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sábado, 8 de fevereiro de 2020

Edge Computing é crítico para a IoT

Quando falamos em Internet of things estamos a referir-nos à rede de dispositivos conectados à Internet com a qual troca informação, que costuma ser analisada na Cloud. Mas, e se não for?
A isso chamamos de Edge Computing. Que basicamente consiste em coletar informação e processá-la no mesmo dispositivo que a coletou. 
Isto traz uma vantagem gigantesca, a diminuição do fluxo de informação. Como já disse aqui várias vezes, o 5G trará uma maior capacidade de transporte de dados, porém, quantos menos forem transmitido melhor, sendo assim os custos reduzidos e também a "poluição de informação" (a quantidade de informação que a Cloud tem que analisar desnecessariamente, colocando em espera outra informação mais importante). 
Os dispositivos que mais beneficiam com este sistema são os que necessitam de analisa imediata da sua informação, sendo o tempo de latência incomportável, tais como: carros autónomos, câmaras de video vigiliância, determinados sensores...
As câmara de video vigilância são um dos exemplos mais interessantes e que ajudam a mais facilmente perceber este sistema. Vamos imaginar uma câmara que está sempre a filmar. A quantidade de informação desnecessária que esta grava e que envia para a Cloud é enorme, porque quase nunca acontece algo de especial. Porém se esta analisar a sua própria informação segundo determinados parâmetros (movimentação no cómodo, entrada / saída de determinada pessoa), pode apenas guardar a Cloud a informação que corresponde a esses mesmos parâmetros. Poupando assim infraestrutura e dinheiro.



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  • consultada no dia 08/02/2020


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