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quarta-feira, 18 de maio de 2022

Jaron Lanier, polêmico cientista da Microsoft, critica big techs e criptos e diz que tem medo do TikTok

Os dreadlocks de Jaron Lanier continuam os mesmos. E as opiniões polêmicas sobre internet, redes sociais e inteligência artificial, também. Para quem não lembra, Lanier é um cientista, filósofo, escritor e artista que nunca hesitou em atacar os efeitos negativos da tecnologia - condenando a polarização gerada pelas redes sociais, muito antes do termo fake news ter sido criado. Entre seus livros de sucesso, estão "Você não é um Aplicativo", "Bem-vindo ao Futuro" e "Dez Argumentos Para Você Deletar Agora Suas Redes Sociais".

O visual hippie não é à toa. Lanier é um rebelde que atua dentro do próprio sistema que ataca. Foi um dos criadores da realidade virtual, que desenvolveu na startup VPL Research, a primeira a vender equipamentos de RV, ainda nos anos 1980. Atualmente, trabalha como cientista pesquisador na Microsoft. Mas, questionado, não tem o menor problema em atacar os bilionários da internet, lamentar a maneira como as grandes companhias (incluindo a sua) lidam com a inteligência artificial e celebrar as qualidades da Web3.


Nem por isso é um defensor das soluções descentralizadas que prometem um novo futuro. Para ele, criptomoedas premiam apenas os privilegiados e perpetuam a desigualdade que dizem contestar. Confira a seguir os principais trechos da entrevista que Lanier concedeu a Época NEGÓCIOS, durante o evento Brazil at Silicon Valley.

Perigos da inteligência artificial

"A tecnologia hoje está muito centralizada, e não existem regulações. A razão dessa centralização é que são necessários equipamentos robustos, com programas complexos, para conseguir os resultados que queremos. E só algumas organizações no mundo têm os recursos para isso. Microsoft e Google estão nesta lista. A China obviamente pode fazer isso.

E ninguém está regulando nada. Mas isso vai mudar. Vamos começar a ver mais questões regulatórias, especialmente vindas da Europa. Eu acredito que algumas regulações podem ser positivas. Mas não é isso que vai resolver.

O que precisamos fazer é mudar o modelo de negócio. Precisamos lembrar que os algoritmos não são essas inteligências mágicas criadas por alienígenas. Eles são criados e alimentados por seres humanos. Então, é preciso conferir às pessoas a responsabilidade de tornar os algoritmos melhores. Por exemplo, se um algoritmo for racista, é preciso designar pessoas que irão colocar os dados corretos e fazer com que seja menos racista.

Esse tipo de atividade deve virar uma profissão, pessoas encarregadas de alimentar o algoritmo com as informações certas, para torná-los menos enviesados. Isso pode também ajudar a reduzir o desemprego.

Ao mesmo tempo, pessoas que têm más intenções e colocam dados negativos nos algoritmos, para prejudicar os outros e a sociedade, deveriam ser banidos. Se tivermos um sistema econômico no qual as pessoas são incentivadas e recompensadas para serem contribuidores positivos, teremos algoritmos que funcionam melhor e são menos centralizados. E esse é o futuro no qual precisamos chegar.”



sexta-feira, 6 de maio de 2022

Elon Musk: Twitter tem de ser “politicamente neutro”

A Twitter já confirmou estar a assistir a centenas de milhares de encerramentos de contas na plataforma depois do anúncio da compra por parte de Elon Musk. O maior impacto está a registar-se na esquerda, com políticos e celebridades como Barack e Michelle Obama, Taylor Swift e Jeremy Corbin a perderem mais seguidores, enquanto a direita, com Marjorie Tayloer Greene, Boris Johnson ou Ted Cruz a ganharam seguidores. Um dos tweets mais recentes de Musk aborda a questão e salienta que a plataforma deve ser politicamente neutra.


“Para o Twitter merecer a confiança pública, deve ser politicamente neutro, o que significa efetivamente incomodar a extrema direita e a extrema esquerda igualmente”, escreveu o executivo. Em mensagens anteriores, Musk já tinha advogado ser “contra a censura que vá para lá do que está estipulado na lei”, lembra o The Guardian. “Se as pessoas quiserem menos discurso livre, vão pedir ao governo que passe as leis. Assim, ir para lá da lei é contrário à vontade popular”, escreveu Musk, naquilo que pode ser entendido como uma crítica à política de moderação vigente no Twitter e que tem afetado particularmente a direita nos EUA.

O casal Obama perdeu milhares de seguidores nos últimos dias, tal como Katy Perry, a terceira maior conta da plataforma. Em sentido inverso, Taylor Greene e Ted Cruz contam às dezenas de milhares os novos seguidores.

Um porta-voz da Twitter assume que estas oscilações são resultado de atividade ‘orgânica’: “embora continuemos a tomar ações contra contas que violem a nossa política de spam, e que pode afetar a contagem de seguidores, estas flutuações parecem ser o resultado de um aumento de criação de novas contas e de desativações”.

quinta-feira, 3 de março de 2022

Meta, Google e Twitter: Empresas de tecnologia aplicam sanções contra Rússia

Desde que Vladimir Putin autorizou uma operação militar na Ucrânia, na última quinta-feira (24), diversas empresas anunciaram sanções contra a Rússia. Entre elas estão gigantes da tecnologia, como Meta, Google e Twitter.

Com a deflagração dos conflitos no Leste Europeu, a comunidade internacional começou a cobrar as plataformas digitais a adotar estratégias para acabar com a desinformação envolvendo a guerra na Ucrânia.

As medidas adotadas pelas multinacionais impactam, principalmente, os sistemas de comunicação russos, mas também combatem fake news e propagandas contra a Ucrânia.

Nesta terça-feira (1º), a Meta Platforms, proprietária do Facebook e do Instagram, anunciou que passaria a rebaixar conteúdo das páginas da mídia estatal russa, assim como links para seus sites. Isso quer dizer que o algoritmo dificultará o acesso a tais conteúdos. A medida será aplicada globalmente.

Outra ação anunciada foram os avisos aos usuários que tentarem compartilhar links para páginas da mídia controlada pelo Estado russo, tanto no Instagram quanto no Facebook.

Anteriormente, a Meta já havia restringido o acesso dos meios de comunicação russos RT e Sputnik em suas plataformas na União Europeia. Além disso, a empresa anunciou ter derrubado dezenas de contas falsas, grupos e páginas que apoiavam a Rússia, disseminando propaganda contra a Ucrânia.

O Google anunciou nessa segunda-feira (28), que não permitirá mais anúncios dos meios de comunicação estatais russos. A empresa ainda afirmou que adotará outras medidas, se necessário.

No domingo, a empresa havia anunciado a desativação temporária de algumas ferramentas do Google Maps que fornecem informações ao vivo sobre trânsito e movimentação na Ucrânia. Nesse caso, o Google alegou ter aderido à medida em prol da segurança das comunidades locais no país.

O Twitter passou a rotular conteúdos da mídia estatal russa ou que contenham links direcionando para os meios de comunicação do Estado. Segundo a plataforma, desde que a Rússia invadiu a Ucrânia, o engajamento de usuários com publicações desse tipo cresceu expressivamente.

Além da sinalização, a plataforma também afirmou que reduzirá a visibilidade e amplificação desses conteúdos, não direcionando-os na pesquisa principal nem recomendando-os aos usuários.

A rede já rotulava publicações de mídias estatais, sendo que desde 2019 é proibido que esses meios de comunicação produzam publicidade no Twitter.

O YouTube, subsidiário de vídeos da Google, interrompeu temporariamente a capacidade de diversos canais russos de monetizar, ou seja, receber lucros a partir de vídeos publicados na plataforma.

Junto com a desmonetização, a empresa anunciou que limitará “significativamente” as recomendações para esses canais.

A Netflix declarou não ter pretensão de incluir canais estatais em seu serviço russo. A decisão contraria um regulamento que exigia que a plataforma distribuísse canais apoiados pelo Estado.

O regulamento, determinado pela Rússia e descumprido pela Netflix, estabelece que serviços audiovisuais com mais de 100 mil assinantes no país distribuam 20 canais de notícias, esportes e entretenimento gratuitos.

quarta-feira, 2 de março de 2022

Guerra cibernética: como as empresas de tecnologia se posicionam na guerra na Ucrânia e quais sanções sofreram

Plataformas sinalizam informações falsas e desmonetizam canais da mídia estatal da Rússia; país acusa censura e bloqueia redes sociais como retaliação.


Algumas das maiores plataformas de tecnologia do mundo têm se posicionado contra a invasão da Ucrânia, ordenada pelo presidente russo, Vladimir Putin, na última quinta-feira (25). O conflito deflagrado na última semana também tomou o espaço cibernético no fim de semana, com sites oficiais sendo atacados e sanções às plataformas de noticias estatais russas.

No sábado (26), o ministro de Transformação Digital ucraniano, Mykhailo Fedorov, convocou um "exército de TI" para ajudar a Ucrânia no front digital. Em uma mensagem postada no perfil oficial de Fedorov, há uma convocação de especialistas em tecnologia da informação dispostos a ajudarem os ucranianos.

O principal pedido do governo ucraniano é para que os voluntários realizem ataques de negação de serviço (DDoS) para derrubar sites de empresas, bancos e do governo da Rússia. No começo do sábado, um ciberataque deixou o site oficial do Kremlin fora do ar.


Fontes:




sexta-feira, 22 de outubro de 2021

Truth Social, a nova rede social de... Donald Trump?

O ex-presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, anunciou no passado dia 20 que vai lançar a sua própria rede social. Denominada de TRUTH Social, a plataforma deve abrir já em novembro, mas estará disponível apenas para convidados na estreia, ganhando uma versão para o público em geral a partir de 2022.




De acordo com Trump, a novidade chegará para enfrentar a tirania das grandes companhias, referindo-se principalmente ao Facebook e ao Twitter, dos quais foi banido após os incidentes ocorridos no Capitólio dos EUA, no início do ano. Com o lançamento, o Trump quer voltar a marcar presença online.

“Vivemos num mundo onde os Talibã têm uma presença enorme no Twitter, mas o vosso presidente americano favorito foi silenciado. Isto é inaceitável”, criticou. 

Ainda não há muitos detalhes sobre como a rede social de Trump vai funcionar, mas especula-se que ela será semelhante às plataformas Gab e Parler.


Fontes:




terça-feira, 27 de outubro de 2020

Dicas para a Cibersegurança nas Redes Sociais

Hoje em dia as redes sociais estão presentes em cada um dos nosso smartphones, e com isso vêm algumas ameaças para a nossa segurança digital. Aqui vão algumas dicas para isso não acontecer:
  • Aceite chamadas apenas de pessoas conhecidas;
  • Nunca partilhe telefone ou moradas no perfil;
  • Evite partilhar locais, imagens de crianças ou dados sensíveis;
  • Verifique sempre a veracidade das notícias que partilha-confirme sempre a fonte;
  • Não clique em posts suspeitos.

Sabiam também que:
  • Aquilo que publica pode ser usado por terceiros;
  • Por cada gosto, cria um perfil utilizável na publicidade;
  • Quando acedes a plataformas usando contas de redes sociais, partilha os seus dados.







url: publicação no Linkedin de https://www.linkedin.com/company/centro-nacional-de-ciberseguran%C3%A7a---portuguese-national-cybersecurity-centre/ /(25/10/2020)

sábado, 11 de maio de 2019

Spotify testa a nova Storyline similar às Stories do Instagram

O Spotify está a testar a sua própria versão das Stories ou histórias do Instagram. O formato popularizado pela rede social Snapchat vê agora uma nova adaptação, estando igualmente presente no Facebook, YouTube, bem como no WhatsApp. Com efeito, é rara a plataforma ou rede que não tenha uma vertente mais social.

Do streaming de música, aos podcasts e agora à partilha de histórias?

Spotify app publicidade Android iOS Stories Storyline rede social

Do Instagram ao Spotify

Ainda que o formato tenha sido criado pelo Snapchat, foi com o Instagram que atingiu o pico de popularidade e agora, migrará para o Spotify. Contudo, para já é uma função que está a ser testada, não estando ainda globalmente disponível. Note-se ainda que já existia algo similar, o Behind the Lyrics” na aplicação.

O Storyline não lhe apresentará cartões pop-up sincronizados com a reprodução da música. Em vez disso, terá que carregar na nova implementação, tal como consulta as Stories na rede social Instagram. Desse modo, o utilizador já saberá exatamente o que fazer dentro da aplicação.

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O Spotify como plataforma de streaming e rede social

Com o intuito de envolver os utilizadores e dar-lhes um pouco mais de perspetiva sobre os seus artistas favoritos, o Storyline estará ao dispor dos criadores de conteúdo. Tudo para que desse modo possam passar algo mais sobre a sua mensagem, inspiração ou estado de espírito a quem os segue e/, ou ouve.

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sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Instagram: A realidade é que ninguém quer saber do fotógrafo, infelizmente


É irónico, na verdade. O Instagram é a maior plataforma de fotografia social do mundo, mas os fotógrafos são constantemente submetidos às suas fotos postadas e repostadas sem um crédito ou tag à vista. 

Porquê?

No mundo do Instagram, ninguém se importa com o fotógrafo, exceto outros fotógrafos. Talvez pareça um pouco extremo. Os fotógrafos estão constantemente a receber a extremidade curta do bastão. Lutam pelo crédito da foto. Lutam para fazer um salário decente. Lutam para provarem-se como profissionais. Lutam para explicar pelo que valem e cobram. Todos os anos, um novo iPhone é lançado com uma câmara melhorada e é o que inevitavelmente parece ser outra razão pela qual alguém não precisa pagar por fotos profissionais. Quando se pensa sobre isso, com que frequência vês a tua foto publicada e nos comentários, os teus seguidores perguntam quem tirou a foto? Claro, isso acontece de vez em quando, mas a resposta real é basicamente nunca. Há incontáveis ​​vezes que eu tiro para a minha namorada, as fotos são postadas no Instagram, e parece que toda a gente está marcada, excepto o fotógrafo.


Depois, há o mundo dos influenciadores digitais. Eles só precisam ter um entendimento muito básico de encontrar uma boa luz e tirar uma foto no modo automático ou no modo retrato, editá-la numa aplicação de edição e postá-la no Instagram, gerando milhares de dólares por postagem. As marcas repostam as fotos dos influenciadores e dão sempre tag (créditos), marcam e dão destaque ao influenciador. Se é uma foto tirada por um fotógrafo profissional, 90% do tempo, não há crédito ao fotógrafo ou qualquer reconhecimento. As únicas pessoas que realmente se importam com quem tirou a foto são outros fotógrafos. As pessoas comuns não percebem como a luz é boa, o ângulo do assunto ou o que fotógrafo pensou durante o processo de composição. Eles preocupam-se com a pessoa na foto, com a aparência, o que está a usar e, talvez, com a localização.

Típicas influenciadoras digitais (modelos de Instagram)




Consultei os blogs Studybreaks, ABWatson e NewHopePhotography, no dia 23/11/2018.

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Estudo conclui que menos de 30 minutos em redes sociais diminui o risco de depressão e solidão



Um novo estudo realizado por pesquisadores da Universidade da Pensilvânia descobriu que limitar o uso de redes sociais a 30 minutos por dia pode levar a melhorias significativas no bem-estar.
Especificamente, menos tempo a percorrer fotografias de amigos e conhecidos da primária pode reduzir as taxas de depressão e solidão.


O estudo - publicado no Journal of Social and Clinical Psychology de dezembro - foi um dos primeiros a mostrar uma relação de causa e efeito entre o uso de redes sociais e problemas de saúde mental. A maioria dos estudos anteriores sobre o assunto mostrou apenas uma correlação entre os dois.

No estudo, 143 estudantes foram testados ao longo de dois semestres. Os alunos foram colocados num grupo que foi instruído a limitar o seu uso de redes sociais no Facebook, Instagram e Snapchat a 30 minutos por dia, total, com 10 minutos cada por plataforma, ou atribuído a um grupo de controlo, onde eles podiam continuar com seus hábitos normais de mídia social.

Após três semanas, os alunos foram questionados para avaliar a sua saúde mental em sete áreas diferentes, incluindo: apoio social, medo de perder (também conhecido como FOMO), solidão, autonomia e auto-aceitação, ansiedade, depressão e auto-aceitação e auto-estima.

"Aqui está a linha de fundo", disse Melissa Hunt, principal pesquisadora do estudo, ao Science Daily. "Usar menos redes sociais do que normalmente levaria a reduções significativas tanto na depressão quanto na solidão. Esses efeitos são particularmente pronunciados para as pessoas que estavam mais deprimidas quando entraram no estudo."




Nenhum dos grupos mostrou melhorias no apoio social, autoestima, ou autonomia e auto-aceitação. No entanto, em ambos os grupos - talvez por simplesmente fazer parte do estudo - os alunos encontraram seus níveis de ansiedade e declínio do FOMO. Em geral, é importante relembrar que estudos como estes não podem testar todos os fatores que podem afetar a saúde mental.




Consultei os sites Independent, ChildMind e LiveScience no dia 19/11/2018.




terça-feira, 24 de maio de 2016

Twitter flexibiliza o limite de caracteres

Twitter

Na ultima década o twitter evoluiu de uma simples mensagem de 140 caracteres a uma rica tela para expressão criativa de fotos, videos, hashtags, vines e muito mais - Todd Sherman

O twitter anunciou esta terça feira a mudança do seu clássico limite de 140 caracteres, flexibilizando este limite, permitindo que os seus usuários incluam links, anexos e outros elementos nas suas mensagens sem se preocuparem com a sua extensão.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Num ano, o governo chinês publicou 488 milhões de posts falsos

  • São mais de 488 milhões de posts contabilizados num único ano em redes sociais. E todos eles com duas características em comum: o elogio explícito ou tácito do governo chinês; e a ausência de resposta a posts de internautas que os contrariam. 
  • O estudo liderado pelo investigador Gary King aponta para um dos motivos que, alegadamente, leva os os autores dos posts a não enveredarem por uma defesa acérrima quando confrontados com argumentos contrários.
veja mais aqui

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terça-feira, 17 de maio de 2016

WhatsApp chega aos Windows e Mac


  • A app para computadores Windows e Mac vai apenas ser um espelho do que já se consegue fazer com o telemovel.
  • Esta é uma forma conveniente de enviar mensagens enquanto se trabalha ou se está no computador, sem ter de estar a trocar de aparelho e desviar a atenção.
  • O WhatsApp para Windows e Mac traz também as notificações para o ecrã do computador, possibilitando respostas mais rápidas, sem ter de ir buscar o telefone sempre que toca.
veja mais aqui

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Twitter não vai contar com fotos e links para limite de 140 caracteres


  • O objetivo é fornecer mais flexibilidade aos utilizadores, de forma a garantir um maior crescimento. 
  • De acordo com a Reuters, os links, por exemplo, usam 23 dos 140 caracteres permitidos num tuíte. 
  • Ainda não se sabe quando é que as alterações podem entrar em vigor.


veja o resto da notícia aqui
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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Buddy for Sports

Buddy for Sports é uma rede social para quem gosta de desporto

Chegou uma nova rede social. Chama-se Buddy for Sports e como o nome indica está dirigida a quem gosta de desporto.
A plataforma foi pensada para pôr em contacto quem tem interesse no mesmo tipo de desportos e cobre mais de 80 modalidades.

Permite encontrar parceiros para a prática de atividades físicas, pessoas com as mesmas aptidões e que estejam disponíveis para as pôr em prática nas horas que lhe interessa. É também uma ferramenta para agendar eventos e coordenar agendas com outros participantes.

No site oficial é possível saber o que pode encontrar nesta rede social, descarregar a versão para PC, ou encontrar a ligação para as aplicações que permitem tirar partido da plataforma num smartphone ou tablet com iOS ou Android.

 

sábado, 11 de abril de 2015

"Oculus Rift" focará em melhorias na forma de comunicar

Uma das mais recentes invenções no campo da informática, o "Oculus Rift", irá ser utilizada para otimizar os meios de comunicação entre os seres humanos a um nível virtual. 
Quanto à ferramenta em si, o "Oculus Rift" é um instrumento que é colocado em redor da cabeça de um ser humano e que o permite observar uma "realidade virtual" como nunca dantes foi possível experienciar em qualquer ferramenta ou plataforma. Esta invenção, que atualmente é utilizada para jogos e fins lúdicos, irá eventualmente ser utilizada para novas formas de interação e comunicação entre seres humanos.

"Do ponto de vista do Facebook, a realidade virtual será predominante em novas formas de interação e comunicação entre a humanidade. É por isso que, conforme a tecnologia é desenvolvida internamente, a equipa se encontra constantemente em busca da compreensão da realidade, como nós a percebemos e quais são as formas pelas quais a tecnologia pode emular o real e "enganar" os nossos sentidos."

Michael Abrash, líder do desenvolvimento do "Oculus Rift"





quarta-feira, 11 de março de 2015

Rede social portuguesa "Soccial"

Portugal é um país de criadores, de inventores. No passado mês de Fevereiro, anunciaram o facto da rede social "Soccial" estar a entrar numa nova etapa. Soccial é uma rede social que afirma ser capaz de ajudar as pessoas a encontrar conteúdo, pessoas, locais, serviços, etc, com base na personalidade de cada um.
a Soccial divulgou no seu blog a data de lançamento da sua rede social, que será dia 23 de março. 

Deixo aqui o comunicado dos organizadores desta nova rede social:

Queridos seguidores,
Temos estado um pouco ausentes mas por uma boa causa, a causa do costume, dedicação total ao vosso Soccial! Tudo para podermos apresentar-vos brevemente uma grande versão, à altura do que estão à espera.
Mas hoje voltamos para partilhar uma grande notícia: o Soccial tem finalmente uma data de lançamento! É a resposta às vossas constantes perguntas, foi anunciada ontem no blogue do nosso CEO e não podíamos estar mais felizes por partilhá-la hoje convosco:
Vamos lançar o Soccial no próximo dia 23 de Março!
Nesse dia vamos abrir o site a todos os nossos utilizadores já registados e, gradualmente, enviar convites a quem já fez o pré-registo no site. Obrigado por continuarem desse lado!
Até ao grande dia vamos continuar a atualizar este espaço com novidades de tudo o que preparámos para vocês. Vamos revelar muito do que vamos lançar e também os profundos updates que fizemos nas funcionalidades que todos já conheciam. No fundo, vamos lançar um novíssimo produto e queremos partilhar convosco cada grande ferramenta e cada grande novidade desta renovada rede social.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Será que deveríamos aderir também ...

Cuba lança o seu próprio «Facebook»

Chama-se «Rede Social» e é controlada pelo Governo. Em menos de uma semana registou sete mil utilizadores


Cuba lançou a sua própria rede social, cujo nome é... «Rede Social». Trata-se de uma espécie de Facebook, mas controlado pelo Governo cubano.


A «Rede Social» tem um design semelhante ao Facebook, de Mark Zuckerberg, e serve para a troca de informações, exclusivo para os residentes na ilha, cujo uso foi restringido pelo Governo de Raúl Castro a estudantes universitários, médicos e artistas, noticia o «El Mundo».

Em menos de uma semana, a nova rede social registou sete mil utilizadores.


Noticia retirada do site:
http://www.tvi24.iol.pt/tecnologia/cuba-facebook-rede-social-governo-censura-tvi24/1307055-4069.html

Fonte: Tvi24

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Rede Social De Eventos



Já conheces o Skedel? Não? Então está na hora de o conheceres. O Skedel é um projecto bastante interessante, possibilitando a todos os utilizadores conhecerem quais os eventos que se vão realizar perto de site.
Desta forma nunca mais vais perder o concerto da tua banda favorita, uma exposição de arte ou um Workshop. Ao efectuar o registo, o site irá detectar a tua localização e indicar-te os eventos perto de ti.
Podes adicionar os eventos aos teus Favoritos e partilhar com toda a comunidade Skedel se vais ou não participar nesse evento. Para além disso, esta ferramenta online permite aos promotores de eventos adicionarem as suas entradas no site, divulgando assim o evento a todos os que estejam por perto.
Desta forma o utilizador poderá ter acesso a informação como o custo do bilhete, a localização do evento e a hora em que se vai realizar.
Este serviço permite-lhe ainda integrar a sua página do Facebook, o seu perfil no Twitter e ainda a sua conta Google Calendar, garantindo assim que não se esquece da data do evento.
Não percas tempo e regista-te já no Skedel. Vais ver que vale a pena!


in Webtuga

domingo, 8 de maio de 2011

Blaving - A rede social de voz


Blaving, a rede social de voz, chega a Portugal.


Para quê escrever quando pode falar? É esta a ideia base.

Mais rápido e divertido que escrever um post é ter a oportunidade de o dizer directamente, partilhá-lo com os amigos, tornando-se numa espécie de Twitter de áudio.

Permite gravar mensagens de áudio com um máximo de dois minutos através da internet ou do telemóvel e partilhar automaticamente noutras redes sociais como o Twitter, o Facebook e o Orkut.

Tal como noutra rede social qualquer, o Blaving permite adicionar amigos e ser seguido por outros. Depois de se fazer o registo, basta clicar em "Gravar Blav" para fazer um post de áudio.

O Blaving pode ser encontrado em http://en.blaving.com/

quinta-feira, 31 de março de 2011

Os perigos de estar 'agarrado' desde cedo às redes sociais


Tem vantagens: permite manter o contacto com a família e amigos, fazer novos conhecimentos, partilhar ideias ou imagens. Mas nem sempre os benefícios das redes sociais para os mais jovens superam os riscos, alerta um estudo publicado na revista Pedriatrics, que identifica os perigos, confirmando ainda que colocam em risco os jovens mais vezes do que aquilo que os adultos pensam.
De acordo com o trabalho, que traça o impacto das redes sociais nas crianças, adolescentes e famílias, nos últimos cinco anos foi grande o aumento de pré-adolescentes e adolescentes a usar este tipo de sites. Estudos recentes revelam que 22% dos jovens ligam-se à sua rede social favorita mais de dez vezes ao dia e pelo menos metade fá-lo uma vez por dia. Ao todo, 75% dos adolescentes têm telemóveis e 25% usam-no para aceder às redes sociais.
Mas, afinal, quais são os perigos? O estudo identifica-os, a começar pelo cyberbullying, que mais não é que usar «os meios digitais para comunicar informação falsa, embaraçosa ou hostil sobre uma pessoa». E é, segundo o estudo, o maior risco para os jovens, sendo «bastante comum» e capaz de causar problemas «psicológicos profundos», em que se incluem «depressão, ansiedade, isolamento e suicídio»-
E a lista não se fica por aqui. Ao sexting, que mais não é do que enviar ou receber mensagens ou fotografias de cariz sexual, junta-se a depressão do Facebook, que se manifesta quando os jovens passam muito tempo nesta rede social e começam a apresentar os sintomas clássicos da depressão. Depois, há ainda os riscos inerentes às perdas de privacidade e à influência da publicidade nas intenções de compra.
O estudo aproveita ainda para reforçar o papel dos pediatras, que se encontram «numa posição única para ajudar as famílias a perceber estes sites e a encorajar usos saudáveis», assim como alertar os pais para os problemas.



Notícia de Carla Marina Mendes
in Destak, 5ª feira - 31 de Março de 2011