quarta-feira, 30 de maio de 2018

Grupo da Google vai construir cidade inteligente

Uma das maiores parcerias entre uma cidade e uma grande empresa e o negócio tem sido encarado com alguma desconfiança e cepticismo. Para já, não passa de um protejo em fase conceptual, sem data concreta para a construção, mas sabe-se que o objectivo passa por «criar uma forma mais saudável, segura e conveniente para vivermos as nossas vidas». Dan Doctoroff, que lidera a Sidewalk Labs e foi mayor em Nova Iorque, diz que se «pretende que este seja um modelo para o que a vida urbana possa ser no século XXI», cita a BBC.
A cidade vai ser desenhada na zona em frente à água, no leste de Toronto, e vai incluir sensores que reúnem dados sobre o trânsito, ruído e qualidade do ar, bem como o desempenho da rede elétrica e do sistema de recolha de resíduos.
Uma das polémicas a envolver este projeto prende-se naturalmente com a quantidade de dados que vão ser recolhidos e com que fim é que serão usados. A empresa revela que não vai monitorizar informações sobre os indivíduos e que os dados vão ajudar os governos a perceber melhor como os bairros e recursos são usados.
Sabe-se que o conceito envolve algumas ideias radicais como carros autónomos controlados por um sistema central e que vão ser a espinha do sistema de transportes, as estruturas dos edifícios vão permitir flexibilidade e a temperatura será controlada para encorajar todos a usarem o exterior, com árvores retrateis que servem de abrigo. Por outro lado, as construções serão facilitadas, com recurso a materiais “verdes” fabricados; os sensores vão ajudar a reciclagem e há planos para ajudar a reutilizar a água que vem dos lavatórios, duches e máquinas de lavar.

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