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segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

Wearables: o pináculo da IoT

O mundo da tecnologia tem presenciado a gigantesca ascenção dos wearables, em especial os smartwatches e samrtbands. Estes são dispositivos com o formato de relógios e pulseiras, respetivamente. Porém, são capazes de executar muito mais funções que os seus gémeos tradicionais, mostrando e recolhendo mais informação.

Dependendo do dispositivo, é possível saber o número de batimentos cardíacos por minuto do utilizador, saber se este está a dormir e em que tipo de sono se encontra (profundo ou não), saber se está em movimento e a que velocidade...

Para além disto, é possível receber e realizar chamadas, ver e responder a mensagens, consultar o tempo, definir lembretes ou alarmes,  monitorar uma sessão de treino, receber indicações de navegação e muito mais.

Mas existe algo transversal a todos os equipamentos, a conexão com a internet, diretamente, ou indiretamente (caso seja o telemóvel que está conectado à internet e transmite as informações por bluetooth para o wearable). É aqui que entra a IoT que é utilizada para conectar todos estes dispositivos à rede, de modo a que seja possível cruzar dados, avaliando por exemplo a qualidade do sono de uma pessoas em relação a todos os outros utilizadores do mesmo dispositivo, podendo ver a "big picture".

Mas voltando ao título do post, porque digo que são o pináculo da IoT? Porque estes dispositivos são uma das iterações mais eficazes e populares da IoT, ganhando cada vez mais importância à medida que ganham mais funcionalidades e que cresce o número de outros dispositivos conectados à internet que poderão ser controlados por estes wearables.




Fontes:


Imagens:
  • URL1
  • URL2
  • consultadas no dia 07/12/2019

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