assim, desenvolver contramedidas. “Somos como a vacina contra a gripe”, explicou o tenente Tiago Mendes. “Nós não fazemos a mudança; nós começamos o processo”, concluiu.

Tecnologia na Marinha

A Célula de Experimentação Operacional de Veículos Não Tripulados da Marinha de Portugal (CEOV) está a desenvolver um novo drone que poderá ser utilizado no campo de batalha, como arma. A notícia foi dada em comunicado enviado à imprensa.

De acordo com a unidade responsável pelo desenvolvimento da tecnologia, conhecida como “Divisão Q”, o projeto consiste na criação de vários “brinquedos”, convertidos em armas, capazes de atirar granadas ativas para potenciais alvos. Os veículos são unidades modificadas de carros controlados via rádio e com um sistema de arremesso de granadas remoto.

Gouveia e Melo, vice-almirante da marinha portuguesa, afirma que o projeto destina-se a “combater ameaças assimétricas com um pensamento assimétrico”. Tiago Mendes, líder da equipa, afirma que o processo de evolução da marinha portuguesa para novas tecnologias tem vindo a ser consideravelmente lento, chegando mesmo a afirmar que os smartphones de muitos soldados são mais evoluídos do que a tecnologia existente nos navios de guerra. Com isto, surgiu a ideia de ser desenvolvido um novo projeto que pretenda integrar mais tecnologia no setor, e que possa também abrir portas a futuras implementações no campo de batalha.