segunda-feira, 18 de abril de 2016

Presidente da república foi à ESJGF ajudar a "trazer o campo até à cidade"

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, visitou hoje a nossa escola, onde plantou uma árvore e discursou perante centenas de estudantes para ajudar a "trazer o campo até à cidade". O chefe de Estado visitou a escola, no âmbito do projeto "Redescobrir a terra", uma parceria da Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) e da Forum Estudante que pretende sensibilizar os jovens para a agricultura, o mundo rural e o ambiente.
Marcelo Rebelo de Sousa foi conhecer a horta biológica da escola, que elogiou, e em seguida plantou uma árvore com a ajuda de duas alunas, Madalena e Helena. "Com muito carinho. Lembrem-se deste momento, que é um momento histórico na vossa vida", disse-lhes. Depois, no anfiteatro da escola, o Presidente da República contou aos alunos que quando tinha a idade deles "vivia na cidade" e não lhe passava pela cabeça "ir fazer agricultura", que na altura, início dos anos 60, "era uma atividade muito difícil, muito penosa, que dava muito poucos rendimentos". "Era outro país", disse.
Apostado em "trazer o campo até à cidade", Marcelo Rebelo de Sousa incentivou os jovens a "irem ver como é produzir vinho ou azeite ou cereais", para "abrirem horizontes", mesmo que não optem por dedicar-se ao setor da agricultura. "Não faz sentido esta separação entre a cidade e o campo, sobretudo aqui na área metropolitana de Lisboa", considerou.
Nesta visita, Marcelo Rebelo de Sousa esteve acompanhado pela sua assessora para a educação, a ex-ministra Isabel Alçada, pelo presidente da CAP, João Machado, e pela secretária de Estado adjunta e da Educação, Alexandra Leitão.
À chegada, foi recebido por alunos mais novos do agrupamento, que cantaram o hino nacional e com quem conversou, tirou fotografias de grupo e 'selfies'. A um rapaz que queria ser jogador de futebol, o Presidente da República disse que "futebolista não é vida", porque "chega-se a uma idade e depois já não se pode jogar mais". Para outro aluno, que escrevia com a mão esquerda, observou: "Eu também era canhoto. Dizem que os canhotos são muito inteligentes, mas morrem mais cedo".

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