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domingo, 9 de maio de 2021

Realidade Virtual pode ganhar maior expressão no turismo, diz estudo

    O impacto da COVID-19 pode permitir que a Realidade Virtual abandone permanentemente a sua imagem de ser apenas um artifício no setor de turismo. Segundo um estudo da GlobalData, o hype por detrás da tecnologia nos últimos anos tem sido maior do que o uso real, especialmente para fins de lazer. No entanto, aponta o estudo, “quanto mais tempo durar os impactos desta pandemia, maior será a oportunidade dos consumidores e organizações adotarem esta tecnologia de forma mais permanente”.
    Ralph Hollister, analista de viagens e turismo da GlobalData, comenta, que “a maior disponibilidade de tempo livre em ambientes fechados, combinado com o desejo em viajar, tem levado os potenciais viajantes a recorrendo à RV para preencher uma lacuna que as restrições de viagens tem aumentado”.
    Entre as experiências mais populares, está a  National Geographic VR, que leva os utilizadores a destinos distantes, recorrendo à utilização da RV como um substituto para a realidade.
“Uma série de Destination Management Organizations (DMOs) também começaram a usar RV em campanhas de marketing e para recriar experiências turísticas. Por exemplo, o Conselho Nacional de Turismo Alemão (GNTB) recentemente levou espectadores em viagens por todo o país, bem como a zonas das suas costas do Báltico e do Mar do Norte. Tudo isso com o objetivo de aumentar a procura à medida que as viagens forem retomadas”, explica o responsável. No entanto, aponta, “resta saber se esse tipo de estratégia focada em RV vai durar além da pandemia e se essa tecnologia será restrita ao uso na fase de sonho / planeamento de uma viagem”.

Recarga de baterias de veículos elétricos - Entrada 2/Semana 3 - 9 Mai. - Tecnologia no Mundo Automóvel

        Recarga de baterias de veículos elétricos 

    Alguns dos problemas que os veículos elétricos ainda possuem é autonomia relativamente baixa, (principalmente comparando a outros automóveis que utilizam os motores de combustão interna), e os tempos de recarga também grandes.

    A Toyota irá lançar durante o ano de 2021, um veículo elétrico com uma grande novidade: baterias que recarregam em apenas 10 minutos, tudo isto sem sacrificar a autonomia. Isto será possível devido às novas baterias em estado sólido, com um eletrólito à base de sulfeto, permitindo assim que os iões de lítio passem de forma mais fácil entre os dois elétrodos. Este projeto calcula-se que possuirá uma autonomia de de 500 km, com baterias com uma densidade energética aproximadamente 8 vezes maior às baterias presentes em veículos elétricos atuais.

Fontes:

https://pplware.sapo.pt/motores/toyota-vai-lancar-carro-eletrico-em-que-bateria-carrega-em-10-minutos/ (consultado a 09/05/2021)

Baterias para veículos elétricos inovadoras? - Entrada 1/Semana 3 - 9 Mai. - Tecnologia no Mundo Automóvel

         Baterias para veículos elétricos inovadoras?

    A SuperBattery é um tipo de baterias revolucionárias que prometem resolver alguns dos problemas que as baterias dos elétricos. Problemas como as baterias que ficam viciadas que surge após um elevado número de carregamentos, longos períodos a recarregar. Estas baterias foram desenvolvidas pela Skeleton Technologies e pelo Instituto de Tecnologia de Karlsruhe. Como diz o jornal "Razão Automóvel":
"Aproveitando a sua experiência no campo do armazenamento de energia em ultracapacitores (ou supercapacitores) à base de grafeno, a Skeleton Technologies desenvolveu a SuperBattery, uma bateria que, de acordo com os seus criadores recarrega em… 15 segundos!"

    Estas baterias prometem aguentar milhares sem conta de ciclos de recarga sem se danificarem e, deste modo, não ficarão "viciadas". 

Fontes:

https://www.razaoautomovel.com/2020/09/supperbattery-bateria-carrega-segundos (consultado a 09/05/2021)

https://www.azom.com/images/Article_Images/ImageForArticle_19711_16020634720709474.png (URL da Imagem, consultado a 09/05/2021)


Lucros da Apple esmagam estimativas com ajuda das vendas do iPhone, iPad e Mac

A tecnológica liderada por Tim Cook reportou esta noite as contas do seu segundo trimestre fiscal, terminado a 27 de março, e os números agradaram ao mercado, com a empresa a revelar um crescimento das vendas em todas as linhas de produto: iPhone; Mac; iPad; wearables, casa e acessórios (como os headphones sem fios AirPods); e serviços.
 
O volume de negócios da Apple neste trimestre terminado em março aumentou 54% face ao mesmo período do ano passado, para um nível recorde de 89,58 mil milhões de dólares. A estimativa dos analistas inquiridos pela Bloomberg para as receitas era de 77,30 mil milhões de dólares, ao passo que os auscultados pela Refinit apontavam para 77,36 mil milhões.

As receitas do iPhone foram de 47,9 mil milhões de dólares, contra os 41,5 mil milhões esperados pelo consenso de mercado. Já as do iPad ascenderam a 7,8 mil milhões quando a projeção média era de 5,6 mil milhões. E as do Mac foram de 9,1 mil milhões, também acima das estimativas – que apontavam para 6,8 mil milhões de dólares.

Já o resultado líquido ascendeu a 23,63 mil milhões de dólares, contra 11,24 mil milhões no mesmo período do ano passado.

O lucro por ação foi de 1,40 dólares (contra 64 cêntimos de dólar no mesmo trimestre de 2020) – que ficou acima da média 99 cêntimos prevista pelos analistas consultados pela Refinitiv.

iPhone 11 Pro ainda vale a pena?

O iPhone 11 Pro foi uma das apostas da Apple para o ano de 2019 e chamou atenção ao trazer novas tecnologias e visual inovador. Desde então, a fabricante lançou cinco novos celulares: iPhone 12, iPhone 12 Pro, iPhone 12 Pro Max, iPhone 12 Mini e iPhone SE. Ainda assim, algumas especificações do antecessor, como câmera e design, continuam atuais e deixam na dúvida se ainda vale a pena apostar no modelo antigo.

Outra questão que pode pesar na decisão dos consumidores é o preço, especialmente quando comparado aos telefones mais recentes da marca da maçã. O smartphone chegou ao mercado custando cerca de 1130€ e atualmente já pode ser encontrado na faixa de 1050€, a depender da capacidade de armazenamento.

Tela e design


O iPhone 11 Pro conta com tela de 5,8 polegadas e 2436 x 1125 pixels de resolução. Uma característica interessante é a tecnologia Super Retina XDR, que promete atingir maior contraste e diferentes níveis de brilho de acordo com a ocasião. Além disso, o display já foi considerado o melhor do mundo.

O recurso foi mantido nas gerações mais recentes da Apple e, de maneira geral, não houve grandes evoluções quanto à tela dos aparelhos. Quem prefere visores maiores, entretanto, poderá ficar satisfeito com outros modelos, como o iPhone 12 Pro, que possui 6,1 polegadas.

Câmera


O lançamento de 2019 chegou ao mercado com câmera tripla, dividida em principal, ultra wide e teleobjetiva - todas com 12 MP. A característica é a mesma da geração anterior, porém foi regredida nos novos modelos de iPhone, que passaram a oferecer câmera dupla, exceto pelo iPhone 12 Pro Max.

O sensor frontal traz a mesma resolução dos demais, 12 MP. Além disso, o conjunto fotográfico também oferece recursos como dupla estabilização óptica de imagem, alcance de zoom óptico de 4 vezes e zoom digital até 10 vezes.

Desempenho e armazenamento

O processador A13 Bionic, presente no iPhone 11 Pro, chamou atenção em seu lançamento devido a testes que apontaram um desempenho melhor até do que computadores. Atualmente, a versão foi ultrapassada pelo A14 Bionic - que garante maior eficiência energética e maior velocidade.

Quanto à memória RAM, não há informações concretas da Apple sobre a capacidade oferecida pelo aparelho, porém testes não-oficiais dão conta que o número gire em torno de 4GB.

É possível encontrar o iPhone 11 Pro em três versões de armazenamento: 64 GB, 256 GB e 512 GB. Em comparação a outros modelos mais atuais, é válido afirmar que essa característica ainda vale a pena - especialmente as duas versões mais avançadas. Por outro lado, o celular não é compatível com cartão microSD.

Bateria

A Apple não costuma informar a capacidade de bateria presente em seus smartphones em números, porém especialistas calculam que o iPhone 11 Pro ofereça um componente de 3.046 mAh.

Segundo a fabricante, é possível suportar até 18 horas de reprodução de vídeo e até 65 horas de reprodução de áudio longe das tomadas. Modelos mais recentes, como o iPhone 12, podem representar uma desvantagem nessa categoria - no caso, ao oferecer 17 horas de reprodução de vídeo.

Enquanto isso, o Galaxy Note 20, disponível na mesma faixa de preço e um ano mais recente, oferece 19 horas de reprodução de vídeo e 75 horas de áudio, com 4.500 mAh de bateria.

Versão do sistema

Um ano e meio após o lançamento, o iPhone 11 Pro não traz desvantagens quando o assunto é o sistema operacional. Isso porque, apesar de ter saído de fábrica com o iOS 13, o celular já recebeu atualização para o sistema mais recente da Apple.

O iOS 14 traz melhorias quanto ao Apple Maps, Safari e Siri, além de oferecer novos widgets e app de tradução.

Mercado da VR-3ª Estratégia de Venda- O que é o Holoroom?

  • A terceira estratégia da aproximação das realidades produto VR e comprador é através da instrução dos mesmos. Uma instrução esta que não depende de riscos para a vida do ser humano. Este método já tem sido desenvolvido em diversas áreas como a medicina com a projeção de operações para novatos ou simulações de acidentes ou desastres naturais. Temos também por exemplo Holoroom. O Holoroom trata-se de uma maneira de "experimentar antes de comprar". Ou seja, na venda de um produto, neste caso de uma máquina de cortar relva, através de uma experiência que cria um campo visual, auditivo e sensível ao tato em redor do usuário. Desta maneira o comprador antes de proceder à aplicação da tecnologia na sua própria relva aprende e experimenta previamente o produto.
              Clica aqui para aprenderes mais sobre o Holoroom

Husqvarna Vektorr Concept – Mobilidade urbana elétrica

    A Vektorr Concept é a primeira proposta scooter alguma vez produzida pela Husqvarna. O seu único foco será a mobilidade urbana, pelo que os motociclistas que procuram uma scooter elétrica para percursos extra-urbanos não vão encontrar na Vektorr Concept a solução para os seus problemas.
    
    A velocidade máxima desta proposta da gama E-Mobility é de 45 km/h, vincando a sua intenção de ser exclusivamente usada no interior de meios urbanos, habitualmente congestionados de trânsito. A autonomia proveniente das baterias de iões de lítio é de 95 km, o que permitirá ao utilizador da Vektorr Concept uma boa mobilidade dentro da cidade, sem se preocupar com carregamentos.

    



    Sabemos que a Husqvarna irá continuar a apresentar mais novidades elétricas para a gama E-Mobility nos próximos meses. Provavelmente na próxima edição do Salão de Milão EICMA veremos uma evolução destes conceitos, sendo que talvez em 2022 cheguem aos concessionários “Husky”.

Brembo New G Sessanta - Travões com luz

    Para celebrar o seu 60º aniversário, a Brembo apresenta a ‘New G Sessanta’, um novo conceito inspirado na primeira pinça de travão para motos produzida pela empresa, que concretiza a sua nova visão para o futuro da mobilidade.

    As pinças Brembo 'New G Sessanta' utilizam a tecnologia wireless, quando o veículo está parado, para controlar a tonalidade de luz desejada, para expressar emoções ou realçar o estilo do motociclo, ou adaptá-la ao ambiente circundante.
    O uso da cor e da luz, a par com a ligação a um smartphone, também tem o potencial de permitir a comunicação de dados e informações sobre as condições do veículo e do próprio sistema de travagem, ou mesmo para auxiliar na localização de um veículo estacionado, com a emissão de uma luz de cortesia.





    Até ao momento não foi confirmado nem o preço, nem quando, nem que modelos irão receber estes travões, nem se os mesmos podem ser adquiridos para instalação em modelos já existentes. Ficamos a aguardar mais informação sobre esta ideia "brilhante".