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domingo, 28 de fevereiro de 2016

Desenvolvida aplicação que deteta emoções



Foi desenvolvida uma aplicação que deteta emoções e sugere planos de lazer, através do recurso à inteligência artificial.

Emotion_recognition03Esta app consegue ler o rosto e detectar se estamos felizes, com medo, tristes, entre muitas outras emoções reconhecidas. Depois, dependendo do reconhecimento que faz, sugere planos de lazer adequados ao estado espírito: por exemplo, uma pessoa que apresente estar stressada poderá ser convidada pela app para ir a um SPA em Barcelona –  “Estás tão stressado/a, precisa de esquecer o mundo por uns momentos no mais relaxante SPA em Barcelona” ou se tiver feliz – “Estás tão contente que podes divertir-te na vida noturna de Barcelona”.

A aprendizagem por parte da app é automática e é a base da aplicação, conseguindo identificar em tempo real as emoções através das expressões faciais.

O CEO da Bismart explicou que “a partir de uma fotografia que o dispositivo fará em tempo real, a máquina realizará um reconhecimento facial e detectará as emoções e idade e oferecerá recomendações inteligentes para desfrutar da melhor experiência na cidade”.

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Robôs vão substituir profissionais com salários mais baixos

Se em algumas indústrias ou sectores os robôs são incapazes de substituir os humanos, recorde-se o caso da Mercedes, há outros em que nesta Era será inevitável esta substituição.

Mas quem serão os mais afectados?

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Um recente relatório económico publicado pela Casa Branca refere que são os trabalhadores com salários mais baixos.

As preocupações com os trabalhadores são fundamentadas: o governo dos Estados Unidos alerta para o risco de que pessoas que ganham menos de 20 dólares por hora poderem ser substituídos por robôs.

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Jogo de realidade virtual ajuda vítimas de AVC a recuperar


Pode um jogo de realidade virtual ajudar à reabilitação de vítimas de acidente vascular cerebral ? Um laboratório em Barcelona criou uma técnica inovadora para treinar o cérebro.

Gloria sofreu um AVC após ter dado à luz o seu segundo filho. Ficou quase totalmente paralisada. O programa de reabilitação que fez nos meses que se seguiram incluiu um recurso inovador: Gloria teve de se exercitar num jogo de realidade virtual. “De forma subconsciente, consegui passar a fazer movimentos mais amplos com os braços”, conta-nos. Trata-se de uma nova abordagem no tratamento deste tipo de casos.

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Como a ESA pretende construir uma aldeia na Lua


Em 1959, os russos conseguiram aterrar uma nave não tripulada na Lua; dez anos mais tarde, os americanos passearam na sua superfície. Hoje em dia, o plano é ficar. “O meu objetivo é construir uma base permanente na Lua. Uma estrutura aberta à participação de diferentes países”, declara Jan Wörner, diretor geral da ESA. A ideia é criar um projeto global à semelhança da Estação Espacial Internacional.
O Centro Europeu de Astronautas em Colónia organizou um workshop precisamente sobre como erguer uma espécie de pequena aldeia sobre a superfície lunar. A presença de certos metais, minerais e de água gelada pode representar um contributo valioso. Segundo Bernard Foing, diretor do Grupo Internacional de Exploração Lunar, “a Lua tem imensos recursos. Encontrámos gelo nos polos, encontrámos áreas que estão quase constantemente expostas ao Sol. São zonas que nos podem fornecer recursos para utilizarmos na construção ou na manutenção da vida dos astronautas na base lunar.”

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Usa teclado ou rato sem fios? Cuidado, pode estar a ser espiado!

Cada vez são mais usados dispositivos que deixaram de depender de fios para realizarem as suas ligações e para partilharem dados. Esta é uma forma simples mas que pode trazer alguns problemas, como agora se descobriu. A falha está nos teclados e ratos sem fios e que, de forma muito simples, permite que os atacantes controlem estes dispositivos, não deixando ninguém seguro.

Esta nova vulnerabilidade afeta uma vasta lista de dispositivos, de grandes marcas e muitos modelos conhecidos. Afeta os dispositivos que usam ligações sem fios que não assentam em Bluetooth e pode ser explorada até 100 metros de distância. Para o fazer basta uma simples antena, que custa 15 dólares.
O problema está na forma como estes dispositivos comunicam com a dongle que está ligada ao computador, de forma não segura. Para além de poderem ser escutados e interpretados esses comandos, é ainda possível enganar a dongle ao enviar comandos diretamente do atacante.
Ao dar estes comandos, os atacantes podem forçar os computadores a serem controlados remotamente e a carregarem vírus, malware ou outro tipo de infeções, que depois são usados para roubar os dados destes. A falha é independente dos sistemas operativos, o que deixa qualquer um exposto e vulnerável.



Os fabricantes identificados, que incluem a Microsoft, Lenovo, HP, Dell e Logitech, precisam agora de criar novas versões de firmware que corrijam este problema. Há, no entanto, muitos casos de dispositivos que foram feitos de forma a não serem atualizados e que assim vão ficar expostos ao MouseJack.
A Logitech tem já disponível um patch que corrige o problema e que pode ser aplicado na maioria dos seus equipamentos sem fios, tornando-os assim imunes a este problema. Outras marcas, como a Lenovo e a Dell reconheceram o problema dos seus equipamentos e recomendam aos seus clientes a procurarem o apoio técnico da marca.
Esta é mais uma falha que resulta da não aplicação das mais básicas regras de segurança na criação de produtos que comunicam sem fios. Provavelmente muitos equipamentos vão ficar sem uma solução do fabricante e, mesmo os que tenham, nunca a vão ver aplicada.



Estado Islâmico ameaça donos do Facebook e do Twitter

Num vídeo de propaganda intitulado "Chamas dos Apoiantes", Mark Zuckerberg e Jack Dorsey são alvo de ameaças por parte de um grupo de hackers com ligações aos jihadistas. De uma forma alarmande, o autoproclamado estado islâmico tem utilizado as redes sociais para conseguir a propagação dos seus ideias... Tal feito é de certa forma preocupante e uma ameaça para a humanidade.

O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, e o presidente executivo do Twitter, Jack Dorsey, foram ameaçados num vídeo de propaganda publicado por hackers com ligações ao autodesignado Estado Islâmico (EI). No vídeo de 25 minutos a imagem de ambos é trespassada por balas e envolta em chamas.

O vídeo foi descoberto por analistas da Vocativ na “deep web" – parte da internet a que não é possível aceder através dos motores de busca padrão – e surge na sequência da tentativa do Facebook e do Twitter de acabarem com atividades terroristas nas suas plataformas. Zuckerberg e Dorsey estiveram entre os presentes numa reunião secreta, realizada em Janeiro, com responsáveis da Casa Branca e com os diretores do FBI e da NSA, onde foram discutidas estratégias para enfrentar o terrorismo online.

No vídeo intitulado “Chamas dos Apoiantes” publicado por um grupo que se autodenomina “exército dos filhos do califado”, o grupo de hackers afirmou que controla mais de 10 mil contas e 150 grupos no Facebook, e mais de 5000 contas no Twitter. “Se fecham uma conta, tomaremos dez em resposta e brevemente os vossos nomes e sites serão apagados e, se Deus quiser, saberão que o que estamos a dizer é verdade”, lê-se durante o vídeo. 

Um porta-voz do Twitter afirmou ao jornal britânico The Guardian que a empresa não vai emitir nenhuma resposta, tendo em conta que estas ameaças já são comuns. “Isto está sempre a acontecer. Bem-vindos ao nosso dia-a-dia”.

O Twitter tem de lidar com o facto de ser um dos meios privilegiados de propaganda para o autodesignado EI. A empresa fechou cerca de 125 mil contas relacionadas com o grupo jihadista. Também o Facebook procura uma resposta para enfrentar a ameaça da propaganda online na sua rede. A diretora de operações da empresa, Sheryl Sandberg, sugeriu que a rede social poderia enfrentar o autodesignado EI através de uma campanha de likes.  

O Estado Islâmico é conhecido por utilizar frequentemente as redes sociais para atrair e radicalizar novos membros, assim como divulgar os seus vídeos de propaganda.

Baseado a notícia publicada no jornal "Público".

Super smartbike com Android revoluciona o mundo das bicicletas

A expansão do sistema operativo Android, desenvolvido pela Google, é visível não só no campo dos smartphones, mas também em diversos campos para além deste, ou seja, atualmente também podemos encontrar o sistema nos automóveis, eletrodomésticos, passando pelas televisões entre tantos outros artigos. A mais recente aplicação deste sistema operativo é uma smartbike produzida pelos chineses da Leeco, que se designa por Super Bike.

A nova smartbike com Android aponta ao futuro com feixes de laser e um conjunto de dispositivos interessantes. A principal inovação passa pela inclusão de um dispositivo Android no guiador que funciona como smartphone e cujo ecrã pode ser utilizado para visualizar instruções do sistema de navegação incluído e por um conjunto de sensores que se destinam a avaliar o ritmo cardíaco do ciclista durante o percurso.


Além do dispositivo Android, o guiador também conta com botões que servem para comandar os indicadores de direção (piscas) e as luzes.

smartbike

A Super Bike promete revolucionar o mundo das bicicletas, pois oferece excelentes funcionalidades com o objetivo de melhorar o rendimento e a experiência de todos os seus utilizadores.

sábado, 27 de fevereiro de 2016

Em 2075, 60% da Terra vai sofrer vagas de calor extrema


Os cientistas do NCAR dizem que a humanidade ainda vai a tempo de evitar o aquecimento do Planeta. Os investigadores norte-americanos preveem para 2075 vagas de calor três graus mais quentes que aquelas que se registam atualmente.

As vagas de calor que têm assolado alguns locais da Terra a cada vintena de anos, mas poderão tornar-se anuais – e afetar 60% do planeta por volta de 2075. A previsão foi avançada por cientistas do Centro Nacional de Investigação Atmosférica dos EUA (NCAR).

Os investigadores norte-americanos recordam que as vagas de calor não só se vão tornar mais frequentes e disseminadas, como ainda poderão ser mais severas. Os peritos em meteorologia do NCAR estimam que as vagas de calor que vão ocorrer dentro de 60 anos poderão ser cerca de três graus celsius mais quentes que aquelas que se registam atualmente, noticia a Popular Science.