quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Rafael Bordalo Pinheiro

Fig.1: Retrato de Rafael Bordalo Pinheiro.
Rafael Augusto Bordalo Pinheiro, nascido a 21 de março de 1846 e falecido a 23 de janeiro de 1905, ambos em Lisboa, foi um artista de renome em diversas áreas, entre elas o desenho de caricaturas.
Estudou no Conservatório e na Academia de Belas Artes, no Curso Superior de Letras e na Escola de Arte Dramática, embora nunca tenha tido uma carreira em teatro.
A figura que o imortalizou, Zé Povinho, que se destinava a retratar, caricaturando, o povo português, foi criada em 1875, que se estreou n’A Lanterna Mágica, um jornal diário que se focava em crítica social e política.
Viajou para o Brasil, colaborando com alguns jornais locais e enviando trabalhos seus para Lisboa.
Voltou para Portugal em 1879, quatro anos depois, e editou um jornal de sua autoria, de nome O António Maria.
A sua produção de louça artística iniciou-se em 1885, ao começar a fazer trabalhos em barro, abrindo assim a famosa Fábrica de Faianças das Caldas da Rainha.

Sumarizando, Rafael Bordalo Pinheiro, apesar de ter nome em várias áreas artísticas, entre elas a aguarela ou a decoração, é uma personalidade verdadeiramente inovadora no desenho de caricatura, criando personagens inesquecíveis, tais como Zé Povinho e Maria Paciência. As suas obras originais foram as responsáveis pela sua fama e importância na cultura portuguesa, sendo para sempre relembrado na História da Arte de Portugal.

Fig. 2: Peça em cerâmica das personagens Zé Povinho e a sua esposa Maria Paciência.




Texto de minha autoria, com base nas páginas Wikipédia sobre Rafael Bordalo Pinheiro e A Lanterna Mágica.



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