domingo, 9 de dezembro de 2018

Os gráficos raster e os vetoriais

Zoom em dois tipos de imagens. À esquerda temos uma imagem raster/bitmap que descreve cada píxel;
à direita um desenho vectorial que se baseia em vectores matemáticos. 

Em computação gráfica, uma imagem raster ou de bitmap é uma estrutura de dados que representa uma rede geralmente rectangular de píxeis, sendo portanto uma imagem que tem a descrição de cada píxel, sendo o oposto aos gráficos vectoriais. Uma imagem destas é tecnicamente caracterizada pela largura e altura da imagem em píxeis e pelo número de bits por píxel (ou profundidade de cor, que determina o número de cores que este pode representar) e é guardada num ficheiro de imagem em diversos formatos.

Um bitmap pode ser monocromático, em escala de cinzentos ou colorido. Normalmente os píxeis são formados no padrão RGB (Red, Green e Blue), sistema que usa três números inteiros para representar as cores vermelho, verde e azul. Além disso, este tipo de imagem depende da resolução, o que significa que não se pode mudar para uma resolução arbitrária sem perda de qualidade aparente. Essa propriedade contrasta com os recursos de gráficos vetoriais, que facilmente aumentam a qualidade do dispositivo que faz a renderização (processo pelo qual se obtém o produto final de um processamneto digital qualquer). Os gráficos raster lidam de forma mais prática do que os gráficos vetoriais com fotografias e imagens foto-realísticas, enquanto os gráficos vetoriais geralmente servem melhor para a composição tipográfica ou para o design gráfico.


Diferenças entre imagens raster e gráficos vectoriais

O tratamento destas imagens requer ferramentas especializadas, geralmente utilizadas em fotografia, porque envolvem cálculos muito complexos, como interpolação (método que permite construir um novo conjunto de dados a partir de um conjunto discreto de dados discretos previamente conhecidos), álgebra matricial, etc...







O início do Photoshop


O Adobe Photoshop é um software de edição de imagens raster criado pela Adobe Systems para MacOS e Windows, que é considerado o líder do mercado dos editores de imagem profissionais.

Macintosh Plus lançado em 1986
A criação deste programa começou em 1987 e deve-se a um engenheiro de software americano chamado Thomas Knoll que era um estudante de doutoramento da Universidade de Michigan. Knoll começou a escrever o programa no seu Macintosh Plus para exibir imagens em escala de cinzentos numa disposição monocromática e, a esta versão inicial, foi dado o nome Display. 

O irmão de Thomas, John Knoll, que era um funcionário da Industrial Light & Magic (companhia de efeitos visuais americana - subdivisão da produtora de filmes Lucasfilm) ficou interessado no projecto e pediu ao irmão para transformar o Display num programa de edição de imagens completo. Assim, Thomas tirou uma folga de seis meses dos seus estudos em 1988 para colaborar com John no programa que depois recebeu um novo nome, ImagePro, e, por último, Photoshop. Os irmãos fizeram um acordo de curto prazo com uma empresa que fabricava scanners, Barneyscan, para distribuir cópias do programa quando vendessem os seus produtos e, assim, foram distribuídas aproximadamente 200 cópias com este acordo. Durante esse período, John Knoll fez demonstrações do programa a engenheiros da Apple e a Russell Brown, antigo director de arte da Adobe Systems. No seguimento dessas iniciativas, em Setembro de 1988, a Adobe decidiu comprar a licença de distribuição e em Fevereiro de 1990 é apresentado o Photoshop 1.0 para Macintosh.


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Irmãos Knoll: criadores do Photoshop




Sites consultados:
History of information: Photoshop
Wikipedia: Adobe Photoshop
Wikipedia: Macintosh Plus

O que é o Adobe Photoshop Lightroom?

O Adobe Photoshop Lightroom (Lightroom ou LR) é um conversor de fotografias RAW, que foi criado para ser o único aplicativo de pós-processamento que muitos fotógrafos precisam. Com novas versões o Lightroom ganha mais recursos que permite aos fotógrafos o usarem para a criação total do seu trabalho. Este conversor tem a possibilidade de criar vários álbuns de fotografias, devido ao seu interface simples, que permite organizar, processar, imprimir e compartilhar fotos, tudo num único programa.
A melhor parte do Lightroom é poder trabalhar centenas de imagens com grande facilidade e velocidade, facilitando o processo de copiar e colar todos os ajustes disponíveis. Outro recurso interessante é a edição não destrutiva que ajuda a garantir que os arquivos originais permaneçam intactos sem cancelar qualquer ajuste. Tal ferramenta é bastante especial para fotógrafos que estão ainda a crescer.

Resultado de imagem para Adobe Photoshop Lightroom

Fontes: 
https://photographylife.com/what-is-adobe-photoshop-lightroom

Face-Aware Liquify - Caricaturas em menos de 1 minuto

O Photoshop CC 2017 introduziu uma nova ferramenta muito interessante: o Face-Aware Liquify, um smart filter capaz de modificar as expressões faciais de forma quase automática.


Esta ferramenta deteta automaticamente o rosto na imagem e a partir de vários menus conseguimos alterar coisas como o sorriso, tamanho dos lábios, nariz, olhos, etc.
Como utilizar este Smart Filter?
  • Para começar convertemos a nossa fotografia para Smart Object a fim de aplicar este filtro de forma não destrutiva.
  • De seguida abrimos o menu Filter - Liquify e selecionamos, do lado esquerdo, a Face Tool.
  • A ferramenta irá detetar automaticamente o rosto presente e do lado direito da janela debaixo do quadro "Properties" encontramos o Face-Aware Liquify.
  • Dentro do Face-Aware Liquify encontramos bastantes sliders para os olhos, boca, nariz e forma da cabeça.
  • Agora basta brincar com os sliders, fazer a caricatura que desejamos e clicar "Ok" no canto inferior esquerdo da janela e temos a nossa caricatura feita.
Fazer uma caricatura no Photoshop CC 2017 e superiores é tão simples quanto isto!


Consultei um vídeo do Youtube no dia 9/12/18

sábado, 8 de dezembro de 2018

Dolly Zoom

O efeito "Dolly Zoom" é um efeito de vídeo que contraria a nossa perceção da realidade. Este efeito consiste em ajustar o zoom da câmara enquanto se aproxima ou se afasta do sujeito a ser filmado, de maneira a que as dimensões dos vários objetos a diferentes distâncias da câmara pareçam desproporcionais.




Enquanto que ao fazermos zoom numa câmara a dimensão de todos os objetos que estejam no campo de visão aumenta de maneira igual, ao aproximarmos-nos deles isso não acontece, devido ao efeito de paralaxe. Ao andarmos para a frente, os objetos que estão mais perto de nós parecem aumentar de tamanho mais depressa que os objetos que estão mais longe.


O efeito Dolly Zoom decorre da anulação destes dois diferentes tipos de "zoom" (o das câmaras e o da nossa perceção da realidade) e acontece se aumentarmos o zoom da câmara enquanto andamos para trás, ou vice-versa.


Este efeito foi desenvolvido pelo cineasta inglês Alfred Hitchcock e pelo cameraman Irmin Roberts no filme "Vertigo" de 1958 e desde então tem sido utilizado por diferentes realizadores ao longo das décadas.


Este efeito tem também outros nomes como Hitchcock Zoom, Reverse Tracking Shot, Telescoping, ou Push/Pull.

Time-Lapse

Time-lapse é uma técnica em que são tiradas fotografias com uma determinada frequência e depois são reproduzidas com uma frequência muito maior, por exemplo, é tirada uma fotografia por segundo durante dois minutos (120 segundos) e depois as mesmas são reproduzidas com uma frequência de 30 fotografias por segundo, fazendo assim uma time-lapse de 4 segundos. Podemos dizer que esta técnica é o oposto de um vídeo slow-motion, pois neste último a frequência de reprodução é inferior à frequência original.


Alguns dos temas mais populares para time-lapses são paisagens, o movimento do sol ou das estrelas, plantas a crescer, fruta a apodrecer, a evolução de uma construção ou mesmo pessoas na cidade.


A razão pela qual gostamos desta técnica fotográfica é porque nos faz ver coisas simples do nosso quotidiano, que são demasiado subtis aos nossos olhos para que reparemos nelas, a mexer-se e a transformar-se muito mais depressa do que acontece na vida real.


Deixo aqui um exemplo de uma time-lapse em que é tirada uma fotografia a cada 9 minutos e 36 segundos e que depois são reproduzidas 30 fotografias por segundo (17280 vezes mais rápida do que o original).



Review: Canon EOS R

Canon EOS R


Capaz, personalizável, mas comprometida. A Canon EOS R é uma ótima prova de conceito, com recursos fantásticos, como o novo anel de controle e barra M-Fn, e oferece atualizações para as lentes EF e EF-S existentes. Apesar de se comparar bem com uma DSLR, no entanto, a sua 4K recortada, restrições de 60 e 120fps e a falta de estabilização de imagem no corpo colocam-na firmemente atrás dos corpos mirrorless full frame da Sony e da Nikon.


Prós:

  • Grande capacidade personalização
  • Dual Pixel AF com 5.655 posições
  • Tela totalmente articulada

Contras:

  • Estabilização analógica não disponível
  • Video 4K recortado
  • Só um slot para cartão SD

Desde que a Sony mudou o jogo, há cinco anos, o restante do setor tem recuperado. Depois de assistir a série Sony Alpha dizimar a sua participação de mercado por meia década, a Canon finalmente respondeu com seu próprio sistema full-frame mirrorless: a EOS R
Juntamente com o lançamento, a Canon também lançou duas lentes sob medida para a EOS R, a RF 24-105 mm f / 4 L IS USM e RF 50 mm f / 1.2L USM, ambos os quais analisamos também.
Os sistemas mirrorless não podem mais ser avaliados apenas contra DSLRs, e essas regras não favorecem necessariamente a EOS R. Porque, embora seja um sistema fantástico por si só e ofereça de maneira espetacular em algumas áreas, ele não pode competir com seu sistema. concorrentes em algumas categorias principais.


Especificações Técnicas:

  • Sensor: CMOS de quadro total de 30.3MP, 36 x 24mm 
  • Processador de imagem: Digic 8 
  • Pontos AF: 5.655 Posições AF de Pixel Duplo 
  • Faixa ISO: 100 a 40.000 (exp. 50 a 102.400) 
  • Tamanho máximo da imagem: 6.720 x 4.480 
  • Modos de medição: Avaliativa, parcial, spot, central ponderada 
  • Vídeo: 4K UHD a 29,97p, 25p, 24p, 23,98p 
  • Visor: EVF, 3,69m pontos, 100% de cobertura 
  • Cartão de memória: SD / SDHC / SDXC 
  • LCD : Ecrã táctil totalmente articulado de 3,15 polegadas, 2,1m pontos 
  • Max burst: 8fps 
  • Conectividade: Wi-Fi, Bluetooth, NFC 
  • Tamanho: 135,8 x 98,3 x 84,4 mm (apenas corpo) 
  • Peso: 580g (apenas corpo; 660g com bateria e cartão)


Consultei os sites Sapo, DigitalCameraWorld e DPReview no dia 08/12/2018.

MIT desenvolve nova impressora 3D 10x mais rápida que a média


Os professores Jamison Go e John Hart, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), desenvolveram um novo hardware que permite o que eles chamam de FastFFF (fabricação de filamentos de fusão rápida). E é rápido, veja por si mesmo. 



As impressoras desktop 3D são fantásticas na criação de peças complexas e de alta qualidade sob demanda, mas sua maior fraqueza sempre foi a velocidade. 
Eles só podem imprimir um objeto de cada vez, uma camada fina de cada vez. E há vários fatores limitadores de velocidade para as impressoras FDM / FFF 3D, com os três principais sendo: 
  • a quantidade de força que pode ser aplicada ao filamento à medida que ele é empurrado pelo bico
  • com que rapidez o calor pode ser transferido para o filamento para derreter a rapidez com que o cabeçote de impressão pode se deslocar pela área de construção 
  • taxa que o material solidifica depois de ser extrudado, pois ele precisa suportar a próxima camada. 
O problema de solidificação que eles resolveram como a maioria dos outros desenvolvedores, explodindo o ar nele. Os obstáculos restantes exigiam mais criatividade.
Quando o filamento é empurrado, normalmente é feito pela operação entre uma engrenagem de acionamento e uma polia intermediária; tensão é colocada na engrenagem de transmissão, que tem pequenos dentes que mordem o filamento e empurra-o para baixo enquanto a engrenagem de acionamento gira. Se houver muita tensão no filamento, a engrenagem aciona o filamento e se acumula com plástico antes de perder a aderência. Muito pouca tensão resulta em escorregamento e lacunas na extrusão. Go e Hart decidiram enfiar o filamento e passá-lo por uma porca de rosca; quando a porca é girada por um motor (via correia), o filamento desce. Roletes anti-torção impedem que o filamento se torça à medida que a porca gira. Este método de extrusão não é apenas mais rápido, mas também muito mais preciso do que a configuração típica da engrenagem de acionamento.



Consultei o blog do MIT e do Project Manus no dia 08/12/2018.

Túneis subterrâneos para carros da empresa de Elon Musk, The Boring Company




The Boring Company vai construir túneis diretamente para garagens residenciais

É mais uma abordagem da The Boring Company ao problema do trânsito: um sistema de elevadores nas garagens residenciais ligados a túneis subterrâneos. O objetivo é remover os carros das estradas o mais rapidamente possível, de forma a evitar congestão. A empresa comprou terras junto das instalações da SpaceX na Califórnia e recebeu autorização das autoridades locais para começar a escavar túneis, construir um elevador numa garagem e testar o sistema.


O conceito é que o condutor não precisa de levar o carro até ao fim do trajeto, podendo diretamente enviá-lo através de um elevador elétrico para o sistema de túneis e fazendo-o aparecer depois na estrada quando se aproximasse. As autoridades de Hawthorne na Califórnia deram luz verde aos testes, definindo que «a empresa concordou em não ter o elevador de testes aberto ao público ou em mover carros de dentro ou para fora das garagens a partir da estrada. Os carros terão de entrar no túnel a partir do campus da SpaceX, mover-se pelo túnel para a garagem e depois de volta para a SpaceX, para que os testes não causem tráfego adicional», cita a Cnet. A deslocação nos túneis é feita através de skates elétricos, sem emissões de gases poluentes, pelo que o túnel pode ser mais pequeno e sem grandes necessidades de ventilação.

Nesta fase, ainda não há qualquer indicação sobre quanto é que pode custar instalar este sistema em cada casa, nem quanto custa construir os túneis necessários.

A The Boring Company vai agora analisar a planta de Hawthorne para conseguir detetar a forma mais eficiente de construir este sistema.


Sistema de túneis ligados a garagens residenciais







Consultei o site da empresa The Boring Company e Reddit no dia 08/12/2018.

Nova câmera nikon D760 a chegar ao mercado em 2019!

A Nikon D750 tem sido um dos principais sucessos da Nikon, já que a sua versatilidade desempenho com pouca luz tenha a tornado uma das câmeras preferidas dos fotógrafos que precisam de um corpo da sua máquina que seja versátil. Contudo esta câmera foi anunciada em Setembro de 2014 e está provavelmente pronta a ter um substituto.
Apesar da recente entrada no mercado das câmera mirrorless da Nikon parece que eles não abandonaram as suas DSLRs pois a Nikon Rumors informa que o modelo D760 irá ser lançado no primeiro semestre de 2019, enquanto a D610 irá ser descontinuada. Existem ainda especulações de que este modelo de câmeras irá ter vídeo em 4K, pontos de foco automático e melhorias de desempenho bem como melhorias de pouca luz.
Deve ser uma boa câmera para quem goste de modelos equilibrados em muitos recursos e necessidades.

Resultado de imagem para Nikon D760
Fontes: https://nikonrumors.com/

Fotografia de Longa Exposição


  Ao longo dos anos com o desenvolvimento de acessórios e de filtros fotográficos, a fotografia de longa exposição começou a ganhar importância, levando a que se tornasse um tipo de fotografia muito praticado, uma vez que quando bem realizado proporciona resultados fora do comum e com características originais.
  No entanto esta técnica pode se tornar dececionante e difícil de usar quando não bem aplicada. Assim seguem algumas dicas para captar de forma fantástica fotografias de longa exposição.


 1. É importante estudar o local onde vai ser tirada a fotografia antes, uma vez que nem todas as condições meteorológicas são ideais para fotografia de exposição.
Picture 2

 2. A primeira dica refere-se ao uso de um filtro de densidade neutra, ou seja, um filtro que não altera as cores finais da imagem. Este filtro é usado para diminuir a luz que chega à câmara quando a abertura ou a velocidade têm de permanecer constantes.

 3. Depois de se definir a composição da fotografia focar. Quando se usa auto-focus deve-se depois de semi premir o botão da câmara para focar, deve-se colocar o foco e manual de forma a que este não se altere.
  Picture 3

 4. Usar um tripé também é importante. Fotografia de longa exposição tem haver com captar movimentos da paisagem, sejam pontos de luz ou as correntes da maré, desta forma é necessário que a câmara esteja num ponto fixo para que estes "rastos" não fiquem tremidos.

 5. Por fim, coloque as câmara em BULB, (B ou T), para poder ter um tempo de exposição maior do que 30 segundos.

Imagem relacionada

Fontes: https://digital-photography-school.com/step-by-step-guide-to-long-exposure-photography/
             https://www.fotografia-dg.com/longa-exposicao-dicas-fotos-incriveis/ 
             https://www.fotografia-dg.com/filtros-de-densidade-neutra-e-graduados-de-densidade-neutra/


Como fazer uma caricatura em photoshop só com o liquify?

Passo 1- Escolher a imagem desejada e duplicar o layer usando o Ctrl+J.
Passo 2- Abrir a ferramenta liquify e mexer com as ferramentas Foward warp tool, Puker tool e Bloat tool realçando as caracteristicas da sua foto.
Passo 3- Criar um toque de desenho á imagem, criando um novo layer e utilizando o Filter>Blur>Gaussian Blur e por o radius a 0.9 para deixar a pele mais lisa.
Passo 4- Por fim abrir o menu de Image>Adjustments>Curves e configurar as cores de modo a que fique semelhante a um desenho.
Resultado de imagem para como fazer uma caricatura só com liquify no photoshop
Fontes: 
https://www.reddit.com/r/PhotoshopTutorials/

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Clone Stamp Tool

   A ferramenta clone stamp tool, com atalho na tecla S, permite-nos copiar uma área de uma imagem para outra área da mesma imagem. Para além de ser uma das ferramentas mais básicas do photoshop é também bastante fácil de utilizar.
   Podemos por exemplo juntar duas imagens que tenham tons semelhantes em apenas uma imagem utilizando esta tool, como mostra na imagem abaixo.


     Basicamente a ferramenta serve para retocar imagens e disfarçar linhas imaginárias entre duas imagens.

Fontes: Lifewire, infomáTICa para todos

Brush Tool

   A ferramenta Brush é uma das tools mais básicas em aplicações como photoshop e serve para pintar uma fotografia com a cor selecionada. 
   O tamanho da linha resultante e a cor podem ser seleccionados de opções predefinidas ou podemos personalizar as nossas próprias definições, a forma do pincel pode ser alterada para as seguintes opções. 



Como podemos observar são bastante diversas as formas que podemos utilizar para o pincel.

Fontes: Techopedia

Dodge & Burn

O Dodge e o Burn são duas ferramentas do photoshop, estas ferramentas são utilizadas no processo pós-produção fotográfico para escurecer ou clarear as áreas desejadas.

O Dodge torna as áreas mais claras e o Burn escurece-as, ou seja, quanto mais usarmos a ferramenta Dodge mais clara essa área vai ficar, e quanto mais usarmos a ferramenta Burn mais escura essa área vai ficar. 


Para começar a utilizar o Dodge tool e a Burn tool eu recomendo este video-tutorial pois explica muito bem como utilizar estas duas ferramentas: https://www.youtube.com/watch?time_continue=565&v=RI-7dZAipz4

O uso da tool "Liquify" no photoshop

Quando estamos a usar o photoshop, perguntamo-nos como distorcer uma imagem e na realidade é bastante simples. Podemos utilizar uma ferramenta chamada "Liquify" que nos permite inchar, puxar e enrugar qualquer área da imagem. Para podermos utilizar o liquify, necessitamos de configurar a ferramenta (tamanho, densidade, ritmo e pressão), para isso temos de ir à opção Filter >  Liquify como no print abaixo.



Esta ferramenta do photoshop dá bastante jeito para criar, por exemplo, uma caricatura, fazer brincadeiras com as imagens ou até mesmo para embelezar e de seguida postar numa rede social, como no exemplo abaixo.




Fontes: Adobe Help Center e TecMundo

Nova versão Photoshop CC (versão 20.0)


Esta nova versão do Photoshop CC lançada em Outubro de 2018 apresenta novos recursos, tais como:

Ferramenta Quadro
  •  Ferramenta Quadro.
Com esta nova ferramenta podemos criar facilmente máscaras de imagens, posicionando-as em quadros. Usando este recurso Quadro (tecla de atalho: K) podemos criar rapidamente quadros de espaço reservado rectangulares ou elípticos, com esta ferramenta podemos também converter qualquer forma ou texto em quadros e preenchê-los com imagens.





    • Visualização do modo de mesclagem em tempo real
    Nesta versão, foi implementada esta função de ver o modo de mesclagem em tempo real,
    agora o photoshop exibe a fotografia ao passar pelos modos de mesclagem, como mostra o exemplo.

    Visualização do modo de mesclagem em tempo real


    Como usar as "adjustment
    layers" como um profissional!

    A ferramenta "adjustment layers" permite fazer edições na imagem de forma não destrutiva, mudando as cores e tonalidades da imagem.

    Esta ferramenta é muito poderosa mas difícil de usar devido a haver 19 ferramentas por onde escolher, mas não se preocupem porque Daniel White(Danksy) irá ensinar esta ferramenta como um profissional!



    Como usar o "curves adjustments"
    no photoshop como um mestre!
    Os "curves adjustments" são uma ferramenta muito importante no photoshop, esta ferramenta pode mudar tanto as cores como a luz, por isso saber usá-la é muito importante!
    Para aprenderem a usar esta ferramenta, Unmesh Dinda da PiXimperfect, irá ensinar-vos a usá-la!



    Como melhorar seus olhos
     no photoshop!
      
     Você quer fazer com que os seus olhos fiquem mais bonitos no photoshop? Então tenho um video perfeito para si! 

    Nathaniel Dodson, da tutvid, criou um video de como fazer seus olhos ficarem incríveis no photoshop cc 2019 usando adjustment layers, healing tools, algumas mascaras e blend modes.
    Este tuturial pode parecer muito complexo e difícil mas é fácil de seguir, e os olhos bonitos merecem o esforço!
       
    Os efeitos de photoshop devem ser usados com moderação, pois é fácil exagerar.  

    Quotidiano do Japão - Shin Noguchi

    O fotógrafo premiado natural do Japão, Shin Noguchi, foca o seu trabalho em momentos banais do quotidiano japonês.

    Vencedor do festival MAP Toulouse em 2014, Shin Noguchi diz que tenta "sempre captar a realidade para além do seu próprio ponto de vista, da sua perspetiva e dos seus valores", e escolheu a rua como seu matéria para fotografar pois considera que a fotografia de rua mostra sempre a verdade.
    Shin consegue, através da fotografia, expressar a cultura japonesa e partilhá-la com todo o mundo ao fotografar momentos simples e peculiares do quotidiano no seu país que enfatizam o caráter peculiar do vida japonesa.
    Podemos acompanhar o seu trabalho no Facebook (shinnoguchiphotos), Instagram (@shinnoguchiphotos), blog (http://blog.shinnoguchiphotography.com/) e site (http://www.shinnoguchiphotography.com/).




    Fotografia de Shin Noguchi

    Consultei Lifestyle.sapo.pt e Sivweek.com no dia 07/12/18

    terça-feira, 4 de dezembro de 2018

    Uso de tripés na fotografia

    Uso de tripés na fotografia


    Os tripés em fotografia têm essencialmente uma função estabilizadora da câmara ou para a elevar.
    Resultado de imagem para uso de tripés na fotografia
    Podem também ser usados para suportar outros tipos de equipamentos fotográficos como os flashes.
    Todos os tripés têm, como o nome indica, três pés e uma cabeça de montagem onde se atarracha o equipamento para segurança.
    Esta cabeça é normalmente móvel, podendo girar e inclinar-se em várias direções.
    Imagem relacionada
    As pernas normalmente são telescópicas podendo recolher-se e são feitas em materiais leves, mas resistentes, como o alumínio
    e a fibra de carbono.
    Imagem relacionada
    Os tripés têm muitas vezes um gancho para pendurar um peso, se necessário para aumentar a estabilidade. Muitos deles têm também
    uma bolha de nível que ajuda a nivelar o suporte.
    O seu uso em fotografia dá-se normalmente quando pretendemos longas exposições e qualquer toque na câmara pode “borrar” a imagem.
    A estabilidade também é útil para se conseguir um enquadramento de precisão, quando necessário.
    Muitas vezes são usados com teleobjetivas pois com grandes ampliações qualquer movimento vai desenquadrar a imagem.

    Referências:


    Lentes usadas em fotografia

    Lentes usadas em fotografia


    Imagem relacionada


    A qualidade das lentes resulta da sua construção e materiais (corpo, vidro, design).
    Distância focal – é o primeiro elemento a analisar quando pretende comprar a sua lente.
    As lentes podem ter distância focal única (lentes fixas) ou podem permitir o uso de várias distâncias focais rodando um anel (lentes de zoom).
    A distância focal aparece na descrição das lentes em mms.
    Se referir apenas uma distância, por exemplo 50 mm essa lente é fixa. Se tiver um intervalo 17-85 mm é uma lente zoom.
    Dentro das distâncias focais temos:
    Grande Angulares (até 50 mm) – consegue-se um grande angulo de visão, são boas para paisagens, ambientes pequenos, fotos de grupos.
    Os objectos da foto parecem distantes uns dos outros e as bordas ficam um pouco distorcidas.
    Normais (em torno dos 50 mm) – O ângulo de visão é mais ou menos o do olho,
    e é a distância focal dos telemóveis. Não são especializadas e logo são versáteis. O resultado é parecido com a visão.
    Teleobjetivas (50 mm a 200 mm) – é possível focar assuntos mais distantes, sendo boas para retratos e temas afastados.
    Os objetos aparecem mais próximos uns dos outros e tem uma menor profundidade de campo.
    Super – teleobjetivas (200 mm ou mais) – fotografias bem afastadas (natureza ou espaço), boas para astronomia e animais selvagens.
    Necessitam normalmente de tripé e os objetos parecem próximos uns dos outros.
    ISO 100, 300mm, f/5.6, 1/160segfoto por claudia regina


    Abertura de diagrama – a abertura aparece precedida da letra f. Quando aparece apenas um valor, tipo f/1.8, quer dizer que essa é a
    abertura máxima. Quando aparecem dois valores, como por exemplo nas lentes zoom f/4-5.6 elas correspondem às aberturas para a maior
    e menor distância focal apresentadas.
    Existem lentes claras e lentes escuras, sendo que as lentes claras normalmente têm uma abertura máxima entre f/1.4 e f/2.8 e são boas para
    ambientes pouco iluminados e retratos, sendo que nas superobjetivas f/4 já seja considerada clara.
    As lentes escuras são normalmente acima de f/5.6, sendo boas para uma larga profundidade de campo e a falta de luz não é problema.
    Normalmente são menos usadas porque as lentes claras são mais versáteis.
    Lentes específicas
    Macro – são usadas para tirar fotos a insetos ou detalhes de pequenos objetos.
    ISO 800, 60mm, f/11, 1/30segfoto por santiago antonio castro


    Fisheye ou Olho de Peixe – são lentes grande angulares que distorcem as fotos dando um aspeto circular.
    fisheye-por-claudia-regina


    Referências

    https://www.google.pt/url?sa=i&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=2ahUKEwialpr_nYLfAhUGrxoKHdyxAagQjRx6BAgBEAU&url=https%3A%2F%2Ffotographiko.com%2Fmelhores-lentes-para-cameras-canon%2F&psig=AOvVaw1CG5CyPr8te-ayNQjEbTZ9&ust=1543877474029841

    Passos para escolher uma câmara fotográfica

    Passos para escolher uma câmara fotográfica


    Para escolher uma câmara fotográfica há um conjunto de questões que devem ser colocadas primeiro:
    1. Qual o objectivo? Profissional ou amador?
    Ou seja, em que cenários a máquina vai ser usada e qual o resultado final que pretendemos. Se estamos a iniciar na fotografia, convém começar
    com uma máquina mais simples que não obrigue a muitas opções. As máquinas compactas ou as Superzoom podem ser uma boa opção pois
    podem ter muitas das escolhas em automático, permitindo ao fotógrafo focar-se no tema e no enquadramento.
    Com o evoluir da técnica e caso o fotógrafo queira melhorar os seus resultados e controlar melhor a sua fotografia, pode ir para DLSRs
    semi profissionais ou de entrada.
    Resultado de imagem para maquinas fotograficas
    1. Quanto quer ou pode gastar?
    Este aspeto é também determinante pois máquinas de entrada podem rondar os 200 euros, enquanto máquinas podem ultrapassar facilmente
    os 2000 euros para as profissionais só para o corpo da camara, podendo as lentes ser bem mais caras.
    1. Que resolução pretende?
    A resolução de uma câmara é importante em função da dimensão das imagens que queremos produzir. Se forem os tamanhos standard,
    uma resolução de 11-13 Mpixels será suficiente, mas se quiser imprimir posters terão que ter mais resolução. A quantidade de MPixels
    no entanto não define a qualidade da imagem, pois outros factores, como a sensibilidade do sensor também são importantes.
    megapixel-600x321


    1. Que acessórios precisa?
    As câmaras compactas são bastante portáteis e não permitem acessórios, enquanto no outro extremo temos câmaras que permitem trocar
    de lente, adicionar um flash, um microfone, filtros, etc. Mais uma vez as câmaras que permitem um maior controle sobre as imagens são
    também as que têm mais flexibilidade nos acessórios.
    camera-lens-KK-10
    Estes são apenas alguns dos pontos mais importantes na escolha de uma máquina fotográfica.


    Referências:
    https://www.fotografia-dg.com/maquina-fotografica-como-escolher/


    Mensagem em destaque

    Musica nos jogos

    A música é um dos fatores mais importantes dos jogos estando, na minha opinião, logo a seguir à performance e à história do jogo. A músic...